“Cerca de 33 milhões de brasileiros estão passando fome. As pessoas são obrigadas a escolher entre comprar comida ou pagar a conta de luz, que não para de subir. E o que faz o governo? Privatiza a Eletrobrás, para aumentar ainda mais a conta de luz.
Não satisfeito em trazer de volta a fome, o desemprego, a inflação e outros flagelos que havíamos conseguido superar, o atual governo insiste em cometer mais esse crime contra o Brasil e o povo brasileiro: vender a Eletrobrás, a toque de caixa e a preço de banana.
Tamanha pressa em entregar de mão beijada a maior empresa de geração de energia da América Latina, responsável por quase 40% da energia consumida no Brasil, só tem uma explicação: medo da derrota na eleição de outubro, com o consequente fim da mamata com dinheiro público.
A Eletrobrás foi construída ao longo de 60 anos, com o suor de gerações de brasileiros. O resultado desse crime de lesa-pátria é a perda da nossa soberania energética. É a entrega de um bem essencial ao desenvolvimento de um país inteiro para empresários que só visam o lucro.
Perder a Eletrobrás é perder também Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul, entre outras empresas estratégicas. É perder também parte da soberania sobre alguns dos nossos principais rios, como o rio Paraná e o rio São Francisco.
É dizer adeus a programas como o Luz para Todos, responsável por trazer para o século 21 cerca de 16 milhões de brasileiros que antes viviam na escuridão, sem acesso sequer a um copo de água gelada.
É aumentar ainda mais a conta de luz, que hoje já pesa não apenas no bolso do trabalhador, mas também no orçamento da classe média.
Mas podem ter certeza: se vencermos a eleição de outubro, como todas as pesquisas anunciam, nós vamos restaurar a soberania do Brasil e do povo brasileiro.
Luiz Inácio Lula da Silva”
O ex-governador Flávio Dino (PSB), pré-candidato ao Senado com o apoio de um conjunto de partidos do campo popular democrático, através de sua página no Twitter, se manifestou sobre a tentativa de interferência dos militares no processo eleitoral.
Em documento enviado ao presidente do TSE, Edson Fachin, nesta sexta-feira (10), o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira cobra que as propostas feitas pelas Forças Armadas de aperfeiçoamento do sistema eleitoral sejam atendidas e diz que “eleições transparentes são questões de soberania nacional” e que “não nos interessa concluir a eleição sob a sombra da desconfiança”
“Vamos imaginar que houvesse tal “desconfiança”. Esse é um assunto que não compete ao Ministério da Defesa. Este deveria estar preocupado com a violência na Amazônia, verdadeira ameaça à soberania nacional. Quem coordena eleições é o TSE e quem fiscaliza são os partidos políticos”, observa Flávio Dino.
O ex-governador do Maranhão, favorito para vencer a eleição para o Senado, tem criticado com veemência a tentativa de interferência e vem advertindo que não compete ao Ministério da Defesa se intrometer num assunto que diz respeito ao TSE e aos partidos políticos.
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PC do B), comunicou oficialmente, nesta sexta-feira (10), ao governador interino do Estado, desembargador Paulo Velten, e aos membros da Mesa Diretora da Casa a sua “escusa temporária” ao chamado para o exercício da função de chefe do Poder Executivo do Estado do Maranhão por “justa causa legítima” consistente no impedimento legal, decorrente da sanção de inelegibilidade prevista no § 6º do art. 14 da Constituição Federal.
O parlamentar informou, ainda, o seu retorno ao território maranhense nesta sexta-feira (10).
O comunicado de “escusa temporária” do deputado Othelino foi oficializado a partir da informação de prorrogação do afastamento do governador Carlos Brandão, no período de 11 a 20 de junho de 2022, conforme Ofício nº 041/2022, protocolado na quinta-feira (9) e publicado no Diário da Assembleia.
A decisão do deputado Othelino Neto firma-se, também, por analogia e simetria, na jurisprudência da Corte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 30 de abril de 2002, a qual determina que “permanecendo no País qualquer das autoridades referidas, sendo chamada a substituir, eventualmente, o presidente da República, a sua escusa não gera inelegibilidade”.
Othelino Neto fundamenta também sua decisão em não assumir o Governo do Estado considerando que “a sanção de inelegibilidade (art. 14 da Constituição Federal) decorrente do exercício provisório de chefe do Executivo estadual, neste período de seis meses antes do pleito, representa evidente impedimento jurídico à sua pretensão de reeleição ao cargo de deputado estadual. Nesta circunstância, tal fato constitui-se em um axioma jurídico de justa causa legítima motivadora de sua escusa ao chamado”.
Argumenta, ainda, que o chamamento do presidente do Tribunal de Justiça, na qualidade de autoridade subsequente prevista na Constituição Estadual, mantém a estabilidade administrativa e preserva a linha sucessória constitucional do Estado do Maranhão.

O desaparecimento do jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do The Guardian, e do indigenista Bruno Araújo Pereira vem gerando comoção internacional. A fim de cobrar maior esforço das autoridades nas buscas, o cineasta, roteirista e fotógrafo Jorge Bodanzky e o jornalista e roteirista Denis Burgierman lançaram uma campanha em forma de abaixo-assinado.
A petição “Cadê Dom e Bruno?” foi aberta na plataforma Change.org nesta quarta-feira (8) e já passa de 23 mil assinaturas. No texto, Bodanzky e Burgierman pedem que as autoridades ampliem urgentemente os esforços para localizar o correspondente e o indigenista, que desapareceram no domingo (5), na região do Vale do Javari, na Amazônia. Os dois faziam uma viagem de barco da comunidade ribeirinha de São Rafael e iriam até Atalaia do Norte.
“Agilidade nas buscas se faz crucial, já que a região está tomada por diversos conflitos entre indígenas com madeireiros, pescadores, caçadores e garimpeiros ilegais e traficantes de drogas e de armas, e Bruno Pereira já vinha recebendo ameaças”, destaca a dupla no texto da petição. O abaixo-assinado segue em crescimento. Veja: http://change.org/CadeDomEBruno
Na petição online, Bodanzky, que dirigiu documentários sobre a devastação da floresta Amazônica, e Burgierman, que já escreveu livros e atualmente faz roteiros para o programa Greg News, ressaltam que “a resposta lenta e inadequada das autoridades a uma emergência tão evidente gera suspeitas de conivência por parte de quem tem a obrigação de zelar pela segurança do território brasileiro. E aumentam a angústia de quem aguarda por notícias, num momento trágico da Amazônia, em meio à destruição da floresta e ameaças”.
A expectativa é que a campanha reúna o máximo de assinaturas possível a fim de pressionar o governo para a montagem de uma força tarefa com ações integradas de diversos órgãos e organizações da região. No abaixo-assinado, o cineasta e o jornalista exigem celeridade para que todos os recursos humanos e financeiros sejam empregados para a localização do jornalista inglês e do indigenista da Fundação Nacional do Índio (Funai).
“Diante deste cenário e da urgência, nos levantamos para perguntar: onde estão Bruno e Dom? Junte sua voz à nossa para pressionar por respostas!”, apela a dupla no texto.
Considerado um dos principais nomes na corrida ao Palácio dos Leões, o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior (PSD) intensifica sua pré-campanha no interior do estado onde tem sido muito bem recebido por populares e lideranças políticas.
“Estamos avançando município a município, dialogando com a população, e hoje (quinta-feira, 09) foi a vez de Rosário! Agradeço pelo carinho, reconhecimento ao nosso trabalho e sugestões que recebi para o nosso Plano de Governo. Mais uma manhã especial e produtiva para a conta!”, diz Edivaldo em sua rede social.
A receptividade ao pré-candidato tem servido de motivação para novas incursões ao interior do estado. Em algumas localidades moradores entusiasmados com seu projeto para governar no Maranhão com o objetivo de criar oportunidade para todos, de forma espontânea, tem recepcionado o pré-candidato do PSD com carreatas.
Edivaldo vem colhendo com a população informações importantes para a montagem do seu plano de governo e com esta finalidade mantém uma intensa agenda de visitas e conversações com lideranças políticas e comunitárias. E deve chegar no período da campanha com uma base de apoios suficiente para concorrer em condições de vitória.
O senador Weverton Rocha iniciou a pré-campanha montado num foguete que, segundo ele, não dava ré e com a perspectiva de reunir um grande número de prefeitos em seu palanque. Essa percepção aumentou quando recebeu o apoio do deputado federal bolsonarista Josimar de Maranhãozinho (PL), numa articulação, conforme comentam nos bastidores da sucessão, comandada pelo senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente, mas a realidade que se apresenta é muito diferente do imaginado.
Os prefeitos dos partidos que formam a base de sustentação da pré-candidatura do pedetista, inclusive do PDT, começam abandonar a barca e o que era tido como solução para levantar o moral do senador após ser descartado pelo grupo liderado pelo ex-governador Flávio Dino (PSB) se apresenta agora como mais uma dor de cabeça para o pedetista, pois a cada declaração de apoio de ex-aliados ao governador Carlos Brandão (PSB) tem tido efeito devastador, passa para o restante do seu grupo a falta de confiança no projeto governamental.
O senador do PDT, que esperava contar com o apoio de pelo menos cem dos 217 prefeitos, se vê agora diante de uma situação vexatória com a debandada de vários chefes de Executivos municipais, que decidiram não acompanha presidentes de partidos e resolveram declarar apoio ao governador Carlos Brandão, sendo o caso mais recente o do prefeito de Barra do Corda, Rigo Tele, ex-deputado estadual que emendou sete mandatos consecutivos e possui influência em toda região central do Maranhão.
A falta de convicção na candidatura de Weverton ficou evidente quando o deputado Maranhãozinho, alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de desviar recursos públicos destinados à saúde e educação dos municípios administrados por prefeitos aliados, desistiu de indicar a esposa e deputada estadual Detinha (PL) para compor a chapa como vice, recorrendo ao deputado estadual Hélio Soares (PL) e já comentam nos bastidores que Hélio, com receio de ficar sem mandato, deve desistir da missão.
Embora tente passa para a população que seu movimento Maranhão Mais Feliz com o qual tem feito campanha antecipada nos municípios tem atraído público, a verdade é que na grande maioria dos eventos o senador tem falado para cadeiras vazia, agora imagine quando for apresentado ao eleitorado durante a campanha as travessuras do senador desde os tempos da UMES?