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  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2017

Programa Mais Asfalto avança e deve chegar a 100 municípios maranhenses neste ano

O Programa Mais Asfalto avança e, até o final deste ano, deve chegar a 100 municípios maranhenses. Na primeira semana de julho, equipes da Secretaria e Estado da Infraestrutura (Sinfra) começaram um trabalho, simultâneo, em 28 cidades de todas as regiões do Maranhão. Em breve, mais 35 municípios também receberão asfalto. A meta do Governo do Maranhão é beneficiar todas as cidades do estado com esse serviço até o fim de 2018.

O secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto, informou que, desde o início do programa, a intenção do governador Flávio Dino é fazer com que o Mais Asfalto chegue aos 217 municípios maranhenses. “Nessas duas primeiras etapas, já recuperamos mais de mil quilômetros de vias urbanas e mais outros dois mil quilômetros de recuperação e construção de rodovias. Até o final deste ano, mais 106 municípios serão contemplados”.

Para a prefeita de Santa Luzia, França do Macaquinho, as parcerias do Governo do Maranhão com as prefeituras proporcionam diversas melhorias além do asfalto. “Os municípios estavam precários em termos de infraestrutura e o trabalho conjunto é de grande importância; agradecemos a gestão estadual que está muito empenhada e solícita com os municípios”.

Com a chegada do asfalto, o mecânico Antônio Alves, que mora na cidade de Altamira do Maranhão, aproveitou a oportunidade para faturar uma renda extra. Ele alugou a casa dele para os servidores se alojarem. “Quando eles chegaram aqui estavam precisando de um lugar pra ficar e foi aí que eu pensei em alugar uma casa que eu tenho. Com isso entrou um dinheiro a mais que vai ajudar na escola do menino que vai começar a estudar agora”.

Milena Rodrigues, que mora na cidade de Nina Rodrigues, utiliza a moto como meio de transporte e disse que a chegada do asfalto, além de melhorar a mobilidade urbana, garante economia para ela. “Os buracos atrapalham muito, são causa de acidentes e resulta em muitos defeitos na moto. Acho que agora vai dar pra economizar com oficina”.

Mais Asfalto – Nesta terceira etapa do Mais Asfalto serão investidos R$ 170 milhões na restauração de ruas e avenidas em 100 municípios. Executado pela Sinfra, em parceria com as prefeituras, o programa é um processo contínuo que tem como objetivo colaborar para a melhoria da trafegabilidade urbana.

  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2017

Voto de Zé Reinaldo em Temer coloca em risco candidatura ao Senado

Voto de Zé Reinaldo a favor surpreende e pode custar caro em 2018. O povo não perdoa 

Comentam nos bastidores políticos do Estado que o ex-governador José Reinaldo Tavares, que era considerado favorito para ocupar um das duas cadeiras que estarão em disputa para o Senado em 2018, marcou gol contra ao se manifestar e votar pela manutenção de Michel Temer na presidência da República, indo na contramão da vontade da esmagadora maioria do povo brasileiro.

Mesmo pertencendo a bancada do PSB, partido que fechou posição pela abertura de inquérito contra Temer pelo Supremo Tribunal Federal, Zé Reinaldo, sem o menor constrangimento, esquecendo que será cobrado ao longo da campanha, votou a favor do presidente golpista acusado e comandar a organização criminosa que vinha assaltando o país, segundo delação do sócio proprietário do grupo JBS, Joesley Batista.

Embora tenha contribuído para derrotar a oligarquia do Sarney em 2006, Zé Reinaldo vem tendo comportamento estranho e se colocando em posição contrária a do governador Flávio Dino em relação as questões nacionais. Contra a orientação do governador, votou a favor do impeachment da presidente Dilma (PT), e agora se posicionou a favor de presidente mais impopular da história do país e quem tem como principal conselheiro o ex-senador José Sarney, inimigo número um do Maranhão e do governo atual.

Por conta de suas incoerências, sua guinada para Michel está sendo considerado um verdadeiro tiro no pé, já que os maranhenses, a exemplo dos mais de 95% do povo brasileiro, rejeita o governo corrupto e, certamente, vai lembrar que foi com o voto de Zé Reinaldo que Michel Temer continuará no comando do país, ainda que todo enlameado, até 31dezembro de 2018.

  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2017

Abstinência do poder afeta memória de Adriano

Legítimo rebento da oligarquia Sarney, Adriano tem sofrido com a abstinência do poder

Parece piada, mas é verdade. Na sessão de quarta-feira (2), o deputado Adriano Sarney (PV), o mais legítimo representante da oligarquia que levou o Maranhão a ostentar os piores indicadores econômicos e sociais do país ao longo de quase cinco décadas, reclamou da propaganda institucional do governo Flávio Dino (PCdoB) e ainda levantou suspeita sobre o Escola Digna, o maior programa educacional que está acabando com a escolas de taipa herdadas dos governo da família do parlamentar.

“Esse é um governo de propaganda e eu mostro isso com números, documentos e fotos. Digo isso por que eu fui à Região Tocantina e visitei diversas escolas, entre outras obras, e verifiquei a realidade contrastante dos fatos”, discursou, na tribuna, sem o menor constrangimento, sendo desmentido pelos deputados professor Marco Aurélio e Rogério Cafeteira. Adriano, por mais cômico que possa parecer, reclama do trabalho de recuperação, reforma ou construção das escolas que sua tia Roseana deveria fazer, mas simplesmente virou as costas.

Qualquer parlamentar tem todo o direito de criticar e até cobrar o governo, menos Adriano. Será que ele esqueceu que foi sua família que enriqueceu ás custas do sacrifício do povo maranhense? Que a ex-governadora Roseana  pagava uma verdadeira fortuna mensal à TV Mirante, de sua propriedade, para exibir a propaganda do seu governo, enquanto hoje o Palácio dos Leões paga apenas pelo espaço que ocupa, a chamada mídia técnica?

O rebento da oligarquia, certamente afetado pela abstinência do poder, ainda teve a cara de pau de criticar o programa Escola Digna, que vem exterminando as escolas de taipa no interior do Maranhão, fruto da falta de compromisso dos governos da família Sarney com a Educação das milhares de crianças que se amontoavam em taperas e tinham que fazer suas necessidades fisiológicas no mato.

Adriano reclamando de propaganda? Logo ele um dos beneficiados com a montanha de dinheiro que Roseana colocava na TV Mirante, que exibia propaganda de um governo virtual desde as primeiras horas da manhã e se estendia ao longo do dia e da madrugada, era só o que faltava. Feio, Adriano, era Roseana pagar a publicidade como governadora e receber do outro lado do balcão como dona do Sistema Mirante.

O parlamentar, pelo visto, anda tão desnorteado com a abstinência do poder que teve a coragem de levantar suspeita sobre o programa que está acabando com a vergonha das escolas de chão batido, cobertas de palha, sem banheiro e sem a menor estrutura para o aprendizado dos alunos herdadas dos governo da oligarquia, que investiu na ignorância para dominar e se manter no poder pelo período de quase cinquenta anos.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2017

Câmara dos Deputados ignora provas e barra denúncia contra Michel Temer

A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer não conseguiu o aval de dois terços da Câmara e foi, portanto, barrada no plenário da Casa nesta quarta-feira. Os votos a favor de Temer, somaram 263, inviabilizando o número mínimo de 342 votos para a continuidade da denúncia. O parecer de Abi-Ackel (PSDB-MG), contrário à instauração de processo criminal contra o presidente, foi aprovado no plenário.

O deputado federal Rubens Junior (PCdoB-MA) votou a favor das investigações e justificou seu voto com as evidências de crime cometido pelo presidente Michel Temer. “Há mala cheia de dinheiro, há vantagem indevida, com ilícito na Petrobras, há conluio com Rocha Loures, há crime de corrupção passiva. Afinal de contas, se uma mala cheia de dinheiro não for motivo suficiente para se processar alguém, o que mais seria?”, questionou o deputado.

O parlamentar ainda defendeu que o processo não atrapalha o Brasil. “O que atrapalha o Brasil é a corrupção e a impunidade. É por isso que eu voto pelo prosseguimento da denúncia”, destacou Rubens.

Com a decisão, os deputados livraram Temer de responder no Supremo Tribunal Federal (STF) a processo que, se instalado, provocaria o afastamento do presidente por pelo menos 180 dias. Agora, Temer responderá no STF somente após a conclusão do mandato, em 31 de dezembro de 2018. O procurador-geral Rodrigo Janot, porém, poderá apresentar outra denúncia contra Temer, por organização criminosa e obstrução de justiça.

A acusação de Janot se baseia nas investigações abertas a partir das delações de executivos da empresa JBS no âmbito da Operação Lava Jato. Em abril deste ano, o ex-deputado e ex-assessor do presidente Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi filmado, saindo de um restaurante em São Paulo, com uma mala contendo R$ 500 mil. Segundo a PGR, o dinheiro era parte de propina e destinava-se a Temer. A defesa do presidente nega.

Sete deputados maranhenses foram contra a maioria e votaram junto à oposição, a favor do recebimento pelo STF da denúncia contra o presidente Michel Temer, entre eles o líder do PDT na Câmara, Weverton Rocha. “Estamos num estado de direito, todos têm que se submeter à lei, inclusive o presidente da República”, defendeu.

A votação era para autorizar a continuidade ou não da investigação, no Supremo Tribunal Federal, sobre o envolvimento do presidente em esquema de corrupção.

“Votei para que a denúncia tivesse prosseguimento, entendendo que este é um posicionamento político. A decisão técnica pela culpabilidade ou não do presidente deveria ser do STF”, avaliou Weverton.

Em seu voto, ele criticou as políticas econômica e social do governo de Michel Temer e afirmou que seu posicionamento também foi contra as reformas da Previdência e Trabalhista e contra os cortes nos investimentos em educação e saúde.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2017

Edivaldo Holanda repercute na Assembleia Legislativa lançamento do “Asfalto na Rua”

Deputado Edivaldo Holanda elogiou o programa lançado pela Prefeitura de São Luís nesta terça-feira (1)

O programa Asfalto na Rua, lançado terça-feira (1°) pela Prefeitura de São Luís, repercutiu na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (2). O deputado Edivaldo Holanda (PTC) usou a tribuna para explicar o funcionamento da ação destacando o momento histórico da chegada de pavimentação em bairros da capital que nunca tinham recebido esse tipo de obras ou que precisavam de manutenção.

Na tribuna da Assembleia, Edivaldo Holanda lembrou que o Brasil vive em um momento de crise econômica, mas na contramão da situação financeira que atinge todo o país, a Prefeitura de São Luís lançou um novo programa para levar mais de 100 km de asfalto aos bairros.

Segundo o parlamentar, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) presta um serviço em bairros, que pelo depoimento de moradores, há mais de 50 anos não recebia qualquer tipo de ação do Poder Público.

O deputado destacou ainda a parceria entre a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado – que está realizando o programa Mais Asfalto – como forma de levar pavimentação a mais bairros.

Planejamento – O deputado do PTC explicou como funcionará o programa Asfalto na Rua. Segundo ele, serão 100 km que receberão asfalto na primeira fase.

Ainda de acordo com o parlamentar, essa ação é possível devido ao planejamento da gestão municipal, que é uma continuidade do que estava sendo feito ainda no primeiro mandato do prefeito Edivaldo.

“Em sua primeira gestão, Edivaldo Holanda Júnior realizou o maior programa de urbanização de São Luís, com obras impactantes de infraestrutura urbana, entre as quais: recapeamento asfáltico e implantação de novas vias e construção e ampliação de redes de micro e macrodrenagem, alcançando mais de 450 quilômetros de vias em mais de 100 bairros da nossa capital”, lembrou o deputado.

Destaques – Manifestaram-se ainda sobre o programa Asfalto na Rua os deputados Bira do Pindaré (PSB), Fábio Braga (SD) e Antônio Pereira (DEM). Bira parabenizou o prefeito Edivaldo Júnior afirmando que sabe dos problemas enfrentados pelos moradores de São Luís e também conhece as restrições impostas pela crise à administração municipal.

Segundo o socialista, mesmo diante da crise, a Prefeitura de São Luís reduz as dificuldades e leva benefícios à sociedade.

“Eu conheço bem esta cidade e sei disso. O clamor da população é muito grande, mas entendo também o lado da gestão e as dificuldades que o país atravessa e que se refletem em todos os níveis, mas, mesmo assim, o trabalho está acontecendo e os resultados virão com cada vez mais força”, disse Bira do Pindaré.

Antônio Pereira destacou que o seu partido faz parte da gestão de Edivaldo Holanda Júnior e, por isso, diz estar feliz em fazer parte do programa do prefeito que está mudando a realidade da capital.

“Tenho absoluta certeza pela juventude, pela história que tem o Edivaldo Holanda Júnior, que tem tudo para crescer politicamente e continuar fazendo o trabalho que está fazendo e a gente vê que no momento de dificuldade pelo qual passa o país, ele tem ainda essa sensibilidade, essa força econômica de buscar fazer um programa desta envergadura”, disse o deputado do DEM.

Fábio Braga destacou que ao levar asfalto para ruas e avenidas da periferia de São Luís, o prefeito acaba atingindo todo o Maranhão, já que em muitos bairros há moradores que são de outras cidades do estado.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2017

Começa tramitar na Assembleia Legislativa PEC da Emenda Impositiva

César Pires, autor da PEC Impositiva, conta com o apoio de vinte parlamentares

Começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Emenda Constitucional, de autoria do deputado César Pires (PEN), que torna impositiva a execução das emendas parlamentares apresentadas durante a deliberação do Orçamento do Estado.

A polêmica proposta foi lida em plenário, na sessão desta manhã, e será publicada amanhã no Diário Oficial da Assembleia, devendo pautar os debates nos próximos dias, visto que o parlamentar autor da proposição, oficialmente pertence à base do governo, mas apenas 20 dos 42 deputados assinaram.

Conforme o teor da PEC, caso seja aprovada, todos os deputados teriam direito assegurado as emendas parlamentares, ou seja, o governo será obrigado a cumprir o que foi aprovado pelo plenário da Assembleia.

Pela regra atual, as emendas parlamentares não são impositivas, portanto, necessitam da vontade do governante libera-las, o que acaba gerando muita insatisfação dos parlamentares que fazem oposição a quem está no governo, sempre relegados a segundo plano.

Após a leitura da PEC, no entanto, César Pires usou a tribuna para agradecer aos parlamentares os vinte deputados que assinaram.

“Parabenizo a Mesa Diretora da Assembleia que leu e publicará amanhã a PEC das Emendas Impositivas. Apesar de necessitarmos de apenas 14 assinaturas, nós conseguimos 20 assinaturas. Quero agradecer a todos os colegas que compreenderam a importância dessa iniciativa, pois queremos um parlamento realmente livre”.

Assinaram a PEC das emendas impositivas os deputados César Pires, Sousa Neto, Wellington do Curso, Nina Melo, Adriano Sarney, Antônio Pereira, Sérgio Vieira, Edilázio Júnior, Graça Paz, Cabo Campos, Max Barros, Júnior Verde, Edivaldo Holanda, Andrea Murad, Alexandre Almeida, Josimar de Maranhãozinho, Eduardo Braide e Hemetério Weba.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2017

Sarneisistas armam rede de intrigas para indispor secretários do governo Flávio Dino

JM Cunha Santos

Secretário de Segurança Jefferson Portela é mais uma vítima da boataria da mídia sarneisista em abstinência de poder

Uma rede de intrigas armada nos mais corruptos bueiros do sarneisismo começa a agir para indispor secretários do governo Flávio Dino que se encontram na condição de pré-candidatos para, a partir daí, atingir a imagem do próprio governador.

Sustentada em mídia acostumada a colocar palavras nas bocas de autoridades e outras fontes e inventar declarações fajutas, a rede de intrigas, que funcionaria com as digitais de deputados como Andrea Murad, Adriano Sarney e Edilazio Júnior, iniciou sua muito bem paga fuxicada tentando indispor os secretários Márcio Jerry, da Secretaria de Comunicação e Assuntos Políticos e Jefferson Portela, da Segurança Pública. Márcio Jerry porque consideram o homem forte do governo Flávio Dino e inimigo público número um da politicalha sarneisista que quase desgraçou o Maranhão, além e, principalmente, de ser o responsável pela estratégia de comunicação que no correr da eleição de 2014 conseguiu desbancar o monopólio de comunicações de José Sarney e conduzir o governador Flávio Dino mais tranquilamente à vitória; Jefferson Portela porque, na condição de gestor da segurança pública, conseguiu a proeza de reduzir a criminalidade no estado a níveis jamais alcançados ou imaginados, conforme mostram as últimas estatísticas divulgadas pela imprensa.

Só para citar alguns exemplos, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão diminuiu em 34 % o número de homicídios no estado entre os anos de 2014 e 2017, zerou os assaltos a bancos com explosivos no Maranhão nos últimos dois meses, reduziu o número de homicídios em 55% no mês de julho deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado e acabou com as fugas e rebeliões que eram quase diárias até o ano de 2014 no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Essas vitórias, naturalmente, serão colocadas na pauta das eleições de 2018, evidenciando o desastre no Sistema de Segurança durante o governo Roseana Sarney, o único nome do sarneieismo que sobrou para disputar o governo com Flávio Dino em 2018. O resto todo parece mais preocupado em escapar da prisão.

São conquistas que servirão para lembrar que no governo da “Branca” São Luís estava entre as 10 cidades mais violentas do mundo, que o crime organizado pontificava decretando até toque de recolher em São Luís e o sanguinário festival de cabeças decepadas no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

A rede de intrigas publicou uma declaração jamais feita pelo secretário Jefferson Portela, a de que “Indiretamente o Márcio Jerry busca me deixar fora da disputa, mas reitero que sou candidato a deputado federal”. Mentira. Jefferson Portela jamais fez essa declaração.

Insatisfeitos com os sucessos na segurança pública, os satélites da rede de intrigas agem para também indispor o comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel Pereira com o comandante do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Célio Roberto porque os dois seriam candidatos a deputados estaduais. Eles não se conformam com a coesão, a integração das forças de segurança no governo Flávio Dino, combatendo o crime organizado, a corrupção, a agiotagem, a pistolagem, crimes que no governo deles levaram o Maranhão às páginas policiais do Brasil e de todo o mundo, inclusive com citações frequentes nos principais órgãos da imprensa internacional.

E, mais uma vez, só podemos dizer que não vai funcionar. Toda essa intriga só serviu para mostrar o desastre que foi o governo Roseana Sarney quanto à segurança pública, assim como lembrar os milhões em recursos públicos transferidos diretamente para o Sistema Mirante de Comunicação.

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