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Governo Flávio Dino aperta o cinto para enfrentar crise econômica

grafico_negativoNo momento em país atravessa uma de suas piores econômica, onde estados não estão tendo condições de pagar sequer os salários dos servidores, o Governo do Maranhão toma providências para enfrentar o período turbulento e evitar que os efeitos possam respingar em sua administração.

Para deixar claro que este é um governo comprometido com o povo que o elegeu e pôs fim a última oligarquia que existia no país, Flávio Dino acaba de tomar uma série de medidas para garantir a manutenção do Fundo Maranhense de Combate à Pobreza (Fumacop), diminuir as desigualdades sociais e manter a saúde financeira do Estado.

Uma das primeiras providências foi cortar gastos com custeio e despesas supérfluas, o que já vai garantir, segundo técnico do governo, uma economia superior a R$ 60 milhões em relação ao governo passado, com fornecimento de combustível, expedição de diária, emissão de passagens aéreas e gastos com alimentação, eventos e fornecimento de flores.

O governador, para evitar a sangria dos cofres públicos, adotou a providencial medida de rever benefícios fiscais irregulares concedidos sem amparo legal, que chegavam à soma de R$ 1 bilhão a menos nos cofres públicos estaduais e ainda estabeleceu medidas de justiça tributária, como a gradação dos impostos sobre heranças e doações, fazendo com que os que têm menos paguem valores menores e os que têm mais, valores maiores nas transferências.

As decisões governamentais para enfrentar a crise, motivo de críticas dos veículos de comunicação pertencentes à família Sarney, não faz o menor sentido.  Como pode alguém criticar um governante que vai aumentar em 2%, a partir de 2016, os impostos sobre produtos de luxo ou supérfluo como triciclos, quadriciclos, aviões e helicópteros para pessoas físicas, iate, jet-ski, lancha; bebidas isotônicas, refrigerantes e energéticos; produtos de beleza e cosméticos importados; pesticidas, fungicidas, raticidas e outros agrotóxicos; álcool para fins não carburantes; e artigos e alimentos para animais de estimação quando o principal objetivo é garantir i Fundo de Combate a Pobreza?

A maldade dessa gente acostumada com as benesses do Estado e que usavam recursos públicos para aumentar suas fortunas não tem tamanho. Como podem criticar um governador que deseja aumentar impostos de energético para garantir o Fumacop? A reposta é uma só: ganância e falta de compromissos com os setores menos favorecidos do Maranhão, em particular com a legião de indigentes surgida ao longo dos últimos cinquenta anos de mando da oligarquia Sarney no Maranhão.

Nas medidas do Governo, para enfrentar a turbulência financeira sem sacrificar a população, constam ainda que a cobrança da alíquota de ICMS terá, em janeiro, reajuste de 1 ponto percentual, em sintonia com a maioria dos estados brasileiros, passando de 17% para 18%, assim as taxas sobre exercício do poder de fiscalização do Estado terão reajuste, a partir de janeiro de 2016, de acordo com o aumento da inflação, fazendo com que os valores cobrados se readequem aos praticados de mercado.

São medidas transitórias, sujeitas a revisão tão logo a crise econômica nacional seja debelada, mas foram tomadas no momento certo e servirão para evitar que o Maranhão viva experiências desagradáveis. E para isso contou com o apoio decisivo da Assembleia Legislativa onde matéria transitou e foi aprovada pela grande maioria do plenário.

 

1 Comentário

  1. Joana disse:

    E olha que ainda tem muitos deles “escondidos” no atual governo, vendem a alma para continuar se beneficiando do dinheiro público sem trabalhar… se encontram alguém para protege-los então, ficam lá escondidinhos. Ainda tem é gente na Emap que é um bom abrigo, haja vista a pouca competência e laços familiares do atual gestor.

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