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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2019

Ex-candidata do PSL diz que ministro do Turismo a chamou para ser laranja e desviar dinheiro de campanha

Congresso em Foco – A ex-candidata a deputada estadual Zuleide Oliveira implicou diretamente o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, no esquema de desvio de dinheiro público por meio de candidaturas laranjas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Zuleide diz que se encontrou com Álvaro Antônio em seu escritório parlamentar, em Belo Horizonte, em 11 de setembro, na companhia do marido e de um amigo. E que, na ocasião, ele a chamou para ser candidata laranja com o compromisso de que ela devolvesse ao partido parte do dinheiro público do fundo eleitoral.

“Eu não entendia de nada, eles que fizeram tudo [para registrar a candidatura], eu não tirei uma certidão minha, eles tiraram por lá, eu só enviei meu documento e eles fizeram tudo. Acredito, sim, que fui mais uma candidata-laranja, porque assinei toda a documentação que era necessária e não tive conhecimento de nada que eu estava fazendo (…) Fui usada, a minha candidatura foi usada para fazer parte de uma lavagem de dinheiro do partido”, afirmou ela.

“Ele [ministro] disse pra mim assim: ‘Então a gente vai fazer o seguinte: você assina a documentação, que essa documentação é pra vir o fundo partidário pra você. (…) Para o repasse ser feito, você tem que assinar essa documentação. E eu repasso a você R$ 60 mil, e você tem que repassar pra gente R$ 45 mil. Você vai ficar com R$ 15 mil para sua campanha. E o material é tudo por nossa conta, é R$ 80 mil em materiais'”, afirma Zuleide. A ex-candidata diz que não sabe se algum dinheiro foi depositado porque o controle das contas bancárias ficou com os dirigentes do partido.

Folha teve acesso a e-mails e mensagens de áudio trocadas por ela com cinco dirigentes do PSL mineiro, incluindo um recado escrito por Rodrigo Brito, então assessor parlamentar de Marcelo Álvaro Antônio. “Marcelo [Álvaro Antônio] ofereceu um monte de coisa”, diz Zuleide, afirmando que o hoje ministro prometeu que ela ganharia uma vaga na Funai ou na secretaria de Saúde da região.

A Justiça eleitoral, porém, negou o registro de candidatura de Zuleide por causa de uma condenação transitada em julgada, em 2016, por uma briga com outra mulher. “Eles já sabiam que não ia dar em nada [a candidatura, por ser ficha suja]. Hoje eu sei que eles sabiam que não iam aparecer meus votos, que eu não ia conseguir concorrer às eleições porque eu estava com os direitos políticos suspensos. Eles sabiam de tudo isso. Ele quis falar para mim que não ia dar em nada [a condenação não seria problema] pra mim poder preencher a chapa”, contou.

De acordo com o jornal, ela diz que recebeu 25 mil santinhos, em que divide espaço com Marcelo Álvaro Antônio, em 25 de setembro. Nem o PSL de Minas nem o PSL nacional declararam à Justiça gastos com a candidata.

Ministro rebate acusações

Série de reportagens da Folha mostrou que um grupo de quatro candidatas do partido recebeu R$ 279 mil, tendo tido votação ínfima. Parte desse dinheiro voltou para empresas de pessoas ligadas ao gabinete do hoje ministro. Uma quinta candidata afirmou ter sido pressionada por dois assessores de Álvaro Antônio a devolver parte dos R$ 60 mil que recebeu da verba do PSL e que o ministro sabia de tudo.

O ministro diz não se lembrar dos encontros com Zuleide. Ele nega ter oferecido dinheiro do fundo partidário à ex-candidata. “Em setembro, Marcelo Álvaro Antônio recebeu diversos pré-candidatos e eleitores na sede do PSL. Ele não se lembra ter se reunido especificamente com a sra, Zuleide. O ministro jamais ofereceu ou pediu a devolução de qualquer valor, seja do fundo eleitoral ou de qualquer outra fonte, à sra. Zuleide”, respondeu.

Marcelo Álvaro Antônio também acusou o jornal de fazer “campanha político-partidária” contra ele. “A campanha político-partidária da Folha de S.Paulo contra o ministro Marcelo Álvaro Antônio, citado em mais de 100 matérias desde 04 de fevereiro, ultrapassou todos os limites do razoável. Ao julgar, condenar e atacar a honra do ministro, o jornal e os jornalistas agiram de forma leviana e, por isso, estão sendo processados.”

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2019

MDB dividido e sem definição sobre comando

Hildo Rocha e Roberto Costa brigam pelo comando do MDB

A crise parece não ter fim no MDB desde o final das eleições de 2018 quando foi praticamente varrido do mapa político do Estado ao ser derrotado na eleição para o Governo do Estado logo no primeiro turno, perder os dois senadores, eleger apenas dois deputados federais (João Marcelo e Hildo Rocha) e dois estaduais ( Arnaldo Melo e Roberto Costa).

O partido, que já passava por desgaste interno desde a sucessão municipal de 2016 por conta de divergências e brigas entre Roberto Costa e Fábio Câmara, saiu ainda mais avariado da sucessão estadual quando a candidata Roseana Sarney, a mais legítima representante da oligarquia que mandou e desmandou no Maranhão ao longo de quase cinco décadas, sofreu uma das piores derrotas de sua trajetória política.

O fiasco em 2018 provocou debandada de militantes ao mesmo tempo em que se formou uma onda renovadora. Roseana Sarney, que havia se apresentado para comandar a sigla no Estado, por representar a política velha derrotada nas urnas, teve o nome sumariamente rejeitado até por velhos aliados da oligarquia, a exemplo do ex-senador João Alberto, que pretende passar o comanda da legenda para o deputado Roberto Costa.

E por conta deste clima azedo, de pura divergência entre as duas correntes que lutam pelo comando do partido, o atual presidente João Alberto já admite a possibilidade de antecipar a convenção do MDB para este mês de março para decidir definitivamente com quem ficará o comado estadual. O deputado federal Hildo Rocha conta com o apoio da família Sarney, enquanto Roberto Costa é apadrinhado por Alberto.

Costa, que comanda a ala jovem do MDB não nega e sempre que é questionado sobre o assunto confirma que é candidato a presidente estadual. Irredutível também está Hildo Rocha, que representa os interesses da família Sarney e tem o apoio declarado da ex-governadora Roseana. Diante do eminente embate entre as duas correntes, tudo indica que a legenda continuará ainda mais fragmentada.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2019

Governo do Estado começa a reconstruir cobertura do Castelinho nesta quinta-feira (7)

O Governo do Maranhão vai começar a reconstruir nesta quinta-feira (7) a estrutura do ginásio Castelinho que foi parcialmente destruída durante as fortes chuvas que atingiram a cidade de São Luís. A queda da cobertura foi na manhã desta quarta-feira (6). Não houve vítimas.

Durante reunião com secretários para tratar do assunto, o governador Flávio Dino determinou o início imediato das obras.

“A recuperação da cobertura do ginásio Castelinho começa amanhã [quinta]. Não houve danos à estrutura de concreto do ginásio. Fizemos reunião agora e já definimos todos os encaminhamentos práticos”, afirmou o governador.

As causas do problema estão sendo analisadas pelo Corpo de Bombeiros e pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, que enviaram equipes ao local.

Prioridade – “Nosso foco principal é fazer a recuperação dessa praça esportiva”, disse o secretário de Esportes, Rogério Cafeteira, que também esteve no Castelinho.

“Já nesta quinta-feira pela manhã vamos começar a reconstrução do telhado. A primeira etapa é o desmonte da estrutura que desabou”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto.

“A partir daí, vamos conjugar o novo telhado com a estrutura já existente. É a nossa prioridade”, acrescentou.

Enquanto a estrutura está sendo recuperada, eventos serão realizados no ginásio Costa Rodrigues e em outros equipamentos esportivos.

Isolamento – O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Célio Roberto Araújo, disse que as equipes da corporação isolaram a área e verificaram que não havia vítimas. De acordo com ele, a perícia vai ajudar a identificar as causas do problema.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2019

Dino critica postura de Bolsonaro e diz que ser contra a Lei Rouanet é ser contra o Brasil

O governador Flávio Dino recorreu ao Twitter para criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação à Lei Rouanet. Em postagens nas redes sociais, sem citar nomes, Bolsonaro fez críticas aos cantores Caeteno Veloso e Daniela Mercury pela música “Proibido Carnaval” em que é exaltado o fim da censura e a iberdade sexual.

Sem citar nomes, Bolsonaro escreveu no Twitter:  “Dois famosos acusam o governo Jair Bolsonaro de querer acabar com o Carnaval. A verdade é outra: esse tipo de artista não mais se locupletará da Lei Rouanet”. Junto com a mensagem ainda postou um vídeo com uma marchinha agressiva a Daniela e Caetano.

Em reposta a declaração do presidente em relação a Lei Rouanet, Flávio Dino também usou o Twitter para externa sua opinião. “Aproveitando o ensejo do assunto Cultura, quero sublinhar que ser contra a Lei Rouanet é ser contra o Brasil, já que não existe Pátria sem o senso de origem e destino em comum – que só a Cultura pode gerar”.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2019

Brandão espera contar com Luís Fernando

Luís Fernando deverá ser coordenador da campanha de Carlos Brandão

O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou a conclusão da reforma no primeiro escalão do governo antes do Carnaval, mas nos bastidores da política local permanece a especulação sobre a provável concretização da articulação que pretende encerrar o ciclo de Luís Fernando Silva (PSDB) na Prefeitura de São José de Ribamar e coloca-lo como novo integrante da equipe dinista e potencial articulador da campanha de Carlos Brandão (PRB) ao Governo do Estado em 2022.

As conversações para levar Luís Fernando para o Governo, mesmo tendo ele quase dois anos de mandato a cumprir na prefeitura e ainda com direito a disputar a reeleição, tiveram início antes das festividades de Momo e espera-se que sejam concluídas por todo este resto da semana. É fato que houve o convite, conforme asseguram fontes do blog Jorge Vieira, mas também é fato que o governador nunca veio a público dizer se pretende ou não convoca-lo para a sua equipe.

Dino permanecer em silêncio diante das especulações, o que somente serve para aumentar o nível de ansiedade nos bastidores e de quem acompanha o desenrolar da novela, no entanto, para alguns auxiliares da administração, a presença de Fernando entre os auxiliares do governo já é tida como certa. E já chegaria com a missão de comandar a pré-campanha de Carlos Brandão. Caso venha se concretizar a mudança da prefeitura para o governo será um claro sinal de que o governador fez sua opção por Brandão para sucedê-lo.

A sucessão, que parece ainda um pouco distante, na realidade, já começa tomar forma, sendo visíveis os movimentos do vice-governador e do senador Weverton Rocha (PDT) para arregimentar forças e viabilizar suas pré-candidaturas. Weverton, que obteve quase dois milhões de votos em 2018, a bem da verdade, nunca externou publicamente a pretensão de ser candidato a governador, mas é do conhecimento geral que tem buscado se cacifar junto à classe política para tentar voo mais alto em 2022, quando ainda lhe restarão quatro anos de mandato no Senado.

Em meio a tantas especulações, uma coisa é certa: com o fim da folia, todas as atenções estarão voltadas agora para o Twitter do governador, instrumento virtual por onde costuma anunciar seus secretários desde o primeiro mandato. Se depender do chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, talvez o auxiliar mais próximo do governador na atualidade, apontado como idealizador da articulação, a nomeação pode sair a qualquer momento.

Diante da incerteza sobre a renúncia do prefeito, é melhor ficar de olho nas tuitadas do governador nas próximas horas.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2019

Governo do Maranhão aplica mais de R$ 10 milhões e conclui mais 28 escolas dignas

Através do Programa Escola Digna, os trabalhos do Governo do Maranhão na área da educação avançam cada vez mais em todo o Estado. Só neste ano, através dos serviços da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), já foram concluídas 28 novas unidades, um total de R$ 10 milhões investidos em estruturas que já estão 100% aptas para serem entregues à comunidade.

O Escola Digna tem substituído antigos prédios que não tinham nenhuma condição de serem utilizados pelos estudantes por estruturas dignas. Em algumas comunidades, os alunos estudavam em espaços a céu aberto, sem nenhum conforto. Professores também trabalhavam sem o mínimo de material necessário, o que comprometia seriamente a aprendizagem.

Agora, essa realidade está cada vez mais distante do Maranhão, o Governo do Estado já aplicou mais de R$ 40 milhões em investimentos para obras já concluídas e as outras unidades que ainda estão em andamento. Para Clayton Noleto, secretário de Infraestrutura, a parceria entre a Sinfra e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) tem dado uma nova perspectiva na educação maranhense.

“A Sinfra tem muito orgulho da parceria com a Seduc, pois juntos estamos trabalhando para investir, através da construção das obras, na vida de milhares de crianças e adolescentes, que agora, podem estudar de forma digna. Esse é o compromisso do governador Flávio Dino, fazer um governo de todos, onde todas as comunidades sejam vistas”, disse.

Novas entregas – A cidade de Fernando Falcão, por exemplo, recebeu nesta semana cinco unidades novinhas. Antes, as escolas eram de barro, cobertas com palha, quadro improvisados, sem banheiro ou biblioteca e com carteiras enferrujadas. Para levar esperança, o Governo do Estado investiu mais de R$ 1 milhão e entregou muito mais que estruturas de concreto, entregou dignidade para construir um futuro nas comunidades beneficiadas.

Para quem trabalhava em uma das unidades, o professor Sílvio Araújo, agradece pela oportunidade que recebeu em poder estar em um espaço com mais conforto para ele e seus alunos. “Eu agradeço muito ao governador, ele nos deu uma oportunidade que nós pensávamos ser impossível. Com a ajuda dele nós conseguimos receber uma escola adequada para a população da zona rural, isso é uma felicidade para nós todos”, reforçou.

Escola Digna – “O Escola Digna segue transformando a vida dos maranhenses, ao possibilitar que os estudantes tenham acesso às condições adequadas para a aprendizagem, com escolas totalmente equipadas e, ainda, com a formação dos profissionais nos municípios, garantindo a qualidade desde o ensino infantil”, declarou o secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão.

A educação tem sido uma das bases para que o Estado possa avançar com o plano de desenvolvimento. Desde 2015, com a criação do Programa Escola Digna pelo governador Flávio Dino, foram entregues 840 unidades em todas as regiões do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2019

Vai começar o jogo da sucessão do prefeito  Edivaldo Holanda Junior

A semana reservada aos festejos de Momo está indo embora e junto com ela os artistas  que lutam todos os anos para manter  viva  as nossas raízes culturais. Saem de cena as brincadeiras carnavalescas para dar lugar a outros atores com suas habilidades na formação das alianças partidárias que disputarão a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), em 2020.

Eleito pelo PDT, Edivaldo, até por direito, deve influenciar muito na escolha do candidato, assim como é tida como certa a participação do governador Flávio Dino no núcleo da coligação que deverá ser formada para discutir as opções em condições de disputar e manter a hegemonia do grupo que comanda a Prefeitura de São Luís desde 1988.

E candidato a prefeito da capital é o que não falta. O PDT vê na figura do presidente da Câmara Municipal, vereador Osmar Filho, o perfil ideal para suceder Edivaldo, mas o partido possui outros nomes dispostos a entrar na disputa, a exemplo de Ivaldo Rodrigues e Raimundo Penha, outros dois jovens pedetistas que estariam de olho vaga.

O DEM possui em seus quadros o jovem deputado Neto Evangelista, que se lançou pré-candidato a prefeito de São Luís e já confessou ao titular do blog Jorge Vieira a disposição, se for o jeito, até de mudar de legenda, caso o DEM tomem outro caminho que não seja candidatura própria. A situação facilitou para Evangelista com a desistência de Felipe Camarão de ser candidato.

Como o DEM e PDT estão discutindo uma possível aliança para o pleito municipal de 2020 e Neto Evangelista e Osmar Filho são pré-candidatos, os dois já firmaram compromissos de não brigarem e buscarem o entendimento através do diálogo. “Não existe e menor risco de brigamos por conta de candidatura”, afirmou Neto em recente conversa com o jornalista Jorge Vieira.

E para complicar ainda mais o quadro de pré-candidato, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), em artigo publicado neste blog, no domingo (3), defendeu a tese de que o governador Flávio Dino estaria querendo encontrar um lugar em sua equipe de governo para o prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva (PSDB), para torna-lo candidato a prefeito de São Luís.

Com a articulação para início das conversações já na concentração, a situação parece muito mais complicada no campo da esquerda propriamente dita. O PSB tem no deputado federal Bira do Pindaré o nome para colocar na mesa de negociação, mas neste campo surge a figura do deputado federal comunista licenciado Rubens Pereira Júnior, que aceitou abrir mão do mandato para assumir a secretaria de Cidades, de olho na candidatura a prefeito da capital, e se cacifou junto ao Palácio dos Leões.

Como Rubens Pereira, o “Rubão”, pai Rubens Júnior, disse em uma roda de jornalista que o filho somente disputaria, daqui pra frente, eleições majoritárias de prefeito, senador ou vice-governador e ele aceitou o convite para abrir mão do mandato para facilitar a posse de Gastão Vieira (PROS), tudo indica que o Palácio dos Leões vê com bons olhos sua candidatura.

Como se pode observar, existe muita indefinição neste grupo que se articula em torno do prefeito e do governador e tudo indica que haverá ainda muita discussão até chegarem a um denominador comum sobre o melhor nome, mas pode ser que, como estratégia para enfrentar o adversário Eduardo Braide (PMN), único candidato confirmado na sucessão municipal, seja necessário o lançamento de várias candidaturas para garantir o segundo turno.

Quem parece desmobilizado e sem nome para disputar a prefeitura é a oligarquia Sarney. Falam no nome de Adriano, ex-Sarney, e até da titular do IPHAN nacional, Kátia Bogéa, mas os dois são vistos como meros alienígenas e sem o menor vínculo com o eleitorado da capital. Kátia é uma técnica sem histórico de eleições, enquanto Adriano carrega a catinga da oligarquia.

Sem espaço para disputar com alguma chance de vitória, é provável que o grupo Sarney faça gestos para Braide ou até promova a aliança PMN/PV, mas ciente da rejeição que possa levar junto, o representante do PMN, até agora, tem se mostrado distante e ao mesmo tempo receoso em levar para seu palanque a catinga dos Sarney. Mas o jogo só está começado, muita água ainda vai rolar por debaixo da ponte.

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