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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 23/out/2021

Candidatura de Camarão vai depender da tática eleitoral do PT para 2022

Lançado pré-candidato ao governo do estado por uma ala do PT, tendo a frente os secretários Chico Gonçalves e Luís Henrique Lula da Silva, Felipe Camarão entrou com desenvoltura na pré-campanha, mas a confirmação do seu nome na corrida ao Palácio dos Leões ainda depende da tática eleitoral que será definida no encontro estadual do partido.

Previsto para acontecer entre março e abril de 2022, o encontro vai decidir se o PT lança candidatura própria ou se fará coligação majoritária com outro partido. Caso prevaleça a primeira opção, Camarão deverá confirmado, porém, se os petistas acharem mais conveniente compor aliança, restará saber com quem, já que a concorrência é grande e envolve os dois principais pré-candidatos do grupo governista: Carlos Brandão (PSDB) e Weverton Rocha (PDT).

Setores do petismo consideram remota as chances da legenda disputar a eleição para o governo com candidato próprio e acreditam que essa possibilidade depende da estratégia eleitoral que a executiva nacional definirá para os estados, levando em consideração que a prioridade é a eleição de Lula para presidente da República. Neste caso, acreditam as fontes do blog, a preferência será compor com o nome apoiado pelo governador Flávio Dino (PSB).

Como nada no PT acontece sem o aval direção nacional, que avocou para si a decisão sobre eleições estaduais, o jovem carismático secretário de Educação para ter sua candidatura confirmada vai depender do sinal verde da cúpula petista, que até o momento não se manifestou e analisa com lupa a situação em cada estado antes de bater o martelo, sendo que no Maranhão integra o governo e possui muita afinidade com o governador.

Não é segredo para ninguém ligado nos bastidores da sucessão a preferência da direção estadual por uma aliança com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), mas é fato que existe setores defendendo aliança com o candidato do PDT, assim como aqueles que preferem ver o partido disputando com nome próprio, no caso Felipe Camarão.

É importante destacar, no entanto, que manifesto de desejo de petistas, seja de que ala ou corrente que for, em período pré-eleitoral, vale muito pouco, pois quem bate o martelo é a executiva nacional, como vem ocorrendo desde de 2010 quando o encontro estadual do partido decidiu pela candidatura de Flávio Dino, sofreu intervenção e foi colocado no palanque de Roseana Sarney (MDB).

Por conta dos antecedentes é que os petistas do Maranhão deverão se posicionar alinhados com o pensamento da direção nacional, que ainda não disse o que pretende no Estado que passará a ser governado por Carlos Brandão a partir de abril de 2022, admiradador de Lula e propenso a montar palanque para o petista.

Ainda tem água para rolar debaixo dessa ponte.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2021

Othelino Neto é homenageado com título de ‘Cidadão Santa-Inesense’

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), recebeu, nesta sexta-feira, o título de ‘Cidadão Santa-Inesense’, concedido pela Câmara Municipal de Santa Inês. A honraria, proposta pelo vereador Enfermeiro Victor (PDT), é um reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo parlamentar ao município. A homenagem foi prestada durante a quinta edição do programa ‘Assembleia em Ação’, realizada na cidade.

Othelino agradeceu aos vereadores pela homenagem e reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando para viabilizar ainda mais benefícios e serviços à população de Santa Inês.

“Com essa nova cidadania, que muita me honra, reforço a minha atenção e compromisso com a cidade. Tenho, agora, uma responsabilidade ainda maior com os santa-inesenses. É uma homenagem que guardarei não só no gabinete, mas também no meu coração”, declarou o chefe do Legislativo maranhense.

O vereador Enfermeiro Victor, autor da proposição, ressaltou a importância do trabalho de Othelino Neto em prol de Santa Inês. “O deputado é merecedor desse título. Em nome de todos os vereadores, que aprovaram a proposição por unanimidade, agradecemos a ele por ter sempre esse olhar carinhoso para nossa cidade”, afirmou.

O presidente da Câmara Municipal de Santa Inês, vereador Josino Catarino, também reconheceu o trabalho do parlamentar no município. “Por isso, nada mais justo do que o reconhecermos como cidadão de Santa Inês”, disse.

 

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2021

Desaprovação de Bolsonaro volta a subir e está em 53%, diz EXAME/IDEIA

O número de brasileiros que avalia a gestão do presidente Jair Bolsonaro como ruim ou péssima voltou a subir e chegou muito próximo do recorde, registrado em julho deste ano, quando ficou em 57%. Segundo dados da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, a avaliação negativa soma 53%. Em relação à última sondagem, de agosto, foi um aumento de cinco pontos percentuais. Quem acha o trabalho do presidente ótimo ou bom são 23%, e regular, 21%.

A pesquisa traz dados muito eloquentes em relação à inflação. Dos entrevistados, 79% encaram a situação como um grande problema no dia a dia. Os itens que mais têm pesado no bolso das pessoas são alimentos, bebidas e combustíveis. Para a população de renda mais baixa, das classes D e E, os alimentos e as bebidas têm um peso maior, e os combustíveis, obviamente, nas classes A e B.

Outro ponto importante é que 68% dos entrevistados  mudaram os hábitos de alimentação em razão da inflação. “Obviamente que isso tem um impacto muito grande no dia a dia das pessoas, estamos falando de mais de dois terços dos brasileiros comendo de alguma maneira diferente, obviamente piorando sua alimentação em razão do aumento de preços. Quem trabalha com a inflação sabe que ela é essencialmente expectativa, e 61% acham que os preços vão continuar aumentando nos próximos seis meses, ou seja, vamos continuar convivendo com um cenário bastante preocupante para o Brasil” , diz Maurício Moura, fundador do IDEIA, instituto especializado em opinião pública.

“Em relação à avaliação do governo, os indicadores do presidente continuam bastante reativos. A gente vê um ruim e péssimo acima de 50%, o que é muito perigoso porque essa parcela é de difícil desconversão. A aprovação de Jair Bolsonaro, apesar de bem resiliente na casa de 25%, no histórico é muito inferior aos pares dele que conseguiram a reeleição no Brasil pós-redemocratização – Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Bolsonaro tem duas variáveis bastante preocupantes para uma possível reeleição: forte rejeição refletida na avaliação ruim, e baixa aprovação”, avalia Maurício.

Outro dado preocupante da pesquisa é que 42% dos brasileiros discordam que a economia vai melhorar nos próximos seis meses. “É muita gente com incertezas em relação ao futuro da economia, no médio prazo. Isso tem uma correlação com a aprovação do governo, 55% dos que avaliam o governo como ótimo e bom acham que vai melhorar e quem avalia mal é justamente o contrário [66% ruim e péssimo]. É um sentimento geral de desconfiança e incerteza em relação à melhora econômica”, diz Maurício Moura.

Dos entrevistados, 45% atribuem ao governo federal o aumento no preço dos combustíveis e 28% atribuem aos governadores. Só que, quando cruzamos essa informação com aprovação e avaliação do presidente, é justamente o contrário. Quem aprova o governo federal acha que a culpa é dos governadores e vice-versa. A responsabilidade, do ponto de vista da opinião pública, é um tema bastante polarizado.

A pesquisa EXAME/IDEIA ouviu 1.295 pessoas entre os dias 18 e 21 de outubro. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. A sondagem é um projeto que une EXAME e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2021

Deputado Rubens Jr. declara apoio à candidatura de Carlos Brandão ao governo

Em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, na manhã desta sexta-feira (22), o deputado federal Rubens Pereira Jr. (PCdoB), revelou sua predileção ao nome do vice-governador Carlos Brandão, na corrida pela sucessão ao governo estadual.

Rubens destacou o quanto Brandão está qualificado para o desafio e destacou seu perfil agregador. “Não queremos uma eleição que seja uma briga de partidos, ou políticos, para mim, hoje o mais importante é saber quem pode dar continuidade às ações do governador Flávio Dino. Enquanto deputado federal, defenderei dentro do meu partido que o candidato seja o vice-governador Carlos Brandão” afirmou Rubens Jr.

O deputado enumerou ainda uma série de aspectos em que o Maranhão deu um salto nos governos Dino/Brandão. “O Maranhão hoje tem o maior IDEB de sua história, depois de um investimento histórico na educação e toda sua estrutura com mais de mil obras educacionais. Antes nós tínhamos UTI apenas em São Luís, Presidente Dutra e Coroatá, hoje temos uma rede que atende todo nosso estado, esses são apenas alguns dos tantos exemplos de quanto o Maranhão melhorou nos últimos anos e é essa rotina e empenho de trabalho que desejo que seja mantida pelo nosso estado” declarou o parlamentar.

Carlos Brandão tem uma vasta experiência no serviço público, tendo sido secretário em diversas oportunidades, além de deputado federal e vice-governador dos dois governos Dino, experiências que o credenciam como melhor alternativa para dar continuidade àquele que é avaliado como um dos melhores governos do país”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2021

Brandão deve ser confirmado como candidato do grupo Dino; Weverton praticamente descartado

No dia 5 de julho deste ano, presidente de partidos, parlamentares e lideranças presentes a uma reunião convocada pelo governador Flávio Dino para iniciar o processo de discussão sobre as eleições de 2022, assinaram uma carta compromisso e entregaram ao chefe do Executivo a missão de construir a unidade do grupo visando o lançamento de um candidato único à sua sucessão.

Com exceção do presidente do PL, deputado federal Josimar de Maranhãozinho, hoje na oposição, os demais aliados do governador assinaram o manifesto em defesa de unidade, porém o que se observa hoje é que, apesar dos esforços do governador em manter sua base unida e fortalecida para enfrentar o desafio das urnas, é que o tão desejado consenso continua longe do alcance.

O governdor prometeu bater o martelo mês que vem e com novembro batendo à porta, nos bastidores de sucssão o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato foguete, é considerado carta fora do baralho; Carlos Brandão deverá ser confirmado como candidato do gurpo que segue a liderança de Dino.

O vice-governador, que estará no comando do estado a partir de abril de 2022, deverá ser prioridade, até porque não poderá disputar outro cargo que seja a sua própria reeleição, mas incompreensões e ânsia de poder dentro do grupo poderá provocar, ao contrário do pretendido pelo governador, rachas e enfraquecimento da aliança que derrotou o sarneysismo e implantou uma nova era no Maranhão.

Político experiente que já ocupou vários cargos na vida pública e que conhece profundamente todos os programas e projetos do governo, Brandão possui ainda a seu favor o fato de não responder a nenhum processo,  ter vida limpa e ficha limpa, ao contrários do seu principal concorrente interno, senador Weverton Rocha, que responde a processo por corrupção e que tem sido o principal empecilho para a construção da unidade.

No grupo do governador, os outros dois pré-candidatos, Felipe Camarão e Simplício Araújo, embora seja legítima suas pretensões de concorrer à principal cadeira do Palácio dos Leões não chegam a ser motivo preocupação. O primeiro pelo fato de ainda depender de aprovação do PT e da autorização da executiva nacional, sendo mais provável ser confirmado como vice de Brandão, conforme conversações de bastidores. Já Simplício também não parece disposto a causar problemas ao governador caso não seja o escolhido.

Pelo que se tem observado, a disputa interna está limitada ao vice-governador e ao senador do PDT, sendo que em todos os eventos do governo, Flávio Dino tem rasgado elogios a Brandão, num claro indicativo de que Weverton Rocha, se quiser concorrer, terá que se virar por conta própria e se transformar em outro Roberto Rocha, que após ser eleito pelo governador, quis se transformar num avião e acabou com a asa quebrada. Já Weverton virou candidato foguete, que até agora não decolou e tende a explodir.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 21/out/2021

Davi Telles assume coordenação da Fundação João Mangabeira no Maranhão

A Fundação João Mangabeira (FMJ) está sob novo comando no Maranhão. O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Davi Telles (PSB), assumiu a coordenação da Instituição. Nesta quinta (21), ao lado do deputado Bira do Pindaré (PSB) realizou, em Brasília, a primeira reunião de trabalho.

Para Bira, um encontro necessário e bastante produtivo de alinhamento de pautas com discussão sobre os projetos de formação da FJM no Maranhão e o encontro do segmento de mulheres que deverá acontecer brevemente no estado.

A reunião ocorreu na sede nacional da Fundação, com a presença do chefe de gabinete da presidência da FJM Renato de Andrade e pela chefe da assessoria técnica da instituição  Márcia Rollemberg.

“Mais um desafio que acolho com muita honra. coordenar no Maranhão da Fundação João Mangabeira, responsável pela formação política e em gestão pública no nosso PSB. E que leva o nome de um grande brasileiro. Agradeço a confiança do governador Flávio Dino e do deputado Bira do Pindaré”, afirmou Telles.

  • Jorge Vieira
  • 21/out/2021

Editorial do jornal espanhol El País: O tempo prova que Lula está certo

Um ano antes das eleições presidenciais no Brasil, o esquerdista Lula da Silva tem um caminho claro para lutar contra o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro. Lula recuperou direitos políticos em março passado, quando o Supremo Tribunal Federal anulou as duas condenações por corrupção que mantiveram o líder do PT na prisão por 19 meses e que, por decisão do mesmo tribunal, o impediram de ser medido nas urnas com o Bolsonaro em 2018. A anulação das sentenças foi seguida por outra decisão judicial de longo alcance, que considerou que o juiz Sergio Moro não foi imparcial no julgamento de Lula. Essa sentença teve um efeito cascata cristalizado em uma série de decisões judiciais que nos últimos meses levaram ao encerramento de praticamente todos os processos contra o homem que presidiu o Brasil de 2003 a 2011. Ele só tem um processo penal aberto, segundo sua defesa.

O tempo está provando que Lula estava certo em dois aspectos: ele sempre proclamou sua inocência e sua confiança na Justiça brasileira. E sempre se considerou vítima de uma perseguição judicial no âmbito da Operação Lava Jato, a investigação de lavagem de dinheiro que acabou descobrindo subornos da Petrobras em quatro países. Especificamente, Lula denunciou ser prisioneiro do juiz Moro, cuja atuação parcial foi demonstrada por seus paraes.

A não ser para grande surpresa, Lula e Bolsonaro serão candidatos nas eleições de dois turnos marcadas para outubro de 2022. O líder do PT lidera com facilidade, mas é improvável que os votos da esquerda sozinhas consigam derrotar os ultra. Bolsonaro. Lula precisa forjar uma aliança ampla como aquela que lhe deu sua primeira vitória eleitoral, na quarta tentativa, há quase duas décadas. Tem a seu favor a erosão de Bolsonaro devido às 600.000 mortes que a Covid-19 deixou no Brasil e a crise econômica. Relatório do Senado brasileiro, apresentado ontem, recomenda que o presidente seja indiciado por crimes contra a humanidade pela gestão da pandemia. Mas Lula tem contra a suspeita de boa parte da elite e da mídia, além das restrições devido à pandemia. Se o Bolsonaro reina nas redes sociais, o habitat natural de Lula é o contato direto com eleitores, comícios e abraços.

Muitos brasileiros se arrependeram de ter votado no militar aposentado, mas isso não significa vontade de apoiar o Partido dos Trabalhadores dentro de um ano, embora o ódio a Lula e seu partido perca força com o avanço do anticolonialismo. Lula, que ao longo de sua carreira tem se mostrado um bom estrategista, terá que se afinar para construir uma coalizão que dilua a rejeição que ainda desperta e reúna forças para transformar a presidência do populista de extrema direita Jair Bolsonaro em um pesadelo passageiro.                                 

 

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