6 de julho de 2017

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06/07/2017 -

Jorge Vieira -

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Com os votos de João Alberto e Roberto Rocha Conselho de Ética do Senado livra Aécio de cassação

Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto disse que não viu nada para condenar Aécio

Com os votos dos senadores maranhenses João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB), o Conselho de Ética do Senado, por 12 votos a 4, arquivou, nesta manhã de quinta-feira (6), o processo contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para investigar os R$ 2 milhões que o senador teria pedido à JBS. No mês passado, Alberto já havia arquivado monocraticamente a representação, mas teve que coloca-la para votação do plenário.

João Alberto, que é presidente do Conselho da Casa e já havia mandar arquivar monocraticamente a representação, disse que o que leu, viu e ouviu sobre a denúncia lhe conscientizam de que “não existe absolutamente nada para condenar o senador Aécio Neves (PSDB-MG)”.

O presidente do Conselho disse ainda que “ele (Aécio) não pode ficar sangrando, temos que respeitar a figura de um bom senador, que é o senador Aécio”.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) lamentou o resultado e afirmou que há um acordão entre os grandes partidos para salvar os seus. Ele comparou o caso Aécio, que mantém-se relevante no cenário político, com o caso Delcídio Amaral, que era do PT, foi preso e cassado por unanimidade por seus pares no Conselho de Ética no ano passado.

— Saio daqui muito pessimista. Me parece que há dois tipos de julgamento: um contra aqueles que não têm poder político no Senado. Outro contra os que têm maior poder político no Senado. Houve aqui uma troca concreta de favores entre grandes partidos — disse Randolfe. (Com informações de O Globo)

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