1 de agosto de 2017

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01/08/2017 -

Jorge Vieira -

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Marcos Caldas volta à Assembleia Legislativa para colocar freio em Andréa Murad

O suplente Marcos Caldas, o “Play”, está de voltar ao plenário da Assembleia Legislativa e será mais uma voz a defender o governo dos ataques da oposição, principalmente da deputada Andréa Murad, com quem protagonizou discussões pitorescas e baixarias, que certamente entrarão para o anedotário políticos do Maranhão.

Num dos bate boca em plenário, a parlamentar tentou desclassificar Caldas por conta da sua condição de suplente no exercício do mandato e acabou levando em troca a acusação de que teria a parlamentar se beneficiado de dinheiro desviado da secretaria de Saúde do Estado pelo pai Ricardo Murad para a sua campanha em 2014. Não satisfeito, chamou a deputada de “cara de cavalo”.

Andréa replicou afirmando que teria sido eleita por uma revista a parlamentar mais bela do Brasil e Caldas treplicou: “Esse titulo foi comprado com o dinheiro roubado da Saúde”. A deputada partiu para a baixaria, insultou o colega de plenário, sugeriu que ele teria alguma participação num assassinato ocorrido tempos atrás em Teresina (Caldas não responde a processo por crime), sendo preciso a intervenção da “turmar do deixa disso”.

Play, como carinhosamente é chamado pelo amigos, assume na vaga do deputado Alexandre Almeida, que protocolou nesta manhã de terça-feira (1), dia da abertura dos trabalhos legislativos, pedido de licença do mandato para “tratamento de saúde pelo período de 121 dias”.

“Precisarei fazer alguns exames por recomendação médica e, por isso, terei que me ausentar temporariamente das minhas atividades parlamentares. Com fé em Deus, voltarei em breve com a saúde fortalecida para continuar nosso projeto”, justificou Almeida.

A volta de Marcos Caldas ao plenário do Poder Legislativo representa um osso duro de roer para a deputada que costuma usar a tribuna para agredir, inclusive parlamentares, que criticam a atuação do seu pai e ex-deputado Ricardo Murad no comando da secretaria de Saúde do Maranhão, onde, segundo a Polícia Federal, chefiava uma organização criminosa que desviado R$ 1 bilhão.

Por conta desse desvio bilionário, Ricardo foi levado coercitivamente para depor na sede da Polícia Federal e lá ficou durante cinco horas sendo interrogado. Não foi preso porque o juiz que analisou o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Federal indeferiu o pleito, mas concedeu, além da condução coercitiva, a busca e apreensão na residência de Murad, no Olho D’água, de onde saiu escoltado por viaturas até a PF, na Cohama.

 

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