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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 10/set/2021

Presidente do PT Augusto Lobato passa a integrar o Diretório Nacional

O presidente estadual do PT do Maranhão, Augusto Lobato, membro da corrente “Socialismo em Construção” é o mais novo integrante do Diretório Nacional do PT. Lobato será efetivado no DN do partido, neste sábado(11), no lugar de Ricardo Ferro, em reunião online.

“Quero agradecer a minha líder da corrente Socialismo em Construção Misiara Oliveira por ter articulado nacionalmente a minha participação no Diretório Nacional, no lugar do meu amigo e irmão Ricardo Ferro”, disse Lobato ao titular deste blog logo após a sua indicação

Com a subida do atual presidente estadual do PT para o direção nacional, o vice-governador e pré-candidato ao governo em 2022 Carlos Brandão (PSDB) ganha importante aliado no Diretório Nacional, que decidirá sobre política de aliança no Maranhão.

O partido está dividido no estado. Setores petistas, entre os quais o vice-presidente Genilson e o presidente do Diretório Municipal, Honorato Fernandes, defendem coligação com o candidato do PDT, Weverton Rocha.

Augusto Lobato, no entanto, faz campanha interna por uma aliança com Brandão, já tonou pública a preferência por sua candidatura ao governo no grupo do governador Flávio Dino (PSB), assim como reivindica para o PT a indicação do vice na chapa.

  • Jorge Vieira
  • 10/set/2021

Othelino conversa com conselheiros do TCE-MA sobre a importância da boa relação institucional 

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), esteve, nesta sexta-feira (10), no Tribunal de Contas do Estado (TCE), em uma visita de cortesia ao conselheiro-presidente, Washington Oliveira, e aos demais membros da Corte. Na ocasião, eles conversaram sobre projetos que devem ser encaminhados ao Parlamento Estadual sobre a reestruturação do TCE, visando à modernização e adaptação do órgão às novas legislações nacionais.

Servidor de carreira do Tribunal de Contas, Othelino Neto destacou que o TCE exerce uma função semelhante à da Assembleia Legislativa, no que diz respeito à fiscalização da boa utilização dos recursos públicos e, por isso, a importância de manterem uma relação de harmonia e equilíbrio.

“Esta é a primeira visita ao presidente Washington depois que assumiu a liderança do TCE. Conversamos sobre a modernização e a adaptação do Tribunal de Contas às novas legislações nacionais e o presidente me informou que, em breve, encaminhará um projeto de lei à Assembleia, fazendo algumas alterações na Lei Orgânica do Tribunal para que possa exercer com mais eficiência ainda as suas prerrogativas”, assinalou.

O conselheiro Washington Oliveira agradeceu a visita do chefe do Legislativo maranhense. “É uma satisfação receber o presidente Othelino, que é servidor desta Casa. Discutimos o papel do Tribunal de Contas neste momento e a busca do TCE em contribuir, ainda mais, com esse processo de desenvolvimento do Estado”, disse o presidente da Corte de Contas.

Também estiveram presentes os conselheiros Edmar Cutrim, Marcelo Tavares, Raimundo Oliveira e Álvaro César, além dos conselheiros-substitutos Antônio Blecaute e Osmário Freire. Participaram, ainda, o diretor administrativo e o procurador-geral da Alema, Antino Noleto e Tarcísio Araújo, respectivamente.

  • Jorge Vieira
  • 10/set/2021

Governo orienta municípios a vacinar cidadão independente da localidade da primeira dose contra a Covid-19

O Governo do Maranhão tem reforçado com os municípios maranhenses quanto a administração da segunda dose da vacina contra a Covid-19, independente do local da imunização da primeira dose. A orientação considera Nota Técnica do Ministério da Saúde, presente no 41º Informe Técnico do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Conforme a nota, “a aplicação da segunda dose deve ser garantida independente da Unidade da Federação ou Município em que a primeira foi realizada, garantindo assim o esquema vacinal de toda a população brasileira”. Ainda segundo o informe, “em casos de excepcionalidade, o estado deverá enviar relatório ao Ministério da Saúde com as informações necessárias para reanálise da distribuição”.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destaca que a orientação facilita o acesso à Dose 2 da vacina e garante o esquema completo de imunização. “O SUS é universal. Portanto, o brasileiro pode ter acesso aos serviços públicos de saúde em qualquer lugar do país. A vacinação deve ser garantida a qualquer pessoa que vacinou em outra cidade do país, mas se encontra em qualquer município maranhense no prazo de tomar a segunda dose”, explicou.

Se houver necessidade de doses extras por conta da demanda, novas doses podem ser enviadas aos municípios. “De acordo com a necessidade e os pedidos dos municípios, estaremos enviando a solicitação para o Ministério da Saúde, conforme disposto na nota”, destaca a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Tayara Pereira.

No informe, o Ministério da Saúde segue recomendando, mesmo com o avanço da vacinação, a manutenção das medidas não farmacológicas de prevenção à transmissão do vírus, tais como: uso de máscara, distanciamento social, etiqueta respiratória e higienização das mãos, dos objetos de uso pessoal e comercializados, dentre outros.

  • Jorge Vieira
  • 10/set/2021

Recuo de Bolsonaro demonstra fraqureza, diz Rubens Junior

O deptado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB)  considera o recuou de Jair Bolsonaro em suas intenções golpistas uma clara demonstração de fraqueza, mas adverte que outra bravatas ainda virão.

“A Nota Oficial da Presidência da República evidencia o recuo e demonstra a fraqueza de BoIsonaro. Mas, infelizmente, outras bravatas virão”, disse o parlamentar comunista diante da nova postura do presidente.

No feriado de 7 de Setembro, nos dois atos públicos em que estave presente (Brasília e São Paulo), Bolsonaro pregou a violência, ameaçou atropelar a Constituição, não cumprir ordens judiciais e enquadrar ministros do STF, porém, mudou totalmente de postura diante da péssima repercussão aos seus discusos insanos.

O recuou, certamente por falta de apoio às suas intenções ditatoriais, fez Bolsonaro, que rugiu como leão no palanue montado por ele em São Paulo, parecer um gatinho bem adestrado ao publicar ontem sua Cata à Nação, pedidndo desculpas pelas insanidades cometidas “no calor do momento”.

Ainda que tenha se arrependido das ameaças às instituições, Rubens Júnior adverte que todo cuidado é pouco e chama atenção para novas bravatas que ainda poderão ser lançadas pelo capitão desmoralizado.

 

  • Jorge Vieira
  • 10/set/2021

Projeto de “Moral da BR” para 2022 balança bastidores da sucessão

Único dos pré-candidatos governistas a não assinar a carta “Pacto pela União”, distruída à imprensa no dia 5 de julho, onde as lideranças signatárias do documento firmaram o compromisso de buscar a unidade para a indicação do  candidato de consenso do grupo liderado pelo governador Flávio Dino, o deputado Josimar de Maranhãozinho (PL) é mais um projeto para 2022, pelo visto, sem possibilidade de recuou.

Sua entrada na corrida pelo Palácio dos Leões deve provocar uma reviralvolta na base aliada dos pré-candidatos Weverton Rocha (PDT) e Carlos Brandão (PSDB) que esperam contar com o apoio de prefeitos que esteviream em seus atos no interior do estado, mas que foram eleitos com o apoio do parlamengtar federal, que agora está cobrando lealdade daqueles que receberam sua ajuda em 2020, inclsive de pedetistas, tucanos e republicanos.

A exempo do senador Weverton Rocha, que já anunciou que sua pré-candidatura é prá valer e que seu projeto não tem “marcha ré, Maranhãozinho segue o mesmo caminho”.  O senador tem deixado muito claro nos encontros que vem promovendo no iterior do estado, faz questão de falar aos seus aliados que seu desejo é trabalhar por “Um maranhão Mais Feliz”. As falas dos seus aliados são sempre no sentido de ressaltar suas virtudes.

O deputado tem sido assíduo nas redes sociais e suas postagens são sempre no sentido de refirmar seu projeto de governar o estado. Recentemente reuniu cerca de 56 prefeito eleitos com seus apoio em 2020, cobrou lealdade e anunciou seu afastamento do governo, por ter a convicção de que jamais seria o candidato do consenso do grupo.

“Quando decidi entrar para a vida pública sabia dos desafios que enfrentaria. Contudo, mantenho a cabeça erguida e sei que, com muito trabalho, determinação e união, faremos do Maranhão uma grande referência para Nação”, diz uma de suas postagens no Twitter.

Josimar diz em sua rede social: “Nunca estive tão convicto e preparado para assumir um novo desafio, como agora (ser candidato a governador). Meu nome está à disposição do nosso povo”, afirma em outra postagem, deixando claro que seu projeto não tem volta.

Caso seja confirmada a candidatura de Josimar, e tudo indica que será, dará um sacudida na pré-campanha, pois boa parte dos prefeitos que estiveram em seus atos pelo interior do estado realizados por Weverton e Brandão  foram eleitos com o apoio de Josimar e não devem contrariar o chefe, que já está cobrando reciprocidade do apoio que receberam em 2020.

Dos pré-candidatos que estiveran no encontro de 5 de julho, quando foi entregue ao chefe di Executivo estadual a missão de construir a unidade para a escolha de um nome de consenso, o vice-governador Carlos Brandão e o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade), continuam fiéis ao Pacto pela União.

Como Maranhãozinho já comunicou seus afastamento da base do governo e Weverton diz que será candidato com ou sem apoio do governador, Brandão e Simplício continuam aguardando a decisão de Flávio Dino, que certamente terá muito peso na eleição do seu sucessor.

  • Jorge Vieira
  • 9/set/2021

Após atos golpistas, Bolsonaro recua e diz em nota que ataques ao STF ‘decorreram do calor do momento’

O Globo – Após o acirramento da crise insitucional causado pelos atos com pautas antidemocráticas de 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro divulgou uma “declaração à nação” nesta quinta-feira dizendo que nunca teve “a intençaõ de agredir quaiser Poderes.” Bolsonaro disse que  suas  “palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.”

“Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar”, afirmou o preisdente Bolsonaro.

No documento, dividido em dez pontos, o presidente Jair Bolsonaro afirma que não teve intenção de agredir e que pessoas que exercem o poder “não têm o direito de ‘esticar a corda'”, o que prejudicaria a vida dos brasileiros e a sua economia.

“Por isso, quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum”, afirmou o Presidente.

O presidente afirmou ainda que boa parte das suas divergências com os demais poderes, sua principal questão é em relação ao ministro Alexandre de Moraes.

Na carta, Bolsonaro destaca as qualidades do ministro como “jurista e professor”, mas que existem “naturais divergências” com algumas de suas decisões.

Bolsonaro prometeu ainda que, a partir de agora, essas divergências serão resolvidas por meio de medidas judiciais que serão tomadas no Judiciário para “assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais”.

“Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles”, afirmou Bolsonaro.

O presidente Bolsonaro publicou a  declaração após uma última semana de ataques e discursos duros contra o STF, além de promover, nos últimos dois meses, a divulgação dos atos que se viram no 7 de Setembro.

O presidente participou ainda de motociatas com seus seguidores até mesmo nos dias de semana. Na maioria dessas ocasiões, Bolsonaro atacou os ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.

Em agosto, o presidente cheogu a protocolar um pedido de impeachment de Moraes no Senado Federal, negado pelo senador Rodrigo Pacheco.

A “Declaração à Nação” acontece dois depois da péssima repercussão de sua participação nos atos do Dia da Independência. Nos dias que antecederam aos atos, Bolsonaro ameaçou ministros do STF até num ato oficial dentro do Palácio do Planalto, na semana passada, quando anunciou pacote de investimento para o setor ferroviário.

Na ocasião, Bolsonaro chegou a dizer que ninguém precisava “temer” o dia 7. E atacou Alexandre de Moraes e Luiz Fux, mesmo sem citar seus nomes. Em diversas ocasiões, Bolsonaro disse que a manifestação serviriam para “enquadrar um ou dois” ministros do Supremo.

O presidente afirmou, também na véspera da manifestação, que as manifestações de seus seguidores no dia 7 seriam um “ultimato” aos ministro da Corte.

No seu discurso em Brasília, no dia 7 de Setembro, o presidente atacou diretamente o ministro Moraes.

— Não podemos continuar aceitando que uma pessoa específica da região dos Três Poderes continue barbarizando a nossa população. Não podemos aceitar mais prisões políticas no nosso Brasil. Ou o chefe desse poder enquadra o seu ou esse poder pode sofrer aquilo que nós não queremos — ameaçou Bolsonaro.

Ao lado de Bolsonaro, no palanque, estavam, entre outros, os generais Hamilton Mourão (vice-presidente da República) e Braga Netto (ministro da Defesa).

Confira a declaração na íntegra:

“Declaração à Nação

No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

  1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.
  2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.
  3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.
  4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.
  5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.
  6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.
  7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.
  8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.
  9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.
  10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

Jair Bolsonaro

Presidente da República Federativa do Brasil”

 

  • Jorge Vieira
  • 9/set/2021

Flávio Dino defende participação da esquerda no ato Fora Bolsonaro organizado pela direita

O governador do Maranhão,  Flávio Dino, através de sua rede social, defendeu a participação de todos os seguimentos que desejarem no ato público convocado por forças da direita para o o domimgo (12) contra o presidente Jair Bolsonaro e a favor do impeachment.

“Absolutamente legítimo: alguns querem ir em ato contra Bolsonaro organizado por forças de direita, outros não querem. O mais importante é ocorrer o ato. Quanto mais gente contra golpe e ditadura, melhor, pois assim teremos eleições para disputar contra a direita”, observou o governador em sua página no Twitter.

O protesto contra o presidente está sendo organizado por movimento considerrados de direita e deve ganhar reforço de movimentos e partidos de esquerda pelo menos em cinco estados, embora exista alguma resistência. A CUT, por exemplo, divulgou nota nesta quarta-feira (8) anunciando não participará do ato a favor do impeachment convocado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), entre outros.

Ao se manifestar de forma positiva a favor dos atos que pedem o impecahment de Bolsonaro, o governador Flávio Dino defende que quanto mais gente estiver contra golpe e ditadura, melhor para o país, para a democracia e garante que haverá eleições em 2022, quando o povo deciirá quem comandará os destino do Brasil.

A ideia é dar uma resposta ao discurso golpista do presidente nos atos convocados por ele no feriado de 7 de Setembro, quando destilou ódio contra o Supremos Tribunal Federal e defendeu pautas antidemocráticas. E Flávio Dino, pela defesa que fez do ato de domingo, não vê problema em unir forças contra o fascismo bolsonarista.

O PDT nacional, que vai participar do ato, divulgou nota nesta quarta-feira (8) defendendo que “é hora de unirmos  forças da esquerda à direita pelo impeachment desse presidente tirano e incompetente”. Os pedetistas adizem ainda que “todos aqueles que realmente qurem a saída de Bolsonaro devem estar  juntos neste momento, sem cálculos eleitorais para 2022 e sem sectarismo oportunista”.

 

 

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