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Coligação de Edivaldo pede que Polícia Federal investigue fraude no vídeo de Castelo

A coligação “Muda São Luís” pediu à Polícia Federal a abertura de
Inquérito Policial para apuração da autoria do vídeo da reunião de Edivaldo com
policiais militares, bombeiros e suas famílias. A coligação alega que houve
clara “alteração de material videográfico, a fim de desvirtuar a realidade e
causar impacto sobre o eleitorado ludovicense”.
A coligação quer saber se o vídeo foi cortado e se apresenta pontos com
fraudes, já que há fortes indícios de que ele tenha sido editado com o intuito
de prejudicar o candidato Edivaldo Holanda Júnior (líder nas pesquisas) e
tentar influenciar negativamente o clima das eleições.
Na argumentação da coligação, o representante legal da chapa de Edivaldo
requereu que a investigação fosse iniciada para dar clareza dos fatos,
demonstrando os trechos em que houve “trucagem”.
A investigação é importante, segundo o
requerimento, diante da possibilidade de que João Castelo possa ter cometido
crime de calúnia e difamação contra Edivaldo.
“É vedado o uso de propaganda eleitoral anônima por
meio da rede mundial de computadores, podendo haver, ainda, no caso concreto, a
configuração dos delitos de calúnia e difamação contra o candidato a Prefeito
da Coligação peticionante,” finaliza o requerimento.
O caso se agrava com a afirmação da deputada
Gardênia Castelo (PSDB), filha do atual prefeito, de que o vídeo foi editado
porque “era muito grande”. O pronunciamento foi feito na última terça (23), na
tribuna da Assembleia Legislativa.

2 Comentários

  1. Anônimo disse:

    Irmão do deputado Carlos Brandão é condenado a devilver R$ 2,6 milhões aos cofres de Colinas
    O ex-prefeito de Colinas, José Henrique Barbosa Brandão, irmão do deputado federakl Carlos Brandão, presidente estadual do PSDB e coordenador de campanha do prefeito de São Luís, João Castelo, foi condenado a devolver R$ 2,6 milhões aos cofres do município. O Tribunal de Contas do Estado desaprovou as contas do gestor relativas ao exercício financeiro de 2008. O débito é decorrente da não contabilização do montante de R$ 2.643.400,16 referente à transferência de convênio do governo do estado para infra-estrutura e sistema de abastecimento de água.
    Além do débito, o Tribunal aplicou ao ex-prefeito multas no valor de R$ 1,3 milhão, correspondente a 50% do valor atualizado do dano causado aos cofres públicos, de acordo com o estipulado no artigo 172, inciso IX, da Constituição do Estado do Maranhão.
    Além da desaprovação de suas contas de governo e do julgamento irregular de suas contas de gestão, José Henrique Brandão teve ainda julgadas irregulares as contas do Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS, com débito de R$ 33 mil e multas no total de R$ 19,6 mil), do Fundo Municipal de Saúde (FMS, com débito de R$ 85,6 mil e multas no total de R$ 45,8 mil) e do Fundeb, com multas no total de R$ 11 mil).
    Coube ainda ao gestor duas outras multas de menor valor, perfazendo o total de R$ 20,6 mil, decorrentes de irregularidades formais detectadas em suas contas e do encaminhamento fora do prazo do Relatório Resumido de Execução Orçamentária relativo ao primeiro semestre do exercício. Cabe recurso ao TCE.
    Com informações da Ascom do TCE

  2. Anônimo disse:

    E ai Jorge Vieira como foço pra fazer uma denuncia
    sobre compra de votos
    moro no Maracanã
    e estão pegando nomes de varias pessoas pra compra de votos

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