As políticas públicas inclusivas implementadas pela gestão municipal foram destaque em artigo do prefeito Edivaldo Holanda Júnior publicado no Jornal Pequeno deste domingo (17). No texto, o gestor municipal cita novas iniciativas na área da Educação Especial, como o uso de um aplicativo que servirá como ferramenta em sala de aula para auxiliar na comunicação entre professores e alunos com deficiência que possuem dificuldade com a fala.
“Um dos desafios de ser gestor público é fazer com que todo cidadão sinta-se assistido pela administração e integrado à sociedade. Uma das principais formas de fazer isso é por meio de políticas públicas inclusivas, que garantem às pessoas com deficiências, por exemplo, o acesso aos direitos e benefícios comuns a qualquer outro cidadão”, destaca o prefeito Edivaldo logo no início do artigo.
Atualmente, mais de 1.200 estudantes são beneficiados com o trabalho desenvolvido pelo Município na área da Educação Especial. Entre as iniciativas está o fortalecimento do trabalho realizado nas Salas de Recursos Multifuncionais, espaço que funciona no contraturno escolar e permite um atendimento individual e especializado e, a partir das necessidades específicas de cada um, favorece o aprendizado.
Outro exemplo é a Escola Bilíngue Libras/Língua Portuguesa Escrita, que também encoraja o aprendizado por meio da comunicação por libras, oferecendo uma nova perspectiva escolar para as crianças e adolescentes com deficiência auditiva. Para além do ensino, outras ações reforçam as políticas de inclusão da gestão municipal como a promoção da acessibilidade em escolas, ônibus, órgãos e espaços públicos.
Na área da assistência social, o prefeito Edivaldo citou espaços inclusivos como o Centro-Dia e o Centro-Dia Infantil. Os ambientes, voltados para as pessoas com deficiência, são dotados de total estrutura e oferecem serviços prestados por uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogos, terapeutas ocupacionais, cuidadores e auxiliares. O gestor municipal abordou, ainda, a inclusão promovida por projetos como o Dançando e Educando, que promove o ensino do balé a crianças da Rede Municipal de Ensino e inclui crianças com autismo e síndrome de Down.
Reconhecendo os avanços, mas certo de que novos passos precisam ser dados o prefeito Edivaldo afirma que seguirá investindo nas políticas de inclusão social. “Seguiremos firmes dando cada vez mais oportunidades para que todas as crianças, jovens, adultos e idosos possam realizar os seus sonhos e terem uma vida menos desigual, mais justa e feliz”, finalizou o gestor municipal.
Desmantelado enquanto agrupamento político, a oligarquia do ex-presidente José Sarney já admite aos mais próximos que o caminho a seguir em 2020 será o palanque do deputado federal Eduardo Braide. E a escolha pelo parlamentar do PMN não se dará pelos méritos, mas simplesmente por ser o “menos ruim” para a família, conforme definiu o empresário Fernando Sarney em recente encontro com interlocutores, segundo informações de uma fonte fidedigna do blog.
Embora o nome do deputado Adriano, ex-Sarney, tenha sido ventilado como representante do grupo na sucessão do prefeito Edivaldo Holanda, até para testar o nível de aceitação de um represente legítimo da oligarquia que mandou e desmandou no Maranhão ao longo de cinco décadas, na realidade, esta possibilidade nunca existiu até pelo medo de um resultado desmoralizante, a final a população da capital sempre rechaçou os candidatos ligados ao grupo comandado pelo ex-presidente.
Segundo a mesma fonte, pesquisas qualitativa para prefeito de São Luís, feitas sob encomenda do grupo, revelaram a preferência da população pelo deputado Braide, o que teria animado a família Sarney abraçar a candidatura do representante do PMN e abandonar qualquer projeto de candidatura própria. Braide, no entanto, teria como concorrente direto o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), o melhor colocado entre os pré-candidatos aliados aos Palácios dos Leões e da La Ravardiere.
E bom lembrar, no entanto, que pesquisas qualitativas faltando quase dois anos para a eleição não representam muita coisa, até porque o parlamentar acabou de sair de uma eleição em que foi o mais votado na capital, mas é fato que a oligarquia já tem candidato e vai mesmo é com Eduardo Braide, um político que em público diz rejeitar apoio de políticos, mas que por baixo do pano conchava para ter a seu lado o poderio do grupo de comunicação da família Sarney ao seu dispor.
Só para recordar, a atual senadora Eliziane Gama, em 2014, tão logo o Tribunal Regional Eleitoral anunciou o resultado da eleição e a enxurrada de votos obtidos por ela na capital, foi para a Praça Maria Aragão lançar sua candidatura a prefeita em 2016 sem sequer ter assumido o mandato. Todas as pesquisas qualitativas a indicavam como favorita para vencer o pleito e o resultado das urnas quase encerra a carreira política da então deputada federal.
Como eleição é uma maratona e nunca deve ser confundida como corrida cem metros, nem sempre quem sai na frente chega primeiro. O prefeito Edivaldo Holanda Junior é o exemplo mais bem acabado desta tese. Na sucessão de 2016 chegou a figurar em terceiro lugar e chegou na frente porque teve fôlego e usou a estratégia correta para cruzar a linha de chegada antes da concorrência.
Capina, varrição, recolhimento de resíduos, lavagem, manutenção de galerias e outras atividades foram executadas durante a macro ação de limpeza no Centro Histórico, neste sábado (16). O trabalho realizado pela Prefeitura de São Luís é regular na área e foi intensificado para melhoria do aspecto urbano deste que é um cartão-postal da cidade. O trabalho, que vem sendo reforçado na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, consiste em ações diárias de limpeza, que garantem maior bem-estar para moradores, comerciantes e frequentadores do Centro Histórico. O prefeito Edivaldo acompanhou os serviços, ao lado da primeira-dama Camila Holanda, do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Maurício Itapary, e de secretários municipais.
O prefeito reforçou a importância das atividades realizadas pelas equipes da Prefeitura. “É uma ação que tem sido intensificada em toda a área da cidade e neste espaço do Centro Histórico é reforçada com novas frentes de trabalho. Estas ações, somadas a um conjunto de medidas de revitalização e requalificação, têm como finalidade tornar este espaço e a cidade um lugar mais agradável, limpo e seguro para a população que mora, trabalha ou visita o Centro Histórico da cidade”, enfatizou.
Na realização do trabalho é utilizado equipamento de lavagem hidrotérmica que proporciona mais qualidade, ganho de produtividade e economia de água na limpeza das praças, escadarias e ruas.
O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-MA), Maurício Itapary, também acompanhou a ação. “O esforço da gestão neste trabalho de preservação, manutenção e limpeza desta área que é muito significativo e referencial para a cidade”.
Trata-se de uma grande ação de limpeza na área, intensificada em um dois locais mais frequentados da cidade, avalia a presidente do Comitê de Limpeza Urbana, Carolina Estrela. “Aqui é um centro de recebimento de vários passantes e turistas e tem sido uma determinação do nosso prefeito um atenção especial e redobrada para este espaço de vivência social e cultura de São Luís. Estamos sempre reforçando estas ações de limpeza, lavagem, coleta e recolhimento de resíduos para manter esta área limpa e bem cuidada”, pontuou.
Na limpeza de todo o Centro da cidade, em geral, é retirada a média de uma tonelada de resíduos, diariamente; no Centro Histórico, aos fins de semana, devido eventos e maior número de pessoas, a média é de 300 quilos por coleta diária – quando há capina e varrição, pode chegar a 500 quilos. Em dias de movimento normal, a limpeza recolhe aproximadamente 200 quilos de resíduos.
O trabalho é regular e intensificado aos fins de semana com uma série de ações como a capina, limpeza de paralelepípedos, lavagem de bancos e a coleta de lixo. A limpeza do Centro Histórico é mais uma das ações da Prefeitura para manter este cartão-postal da cidade mais belo e mais limpo.
O secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Antônio Araújo e o subprefeito do Centro, Joaquim Azambuja também estiveram presente na ação. Na área a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) promoveu a desobstrução e limpeza de bueiros na área histórica.
Quem passava pela área observou o movimento das equipes de serviço e parabenizou a iniciativa. O balconista Jaderson Campos, 25 anos, estava no Centro Histórico e verificou a ação. Para ele, uma medida que deve ser sempre intensificada. “Melhora bastante e esta não é uma área qualquer, é uma referência da cidade no turismo e bastante frequentada. Muito bom ver esse tipo de atividade acontecendo aqui”, disse.
Para o técnico em mecânica Fábio Barros, 44 anos, as medidas pela limpeza dos espaços públicos da cidade são essenciais. “É sempre necessária a limpeza dessa área aqui. O Centro Histórico recebe muita gente, muito turista e deve ser um lugar sempre limpo, sem lixo, sem sujeira para atrair ainda mais pessoas. Muito bom esse trabalho”, enfatizou.
LIMPEZA REGULAR
O Centro Histórico recebe diversas frentes de trabalho na área de limpeza urbana. Pela manhã, a varrição das ruas para que frequentadores encontrem a área limpa. A coleta dos resíduos domiciliares e dos estabelecimentos comerciais também é feita todos os dias. Atividades regulares de lavagem das praças e escadarias do Centro Histórico, a fim de evitar acúmulo de sujeiras; capina e roçagem; e manutenção de tonéis em toda a área para o descarte regular de resíduos pela população, são outras medidas para a preservação e limpeza do Centro Histórico promovidas pela Prefeitura de São Luís.
A eleição para prefeito de São Luís, ao contrário do que pregam os opositores das administrações municipal e estadual, não deverá se constituir em dor de cabeça para o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), muito menos para o governador Flávio Dino (PCdoB). Pelo contrário, o fato de existirem vários pré-candidatos, na avaliação do chefe do Executivo estadual, por exemplo, é sinal de que o grupo está no caminho certo.
Como de costume, o governador usou a rede social de internet que problema não está com ele e sim com que não tem nomes a apresentar, o que foi visto com fina alfinetada na oligarquia, que após 50 anos de mando e principalmente desmandos no Estado, se esfacelou e não consegue apresentar sequer um nome em condições de disputar o pleito.
“Eu tenho muito orgulho de hoje, quando eu abro o jornal, aí diz assim: ‘candidatos à prefeitura de São Luís, a base do governo tem uns 15 candidatos’. Aí diz: ‘o governador está com problema’. Problema nada, problema está quem não tem nenhum”, ironizou Dino.
Durante a posse dos novos secretários, ocorrido nesta sexta-feira, no Palácio Henrique de La Rocque, com a presença de vários pré-candidatos a prefeito da capital pelo grupo, Flávio Dino fez a seguinte observação: “Aí diz: ‘governador está sem dormir’. Mas como? Se tem essa renca de candidatos? Está é bom demais”.
O governador concluiu sua observação sobre a futura sucessão municipal citando os nomes e três pré-candidatos presentes (Neto Evangelista, Eliziane e Bira do Pindaré e Pedro Lucas) ao evento que marcou a chegada do ex-prefeito de São José de Ribamar ao governo, sem externar preferência por nenhum, mas advertindo que o fato do seu grupo ter muitos pré-candidatos “significa dizer que nós estamos na direção certa”.
No grupo que apoia o governador e prefeito Edivaldo Holanda constam nomes de peso como Eliziane, Neto Evangelista, Bira do Pindaré, Pedro Lucas, Duarte Júnior, Osmar Filho e agora o outsider Jeisael Marx. Já a oligarquia, sem nome competitivo, deve se aliar a Eduardo Braide.
O governador Flávio Dino deu posse nesta sexta-feira (15) a quatro secretários de Estado e ao presidente do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (Inmeq). De acordo com ele, as mudanças representam “a continuidade do aprimoramento da nossa equipe, uma vez que sempre estamos buscando o melhor. Estamos incorporando várias experiências”.
Luís Fernando, que era prefeito de São José de Ribamar, assumiu a Secretaria de Estado de Programas Estratégicos (Sepe). “Quero destacar especialmente a incorporação do ex-prefeito Luís Fernando, uma liderança política e administrativa atestada e provada há muitas décadas. Vai engradecer nossa equipe com sua capacidade de trabalho”, disse Flávio Dino.
Como secretário, o ex-prefeito vai ter a missão de levar adiante projetos importantes para o desenvolvimento: “Eu fico muito honrado com o convite e vamos dar o melhor de nós, como sempre fizemos, para colaborar com este grande governo, que a cada dia constrói um Maranhão de todos nós”.
Avanço – Simplício Araújo foi reconduzido à Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia (Seinc). “Neste segundo momento, temos que avançar destravando o setor produtivo no Maranhão e buscando a geração de mais empregos e adensamento de cadeias produtivas”, afirmou.
Enos Ferreira, que estava na Sepe, passou a comandar a Secretaria de Relações Institucionais (SRI): “É uma alegria receber do governador uma nova missão, de fazer a articulação com as organizações da sociedade civil, visando a implementação de projetos que são prioritários para o governo. Estamos com uma vontade muito grande de dar prosseguimento ao que já vem sendo feito e ampliar as ações”.
Luís Carlos Porto – mais conhecido como Pastor Porto e que estava na SRI – tomou posse na Secretaria de Estado Extraordinária da Região Tocantina. “Nosso papel é reafirmar a presença do compromisso do governo com a região. Nós estaremos lá acompanhando as obras e os serviços, a fim de que a região seja mais beneficiada no dia a dia”, afirmou.
A presidência do Inmeq agora é de José de Ribamar Mendes. “Nós temos a missão de tornar o Inmeq do Maranhão referência nacional”, disse.
Sem aumento de cargos – O governador Flávio Dino explicou que a reorganização do secretariado não implicou em nenhum aumento de despesas ou cargos novos. “É uma adequação da equipe para que ela funcione melhor e nós consigamos nosso objetivo de fazer um segundo mandato com mais realizações”.
O senador Weverton (PDT-MA) destinou R$ 500 mil em emenda parlamentar para o Hospital do Câncer Aldenora Bello, mantido pela Fundação Antônio Jorge Dino, em São Luís. O recurso será utilizado para a detecção precoce do câncer infantojuvenil, projeto de treinamento de saúde familiar e manutenção do hospital.
“A destinação desses recursos vai contribuir para a modernização do hospital. Os pacientes serão os principais beneficiados porque terão um atendimento com mais qualidade”, afirmou o senador.
O Hospital Aldenora Bello é referência no tratamento de câncer. Atualmente, são realizadas mais de 91 mil consultas por ano. A unidade atende moradores de todas as regiões do estado.
É a terceira vez que Weverton destina valores de uma emendada para o hospital. “O Aldenora Bello é uma referência em tratamento oncológico e precisa de recursos para atender seus pacientes. É um ganho para toda a população maranhense”, ressaltou.
O hospital é o único Centro de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) no Estado do Maranhão e conta com equipe médica que atua em todas as áreas da oncologia, além de equipe multiprofissional completa para o atendimento integral ao paciente oncológico. No local, são realizados mais de 282 mil atendimentos por ano, incluindo consultas, exames, cirurgia e procedimentos ambulatoriais.
Por Marina Falcão
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que governo precisa “limpar a área do que é aresta, conflito e confusão” para poder ter condições de aprovar a reforma da Previdência. Para o governador, que se reuniu ontem com os demais oito governadores do Nordeste, a desvinculação do orçamento proposta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, é uma agenda “completamente equivocada”, assim como a ideia de capitalização na Previdência e flexibilização do porte de arma.
Para Dino, o governo pode ter boas propostas para a Previdência, mas que, misturadas com esse “balaio”, acabam de se perdendo. “A pauta tem que ser reforma da Previdência e Pacto Federativo, via reforma tributária. O resto é para atrapalhar e para criar confusão”, disse.
O governador disse que “está muito clara” a dificuldade do governo de Jair Bolsonaro em pautar de modo produtivo o debate nacional. “Há uma imensa confusão alimentada pelo próprio governo todos os dias”, afirmou Dino, ao Valor, após o encontro de governadores em São Luís.
Segundo o governador, há um consenso entre os governadores nordestinos em uma posição contrária à capitalização, à “desconstitucionalização” da Previdência e às mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria rural. Estes seria pontos inegociáveis para eles. “Se é um bode na sala, o governo errou no tamanho do bode. Está tão crescido que está afastando todo mundo”, afirmou Dino. “Do jeito que está, o Congresso não aprova. Já estamos em março e não há sinais que o processo esteja andando”, disse.
Para o governador, seria uma atitude inteligente o governo retirar esses pontos da discussão e apresentar logo uma proposta para aposentadoria dos militares para criar um clima mais saudável. Ele avalia que as dificuldades se soma ao ambiente contaminado pela desarticulação política do governo, que, segundo o governador, tem uma visão de conflito permanente. “É difícil até dizer o tema que o presidente não cria confusão. É uma vocação inata de alguém que consegue brigar com o carnaval”, disse. “[Ele] cria disputa o tempo inteiro, dentro do próprio governo, e não resolve os problemas. Basta olhar a situação lamentável do Ministério da Educação. Bebianno ficou sangrando dez dias. O ministro do turismo na iminência de fazer turismo em outro canto e não vai”.
O governador disse a desvinculação do Orçamento, sugerida pelo ministro da economia, Paulo Guedes, é algo que interessa praticamente somente à União. O ministro sugeriu a proposta como se fosse algo que agradaria os governadores e que poderia até ajudar na tramitação na reforma da Previdência. “Acho que ele só ouviu dois ou três governadores [antes de propor a desvinculação]”, disse Dino.
Na atual conjuntura, nenhum governador iria reduzir suas despesas com educação e saúde, porque esses gastos não existem por conta da vinculação do orçamento, mas por conta da demanda social, afirmou o governador. Há ainda um temor, por parte dos governadores, de que a desvinculação termine por reduzir os recursos de políticas de cooperação entre União e estados e municípios, como SUS e Fundeb, prejudicando a prestação serviços cruciais.
Durante encontro ontem, em São Luís, os governadores nordestinos oficializaram a criação de um consórcio para compras públicas. A ideia é ganhar escala, eficiência e reduzir gastos. Além disso, o consórcio funcionará para agilizar ações de cooperação entre os estados em casos de crise na segurança ou no sistema penitenciário, como o compartilhamento agentes de segurança.