– Eu já deixei assinado o documento liberando Yglésio do partido. Eu avaliei muito e vi que não tem por que ficar segurando… Tem mais é que deixá-lo à vontade – ressaltou Weverton ao jornalista D’Eça. Com a liberação do PDT, as conversas do deputado com outros partidos começam a ganhar mais força.
O deputado vinha travando um luta interna pela liberação desde que o próprio senador, em coletiva de imprensa, havia anunciado a preferência partidária pela pré-candidatura do presidente da Câmara Municipal, Osmar Filho (PDT), e iniciou conversações com várias legenda, entre as quais o Solidariedade.
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