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Maranhão pode aderir a quarentena intermitente, se houver novo aumento de contágio do Covid-19, alerta Flávio Dino

A exemplo do que vem acontecendo em vários estados pelo mundo, segmentos comerciais e de serviços no Maranhão podem, a depender do desenvolvimento da curva de contágio do novo coronavírus, passar por novas restrições. Foi o que afirmou o governador Flávio Dino em nova entrevista coletiva virtual, na manhã desta sexta-feira (26), sobre a chamada “quarentena intermitente”.
“Não há uma marcha linear no enfrentamento da pandemia do coronavírus, porque daqui e dacolá , vozes dizem o seguinte: “de que adianta abrir tal ou qual setor econômico se mais adiante haverá de fechar novamente?” senhoras e senhores, esta, infelizmente, lamentavelmente, é uma tendência mundial, a chamada quarentena intermitente”, explicou Dino, aos maranhenses que acompanhavam a entrevista ao vivo pelas redes sociais.
Ele fez questão alertar que se, em algum momento, for decidido por medidas mais duras de restrição para determinados segmentos comerciais, isto não será feito à revelia, ou se quer se tratará de equívocos em decisões anteriores.
“Não se trata de erro de avaliação, mas sim de levar em conta como critérios decisórios aspectos econômicos, que são legítimos, aspectos sociais e até aspectos psicológicos.
Não cabe a um governante, a um gestor sério, imaginar que vai restringir ou proibir indefinidamente todas as atividades privadas durante anos, até que se descubra a vacina. Mas não está errado afirmar o que estou afirmando com a transparência de sempre: não há marcha linear”, Dino explicou e foi categórico: “ou seja, é possível, sim, que setores econômicos seja aberto hoje e que daqui a semanas, em face da mudança de cenários haja novas restrições e até interrupções novamente de serviços, de comércio, como estamos vendo em outros países do mundo”.
Como cada decisão tomadas pela gestão e equipe técnica responsável respeita o grau de de avanço ou recuo da doença, Flávio Dino tranquilizou, apresentando número animadores.
Neste momento, segundo estudo realizado pelo PUC RJ e Fundação Getúlio Vargas, apresentado em mapa pelo governador, o Maranhão tem a menor taxa de transmissão, com 0,84. Quando essa taxa está abaixo de 1, significa que a média de pessoas contaminadas por um infectado está abaixo de uma, indicando uma redução no ritmo da epidemia. Apenas Maranhão e Ceará apresentam índice menor que 1.
Para Dino, é o esforço coletivo, no uso de máscaras e no cumprimento das medidas sanitárias para cada setor reaberto, que vão ditar o caminho da curva de contágio e da abertura (ou não) das portas dos comércios.
A exemplo do que vem acontecendo em vários estados pelo mundo, segmentos comerciais e de serviços no Maranhão podem, a depender de do desenvolvimento da curva de contágio do novo coronavírus, passar por novas restrições. Foi o que afirmou o governador Flávio Dino em nova entrevista coletiva virtual, na manhã desta sexta-feira (26), sobre a chamada “quarentena intermitente”.
“Não há uma marcha linear no enfrentamento da pandemia do coronavírus, porque daqui e dacolá , vozes dizem o seguinte: “de que adianta abrir tal ou qual setor econômico se mais adiante haverá de fechar novamente?” senhoras e senhores, esta, infelizmente, lamentavelmente, é uma tendência mundial, a chamada quarentena intermitente”, explicou Dino, aos maranhenses que acompanhavam a entrevista ao vivo pelas redes sociais.
Ele fez questão alertar que se, em algum momento, for decidido por medidas mais duras de restrição para determinados segmentos comerciais, isto não será feito à revelia, ou se quer se tratará de equívocos em decisões anteriores.
“Não se trata de erro de avaliação, mas sim de levar em conta como critérios decisórios aspectos econômicos, que são legítimos, aspectos sociais e até aspectos psicológicos.
Não cabe a um governante, a um gestor sério, imaginar que vai restringir ou proibir indefinidamente todas as atividades privadas durante anos, até que se descubra a vacina. Mas não está errado afirmar o que estou afirmando com a transparência de sempre: não há marcha linear”, Dino explicou e foi categórico: “ou seja, é possível, sim, que setores econômicos seja aberto hoje e que daqui a semanas, em face da mudança de cenários haja novas restrições e até interrupções novamente de serviços, de comércio, como estamos vendo em outros países do mundo”.
Como cada decisão tomadas pela gestão e equipe técnica responsável respeita o grau de de avanço ou recuo da doença, Flávio Dino tranquilizou, apresentando número animadores.
Neste momento, segundo estudo realizado pelo PUC RJ e Fundação Getúlio Vargas, apresentado em mapa pelo governador, o Maranhão tem a menor taxa de transmissão, com 0,84. Quando essa taxa está abaixo de 1, significa que a média de pessoas contaminadas por um infectado está abaixo de uma, indicando uma redução no ritmo da epidemia. Apenas Maranhão e Ceará apresentam índice menor que 1.
Para Dino, é o esforço coletivo, no uso de máscaras e no cumprimento das medidas sanitárias para cada setor reaberto, que vão ditar o caminho da curva de contágio e da abertura (ou não) das portas dos comércios.

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