Claramente preterido pelo PCdoB, o deputado estadual Duarte Junior enfrenta um dilema para viabilizar sua candidatura a prefeito de São Luís. Visto como um outsider da política, o parlamentar é visto com desconfiança pelas principais lideranças partidárias que veem no projeto dele apenas ambição pessoal.
Encurralado, Duarte ainda sonha em ser indicado pelo partido do governador, mesmo tendo recebido todos os sinais de que a legenda vai escolher mesmo o atual deputado federal e secretário de Cidades, Rubens Júnior, que tem perfil oposto ao adversário interno e respeitado não só no PCdoB, mas em todos os demais partidos da base governista ou fora dela.
Além da desconfiança e rejeição generalizada da classe política, Duarte também enfrenta o risco de perder o mandato ao escolher sair do PCdoB. O partido pode lhe dá uma carta de anuência permitindo a mudança, mas nada garante que o primeiro suplente da chapa eleita em 2018, não reivindique o mandato na Justiça Eleitoral, uma vez que, de acordo com a legislação eleitoral, o mandato pertence ao partido.
Sem muitas portas de saída para uma legenda em condições de oferecê-lo estrutura mínima para a disputa, Duarte pode ser obrigado pelas circunstâncias a disputar numa sigla irrelevante, sem tempo de TV e sem fundo partidário, ou dar o braço a torcer e apoiar a candidatura da base governista.
O Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, em reunião plenária realizada nesta quarta-feira (29), na sede do Sindicato dos Bancários, decidiu participar do pleito de outubro próximo com candidato próprio a prefeito de São Luís.
O nome mais cotado para representar o partido de esquerda na sucessão é do advogado, jornalista, professor e ex-militante do PT, Franklin Douglas.
A plenária, que teve como foco das discussões o encaminhamento de ações visando as eleições municipais deste ano, optou por uma candidatura própria para disputar a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.
Douglas é mais um nome na corrida pelo comando da capital, que deverá ser, na avaliação de que acompanha o dia a dia da política no estado, uma das mais disputadas da história devido ao potencial dos candidatos.
O pré-candidato a prefeito de São José de Ribamar, Jota Pinto, oficializará sua filiação ao PDT neste sábado, 1º de fevereiro, em ato que contará com as presenças das principais lideranças do partido no Estado.
No evento, que ocorrerá no restaurante Sabor do Nordeste, em São José de Ribamar, às 9h30, marcará o lançamento da pré-candidatura de Jota Pinto a prefeito do município e posse na presidência do Diretório Municipal do partido.
O ato de filiação promete sacudir a pré-campanha no município, pois contará com as presenças do senador Weverton Rocha; o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr; o presidente da Famem, Erlânio Xavier, militância e dirigentes de outros partidos.
Ex-presidente do PEN/Patriota, Jota Pinto mudou de legenda sem trauma e retorna ao partido por onde começou sua atividade na política a convite do presidente estadual do PDT, Weverton Rocha.
O ano só está começando e já tem instituto de pesquisa em campo colhendo opinião dos eleitores ludovicenses sobre o quadro de pré-candidatos a prefeito de São Luís, maior colégio eleitoral do Estado.
Nos próximos dias, aguarda apenas cumprir os prazos para registro e divulgação, o Data Ilha vai apresentar o resultado da primeira sondagem de 2020 feita junto ao eleitorado que vai eleger o substituto do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).
Contratada pelo Blog Clodoaldo, a pesquisa chega numa hora em que dirigentes de alguns partidos ainda buscam internamente definir quem serão seus representantes na sucessão da capital, como são os casos do MDB, PSDB e PCdoB.
O clima é de expectativa principalmente entre os pré-candidatos que estão desde o final de 2019 em constantes reuniões com líderes comunitários, religiosos e entidades de classe e esperam um bom desempenho na pontuação.
Nas sondagens realizadas ano passado, o deputado Eduardo Braide (Podemos) se manteve bem distante da concorrência, mas é fato que a grande massa do eleitorado ainda se mostrava indiferente ao pleito de outubro próximo.
É aguardar a divulgação dos números que estão na forma.
O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) autorizou, nesta tarde de quarta-feira (29), a convocação de 19 profissionais da área de Assistência Social aprovados em concurso público. Edivaldo tem renovado e ampliado o quadro de servidores municipais em São Luís por meio de concursos em áreas onde por várias décadas não eram feitos novos certames. O anúncio foi feito através de suas redes sociais.
Os novos profissionais das áreas de Direito, Psicologia e Assistência Social chegam para somar e ajudar a construir uma política assistencial e de acolhimento com mais qualidade para todos.
Edivaldo tem investido na realização de concursos públicos para a melhoria dos serviços oferecidos para a população. Mesmo com cenário de crise nacional, a gestão do prefeito Edivaldo já promoveu concursos nas áreas da Educação, Assistência Social, Controladoria-Geral, Procuradoria-Geral do Município e Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz).
A realização de concursos e convocação de novos profissionais têm sido possível graças ao rigor fiscal com Edivaldo tem gerido a Prefeitura de São Luís, o que tem garantido fazer novos investimentos e manter a folha de pagamento sempre em dia, contribuindo para o desenvolvimento da cidade.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a causar polêmica no twitter ao bloquear o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) que, nesta terça-feira (28), o acusou de incompetente e pediu sua saída do Ministério devido ao colapso no Enem.
“Cenas explícitas de incompetência absoluta no Ministério da Educação provocam caos no Enem. Sai daí, Weintraub”, tuitou o parlamentar.
Ao notar que foi bloqueado, Jerry publicou a informação em suas redes sociais. Os internautas não perdoaram o Ministro.
“Agora você vê o terror que estamos vivendo: você, deputado federal, eleito pelo poder da democracia, que quero crer, ainda vigora neste país, bloqueado por um ser estranho, incompetente, indicado por um outro ser que se mostra acéfalo a cada segundo, só porque fez seu papel legal de cobrar, questionar, indagar. Gente! Eu colocaria a boca no trombone, iria à tribuna, faria um barulho forte! Isso tem que acabar! Não dá pra esperar mais 3 anos, ‘pelo amor’!”, escreveu a seguidora Mariana Bandeira, em resposta ao deputado.
“Um absurdo vindo de alguém em um cargo tão importante para o nosso país”, publicou outro internauta, Vinicius Mondego.
Polêmica – No ano passado, Abraham Weintraub foi acionado Superior Tribunal de Justiça (STJ) por mais de uma centena de advogadas que reivindicam o desbloqueio de dezenas de professores impedidos de ver e comentar as publicações do chefe do MEC após criticarem suas falas irônicas sobre episódio da cocaína no avião presidencial. O argumento da ação é que um ministro de Estado não tem o direito de silenciar cidadãos na participação política, “uma vez que o Twitter é parte do espaço público”.
Entre os professores bloqueados está Debora Diniz, renomada antropóloga e pesquisadora da Universidade de Brasília, que na ocasião afirmou o seguinte: “erra quem descreve a ação como uma disputa sobre o direito ou não de bloquear seguidores em comunidades virtuais; a demanda é sobre participação política livre de censura. Há precedentes judiciais em outros países, como nos Estados Unidos ou no Canadá (…) Quando um ministro de Estado se pronuncia pelo Twitter se movem políticas e estratégias do poder. Não há a separação entre o personagem público e o privado neste caso: ao se tornar ministro, é sempre o ator político que se pronuncia”.