Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz

Fiema discute reforma trabalhista

Para Edilson Baldez, o trabalhador é ativo importante das empresas

O Workshop de Modernização Trabalhista, promovido esta semana pela Federação
das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) reuniu dezenas de empresários e
executivos da indústria, com o objetivo de provocar a reflexão sobre propostas para que a legislação trabalhista possa
se adequar às novas realidades de produção, sem suprimir direitos e garantias,
e buscando o aumento da competitividade das empresas brasileiras.

A discussão veio à tona exatamente
quando a CLT completa 70 anos, e foi feita a luz das 101 propostas relacionadas
aos pontos mais críticos em relação às leis
trabalhistas brasileiras que a Confederação
Nacional da Indústria (CNI) compilou depois de promover amplas discussões com
as federações das indústrias estaduais.
Para o presidente da Fiema, Edilson
Baldez das Neves, a discussão é oportuna por tratar de um dos principais ativos
de uma empresa moderna. “Os empregados são um ativo importante. Sem eles, a
empresa não existe, por isso precisamos discutir a CLT porque este conjunto de
leis, que fizeram história e ajudaram o Brasil a alavancar sua economia, mas
agora é hora de revê-la porque os tempos são outros”, disse.   
As propostas compiladas pela CNI viraram um documento de referência sobre como
podemos fazer para estimular os parlamentares a
atuar em prol de uma reforma das leis trabalhistas brasileiras. O
vice-presidente da Fiema, José Orlando Soares Leite Filho, que representou o
Maranhão nas discussões promovidas pela CNI, disse que as relações de trabalho
estão entre os 12 desafios para ampliação da competitividade da indústria
brasileira.
“O tema
relações de trabalho é um dos 12 desafios que a indústria brasileira enfrenta
para ampliar a sua competitividade frente à outros países emergentes como a
Índia, China e Chile. Países cujas empresas disputam mercado,  dentro e
fora de nossas fronteiras. As empresas destes países tem legislação mais
simples e acabam tendo um custo menor e o preço final ao consumidor dos
produtos são um aspecto importante na hora do consumidor optar por uma ou outra
marca”, comentou José Orlando.  
Tercerização – Entre as principais propostas estão a criação da carteira de trabalho e previdência social eletrônica; o
fortalecimento das negociações coletivas, a qualificação profissional e a
terceirização e este último ponto foi o mais debatido no workshop.
Segundo o presidente da Fiema, Edilson Baldez das Neves, a discussão em
torno da terceirização são as mais urgentes. “Corremos o risco de perder
competitividade. Regular os contratos de terceirização por meio de mudanças na
legislação nacional é algo urgente e necessário. Agora é o momento de repensar
os princípios norteadores da legislação trabalhista para adequá-la ao novo
momento que o país passa.”, disse Baldez.
“A terceirização é algo aceito no mundo todo e, sem este tipo de relação
de trabalho, não poderemos ser competitivos frente a outros países que disputam
mercado com nossas empresas, dentro e fora das nossas fronteiras”, completou.
O deputado federal Lourival Mendes também defendeu a terceirização como
um instrumento para fazer justiça aos trabalhadores brasileiros e como forma de
garantir a paridade com as grandes empresas internacionais.
“A própria Justiça terceiriza grande parte dos serviços que usa e ela
deveria ser a favor deste mecanismo. Porém não é assim. Há mais resistência
dentro do judiciário do que entre as lideranças sindicais. A justiça tem que
ser do trabalho e não do trabalhador”, criticou.
O consultor da CNI, Pablo Rolim Carneiro, afirmou que hoje há 12 a 15
milhões de trabalhadores brasileiros atuando em empresas de terceirização. “A
situação destes brasileiros é precária porque ela se sustenta em uma súmula. O
esforço da CNI não é só para tornar as regras mais claras, mas também para
defender estes trabalhadores”, afirmou Carneiro.
Para o
juiz aposentado e professor de direito, Fernando Belfort, a pratica da
terceirização não é novidade. “As empresas do primeiro mundo e do Brasil
praticam a contratação via prestação de serviço de empresas especializadas em
atividades específicas, eliminando as que não cabem ser desenvolvidas
internamente”, comentou.
“A
terceirização surge como forma de compartilhar a eficiência econômica com novos
métodos de gestão de mão de obra e com as novas tecnologias. O objetivo
principal não é apenas reduzir custo, mas tornar a empresa ágil, flexível e
competitiva. Portanto, a terceirização, é uma regra a ser seguida pelo
mercado”, finalizou Belfort.

0 Comentários

Deixe o seu comentário!

Rádio

Rádio Timbira Ao Vivo

Buscar

Mais Lidas

Igor Diniz começa campanha com caminhada em Bequimão
Apoiadores de Rubens Junior dão largada da campanha com grande carreata no domingo (27)
Rubens inicia campanha hoje com carreata gigante que percorrerá do Itaqui-Bacanga à Cidade Operária
Expulsão do senador Roberto Rocha “Asa” é inédita na história do Maranhão
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz