Presidente do PCdoB Maranhão e coordenador-geral da campanha de Rubens Júnior à prefeitura de São Luís, o deputado federal Márcio Jerry reforçou, nesta quinta-feira (8), a necessidade e a importância de estabelecer um debate transparente entre os candidatos para seguir promovendo a boa política no Estado.
Ontem, Jerry, que é também vice-líder de seu partido na Câmara dos Deputados, criticou, em um artigo, a postura do também deputado Eduardo Braide (Podemos) a respeito das alianças políticas construídas pelo pretenso prefeito na corrida eleitoral pelo comando do executivo da capital.
“Fazer debate político não é baixar o nível de campanha. Candidato precisa dizer claramente o que pensa e propõe e em que companhias anda. O Braide tem medo de debate, eis a verdade. E tem medo do debate franco e sincero porque mais que ninguém conhece as fragilidades que tem”, reforçou.
No texto, Jerry expõe os verdadeiros alicerces do candidato do Podemos, que segue se esquivando de respostas efetivas sobre sua coalizações e flertes com o bolsonarismo. “Braide é bolsonarista, mas finge que não é. Braide é o candidato do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), mas também esconde o fato; Braide tem um passivo de suspeitas graves de corrupção, mas ameaça com processos quem tocar no assunto; Braide arrota competência, mas nunca provou que a tenha nos cargos que ocupou”, disse em um trecho.
Temporariamente à frente das ações da campanha, enquanto Rubens Júnior se recupera da Covid-19, nesta quarta Jerry comemorou a adesão de mais um partido do estado à coligação “Ao lado do povo”. Agora, participam da campanha de Rubens o PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB, Solidariedade e DC.
Ex-candidato a prefeito de São Luís Carlos Madeira (Solidariedade), que desistiu da disputa por questões de saúde, diante de uma nota falaciosa emitidas na tarde de quarta-feira (7) por supostos integrantes da campanha, emitiu comunicado afirmando sua decisão de apoiar a candidatura do representante do PCdoB, Rubens Jr.
O agora ex-candidato reconhece o direito daqueles que não concordam com sua decisão seguirem outros caminhos, mas confirma sua posição de seguir a determinação do Solidariedade de manifestar apoio a Rubens.
Leia a nota na íntegra:
Essa nota é de parte de grupo que coordenou minha campanha.
Tínhamos um grupo muito heterogêneo. Gente de todas as tendências, que se uniram em favor do nosso projeto.
Minha posição é a posição do partido: seguir com Rubens Júnior!
Deixei esta decisão para o partido, por dever de lealdade ao partido e por não dispor de legitimidade para apontar outro caminho.
No estado em que fiquei, em condições físicas e mentais de muita fadiga, deixei ao partido a condução deste tema, ou seja, com quem seguir após minha desistência; o partido tomou uma decisão. Essa é a minha decisão.
Os que, por outros motivos, não se entenderem confortáveis para seguir essa decisão, naturalmente buscarão outros caminhos. Assim é na democracia.
Agradeci a todos que estiveram comigo nessa curta jornada; foram amigos, voluntariosos e acreditaram em nosso projeto.
Viramos a chave; o jogo segue sem minha presença em campo.
Fico com a decisão do partido e com os projetos do partido para as próximas eleições.
Faltando pouco mais de um mês para o primeiro turno das eleições municipais, o quadro de candidato deu uma enxugada e, se não houve mais desistência até o dia 15 de novembro, o eleitor ludovicense poderá escolher entre dez nomes aquele que comandará o destinos da capital maranhense, maior colégio eleitoral do Estado, a partir de janeiro de 2021.
A movimentação para a corrida ao Palácio de La Ravardiére, que começou ainda em 2019 com uma penca de pré-candidatos, que incluía até a possibilidade da ex-governadora Roseana Sarney entrar no páreo como uma espécie tábua da salvação para eleger representantes do MDB à Câmara Municipal, começou a reduzir antes mesmo das convenções partidárias.
O ex-prefeito Tadeu Palácio ensaiou se candidatar pelo PSL, mas diante da realidade conjuntural preferiu se esconder quando os dirigentes do partido, mesmo sem poder de decisão, o procuraram para firmar compromisso. Foi o primeiro a desistir da candidatura. Outros nomes também ficaram pelo caminho, como Wellington do Curso e Detinha. WC por conta da puxada de tapete do PSDB de Roberto Rocha, enquanto Detinha numa negociata articulada pelo marido Josimar de Maranhãozinho com o Republicanos de Duarte Júnior.
O fato é que a Prefeitura de São Luís chegou a ser cobiçada por até 15 pretendentes. Deste número sobreviveram doze nas convenções, dois desistiram e a campanha entra na reta final com dez candidatos na disputa e tendo que enfrentar uma eleição atípica, cheia de limitações por conta da pandemia, o que levou já a desistência de um dos concorrentes.
Carlos Madeira contraiu Covid-19 e saiu da disputa. Após período de internação em UTI se recuperou, tentou retomar a campanha, mas diante do quadro debilitado de saúde preferiu desistir da candidatura e anunciar apoio ao candidato da aliança PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB, DC, que também contraiu a doença e está em quarentena, em casa.
Já Adriano Sarney, primeiro candidato a realizar convenção, por conta da legislação eleitoral que desobrigava as emissoras de Rádio e Televisão lhe convidar para debates, considerados fundamentais nestes tempos de pandemia, preferiu jogar a toalha. Outro fator que pesava era o elevado índice de rejeição do neto de José Sarney.
Por conta das desistências motivadas por doença, conjuntura eleitoral ou puxada de tapete, o quadro de candidato ficou assim: Rubens (PCdoB), Yglésio Moisés (PROS) Bira do Pindaré (PSB), Duarte Júnior (Republicanos), Eduardo Braide (Podemos), Franklin Douglas (PSOL), Hertz Dias (PSTU), Jeisael Marx (Rede), Neto Evangelista (DEM) e Silvio Antônio (PRTB).
Pesquisa Escutec contratada pelo jornal O Estado do Maranhão para prefeito de São Luís, divulgada nesta quinta-feira (8), apresenta, se aplicada a margem de erro de três pontos percentuais, praticamente repete os números de pesquisas anteriores.
O resultado da sondagem realizada entre os dias 2 e 6 de outubro Eduardo Braide (Podemos) continua liderando a liderança de Eduardo Braide com 42% das intenções de votos, seguido por Duarte Júnior (Republicanos) e 15%, Neto Evangelista (DEM)11%.
Rubens (PCdoB) apresentam 4% no cenário estimulado. Na pesquisa do Instituto Data Ilha, o candidato da aliança do PCdoB objete 7% das intenções de voto. Agora aparece empatado com Bira (PSB) que obteve também 4%.
Logo depois estão Jeisael, Yglésio e Madeira, ambos pontuaram com 2%. O candidato do Solidariedade, no entanto, ainda constou na pesquisa porque desistiu da candidatura apenas nesta quarta-feira (7), por conta de problemas de saúde, e declarou apoio a Rubens.
No último pelotão ficaram Sílvio Antônio (PRTB), Professor Franklin (PSOL) e Hertz Dias (PSTU) que somaram juntos 1%. A novidade neste time é que pela primeira vez Franklin pontuou.
A pesquisa do Instituto Escutec ouviu 1000 eleitores entre os dias 2 a 6 de outubro, com margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais, ou para menos, e intervalo de confiança de 90%. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o número MA-03412/2020
O juiz aposentado Carlos Madeira desistiu de concorrer à vaga de prefeito de São Luís nesta quarta-feira (7) e juntamente ao seu partido, o Solidariedade, declarou apoio ao candidato do PCdoB Rubens Jr.
O anúncio foi feita esta tarde, na sede do Solidariedade no Renascença, e contou já com a presença do vice na chapa de Rubens, Honorato Fernandes (PT) e do coordenador da campanha, deputado federal Márcio Jerry (PCdoB).
Com a decisão, entram para a campanha de Rubens agora três secretário do governador Flávio Dino: Anderson Lindoso (Cultura), Jefferson Portela (Segurança) e Simplício Araújo (Indústria e Comércio), que também é o presidente estadual da sigla.
Rubens ganha também o reforço da bancada do partido, que conta com uma deputada estadual, Helena Duailibe, e um vereador em São Luís, Afonso Manoel. Juntam-se também à campanha 31 candidatos a vereador. Cresce ainda mais a coligação Ao Lado do Povo, que já era a maior da disputa municipal, com 6 partidos: PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB e DC.
A adesão de Madeira ocorre em um momento de crescimento de Rubens nas pesquisas, conforme ficou registrado esta semana em pesquisa divulgada pela TV Band (DataIlha Registro MA09163/20200). Segundo o levantamento, Rubens saiu de 2% em fevereiro para 3,5% em julho e agora alcança 7 pontos, em empate técnico com outros dois concorrentes pelo segundo lugar.
Quem mora na Rua da Felicidade, via entre os bairros João Paulo e Coroado, convive há décadas com os problemas causados pelo canal que corta a rua. Vala a céu aberto o canal leva mal cheiro e compromete a mobilidade. Este é mais um problema antigo que está sendo resolvido pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.
Por meio do programa São Luís em Obras está sendo feita a cobertura e recuperação dos 420 metros do canal. Essa é uma demanda histórica que vai melhorar ainda mais a qualidade de vida e garantir saúde e segurança aos moradores da região.
A Rua da Felicidade se soma às dezenas de obras de urbanização que Edivaldo tem feito pela cidade e que estão transformando a paisagem urbana de São Luís e pondo fim a problemas enfrentados há décadas pela população.
O candidato do PCdoB a prefeito de São Luís, Rubens Jr. continua crescendo e sendo a esperança de levar a eleição para o segundo turno. Com Duarte Júnior (Republicanos) e Neto Evangelista (DEM), segundo e terceiros colocados respectivamente,na última pesquisa do Instituto Data Ilha, estagnados e no limite, pois sempre repetem os mesmos percentuais com pequenas variações, o representante da aliança PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB, DC, pelo que mostra a evolução dos números, é o único que tem chances real de crescimento.
Momentaneamente fora de combate por ter contraído a covid-19, mas já em fase de recuperação satisfatória, em breve estará de volta comandando as caminhadas de final de tarde e carreatas dos domingos. Enquanto de recupera a campanha continua sendo comandada pelo líderes da coligação e militância cheia de esperança após o resultado da pesquisa em que Rubens aparace empatado tecnicamente com Neto e Duarte.
Ciente do potencial do candidato do partido do governador Flávio Dino e apoiado por Lula, que avaliou o ingresso do vereador Honorato, como vice, na chapa, adversários tentaram desqualificar a pesquisa, temendo a realidade dos fatos que mostra o candidato do PCdoB com maior potencial de crescimento.
Nas ruas e nas redes sociais a campanha ganha cada vez mais volume. O vice Honorato tem cumprido papel importante na mobilização e os dirigentes dos seis partidos esbanjam otimismo com a possibilidade real de levar o candidato ao segundo turno e decidir a eleição, provavelmente, contra o deputado Eduardo Braide, líder nas pesquisas de intenção de voto.
Pela reação de alguns adversários com o resultado da pesquisa Data Ilha, mesmo impossibilitado momentaneamente de fazer campanha, Rubens se transformou no grande pesadelo da concorrência.