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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 26/jun/2025

Márcio Jerry responsabiliza Brandão pela crise na aliança governista

A crise que abala as estruturas da aliança governista e que ameaça colocar em lados opostos aliados do ex-governador Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e do governador Carlos Brandão (PSB) nas eleições de 2026, na avaliação do deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) é provocada pela falta de gestão política do chefe do Executivo estadual.

Em entrevista À Record News nesta quarta-feira (25), Jerry, muito ligado ao ministro do STF e um dos cabeças da alianças que chegou ao poder na eleição de 2014 pondo fim ao ciclo de dominação do grupo Sarney no Maranhão que durava quase cinco décadas, colocou o dedo na ferida ao afirmar que os fatos que levaram ao desentendimento eram perfeitamente contornáveis se houvesse gestão política do governador.

“Eram fatos, circunstâncias, situações absolutamente evitáveis se tivesse gestão política. E neste caso, isto é absolutamente responsabilidade de quem está no papel natural de líder. Quem é que lidera? É o governador. Cabe a quem? Cabe ao governador ter a capacidade, a vontade política de liderar — e de liderar amplamente para além dos círculos familiares e do puxa-saquismo que é tão próprio também desses momentos”, observou Jerry.

Márcio Jerry, líder maior do PCdoB no Maranhão, partido que integra a federação Brasil da Esperança (PCdoB-PT-PV), sem meias palavras responsabiliza diretamente Brandão pelo esfacelamento do grupo por, segundo ele, falta de capacidade de liderar.

Pelo tom do discurso de Jerry, a possibilidade de reconciliação dos dois grupo anda cada vez mais distantes, mas como tudo em política no Maranhão é resolvido pelas lideranças maiores em Brasília, melhor aguardar para conferir quando 2026 chegar o resultado deste jogo de poder.

  • Jorge Vieira
  • 26/jun/2025

Após derrubada do aumento do IOF pela Câmara, Lula diz que governo busca “justiça fiscal”

Diante da ampla derrota na Câmara dos Deputados, que derrubou o decreto de aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender mudanças tributárias com foco na equidade. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (26), Lula reafirmou que a meta do governo é combater desigualdades no sistema fiscal e garantir que os mais ricos contribuam proporcionalmente com a arrecadação.

A manifestação do presidente ocorre em um momento de tensão entre o Executivo e o Congresso, após 383 deputados votarem contra o decreto de aumento do IOF. Apenas 98 foram favoráveis. A medida, considerada essencial pela equipe econômica para manter o equilíbrio fiscal, foi rejeitada inclusive por partidos com ministérios no governo, o que acentuou a percepção de fragilidade da articulação política do Planalto.

“Muita gente está falando em imposto no Brasil nos últimos dias. É importante entender o que de fato está sendo proposto”, escreveu Lula na legenda de uma tirinha publicada em seu perfil no Instagram. “O governo quer fazer mudanças tributárias combatendo privilégios e injustiças. É tornar o sistema mais justo”.

Na sequência, o presidente explicou, de forma didática, o princípio que orienta a proposta de justiça fiscal defendida pelo governo:

“É simples: quem tem mais, paga — proporcionalmente — mais. Quem tem menos, paga menos. Assim, corrigimos uma injustiça histórica, equilibramos o sistema e garantimos que os super-ricos contribuam de forma mais justa com o país”.

 “Justiça fiscal é isso. Essa é a mudança que queremos construir”, concluiu.

Nos bastidores, o governo avalia possíveis respostas à derrota, que vão desde a reedição do decreto em nova versão até uma eventual judicialização no Supremo Tribunal Federal. No entanto, interlocutores reconhecem que há risco de agravamento da crise institucional se o STF for acionado para questionar a decisão do Congresso.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2025

Carlos Lula critica rejeição de projeto que reduziria ICMS da cesta básica no Maranhão

O deputado estadual Carlos Lula (PSB) fez críticas, nesta quarta-feira (25), à decisão da Assembleia Legislativa do Maranhão de arquivar o Projeto de Lei nº 143/2025, de sua autoria, que previa a redução do ICMS sobre os produtos da cesta básica no estado. A proposta foi rejeitada após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) emitir parecer contrário, seguido pela maioria dos parlamentares da base governista.

Durante pronunciamento em plenário, Carlos Lula afirmou que a base do governo agiu para impedir que a comida do trabalhador maranhense ficasse mais acessível. “O que a gente quer aqui é que os produtos da cesta básica tenham isenção de ICMS. Não faz sentido cobrar imposto da comida de quem já passa fome”, destacou.

O deputado também apontou contradições no comportamento do governo estadual, que recentemente zerou o ICMS da cadeia do leite, beneficiando diretamente grandes produtores do setor, entre eles, empresas ligadas à família do governador.

“Eu não quero acreditar que o ICMS é zero para o leite só porque a família do governador tem uma empresa de leite. Enquanto isso, o trabalhador que precisa colocar feijão e carne na mesa tem esse benefício negado”, disse.

Carlos Lula questionou os argumentos jurídicos usados para barrar o projeto e lembrou que outros estados, como São Paulo e Piauí, já adotaram a isenção de ICMS sobre a cesta básica, com base no mesmo convênio nacional.

“O impacto financeiro alegado é menor do que o aumento que o próprio governo já aprovou no ICMS. Por que o Maranhão não pode fazer o mesmo que outros estados?”, ponderou o deputado.

Por fim, o parlamentar lamentou o arquivamento da proposta e classificou a postura do Governo do Maranhão como insensível às necessidades da população.

O projeto foi rejeitado por 25 parlamentares, seguindo a recomendação do governo estadual. Com o arquivamento, o Maranhão segue com uma das maiores alíquotas de ICMS do país sobre produtos da cesta básica, impactando diretamente o custo de vida das famílias de baixa renda.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2025

Cenário para o Senado sem Brandão coloca Roseana no jogo

Única representante da família Sarney com mandato, a deputada Roseana Sarney (MDB), mesmo sem brilho na Câmara Federal, num cenário sem o governador Carlos Brandão (PSB), até de forma surpreendente, aparece liderando a corrida para o Senado, o que levar à seguinte reflexão: o que restou do outrora poderoso grupo Sarney respira, ainda que seja por aparelho.

Com um mandato apagado e quase sempre cedendo a cadeira para o suplente Hildo Rocha (MDB), Roseana aparece na pesquisa do Inop Previsão, divulgada na última segunda-feira (23) na frente dos senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PSD), candidatos à reeleição e com papel de destaque na Câmara Alta do Congresso Nacional, onde exercem a função de vice-líderes do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Conforme os números do Inop, Roseana, sem Brandão na disputa, estaria quase dez pontos à frente de Weverton e mais de 22 ponto a frente de Eliziane, ou seja, pelo uma cadeira estaria garantida para a filha do ex-presidente José Sarney, quatro vezes governadora do Maranhão, que já havia se aposentado da vida pública, mas que resolveu voltar às atividades em 2022 com o mandato de deputada federal.

O fato curioso desta sondagem do Inop para o Senado é que os outros três candidatos com mais visibilidade, Weverton, Eliziane e o ministro do Esporte André Fufuca, estão praticamente empatados dentro da margem de erro. Rocha tem 10,93%, Eliziane, 7,36%, e Fufuca 6,75%. Em seguida aparecem Pedro Lucas Fernandes 5,86%, Aluisio Mendes 5,53% e o ex-prefeito de Santa Rita Hilton Gonçalo 1,78%.

A sondagem, revela ainda que 17,35% dos entrevistados não votariam em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 14,75% não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 2.132 pessoas em todo o estado.

Como se pode constatar do levantamento, o cenário para o Senado, também depende de uma posição do governador Carlos Brandão. Os números indicam que, caso resolva ser candidato a senador, tem a maioria do eleitorado. Neste cenário estimulado, Brandão tem a preferência de 36,21% dos eleitores entrevistados. O senador Weverton Rocha aparece com 17,50%; o ministro do Esporte, André Fufuca soma 7,88%; o deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) tem 6,89%; e a senadora Eliziane Gama (PSD) tem 6,85%.

A pesquisa não mediu, se mediu não publicou, um cenário com Brandão e Roseana candidatos ao Senado, por isso não se tem um extrato mais apurado de como ficaria o quadro com os dois políticos na disputa, mas nem por isso deixa de ser relevante o fato da ex-governadora liderar em terminado cenário, ficando muito a frente da senadores em pleno exercício dos mandatos.

A bola está com o governador. Ele mantem silêncio sobre o futuro político, imas ncentiva o sobrinho Orleans Brandão (MDB) a viabilizar sua pré-candidatura ao Governo do Estado e deixa no ar a expectativa de pode entregar o governo para o vice-governador Felipe Camarão (PT) e ser candidato ao Senado ou se manter no cargo para tentar eleger o sucessor de sua preferência.

Seja qual for sua opção, o cenário tanto para o Governo do Estado como para o Senado somente começará ser definido após a decisão do governador, por enquanto tudo fica no campo da especulação.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2025

Alema prova MP que cria gratificação de jornada para bombeiros, policiais militares e civis

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, nesta terça-feira (24), o projeto de lei de conversão 004/2025, oriundo da Medida provisória nº 486/2025, do Poder Executivo, que cria a gratificação de complementação de jornada operacional para operações especiais a ser paga para os bombeiros militares e policiais civis e militares.

A matéria foi encaminhada à sanção do governador Carlos Brandão (PSB) pela presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale (PSB).

A norma aprovada autoriza os comandantes-gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar e o Delegado-Geral da Polícia Civil a baixar normas complementares necessárias à implementação da referida medida, que beneficia servidores, inclusive os de cargo ou função em comissão, que ultrapassem a jornada regulamentar do serviço.

Na Mensagem Governamental nº 35/2025 de encaminhamento da matéria à Assembleia Legislativa do Maranhão, o governador Carlos Brandão justifica a medida diante a necessidade de se abranger todas as atividades relacionadas ao Corpo de Bombeiros do Estado do Maranhão, que vão desde a proteção e defesa civil do Estado até prevenção e combate a incêndio, dentre outras descritas em sua lei de organização básica.

“A medida se compatibiliza com a realidade fática e atende ao crescimento da demanda de serviços operacionais do Corpo de Bombeiros Militar, na capital e no interior do Estado, além da complexidade e especificidades de suas atividades”, justifica.

A norma aprovada altera e acrescenta dispositivos à Lei nº 9.663/, de 17 de julho de 2012, que dispõe sobre a criação de gratificação de complementação de jornada operacional para operações especiais.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2025

Fátima Araújo é empossada secretária adjunta da Secap

A ex-vereadora de São Luís, Fátima Araújo, foi empossada, na tarde desta segunda-feira (23), como secretária adjunta de Articulação Política do Governo do Maranhão (Secap). A solenidade ocorreu no Palácio dos Leões e foi conduzida pelo secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira. Também estiveram presentes o secretário de Articulação Política, Rubens Pereira (Rubão), e o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.

Na nova função, Fátima Araújo será responsável por manter o diálogo institucional com os vereadores da capital e de municípios do interior do estado. Caberá à gestora ouvir demandas dos parlamentares e encaminhá-las ao governador Carlos Brandão, fortalecendo a interlocução entre o Executivo estadual e os Legislativos municipais.

Além de Fátima, também tomaram posse Mecial Arruda e Raimundo Silveira, que assumem cargos em outras pastas do governo.

“Quero agradecer ao grupo liderado pelo governador Carlos Brandão por mais esse desafio. Estou pronta para continuar somando e contribuir com o avanço do Maranhão”, declarou Fátima Araújo durante a cerimônia.

  • Jorge Vieira
  • 24/jun/2025

Braide continua liderando cenário para governo do estado

A corrida ao Palácio dos Leões, realizada pelo Instituto Inop, divulgada nesta segunda-feira (23) confirma o favoritismo do prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) ao Governo do Estado ao tempo em que expõe o jogo de perde-perde da aliança governista com o racha que coloca brandonistas (liderados pelo governador Carlos Brandão) e dinistas (aliados do ex-governador Flávio Dino, atual ministro do STF) em lados opostos.

Sem dar uma única palavra sobre sucessão, a não ser um breve “tudo no momento certo” ao ser questionado se pretende ser candidato ao governador, o prefeito de São Luís, segundo todas as pesquisas dos mais diversos institutos, tem sido o grande beneficiado da crise que abalou as estruturas do grupo que chegou ao poder com Dino na eleição de 2014 e que se mantém com Carlos Brandão (PSB).

Embora em política nada seja impossível, pelo clima que se observa nos bastidores da sucessão, é pouco provável uma reaproximação do atual ministro do STF com o governador, o que vem favorecer diretamente a candidatura de Braide, caso ele decida participar da disputa, como tudo indica que vai.

Nesta terça-feira, por exemplo, o bem informado jornalista Marcos D’Eça, traz a informação de que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, reuniu em São Paulo Braide e senadora Eliziane Gama (PSD) para tratar sobre as eleições de 2026, ficando definido a composição da chapa majoritária com Braide governador e Eliziane como uma das candidata ao Senado.

Nos bastidores da sucessão há quem aposte que o governador Brandão não ficará até o final do governo e entregará o comando do Estado para vice-governador Felipe Camarão (PT) disputar a eleição, num acordo que garantiria sua eleição para o Senado, com direito a indicação do vice na chapa e que a pré-candidatura de Orleans Brandão não passaria de um jogo. A pré-campanha ostensiva do sobrinho do governador, no entanto, leva a crê que Brandão continua indeciso sobre seu futuro político: Entregar o governo para Felipe Camarão e ter uma eleição garantida para o Senado em 2026 ou apostar na candidatura em Orleans e passar quatro anos no ostracismo.

O fato é que enquanto Brandão não se define, Eduardo Braide consolida sua candidatura e torce pelo aprofundamento da crise que consome a aliança governista.

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