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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/jul/2019

Weverton diz que reforma a Previdência vai economizar empobrecendo o povo

O senador Weverton (PDT-MA), defendeu, nesta quinta-feira (11), em palestra no PDT de Pernambuco, que os partidos contrários à reforma da Previdência se empenhem nos próximos dias em explicar didaticamente quais serão os efeitos da proposta na vida das pessoas. Ele disse que é preciso fugir do economês e mostrar aos cidadãos como as medidas afetarão suas vidas na prática. O senador também defendeu que a militância pedetista realize protestos criativos para chamar a atenção dos 81 senadores que votarão a reforma da Previdência no segundo semestre. E sugeriu, por exemplo, que sejam entregues rosas, símbolo do PDT.

Weverton foi a Recife a convite do deputado federal Wolney Queiroz, presidente da sigla estadual. Com linguagem simples, ele falou sobre os males provocados pela reforma – aprovada em primeiro turno, na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira. “Estamos vivendo, talvez, a quadra mais difícil do nosso País”, declarou o parlamentar. “A reforma vai economizar para o governo empobrecendo nosso povo, nosso maior patrimônio”. E completou: “O que pesa mais na reforma vai ser a não possibilidade de muitos poderem se aposentar, infelizmente. Os que conseguirem, não vão conseguir a sua integralidade”, declarou o senador.

Weverton lembrou que, como o deputado Wolney Queiroz, acordou hoje com a mesma sensação pós-impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2016. “Acordei muito triste porque não tivemos a capacidade de vender a nossa narrativa. O grande problema é esse. Como é que eu não consegui chegar a Seu João, falar que ele, que já é aposentado com Dona Maria, também será prejudicado com isso? Venderam que a reforma é só para quem vai se aposentar daqui para frente, mas é mentira. O senhor João recebe R$ 2 mil de aposentadoria e a dona Maria, companheira dele, recebe R$ 1 mil. Se, amanhã, ele morrer…O correto seria o dinheiro dele ir para dona Maria. Dona Maria passaria a receber R$ 3 mil para sustentar a família. Com o que foi aprovado, (a pensão de) Seu João perde 40% do dinheiro dele (da pensão que deixaria) e ela perde 20% do dela. Ou seja, o que era R$ 3 mil, fica por R$ 2 mil”, explicou o senador.

Wolney permaneceu em Brasília na votação dos destaques da reforma e o anfitrião da visita de Weverton ao estado foi o deputado estadual José Queiroz (PDT). Ele recebeu o senador ao lado da secretária de Habitação do Recife, Isabella de Roldão, do secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes, e os quatro estiveram no Palácio das Princesas para conversar com o governador Paulo Câmara (PSB). O prefeito de Recife Geraldo Julio também participou do encontro, bem como outras lideranças do PDT. Enviado via UOL Mail

  • Jorge Vieira
  • 11/jul/2019

Gil Cutrim justifica voto destoante do PDT na Reforma da Previdência

O deputado federal Gil Cutrim (PDT) divulgou nota na qual pontuou os motivos pelos quais votou a favor da Reforma da Previdência, ontem, em Brasília, contrariando a orientação do PDT de para votar contra, o que poderá ocasionar, inclusive punição.

De acordo com o pedetista, após análise de cada ponto contigo na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada a Câmara, vários deles foram corrigidos, como mudanças previstas na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda; e do regime de capitalização que o Governo queria criar, o que tiraria das empresas a responsabilidade pela aposentadoria do trabalhador.

“É importante que a população saiba que para que nosso país volte a crescer reformas estruturais precisam ser realizadas independentemente das ideologias partidárias. É preciso que nós, da classe política, enxerguemos só o povo como prioridade, nossas vaidades não podem ser um impeditivo para avançar. Nosso principal objetivo deve ser uma agenda positiva que vise a geração de emprego e renda e o bem-estar dos brasileiros .A Reforma da Previdência é uma medida dura, porém fundamental à retomada da economia. A previsão é que o país economize R$ 1,071 trilhão em dez anos. Respeito muito o meu partido PDT e corroboro com o que há de melhor em defesa do trabalhador brasileiro. Mas farei uma oposição que pensa no melhor para o país! Não farei uma política raivosa, e sim com bom senso, pensando sempre no compromisso em trazer o bem-estar à população”, afirmou Cutrim.

Veja como votaram os deputados do Maranhão

Votaram SIM, pela aprovação da reforma: Aluísio Mendes (Podemos); André Fufuca (PP); Cleber Verde (PRB); Edilázio Júnior (PSD); Gastão Vieira (PROS); Gil Cutrim (PDT); Hildo Rocha (MDB); João Marcelo Souza (MDB); Josimar Maranhãozinho (PL); Junior Lourenço (PL); Juscelino Filho (DEM); Marreca Filho (Patriota); Pastor Gildenemyr (PL) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

Votaram NÃO, contra a aprovação da reforma: Bira do Pindaré (PSB); Eduardo Braide (PMN); Márcio Jerry (PCdoB) e Zé Carlos (PT).

Abaixo, leia a nota na íntegra:

É importante que a população saiba que para que nosso país volte a crescer reformas estruturais precisam ser realizadas independentemente das ideologias partidárias. É preciso que nós, da classe política, enxerguemos só o povo como prioridade, nossas vaidades não podem ser um impeditivo para avançar. Nosso principal objetivo deve ser uma agenda positiva que vise a geração de emprego e o bem-estar dos brasileiros. A reforma da Previdência é uma medida dura, porém fundamental à retomada da economia. A previsão é que o país economize R$ 1,071 trilhão em dez anos.

Analisamos com bastante critério cada ponto contido na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada à Câmara dos Deputados pelo Governo. Junto com o meu partido PDT, rejeitamos o texto inicial e brigamos para que fossem retiradas mudanças que estavam previstas na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda. Se esse idoso não tivesse tempo mínimo de contribuição para se aposentar pelo regime geral ao atingir 65 anos, ele deveria continuará recebendo R$ 400 até completar 70 anos, o que seria desumano. Essas foram propostas do Governo que conseguimos corrigir. Saliento que além da importância para os beneficiários, entendo que manutenção desse benefício é fundamental para economia dos pequenos municípios.

A mudança na aposentadoria rural foi um outro ponto crítico de contribuição da desigualdade que batalhei pessoalmente através de emenda para que fosse modificado do texto original. De acordo com o IBGE, são 8 milhões de brasileiros acima de 65 anos que vivem da agricultura familiar, são eles os trabalhadores rurais e estão enquadrados na categoria do INSS como “segurados especiais”, incluindo os pescadores, extrativistas vegetais e indígenas, neste grupo. Pelo texto, a idade mínima fica mantida em 55 anos para mulheres e 60 para homens. Pelo Governo, o trabalhador rural não poderia se aposentar por idade sem nunca ter contribuído.
Outro item importante que corrigimos foi a do regime de capitalização que o Governo queria criar, o que tiraria das empresas a responsabilidade pela aposentadoria do trabalhador.
Por fim, deixo claro que minha decisão durante a votação da reforma da Previdência foi por entender este é o caminho para o avanço do Brasil, com a diminuição das desigualdades do atual sistema que faz com que os mais necessitados sustentem os mais ricos. Repito, é uma mudança dura, mas necessária para retomarmos o avanço que todos queremos para o país.

  • Jorge Vieira
  • 11/jul/2019

Partidos governistas enfrentam dificuldades para definir candidaturas

Embora todas as atenções estejam voltadas para votação da Reforma da Previdência, os bastidores da sucessão municipal estão fervilhante. Pré-candidatos a prefeito da capital enfrentam resistências não por conta de suas performance como político, mas por existirem outros projetos de poder conflitantes.

O PCdoB, por exemplo, ainda não sabe o que fazer para não melindrar um dos três pretendentes (Duarte Junior, Julio Pinheiro e Rubens Junior), sendo que este último possui a preferência do Palácio dos Leões, mas ainda tenta se consolidar. Junior costuma dizer que não existe disputa e sim a construção de uma candidatura.

Problema semelhante enfrenta o PDT, outra legenda forte da base governista. O presidente da Câmara Municipal, vereador Osmar Filho tem a simpatia da direção partidária, mas tem em sua sombra o deputado estadual Dr. Yglésio Moisés, que está em pré-campanha e já anunciou que não abre mão de disputar a Prefeitura de São Luís, ainda que seja por outra legenda.

Enquanto o PDT não se define, outro partido forte da base governista, o Democrata, aguarda o desenrolar das conversações interna para saber se leva adiante o projeto de coligação com os pedetistas em torno da candidatura do deputado estadual Neto Evangelista, que aguarda em silêncio o desfecho das disputas internas.

Quem parece não ter problemas para levar adiante seu projeto de conquistar a prefeitura da capital é o PSB do deputado federal e pré-candidato a prefeito Bira do Pindaré. Com o apoio da direção nacional e sendo ele próprio presidente do diretório municipal, Bira aguarda apenas o fogo da Reforma da Previdência abaixar em Brasília para iniciar as conversações sobre eleição.

PTB, PPS, PL e PP, outras três legendas da base de sustentação do governo, que não possuem ou até agora ninguém se apresentou como pré-candidato, pode servir de abrigo para um dos pré-candidatos preteridos em suas legendas de origem, ou apenas compor aliança, já que existe o  entendimento de que todas as siglas da base do governo deverão está unidas no segunda turno da sucessão na capital contra o provável adversário Eduardo Braide (PMN)

  • Jorge Vieira
  • 11/jul/2019

Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Quilombolas é lançada no Congresso Nacional

O deputado federal Bira do Pindaré (PSB-MA) assumiu mais uma luta na Câmara, nesta quarta-feira (10). O socialista lançou a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Comunidades Quilombolas. Ele vai coordenar o grupo que tem por objetivo promover debates acompanha e apoiar políticas, ações e projetos que permitam a defesa dos interesses das comunidades quilombolas no Brasil. “Estamos aqui para reerguer essa bandeira e fazer uma frente de luta e resistência capaz de enfrentar os grandes temas dessa Casa”, discursou Bira.

Na opinião do parlamentar, essas comunidades seguem ameaçadas em todos os estados brasileiros. “Estão sofrendo ameaças de expulsão, como acontece na questão da região de Alcântara (MA), cujo o acordo de salvaguarda tecnológico será debatido hoje aqui no Congresso. Não temos absolutamente nada contra esse tipo de acordo com qualquer país do mundo. O que nós queremos é que nosso povo seja respeitado. Não abriremos mão dos direitos fundamentais de nossa população e é por isso que estamos aqui para assumir esse compromisso juntamente com meus pares que abraçam a causa”, afirmou.

Para o líder do PSB, deputado Tadeu Alencar (PE), esse é um assunto tão relevante quanto tantos outros atualmente debatidos. “Diante de um Governo com várias frentes de ataques ao Estado Brasileiro e à soberania nacional, na condição de líder do partido, afirmo que devemos atenção especial a esse assunto, e fica evidente que não pode se fazer qualquer acordo sem destacar as comunidades quilombolas. Nessas terras, centenas de famílias realizam toda sua vida e eles não podem ser atingidos com decisões insensíveis. Bira do Pindaré espelha em sua atuação toda altivez, comprometimento e espírito público pregados pelo PSB. Estamos totalmente integrados à essa luta”, defendeu o líder.

Outro grande quadro socialista, o líder da Oposição, deputado Alessandro Molon (RJ), lembrou os dias de muita luta com a Reforma da Previdência. “Como muitos disseram aqui antes, sabemos especialmente a quem essa reforma vai afetar, que é o povo sofrido, os negros, que terão ainda mais dificuldades para se aposentarem. Cito exemplos concretos todos os dias, como um garçom negro que nos serve nessa Casa. É uma imoralidade que estão querendo aprovar contra pobres e negros e essa luta está conectada com essa Frente. Trata-se de uma luta da oposição em defesa de todas as comunidades quilombolas.”

O deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP) também esteve presente no lançamento da Frente e afirmou que o País vive momento muito complexo e delicado. “As questões que envolvem as comunidades quilombolas e a nossa soberania representam nossa luta. Ouve um tempo em que o mundo olhava para o Brasil com esperança e hoje percebemos o contrário. É exatamente a resistência dessas comunidades que vai nos ajudar e superar esse momento tão difícil. Conte comigo para vencermos esse atraso.”

A deputada Lídice da Mata (PSB-BA) celebrou o lançamento dessa Frente e criticou o atual Governo sobre diversos temas que estão em pauta na atualidade. “Ele se sustenta numa ideia de sociedade para poucos, elitizada e geralmente voltada para os interesses dos grandes capitalistas. Sinto a necessidade de tratar desse tema e o povo pobre e negro ainda não percebeu o peso que irá carregar daqui por diante, como se não bastasse o peso do passado”, lamentou Lídice.

Danilo Cabral (PSB-PE) parabenizou Bira do Pindaré pelo respeito e legitimidade de seu trabalho  e defendeu os valores do PSB. “Esse ato que estamos praticando aqui é a reafirmação de quem tem crença na defesa da democracia e dos mais vulneráveis. Este é um momento que precisamos construir a unidade de luta do povo e isso tem reflexo na pauta dos quilombolas”, destacou Danilo.

Audiência – As comissões de Direitos Humanos e Minorias; de Relações Exteriores e Defesa Nacional; e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática realizam, ainda hoje, audiência pública conjunta para debater o acordo de salvaguardas tecnológicas assinado entre o Brasil e os Estados Unidos, e que permite a exploração comercial do Centro de Lançamentos de Alcântara, bem como seus impactos nas comunidades quilombolas do Maranhão. A reunião foi requerida também pelo deputado Bira do Pindaré.

  • Jorge Vieira
  • 10/jul/2019

STF está dividido quanto à anulação da Lava Jato

247 – O STF está rachado quanto à anulação das decisões da Lava Jato depois da divulgação das conversas entre integrantes da operação pelo Intercept. Para muitos ministros da Corte, já estão caracterizados crimes em muitas das mensagens; um grupo lavajatista na Corte sustenta que ainda não teria sido revelado “algo grave” que justificasse a sua anulação.

Para outra ala do STF, que tem no ministro Luiz Fux sua face mais vsível as decisões da Lava Jato em primeira instância devem ser mantidas. Para este grupo, esta posição só deverá ser revista caso seja revelado “algo grave, como uma prova fraudada ou algum tipo de armação maliciosa”, o que ainda não teria acontecido -na visão deste grupo.

  • Jorge Vieira
  • 10/jul/2019

UNICEF apoia o Pacto pela Aprendizagem no Maranhão

O Estado do Maranhão tinha cerca de 120 mil crianças e adolescentes fora da escola, segundo o Censo Escolar 2016-2017. O desafio tem sido enfrentado com um programa que busca melhorar o desempenho dos sistemas de ensino e assegurar a inclusão escolar de meninos e meninas que se evadiram ou estão em risco de evasão. O Pacto pela Aprendizagem é o acordo lançado no início de 2019, entre o governo do Estado do Maranhão e as Prefeituras Municipais, com esse objetivo. E, nesta semana, o Fundo das Nações pela Infância (UNICEF) se une a esse esforço estadual pela aprendizagem no Maranhão.

Dias 10 e 11 de julho, no Centro de Educação Integral João Francisco Lisboa (CEJOL), acontece o primeiro ciclo de treinamento do apoio do UNICEF ao Pacto pela Aprendizagem. Cerca de 50 membros da equipe estadual de educação que apoiam diretamente os municípios maranhenses receberão capacitação dos especialistas em educação da equipe técnica nacional do UNICEF e da ONG Ação Educativa.

Segundo Ítalo Dutra, chefe da área de educação do UNICEF no Brasil, é importante destacar o fato do governo do Estado estar implementando ações em busca de mais qualidade dentro do regime de colaboração com os municipios em torno da aprendizagem. No marco desse compromisso, o UNICEF marcará presença no Maranhão para ajudar no enfrentamento da exclusão escolar, através do Busca Ativa Escolar em todo o estado – um instrumento que se foca no fenômeno da distorção idade-série, o que implica em identificar as criancas que estão fora da escola e enfrentar as causas que leva a esta situação. Além disso, o UNICEF também apoiará para melhorar as condições daquelas que estão na escola, mas nao aprendem. “O UNICEF aportará apoio técnico diretamente para que a equipe da Secretaria Estadual de Educação e suas equipes regionais possam fortalecer os municípios, na forma de desenvolvimento de capacidades, produção de diagnósticos e educação a distancia”, acrescenta.

As atividades do apoio do UNICEF no Pacto pela Aprendizagem do Maranhão também incluem fases seguintes de treinamentos e apoio técnico ao longo de 2019, após o que, um diagnóstico de novas necessidades será realizado para acordos futuros de colaboração.

  • Jorge Vieira
  • 10/jul/2019

Imprensa de luto: morre jornalista Paulo Henrique Amorim

Vitima de enfarte, morreu na manhã desta quarta-freira (10) o jornalista Paulo Henrique Amorim, ao 76 anos. Como profissional trabalhou em diversas redações, inclusive na TV Globo.

Paulo Henrique teve como último emprego a TV Record, de onde foi afastado e mantido fora do ar do programa Domingo Espetacular desde o mês passado, por não seguir a linha editorial da emissora da Igreja Universal. O jornalista morreu de enfarte na capital fluminense.

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