O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), voltou a se manifestar em sua página no Twitter sobre as novas revelações do Intercept em que o ex-juiz Sérgio Moro teria sugerido ao procurador Deltan Dallagnol o vazamento de dados da Obebrecht sobre supostos pagamentos na Venezuela.
Reportagem do Intercept, em parceria com o jornal Folha de São Paulo, diz que que o objetivo da Operação Lava Jato seria desestabilizar o governo Nicolás Maduro,
Segundo postou Flávio Dino “soberania: não podemos aceitar que um juiz ou procurador de outro país interfiram em assuntos internos do Brasil. Simetria: juiz e procurador do Brasil não podem praticar atos políticos para interferir em outro país. Qualquer que seja ele. Basta cumprir artigo 4º da Constituição”, escreveu o parlamentar no Twitter.
Em uma segunda postagem, Dino afirma: “Está revelado no Brasil um estranho acúmulo ilegal de cargos públicos: pessoas exercendo simultaneamente funções de juiz, procurador e político. E ainda se autodenominam de ‘agentes da lei’. Qual lei ? Onde há ‘vale-tudo’, não há lei”, observou.
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