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Em entrevista à BBC News, Dino defende frente ampla para enfrentar Bolsonaro no 2º turno

BBC News Brasil – O senhor recentemente se encontrou, separadamente, com Lula e o apresentador Luciano Huck, duas pessoas que não dialogam. Huck, no segundo turno da eleição, disse que nunca votou nem nunca votaria no PT. Já Lula tem criticado as pretensões eleitorais do apresentador, dizendo que ele representa a Rede Globo. Com qual deles é mais provável o senhor estar junto em uma aliança em 2022?

Dino – Eu espero e luto para que seja possível em 2022 uma articulação em que, se não no primeiro turno, mas pelo menos no segundo, todos estejam juntos. Eu acredito nisto. Acredito que o Brasil avançou quando, em outros momentos da vida do nosso país, nós fizemos alianças que envolveram a esquerda e setores que não pensam de acordo com nosso ideário, (como) pensamentos liberais, mais pró-mercado.

Nós já vivemos isso em vários momentos. Ninguém pode imaginar que o vice-presidente José Alencar, ou mesmo Juscelino Kubitschek, eram socialistas. Não eram. E ambos prestaram um grande papel ao país. Então, eu acho que a beligerância que há hoje não necessariamente vai existir amanhã. Eu acredito que é possível sim quem sabe, em algum momento, se não em primeiro turno, em segundo turno, juntar todos esses que você mencionou, e mais alguns outros. Porque se nós não fazemos frente ampla do nosso lado, o outro lado faz frente ampla e nos derrota de novo.

O que nos derrotou em 2018? O Haddad era um candidato incomparavelmente mais preparado para o exercício da Presidência da República do que o atual presidente Bolsonaro. Perdeu porque do lado de lá, movidos por uma série de fatores, se formou uma ampla frente que derrotou o Haddad. É da lógica de eleições de dois turnos. Eu me espanto que às vezes eu mesmo tenho sofrido críticas de uns e de outros dizendo “ah, frente ampla vai diluir o programa (da esquerda)”. Mas se a gente não faz aqui, fazem lá e nos vencem.

Então, eu acredito que é claro que a oposição é importante, como eu tenho sido inclusive, fui em vários momentos no meu Estado e agora também na questão nacional, mas a oposição é boa quando ela se habilita a ser governo amanhã.

Então, eu quero que nosso campo político, o progressismo brasileiro, o campo democrático do Brasil, vença as eleições de 2022. E para isso é essencial que nós agreguemos para além da esquerda. E esse é meu objetivo.

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