O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), ao ser questionado nesta quinta-feira (5) durante o lançamento do pacote de obras para a cidade se pretende ser candidato a governador, desconversou, saiu pela tangente, mas não afirmou se estará fora da corrida ao Palácio dos Leões em outubro próximo. Deixou no ar a resposta que poderia satisfazer a curiosidade da classe política e da imprensa com um simples sim ou não.
“Esta é a pergunta que eu mais tenho recebido. O que eu posso dizer é que você está querendo saber de coisa que nem a minha esposa sabe ainda. Todo esse planejamento é fruto de seis anos de trabalho de toda uma equipe e eu sempre costumo dizer que existe uma diferença de política de governo para política de estado. Política de governo é aquela que você faz ao sabor de quem no momento está no cargo. Política de estado é aquela que você deixa como legado para cidade”, declarou.
A especulação aumentou ainda mais com a presença do grupo de políticos que faz oposição ao governo de Carlos Brandão. O deputado Carlos Lula (PSB), por exemplo, afirmou que os deputados considerados dinistas foram convidados pelo prefeito para o lançamento das obras anunciadas, que existe um bom relacionamento com o prefeito, porém, fez questão de observar que o grupo tem como pré-candidato ao governo, o vice-governador Felipe Camarão (PT). Ficou evidentes, no entanto, o bom relacionamento com o chefe do Executivo municipal.
Braide continua fazendo mistério sobre seu futuro político, mas é fato que nos bastidores da sucessão, são cada vez mais evidentes os sinais de está se preparando para entregar o comando da prefeitura para a vice Esmênia Miranda, com tem um excelente relacionamento e teria sido escolhida para continua como vice no segundo mandato justamente por conta de lealdade e da afinidade com os propósitos do prefeito.
Braide tem até o dia quatro de abril para anunciar sua posição oficial sobre candidatura, mesmo prazo que tem o governador para definir se fica ou transfere o comando do estado para o vice-governador Felipe Camarão. Segundo fontes do blog Jorge Vieira, caso Brandão permaneça no cargo, não estaria descartado a possibilidade de uma aliança para fazer frente ao Palácio dos Leões, tendo Braide com candidato a governador, Felipe Camarão como candidato a uma das duas vagas ao Senado.
Com o tempo correndo do jeito que está, logo Brandão e Eduardo Braide terão que se manifestar. É guardar para vê se Brandão segura a pressão que vem sofrendo para entregar o comando do estado para o PT. Os dois tem menos de um mês para se posicionar.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro preso na unidade conhecida como Papudinha, em Brasília, e rejeitar o pedido de conversão da pena para prisão domiciliar. A decisão ocorre em julgamento virtual e segue o entendimento do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. Os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin acompanharam o voto de Moraes, consolidando a maioria no colegiado pela permanência do ex-chefe do Executivo no sistema prisional.
O julgamento foi aberto poucos dias depois de Moraes ter rejeitado mais uma solicitação apresentada pela defesa de Bolsonaro para que ele pudesse cumprir a pena em regime domiciliar. Na decisão, o ministro afirmou que a estrutura da Papudinha apresenta condições adequadas para o tratamento de saúde do ex-presidente.
Em seu despacho, Moraes destacou que há “total adequação” da unidade prisional às necessidades médicas do ex-mandatário. Segundo ele, o local oferece “condições plenamente satisfatórias do cumprimento da pena”.
O magistrado também mencionou a rotina de visitas recebidas por Bolsonaro durante o período de prisão. Para Moraes, a presença frequente de parlamentares, governadores e outras figuras públicas demonstra que o ex-presidente mantém uma intensa atividade política mesmo sob custódia.
“Grande quantidade de visitas” e a manutenção dessa agenda, segundo o ministro, reforçam avaliações sobre a boa condição física e mental do ex-presidente.
Na decisão, Moraes detalhou ainda que Bolsonaro recebeu 144 atendimentos médicos desde que passou a cumprir pena na Papudinha. O número corresponde a uma média aproximada de três consultas por dia no período analisado.
Os registros citados pelo ministro também indicam que o ex-presidente recebeu 36 visitas de terceiros, realizou 33 sessões de caminhada e teve 29 encontros com seus advogados.
Com os votos de Dino e Zanin acompanhando o relator, a Primeira Turma consolida maioria para negar o pedido de prisão domiciliar e manter Bolsonaro detido na unidade prisional em Brasília enquanto prossegue o julgamento no Supremo Tribunal Federal.
Especulações não faltam, mas a verdade é que o cenário para a disputa da eleição majoritária continua bastante nebuloso e com desfecho incerto. Para começar o governo tem como pré-candidato o secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão, mas sem garantia de que terá a candidatura confirmada por conta das pressões que vem sofrendo o governador Carlos Brandão (sem partido) para que atenda ao pedido do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), entregue o comando do estado para o vice-governador Felipe Camarão (PT) disputar a reeleição e concorra ao Senado. Brandão, até o momento, dá sinais de que não pretende ceder ao apelo do líder petista.
No campo das incertezas, o prefeito de São Luís continua fazendo mistério sobre sua participação no pleito, mantém o silencio em torno do assunto, nada fala sobre a possiblidade de uma aliança com o grupo chamado dinista, caso o governador mantenha sua posição de não entregar o comando do estado para o PT e o partido desistir da candidatura de Camarão, mas aliados mais próximos afirmam que ele está se preparando para passar o comando da prefeitura para a vice-prefeita Esmênia Miranda (PSD). Braide ainda tem um mês para definir se entra na disputa pelo governo do Maranhão.
Brandão tem relutado em atender ao pedido de Lula, já teve reunido com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse a ele que a candidatura de Orleans é irreversível, mas não obteve do dirigente petista qualquer sinal de apoio ao candidato apoiado pelo Palácio dos Leões e tenta agora marcar agenda com o presidente Lula de quem deseja ouvir sua opinião sobre suposto veto ao nome do MDB, que segundo ele, conta com a força do seu grupo político no Estado e que está disposto a quebrar lança pela sua reeleição à presidência da Repúblicas.
Independente das movimentações de bastidores, Orleans tem percorrido o interior do Maranhão colhendo apoio de prefeitos e lideranças políticas, mas é fato que o governador Carlos Brandão ainda pretende ter uma conversa definitiva com o presidente Lula antes do dia quatro de abril, data limite para desincompatibilização. Dependendo de sua decisão, o quadro sucessório poderá tomar outra dimensão.
Se o governador decidir ficar, como quase todos apostam, o prefeito de São Luís Eduardo Braide, com certeza, será candidato a governador numa provável aliança com o grupo dinista. Sem estar sentado na cadeira de governador, Felipe Camarão perderá força política e eleitoral e estaria mais propenso a uma candidatura ao Senado, tendo como companheira de chapa a senadora Elziane Gama. Mesmo sem ter aproximação com o prefeito, Elziane tem a garantia do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab e do presidente Lula. Se Brandão resolver entregar o comando do estado para o PT, Camarão se fortalece e quem deve sair da corrida ao Palácio dos Leões é o prefeito Eduardo Braide.
Como se pode observar, tudo ainda no campo da especulação, o cenário está sujeito a mudanças e tudo ainda pode acontecer, dependendo da posição que tomar o governador. Por enquanto o mandatário estadual tem dado declarações de que pretende ficar, mas em política as coisa geralmente acontecem nos últimos minutos do prazo final.
Por precaução, melhor aguardar o dia quatro de abril, prazo limite para o governador decidir se fica ou sai, Ai vamos ter um cenário real.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada após questionamentos sobre o procedimento adotado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS que aprovou, em bloco, dezenas de requerimentos semelhantes, informa o G1.
A medida do magistrado atinge especificamente o pedido de acesso a dados da empresária aprovado pela comissão, mas não alcança outras solicitações de quebra de sigilo aprovadas no mesmo contexto — entre elas a que envolve o próprio Fábio Luís. De acordo com o STF, esses demais requerimentos seguem válidos enquanto não houver nova decisão judicial.
Fundamentação da decisão
Na decisão, Dino determinou que, caso informações sigilosas já tenham sido enviadas às autoridades do Congresso, elas devem permanecer preservadas sob sigilo pela Presidência do Senado Federal até o julgamento definitivo da ação.
O ministro avaliou que a forma como os requerimentos foram aprovados na CPMI não respeitou os parâmetros constitucionais. Segundo ele, a comissão deliberou sobre 87 pedidos simultaneamente, em uma votação conhecida como “em globo”, o que, em sua análise, comprometeu o devido processo constitucional.
Embora as CPIs tenham poderes semelhantes aos de autoridades judiciais, Dino ressaltou que cada medida que afeta direitos fundamentais — como a quebra de sigilo — exige fundamentação específica e individualizada.
O magistrado destacou ainda que o funcionamento das instituições políticas não pode ultrapassar os limites estabelecidos pela Constituição. Na decisão, alertou que investigações parlamentares não podem se transformar em uma “fishing expedition” — expressão usada para se referir a uma busca indiscriminada por provas — nem resultar em intervenções desproporcionais na privacidade de pessoas investigadas.
Operação da Polícia Federal
A empresária que recorreu ao STF é investigada na Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de descontos indevidos aplicados sobre benefícios de aposentados e pensionistas.
De acordo com Dino, a suspensão do requerimento aprovado pela CPMI não compromete o andamento das apurações. O ministro afirmou que a investigada já está sob monitoramento da Polícia Federal, com supervisão do próprio Supremo Tribunal Federal.
Debate na comissão parlamentar
A aprovação conjunta dos pedidos também provocou controvérsia dentro da própria CPMI. Parlamentares da oposição manifestaram críticas ao formato da votação em bloco e defenderam que cada requerimento deveria ter sido discutido separadamente.
Segundo os congressistas, seria necessário apresentar a justificativa específica para cada medida investigativa, de forma que a sociedade pudesse avaliar os fundamentos de cada decisão e, nas palavras usadas durante a sessão, “distinguir o joio do trigo”.
Possibilidade de nova votação
Mesmo com a suspensão da medida, Dino indicou que a comissão parlamentar pode voltar a deliberar sobre o caso. O ministro afirmou que a CPMI poderá reapreciar o pedido de quebra de sigilo da empresária, desde que respeite os ritos formais exigidos para esse tipo de decisão.
Isso significa que cada requerimento deverá ser analisado individualmente, com debate e justificativa específica antes da votação.
A decisão monocrática do ministro será agora submetida ao plenário do Supremo Tribunal Federal, que deverá decidir se mantém ou não a suspensão determinada no processo.
o vereador Raimundo Penha (PDT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de São Luís, nesta segunda-feira (2) para defender a destinação de R$ 15 milhões para a criação do Passe Livre Estudantil. A medida, aprovada pela Casa Legislativa na última semana, foi alvo de críticas por parte do prefeito Eduardo Braide (PSD).
A emenda que garante os R$ 15 milhões foi aprovada pelos vereadores durante a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. O valor será destinado ao Passe Livre Estudantil por meio de remanejamento interno, ou seja, sem aumentar o gasto total previsto no orçamento da cidade.
Os recursos saíram de dotações de pastas como Obras e Serviços Públicos, Instituto Municipal de Paisagem Urbana, e das secretarias da Fazenda, Administração, Planejamento e Comunicação.
Em seu pronunciamento, Raimundo Penha rebateu as declarações do prefeito. “O prefeito foi para a rede social e disse que o Passe Livre era inviável. Disse que nós estávamos até tentando enganar a população”, declarou o vereador, questionando a postura do Executivo municipal.
O vereador citou como exemplo o Governo do Estado, que implantou o benefício para os alunos da rede estadual de ensino sem complicações. “Implantaram sem brigar com empresários, sem brigar com a Assembleia Legislativa, sem brigar com ninguém. Já foi implantado, não é uma promessa. Não quebra o sistema, porque o dinheiro vai direto como crédito na carteira do estudante”, afirmou.
A defesa do Passe Livre também ganhou eco entre outros parlamentares. Os vereadores Marcelo Poeta (PSB) e Thay Evangelista (União Brasil) se manifestaram favoravelmente e informaram que, se necessário, disponibilizarão parte de suas emendas parlamentares individuais para viabilizar o programa.
O presidente da Comissão Especial do Passe Livre Estudantil, vereador Marlon Botão (PSB), anunciou que o relatório técnico sobre a viabilidade do programa está concluído e será encaminhado à Mesa Diretora e aos demais parlamentares. O documento é resultado de um estudo aprofundado que visa subsidiar a implementação do benefício na capital.
“Pode parecer que o Passe Livre Estudantil é um gasto, mas pelo contrário, o passe livre estudantil é um investimento em uma São Luís mais humana, mais justa e mais igualitária”, destacou Botão.
O vereador Pavão Filho (PSB) também engrossou o coro a favor da medida. Ele lembrou que cerca de 19 capitais brasileiras já adotaram o sistema. “O que falta não é dinheiro, o que falta é vontade política. O passe livre é um incentivo à Educação de milhares de crianças e adolescentes de nossa cidade”, argumentou.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com a decisão, ele permanecerá detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha. As informações foram publicadas pela Folha de S.Paulo.
Na decisão, Moraes avaliou que o estado de saúde do ex-presidente pode ser devidamente acompanhado no local onde ele está custodiado. Segundo o magistrado, a unidade prisional conta com assistência médica 24 horas, estrutura avançada do Samu e acesso irrestrito à equipe médica responsável pelo tratamento de Bolsonaro.
Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também se manifestou contra a concessão da domiciliar. Ele destacou que a jurisprudência da corte só autoriza a medida em situações em que “o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia”, o que, segundo sua avaliação, não ocorre neste caso.
Para Gonet, embora o laudo da perícia elaborada pela Polícia Federal tenha registrado uma “multiplicidade” de patologias, as enfermidades estão sob controle clínico e medicamentoso. O procurador acrescentou ainda que a recomendação para aprimorar a estrutura da Papudinha, com instalação de grades de apoio, campainha de emergência e dispositivos de monitoramento em tempo real, “não implica, por si só, a inadequação do ambiente carcerário”.
O pedido mais recente de prisão domiciliar foi protocolado pela defesa em 11 de fevereiro. Os advogados sustentaram que Bolsonaro se encontra “em situação de multimorbidade grave, permanente e progressiva, com risco concreto de descompensação súbita e de eventos potencialmente fatais”. Para eles, a permanência na Papudinha representa risco à saúde do ex-presidente, “seja pela limitação estrutural inerente ao cárcere, seja pela dependência de arranjos contingentes e de difícil manutenção no tempo”.
Até o início deste mês, aliados do ex-presidente acreditavam na possibilidade de reversão da decisão. Conforme mostrou a Folha, parte dos ministros do STF teria passado a considerar a hipótese de domiciliar, sob o argumento de que eventual intercorrência grave poderia gerar questionamentos sobre a responsabilidade da Corte.
A perícia médica, entretanto, não indicou necessidade de transferência para prisão domiciliar. O laudo concluiu que Bolsonaro pode permanecer detido, desde que receba cuidados específicos. A manifestação da PGR seguiu a mesma linha, esvaziando as expectativas da defesa.
Bolsonaro já havia cumprido prisão domiciliar em Brasília entre agosto e novembro do ano passado. Ele voltou ao regime fechado após ter a prisão preventiva decretada por danificar a tornozeleira eletrônica que utilizava. Em janeiro, deixou a superintendência da Polícia Federal na capital federal e foi transferido para a Papudinha, onde permanece detido. (247)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem em situação de empate técnico nos cenários de primeiro e segundo turno da corrida pelo Palácio do Planalto, segundo levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (27).
No primeiro cenário estimulado de primeiro turno, Lula registra 39,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 35,3%. Em seguida aparecem o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 7,6%, e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,8%. O empresário Renan Santos (Missão) marca 1,5%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 0,5%. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato chegam a 6,7%, enquanto 5% dos entrevistados não souberam ou preferiram não opinar.
Em um segundo cenário de primeiro turno, Lula atinge 40,5% das intenções de voto, contra 36,6% de Flávio Bolsonaro. Romeu Zema aparece com 4,3%, seguido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 3,7%. Renan Santos mantém 1,5% e Aldo Rebelo registra 0,4%. Nesse quadro, brancos, nulos e nenhum somam 7,8%, e 5,2% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também simulou três hipóteses de segundo turno. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador — filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — aparece numericamente à frente do atual presidente da República pela primeira vez na série do instituto. Apesar disso, os dois permanecem em empate técnico dentro da margem de erro.
O levantamento ouviu 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07974/2026.