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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 12/maio/2022

Edivaldo diz que os problemas do Maranhão não serão resolvidos com brigas, mas com trabalho e união

Pré-candidato ao governo do estado pelo PSD, o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior, que esta semana faz visitas a vários municípios da região do Médio Mearim, em vídeo publicado em sua rede sociais, adverte que os problemas do Maranhão não serão resolvidos com brigas, mas com muito trabalho e união.

“Tenho dito por onde passo, conversando com as pessoas, que não é com brigas que vamos resolver os problemas do nosso estado, mas com trabalho e união. É assim que pretendo administrar o Maranhão, se Deus me permitir chegar ao governo”, observa Edivaldo.

Na avaliação do ex-prefeito da capital, o Maranhão precisa de um governo que busque união. “Nós estamos cansados de brigas, brigas políticas que atrapalham o desenvolvimento das cidades, que atrapalham o desenvolvimento do nosso estado”.

Para Edivaldo, “o próximo governador precisa estar buscando ao lado do governo federal, independente de que é o presidente, melhorias, unindo forças com todos os políticos do estado e buscando trazer soluções para os problemas do Maranhão”.

Bem situado nas pesquisas e com perspectiva decrescimento, o ex-prefeito mais bem avaliado da história da capital, percorre o interior do estado pregando a paz e defendendo suas propostas que visam melhorar a qualidade de vida da população maranhense.

  • Jorge Vieira
  • 12/maio/2022

Bolsopetistas fazem jogo de Weverton e tentam boicotar nome de Lula no Maranhão

Enquanto os nomes unidos pelo bolsonarismo se juntam no Maranhão, petistas ligados à Weverton Rocha (PDT) tentam boicotar a união pró-Lula formada no estado.

Coincidência ou não, o movimento desses “petistas” contra qualquer manifestação de apoio à Lula no Maranhão teve início após a aproximação de Weverton com o bolsonarismo.

O objetivo dos alcunhados “bolsopetistas” é bagunçar os arcos de alianças formados no estado para apoiar o presidente, com o objetivo de atingir as pré-campanhas do governador Carlos Brandão e de Flávio Dino ao Senado.

A sanha por trabalhar em prol do projeto pessoal de poder de Weverton é tão grande que eles esquecem até o maior líder nacional do partido.

E isso poderá ser provado no não comparecimento desses “petistas” no ato pró-Lula que ocorrerá amanhã em São Luís.

Os bolsopetistas, pelo visto, só atendem aos comandos do senador BolsoLula.

  • Jorge Vieira
  • 11/maio/2022

Carlos Brandão diz o momento é de focar na gestão e  que política tem seu tempo próprio

O governador Carlos Brandão (PSB), pré-candidato a reeleição, em entrevista à TV Mirante nesta manhã de quarta-feira-feira (11), afirmou que seu compromisso neste momento é com a gestão e que política tem seu tempo próprio e somente será tratada com mais intensidade entre os meses de julho e agosto, ou seja, no período das convenções partidárias que definirão seus quadros que vão concorrer às eleições de outubro.

“E eu tenho a responsabilidade de conduzir o nosso estado como governador de 7 milhões de maranhenses e entendo que este momento é o momento de focar na gestão, política tem outro momento, lá para julho, agosto quanto teremos as convenções ai a gente vai tratar mais da política, então o foco daqui até lá é realmente a gestão. É mostrar quem é Carlos Brandão e como ele vai cuidar do povo do Maranhão”, observou o governador.

Para Brandão “política você conversa, dialoga, tenho excelente relação com a classe política, o Maranhão inteiro sabe disso, 80% da classe política tem manifestado apoio a nossa pré-candidatura e uma coisa que me deixa muito feliz é minha relação com os poderes. Tenho excelente relação com os poderes, uma relação institucional, de harmonia e com independência com legislativo, com o judiciário, ou seja, onde eu chego sou muito bem recebido e isso me dar a tranquilidade para governar”.

Sobre a acusação do senador Weverton Rocha de que ele teria se aproximado do ex-presidente Lula por oportunismo, Carlos Brandão disse o país vive um momento completamente diferente, que temos que pensar no Brasil e que foi baseado nisso  que o grupo todo que está colocado no campo da esquerda, entende ser este o grande momento de retomar a economia do Brasil, fortalecer a soberania e a democracia e o ex-presidente Lula, hoje, é pessoa que mais traz esse sentimento de restabelecer a democracia no Brasil.

“Estamos nesse campo porque entendemos, eu, Alckmin e tantos outros, que este é momento de reflexão, olhar para frente, as políticas do passado ficaram, o Brasil ou se renova ou a gente não avança, então, nós como homens públicos temos que fazer nossa avaliação sobre esses critérios de cada momento na política e o momento hoje é de restabelecer a democracia, a soberania e procurar um rumo de desenvolver, crescer, gerar emprego, renda que é isso que a população está precisando”.

Na avaliação de Brandão “a população hoje não está voltada para a política, ela está preocupada e como vai comer amanhã, como vai levar seu filho a escola, como vai seu filho a um hospital de qualidade sendo ele público, então esse é o nosso foco e eu vejo hoje, diante de todo esse o processo, o presidente Lula está representando isso, é essa a expectativa de esperança de um Brasil mais moderno”.

  • Jorge Vieira
  • 11/maio/2022

PT mobiliza delegados ao encontro que deve homologar Felipe Camarão vice de Carlos Brandão

São fortes as articulações internas no PT por conta da proximidade do encontro que vai definir táctica eleitora, convocado para os dias 28 e 29 deste mês de maio. Como a aliança com o PSB já está definida, assim como o apoio à reeleição do governador Carlos Brandão (PSB), todas as atenções estão voltadas para indicação do nome do partido que vai compor como vice a chapa majoritária que terá Lula presidente, Carlos Brandão governador e Flávio Dino senador.

O ex-secretário de Educação do Estado, Felipe Camarão, vem sendo apresentado em todas as solenidades como vice de Carlos Brandão, mas para alguns dirigentes de tendências que atuam na legenda essa questão ainda não foi definida e será levada à discussão no encontro estadual, que poderá homologar ou não. Os delegados que decidiram sobre os rumos do PT nas eleições de 2022 serão credenciados na próxima sexta-feira (13).

Camarão conta com apoios importantes de dirigentes do PT e, ao que tudo indica, deve sair vitorioso no embate interno, mas fontes do blog advertem que somente o encontro tem poder para definir quem será o vice de Carlos Brandão, visto que existem outros nomes na legenda interessados.

A aliança com o PSB já está encaminhada com a o aval da direção nacional e da grande maioria das forças que atuam no partido, sem risco de retrocesso ou revisão da posição, porém, correntes minoritárias comandadas por Honorato Fernandes, Márcio Jardim e Paulo Romão defendem aliança com o candidato do PDT, Weverton Rocha.

Felipe continua sendo o favorito para compor a chapa com Brandão, mas conforme adiantou um militante histórico da legenda, sua candidatura somente poderá ser legitimada se assim entenderem os delegados, pois outros militantes com histórico no partido deverão submeter seus nomes a apreciação.

Como no PT dificilmente acontece consenso em decisões polêmicas, melhor aguarda para conferir o resultado do encontro petista.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2022

Flávio Dino defende paz na campanha e propõe diálogo entre partidos, Justiça Eleitoral e MP

O ex-governador Flávio Dino (PSB), pré-candidato ao Senado, através de sua rede social, está propondo um diálogo entre os partidos, Justiça Eleitoral e Ministério Público para evitar excesso durante a pré-campanha e campanhas dos candidatos.

“Estou propondo um diálogo entre os partidos, a Justiça Eleitoral e o Ministério Publico para que tenhamos uma campanha eleitoral em pa. Não é aceitável que militantes de um candidato queiram impedir outro de se deslocar pelo país. Essa visão pacifista deve unir o Brasil”, defende Dino.

Para o ex-governador do Maranhão “todos os candidatos têm direito de fazer suas pré-campanhas e campanhas sem interferências externas, sem serem atacados, sem correrem riscos pessoais ou familiares. O Brasil é maior do que uma eleição”.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2022

Othelino promove reunião de classe política para fortalecer pré-candidaturas de Brandão e Flávio Dino

Na noite desta segunda-feira (9), o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promoveu reunião com representantes da classe política do Maranhão para fortalecer a união do grupo em torno das pré-candidaturas do governador Carlos Brandão (PSB) à reeleição e do ex-governador Flávio Dino (PSB) ao Senado.

O encontro contou também com a presença do pré-candidato a vice-governador, Felipe Camarão (PT), da vice-prefeita de Pinheiro, Ana Paula Lobato (PSB), pré-candidata à primeira suplência na chapa de Flávio Dino, além da senadora Eliziane Gama (Cidadania), de 21 deputados estaduais e dos deputados federais Márcio Jerry (PCdoB), André Fufuca (PP), Zé Carlos (PT) e Rubens Júnior (PT).

Na ocasião, Othelino Neto afirmou que a reunião de tantas forças políticas tem um significado muito forte e que a presença da ampla maioria dos deputados estaduais ao encontro reforça o compromisso dos parlamentares com esse projeto político, que pretende continuar promovendo grandes transformações no estado.

“Cada deputado estadual, que aqui está, representa milhares de maranhenses, pois foram escolhidos pelo povo do Maranhão. E nós vamos levar essa mensagem para cada canto do estado. O governador Carlos Brandão pode contar comigo, como um militante político, porque, sobretudo, tenho responsabilidade com o que estamos construindo desde janeiro de 2015”, declarou o parlamentar.

Othelino, que comandará a coordenação política da pré-candidatura de Flávio Dino ao Senado, destacou, ainda, que todo o grupo está empenhado em fazer com que esse projeto seja vitorioso.

“Faço parte desse projeto porque confio e acredito que é o melhor para o meu estado. O Maranhão merece continuar se desenvolvendo e superando desigualdades históricas. Tenho convicção, a cada dia, que esse grupo de deputados estaduais, deputados federais, do governador Carlos Brandão, do ex-governador Flávio Dino e de tantas forças políticas será vitorioso para o bem dos maranhenses”, assinalou o chefe do Parlamento Estadual.

Unidade – O governador Carlos Brandão agradeceu o empenho do deputado Othelino Neto em priorizar a unidade do grupo político pelo bem dos maranhenses. “A sua capacidade de articulação é o que mais se destaca. Othelino tem o nosso respeito e a nossa gratidão por decidir continuar conosco nesse projeto, iniciado pelo ex-governador Flávio Dino, e que pretendemos continuar desenvolvendo em prol do Maranhão”, disse.

O ex-governador Flávio Dino também reconheceu a importância de Othelino Neto nessa caminhada. “Quero agradecer a você pela parceria, lealdade e pela decisão de priorizar o nosso estado e esse projeto. Você sempre será reconhecido como uma figura fundamental na nossa caminhada que, certamente, será vitoriosa”, afirmou o pré-candidato ao Senado.

Ana Paula Lobato ressaltou que a chapa está comprometida em levar aos quatro cantos do Maranhão a bandeira pela continuidade. “Esse é um grupo que tem trabalho no Maranhão e tem resultado. Então, tenho certeza que teremos uma eleição vitoriosa, pois os maranhenses reconhecem isso. Contem sempre com o meu apoio, força de vontade e determinação para que possamos avançar ainda mais”, completou a vice-prefeita e pré-candidata à primeira suplência ao Senado.

A senadora Eliziane Gama falou sobre a importância da unidade do grupo político. ”Othelino e eu trabalhamos muito para manter a unidade do grupo e fomos ao limite dessa busca. Conseguimos a união daqueles que querem o bem do Maranhão e que os avanços continuem acontecendo. Estaremos juntos em mais uma vitória”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2022

Contradição: Bolsonaro acaba com a Reforma Agrária e Fetaema apoia bolsonarista no Maranhão

O governo do presidente Jair Bolsonaro praticamente acabou com o programa de Reforma Agrária no país e tem se limitado a distribuir títulos de propriedade de terra aos já assentados. Segundo matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira (9), o orçamento para aquisição de terra desabou de R$ 930 milhões em 2011 para R$ 2,4 milhões em 2022, o mesmo ocorrendo com verbas discricionária total do INCRA (Instituto de Colonização e Reforma Agrária), que caiu de R$ 1,9 bilhão em 2011 para apenas R$ 500 milhões em 2020.

Diante dos números que mostram o descaso do governo Bolsonaro com os trabalhadores rurais sem terras, cabe a pergunta: o que pretende a Fetaema (Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranhão) ao apoiar o candidato ao governo do estado Weverton Rocha (PDT), ligado ao bolsonarismo, e por tabela o candidato a senador Roberto Rocha (PTB), defensor do governo de Jair Bolsonaro, inimigo de Lula, do MST e defensor de latifundiários inescrupulosos destruidores do meio ambiente?

De forma surpreendente, a Fetaema, entidade que sempre se posicionou no campo popular democrático, anunciou apoio ao senador Weverton, que faz o jogo do governo Bolsonaro em Brasília, atende ordens para retirar assinatura da CPI que pretende investigar corrupção no Ministério da Educação e agora escancara suas relações com o bolsonarismo se aliando com Roberto Rocha e Josimar de Maranhãozinho, sendo que este último alvo constante de operações da Polícia Federal.

Segundo a reportagem da Folha, em quase três anos e meio de gestão, o governo Jair Bolsonaro (PL) intensificou ação iniciada pelo antecessor Michel Temer (MDB) e transformou radicalmente o programa de reforma agrária brasileiro. O modelo de distribuição de terras a camponeses pobres deu lugar a outro em que as verbas são minguantes, as desapropriações de terras e assentamentos de famílias quase não existem mais e o foco se resume a uma maratona de entrega de títulos de propriedade aos antigos beneficiários.

A incorporação de terras ao Programa Nacional de Reforma Agrária, que nos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 1995 a 2010, somou quase 70 milhões de hectares, praticamente desapareceu sob Bolsonaro, assim como o número de novas famílias assentadas.

Já a entrega de títulos de propriedade provisórios ou definitivos observou um salto sob Temer, logo após a edição da lei 13.465/2017, que flexibilizou o processo de regularização fundiária, e virou uma febre sob Bolsonaro, que em três anos e três meses de governo entregou 337 mil títulos, um recorde. Há várias nuances por trás desses números, mas é possível definir contornos bastante claros.

Nos primeiros dias de gestão, o Incra paralisou todos os cerca de 250 processos de aquisição e desapropriação de terras para a reforma agrária, medida que serviria de prenúncio a um futuro de estrangulamento orçamentário e fim da política de criação de assentamentos.

Só em 2022, por exemplo, Bolsonaro já participou de sete eventos de entrega de documentos de propriedade, ocasiões em que o clima se assemelha a palanque eleitoral, com beneficiados sendo levados ao palco para receber os papéis das mãos do presidente.

Será que a Fetaema também mudou de lado?

Com informações da Folha de São Paulo

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