Por causa das redes sociais, as quintas-feiras agora são dias de postar fotos ou fatos do passado. Na tribuna da Assembleia nessa quinta-feira (27), também foi dia de recordar. O deputado estadual Duarte Jr. partiu para cima de Eduardo Braide.
Em seu discurso, Duarte tentou resgatar alguns fatos marcantes da atuação de Braide na Caema (2005/2006) e como secretário municipal na gestão de Castelo, entre 2009 e 2010, mas não achou.
“Alguém aqui lembra que Eduardo Braide foi secretário municipal na gestão do João Castelo em 2009/2010 da importante secretaria de orçamento participativo? Acredito que poucos lembram?”, questionou Duarte Jr. E completou: “foi uma gestão apagada, sem resultados”.
Sobre a Caema, Duarte alfinetou: “Eduardo Braide sequer conseguiu concluir a importante obra de duplicação do Italuís”.
O #TBT (though back thursday) é uma linguagem de internet que significa lembrar de algo que já aconteceu.
O mais legítimo representante do clã Sarney na Assembleia Legislativa do Maranhão, Adriano Sarney (PV), sumiu após o avô se encontrar com o governador Flávio Dino na tarde de quarta-feira (26), em Brasília, para tratar sobre a instabilidade política do país e a possibilidade de um retrocesso que possa representar perigo à democracia brasileira.
Considerado a única voz de oposição que sempre usa a tribuna para agredir o governador e criticar a administração, mesmo com os índices de popularidade de Flávio Dino na casa dos 60%, Adriano, que diga-se de passagem raramente falta às sessões, desligou até o telefone para não ser zoado pelos adversários.
Os apresentadores do programa Ponto Continuando, da Mais FM, tentaram por diversas vezes manter contato para saber sua opinião sobre a conversa civilizada que tiveram Dino e Sarney, mas o celular do parlamentar repetia sempre a mesma mensagem da operadora informando que o aparelho estava fora da área de serviço ou temporariamente desligado.
Adriano nem precisaria se esconder após o avô declarar que o “Maranhão vai bem”, a final o grupo do governador em nenhum momento mostrou qualquer interesse em cooptar o que restou do grupo, na prática, apenas o Adriano, visto que os demais (Roberto Costa e Arnaldo Melo) nunca fizeram discurso de oposição. Roberto Costa, por exemplo era só felicidade com o encontro de Dino com o velho coronel de Curupu.
Pesquisa do Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), publicada nesta tarde de quinta-feira (27), revela que a avaliação positiva (ótimo e bom) do governo do presidente direitista Jair Bolsonaro caiu de 35% em abril para 32% em junho. Já a avaliação negativa (ruim e péssimo) subiu de 27% para 32% no mesmo período.
Conforme os números disponibilizados pelo Ibope, 32% dos entrevistados consideram o governo regular (eram 31% na pesquisa anterior). Desde o início do governo, em janeiro, o porcentual de pessoas que consideram o governo ótimo ou bom caiu 17 pontos, de 49% para 32%, mostra a série histórica do Ibope. Já a avaliação negativa subiu 21 pontos nesse período, de 11% para 32%.
A pesquisa detectou também que piorou a avaliação dos brasileiros sobre a maneira do presidente Jair Bolsonaro governar o País. O índice de pessoas que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar subiu de 40% em abril para 48% em junho. A aprovação, por sua vez, caiu de 51% para 46% no mesmo período. Na série história, esta é a primeira pesquisa em que o porcentual de entrevistados que desaprovam o governo Bolsonaro é marginalmente maior do que a quantidade de pessoas que aprovam a gestão.
Em outro quesito do levantamento, 51% dos entrevistados dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro. O índice era de 45% em abril. Já os que confiam caíram de 51% para 46% entre um mês e outro.
O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 20 e 26 de junho. O levantamento anterior havia sido realizado de 12 a 15 de abril. O nível de confiança do levantamento é de 95%. (Com informações do Estadão)
A base do Governo de Jair Bolsonaro precisou se mobilizar, nesta quarta-feira (26), para barrar a aprovação de pedidos de convocações do ministro Sérgio Moro à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Parlamentares do PSL, PP, PL, PRB, DEM, PTB e Podemos tiveram que pedir a obstrução da sessão e encaminhar um ofício, assinado pelo Gabinete de Moro, garantindo que ele compareceria à reunião anunciada pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), deputado Felipe Francischini (PSL-PR), no próximo dia 2 de julho, para que a oposição não avançasse com a medida que garantiria a obrigatoriedade da presença do número 1 da Justiça, sob pena de infringir a Constituição Federal.
Os pedidos foram apresentados pelo vice-líder do PCdoB, Márcio Jerry (MA), e pelo deputado Túlio Gadelha (PDT-PE). Ambos pretendiam garantir esclarecimentos de Moro sobre a troca de mensagens reveladas pelo site ‘The Intercept Brasil’ durante a Operação Lava Jato, após o ministro ter burlado um convite feito pela Casa na semana anterior e viajado aos Estados Unidos. Sem agenda programada e sem apresentar justificativa de ausência para a reunião agendada para a tarde de hoje, Moro ainda deverá enfrentar alguns desafios no retorno da turnê americana.
É que além de comparecer ao encontro que será organizado pela CCJC, junto com a CDHM e a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) na próxima terça-feira, Márcio Jerry (MA) também protocolou na Casa um requerimento para que Moro dê mais informações sobre o que realmente o levou aos Estados Unidos.
No documento, o parlamentar maranhense pede que sejam esclarecidas as razões de Estado para o “ministro cancelar compromisso com quatro Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados sem prévio aviso e empreender viagem “repentina aos Estados Unidos da América”. Além disso, o documento solicita informações como a “relação de assessores e outros convidados que integraram a comitiva do Ministro, as despesas efetuadas durante a viagem e os resultados práticos da visita do Ministro para o Estado brasileiro e sua pasta ministerial, em particular”.
Durante a sessão desta quarta, o presidente da CDHM, deputado Hélder Salomão (PT-ES), chegou a dizer que o não comparecimento de Moro era uma demonstração do desrespeito do ministro. “Foi um desrespeito não ter vindo, não ter comunicado oficialmente e eu espero, mesmo, ansiosamente, porque se ele não vier, nós teremos um impasse institucional muito grande entre o ministro e este Parlamento”, comentou.
G1 – Um assessor especial do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi preso na manhã desta quinta-feira (27) na investigação da Polícia Federal sobre supostas candidaturas de laranjas do PSL em Minas Gerais. Mateus Von Rondon foi detido em Brasília. Além dele, foi preso em Ipatinga um dos coordenadores da campanha de Álvaro Antônio à Câmara dos Deputados em 2018, Roberto Silva Soares, conhecido como Robertinho.
Desde fevereiro, a PF e o Ministério Público Eleitoral investigam o uso de candidatas para desvio de recursos do fundo eleitoral. Promotores veem indícios de fraude em caso de mulheres que receberam volume considerável de dinheiro, mas tiveram poucos votos. A suspeita é que elas não fizeram campanha e combinaram a devolução de recursos ao partido.
A empresa do assessor Mateus Von Rondon aparece na prestação de contas de quatro candidatas a deputada estadual e federal suspeitas de terem sido usadas como laranjas pelo PSL de Minas.
Ao todo, Lilian Bernardino, Naftali Tamar, Débora Gomes e Camila Fernandes declararam ter pago quantia de R$ 32 mil à empresa de Von Rondon. De acordo com a PF, ao que tudo indica, a empresa foi criada só para esta finalidade, pois foi fechada logo após o fim das eleições.
Policiais chegaram por volta de 5h40 na residência do assessor, em Brasília. Ele foi encaminhado para a superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta das 7h40.
De acordo com as investigações da PF, Roberto Silva Soares é suspeito de negociar devoluções de quantias pelas candidatas suspeitas. Ele é o atual primeiro-secretário do diretório do PSL em Minas.
Além disso, o irmão dele, Reginaldo Donizete Soares, é sócio de duas empresas (I9 Minas e a Imagem Comunicação) que figuram como prestadoras de serviços eleitorais (pesquisas e publicidade) às candidatas investigadas. De acordo com a PF, a I9 Minas não funcionava havia menos dois anos, mas de acordo com informações disponibilizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as duas empresas teriam recebido R$ 44,9 mil de duas candidatas.
Procurado pelo G1, o Ministério do Turismo afirmou que irá se pronunciar. A reportagem tenta contato com os demais citados.
A PF deflagrou a operação em Aimorés e Ipatinga, na Região do Vale do Rio Doce, e em Brasília. Chamada de Sufrágio Ostentação, a ação cumpre mandados de prisão temporária e de busca e apreensão.
Os suspeitos são investigados pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, emprego ilícito do fundo eleitoral e associação criminosa.
O caso veio à tona com uma reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, em fevereiro, que dizia que o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, direcionou R$ 279 mil a quatro candidatas suspeitas de serem laranjas. Durante as eleições de 2018, ele era o presidente do PSL em Minas.
Uma dessas candidatas, Adriana Maria Moreira Borges, disse ao MP que recebeu uma proposta de Roberto Silva Soares – que foi preso nesta quinta. Segundo ela, Soares afirmou que o partido repassaria a ela R$ 100 mil. Adriana poderia ficar com R$ 10 mil e, em troca, entregaria nove cheques em branco para que fossem usados para pagar despesas de outros candidatos. Adriana disse, no mesmo depoimento, que não aceitou as condições e que acabou recebendo do partido R$ 4 mil.
Na época, Roberto Soares negou as acusações. “Posso te afirmar com 100% de certeza que essa senhora está mentindo. Lamentavelmente existe uma campanha de difamação na tentativa de atingir o Ministro Marcelo Álvaro Antonio e o presidente Bolsonaro com denúncias sem fundamento”, disse ele.
Outra reportagem da “Folha”, no mesmo mês, dizia que uma candidata a deputada federal do PSL em Pernambuco recebeu R$ 400 mil do partido e obteve apenas 274 votos.
O PSL é o partido do presidente Jair Bolsonaro, e o presidente da sigla nas últimas eleições, Gustavo Bebianno, chegou a ser nomeado seu ministro-chefe da Casa Civil. Desgastado pelo caso e envolvido em outras polêmicas com a família Bolsonaro, Bebianno deixou o cargo em 18 de fevereiro.
O ministro Marcelo Álvaro Antônio disse ao G1, em abril, que o partido seguiu rigorosamente o que determina a legislação eleitoral. Afirmou que estava à disposição da Polícia Federal para prestar todas as informações necessárias e que se ofereceu espontaneamente para prestar depoimento às autoridades.
Causou o maior rebuliço na classe política a conversa civilizada que tiveram o governador Flávio Dino (PCdoB) e ex-presidente José Sarney (MDB) na tarde de quarta-feira (26), em Brasília, para tratar sobre a instabilidade política do país e o risco que corre a democracia brasileira sob a direção de Jair Bolsonaro, comandante de um governo que envelheceu com apenas seis meses de mandato e que pode conduzir país a uma ruptura.
O governador do Maranhão, que tem sido uma das principais vocês de oposição ao Governo de Jair Bolsonaro e vem se empenhando para evitar que a democracia brasileira, conquistada nas ruas após longo período de Ditadura Militar, sofra abalos, tem conversado com várias lideranças sobre essa questão e já esteve reunido com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardos e Lula tratando do mesmo assunto.
Dino manteve com Sarney a mesma conversa que teve com Lula e FHC: a manutenção da democracia brasileira em consequência das agressões que estado democrático e de direito vem sofrendo. As conversas com os três ex-presidentes giraram em torno da responsabilidade que possuem em manter a estabilidade política e institucional do País.
O fato de Flávio Dino ter procurado seu principal adversário no Maranhão para tratar da estabilidade política do país, assim como fez com Fernando Henrique e Lula, mostra que o governador ao contrário do que imaginavam os sarneysista, não guarda mágoa e coloca o país acima dos seus interesses políticos pessoais.
Politicamente, Flávio Dino não precisa de Sarney para a manutenção do seu projeto político no Estado, pois o derrotou nas urnas em duas eleições seguidas, forçando o ex-presidente e sua filha, a ex-governadora Roseana, a optarem pela aposentadoria, mas precisa que ele se junte aos que lutam pela preservação da democracia e contra o retrocesso. Hoje, sem dúvida, Dino se constituiu como o principal político do Maranhão e, diga-se de passagem, por mérito próprio.
Todo cidadão maranhense que acompanha a política sabe perfeitamente que Dino e Sarney são adversário e assim continuarão na política do Estado, mas neste momento o que está em jogo é a estabilidade política do país e o perigo de uma ruptura e ai vale todo o esforço, inclusive conversar com quem possui divergências ideológicas profundas, mas que se dizem democratas.
Na mensagem que postou no Twitter na tarde de ontem, Dino não deixou a menor dúvida sobre o diálogo que teve com Sarney: “Hoje conversei com o ex-presidente José Sarney sobre quadro nacional. Apresentei a ele a minha avaliação de que a democracia brasileira corre perigo, em face dos graves fatos que estamos assistindo. Já estive com os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique, com a mesma preocupação”, postou, para surpresa geral.
O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), reuniu-se com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), oportunidade na qual recebeu do gestor documento final do Plano Diretor da capital maranhense.
O documento, a partir de agora, será discutido no Parlamento Ludovicense. O referido debate, é importante destacar, contará com a participação massiva da população, segundo garantiu o próprio Osmar Filho.
“Trata-se de um documento fundamental, norteador dos novos rumos e do desenvolvimento de nossa capital. A Câmara Municipal, com responsabilidade, debaterá a matéria, estabelecendo junto as suas Comissões Técnicas um cronograma de trabalho composto, inclusive, de audiências públicas, que terá a participação permanente da população e de todos os segmentos da sociedade civil organizada”, afirmou.
Osmar Filho também reuniu-se com o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, e os defensores públicos Davi Veras e Jean Carlos Pereira. Também participou do encontro, cujo objetivo foi discutir melhorias para o setor da saúde, a diretora administrativa do Hospital Dr. Odorico Amaral de Matos, Yole Saraiva.

O presidente da Câmara ratificou a destinação de recursos da ordem de R$ 600 mil, oriundos de emenda parlamentar de sua autoria, que serão investidos pelo município na melhoria do trabalho desenvolvido no Hospital da Criança; Socorrinhos do Cohatrac e São Francisco; Hospital Aldenora Belo; Maternidade Maria do Amparo; e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Luís (APAE-MA).
“Uma das nossas prioridades é levar saúde e qualidade de vida à população”, ressaltou o pedetista.
Osmar Filho e o secretário também trataram sobre a implantação de uma Central de Marcação de Consultas na região da Zona Rural de São Luís.
“Estive na Associação de Moradores de Pedrinhas com seus dirigentes e com representantes de outras comunidades do entorno do bairro, que solicitaram a nossa intervenção no sentido de que seja instalado um posto da CEMARC para que as pessoas possam ter local mais próximo para a marcação de consultas na Rede Pública Municipal”, justificou o parlamentar.
A solicitação feita por Osmar foi prontamente aceita por Lula Fylho, que determinou a realização de estudo e posterior implantação da unidade de saúde.