23 de novembro de 2011

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23/11/2011 -

Jorge Vieira -

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Eliziane Gama destaca preocupação com nova manifestação de militares

As reivindicações e a ameaça de nova paralisação das atividades dos policiais e bombeiros militares foram discutidas na Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira (23). A presidente da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias, deputada Eliziane Gama (PPS) pediu novamente que o Governo do Estado atenda reivindicações da categoria para evitar o caos na Segurança Pública do Maranhão. Ela lembrou que a liderança do Governo na Casa pediu um prazo de 15 dias que expirou nesta quarta, porém até agora não houve negociação.
 
“Estamos desde o mês de fevereiro em várias reuniões para tentar se chegar a um acordo e até o presente momento nada. Quinze dias foram estabelecidos pelo líder do governo, porém até o presente momento também não foi atendido. Precisamos resolver esta situação para evitar o caos na segurança”, lamentou.
 
Na tribuna Eliziane disse que recebeu a informação sobre possível ação do Batalhão de Choque na assembléia-geral que será realizada às 18h no prédio da Fetiema. Ela pediu sensibilidade do Comando da Polícia Militar para evitar ações violentas contra a categoria.
 
Outra preocupação da deputada é referente a presença da Força Nacional, pois, além de gasto diário para o Estado de aproximadamente R$ 250 por cada militar, os integrantes da Força Nacional não poderão realizar o trabalho dos bombeiros, principalmente em caso de incêndio.
 
“Com a Força Nacional o Maranhão paga uma diária de R$ 250 para cada um dos militares, porém a possível paralisação não vai ser apenas dos policiais militares, mas também do Corpo de Bombeiros que faz um atendimento, por exemplo, no Samu e em caso de incêndios”, lembrou.
 
Eliziane finalizou o pronunciamento dizendo que espera que a paralisação não aconteça.  “Todos esperamos que a paralisação não aconteça, mas queremos pedir sensibilidade do Governo do Estado do Maranhão, porque o policial militar trabalha em situação de risco, a família sofre quando ele sai de casa, alguns morrem trabalhando. Eles precisam pelo menos ter alguma comodidade financeira para diminuir essa carga de estresse diária”, destacou.
 

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