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Fator Edivaldo pode mudar o curso da sucessão

Faltando menos de duas semanas para oficializar seu ingresso no PSD e lançar sua pré-candidatura ao governo do estado em 2022, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, segundo fontes do blog, é puro otimismo e já fala em se apresentar como pré-candidato tão logo retorne do ato que será realizado em Brasília, dia 04 de agosto, para marcar sua caminhada rumo ao Palácio dos Leões.

Sem fazer qualquer declaração sobre pré-candidatura, Edivaldo já é visto como a terceira via, aparece em situação de empate técnico com Carlos Brandão (PDT) e Weverton Rocha (PDT), os dois principais pré-candidatos da aliança governista, e os dirigentes locais do PSD já vislumbram uma coligação envolvendo PSD, PSC, PV, PRTB, PTB e até MDB. Contam ainda a possibilidade de um racha no grupo do governador.

O clima entre os governistas não dos melhores. O senador Weverton insiste em afirmar a seus aliados que será candidato em qualquer situação, que não abre mão da disputa, que só aceitará consenso se for em torno do seu nome, posição essa reforçada pelas declarações do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que segundo a revista Veja, estará esta semana em São Luís para conversar com o governador sobre sucessão presidencial e provavelmente estadual.

No outro lado da corda, o vice-governador Carlos Brandão se movimenta nos bastidores, teve recentemente um grande ato de apoio político em São Mateus organizado pelo ex-prefeito Miltinho, não nega o desejo de disputar a reeleição, já que estará no comando do estado no período eleitoral, mas sempre que instado a se manifestar sobre sucessão defende o consenso e diz acreditar na capacidade do governador em construir a unidade.

Muitos não acreditam que o Weverton, que se tornou senador pelas mãos de Flávio Dino, terá coragem de romper e se aventurar num voo sem perspectiva de chegar a lugar nenhum e se transformar em um novo Roberto Rocha, que rompeu por motivos não se sabe quais, se isolou, hoje amarga o ostracismo e está prestes a ser varrido da vida pública. A cadeira que ele ocupa no Senado provavelmente terá outro dono a partir de 2023.

Conforme comentam nos bastidores da sucessão, existe um entendimento de que qualquer fissura no grupo Dino que possa levar ao lançamento de duas candidaturas, abre espaço para o crescimento do ex-prefeito Edivaldo, que entrará na campanha escorado numa gestão que teve aprovação da população ludovicense e na estrutura nacional do PSD.

O governador Flávio Dino, no entanto, com sua competência e capacidade de articulação, trabalha para evitar fissuras em sua base, mantê-la unida e forte para a luta por mais uma vitória. Mas para isso precisa contar com a compreensão de todos que desejam manter o grupo no poder e o fator Edivaldo pode levar a uma reflexão melhor.

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