Para o ex-governador Flávio Dino (PSB), pré-candidato ao Senado, a declaração de reconhecimento da derrota do candidato da extrema-direita colombiana Rodolfo Hernandez para o esquerdista Gustavo Preto na eleição presidencial da Colômbia deve servir de exemplo à direita brasileira.
Logo após ser confirmada a vitória de Preto, primeiro presidente de esquerda da Colômbia, neste domingo (19), Rodolfo Hernández, o candidato de extrema-direita reconheceu a derrota sem fazer o menor questionamento e respeitando a decisão do povo colombiano.
“Aceito o resultado, como se deve ser, se queremos que as nossas instituições sejam fortes”, disse o direitista reconhecendo o resultado das urnas.
Diante da declaração de reconhecimento da derrota, o ex-governador do Maranhão foi sucinto, mas certeiro no comentário: Que sirva de exemplo à direita brasileira, que perderá em outubro”.
Aos 62 anos, Gustavo Preto se tornou o novo presidente da Colômbia com 50,69% dos votos contra 47,04% do adversário, Rodolfo Rodrigues . O esquerdista e ex-guerrilheiro recebeu mais de 10,6 milhões de votos no segundo turno
Em mensagem aos bequimãoenses alusiva ao aniversário do município de Bequimão, a Professora Cássia, pré-candidata a deputada estadual citou as obras realizadas pelos governadores Flávio Dino e Brandão como presentes para a população.
“Nossa gente ganhou presentes históricos, como a ponte do Balandro, restaurante popular e a sonhada ponte Central-Bequimão, entregues pelo governo Flávio Dino e Brandão”, afirmou Cássia.
A pré-candidata a deputada estadual pela Federação Brasil da Esperança relembrou a implantação do polo de Educação Superior da Uema e o Iema Vocacional viabilizadas para o município. “Vidas são transformadas, por meio do conhecimento ofertado para nossa juventude no Iema Vocacional e no Polo de Educação Superior da Uema.”
As unidades de ensino foram com a participação direta do secretário adjunto de Comunicação, Robson Paz, irmão da Professora Cássia.
“Tenho muito orgulho destas lutas e conquistas de todos nós. Te convido a caminhar com a gente por mais oportunidades para Bequimão e para o Maranhão”, conclui a pré-candidata da Fé Brasil.
O secretário de estado do turismo, Paulo Matos, esteve presente, juntamente com a comitiva do governo, em intensa agenda na cidade de Icatu, nesta sexta-feira (17). Na ocasião foi assinada pela SETUR/MA a ordem de serviço para a construção do Terminal Hidroviário Concita Azevedo Mendes localizado no Povoado Mamuna.
“Será uma importante obra para o turismo do polo Munin. O terminal de embarque e desembarque desse povoado de Icatu levará mais acesso, renda e incentivará o turismo da região” explicou o secretário de turismo, Paulo Matos.
O governador em exercício, Paulo Velten, acompanhado do secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, estiveram na cidade para inaugurar o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), areninha esportiva, e entrega de 3 toneladas de pescado, 300 cestas de alimentos e motores para pesca.
O prefeito de Icatu, Walace Azevedo, também acompanhou a comitiva estadual na visita a reforma do Hospital Municipal e na assinatura de ordens de serviço para a reforma do Ginásio Municipal e escola do Povoado Palmeira.
O deputado federal Rubens Pereira Jr (PT/MA) apresentou, nesta sexta-feira (17/6), a destinação de aproximadamente R$8,5 milhões para investimento na Saúde do Maranhão. Os recursos foram viabilizados por emenda parlamentar e destinados aos municípios de Grajaú, Parnarama, São Félix de Balsas e São Francisco do Maranhão.
Ao mencionar os resultados positivos do combate a Covid-19 no estado, Rubens Jr afirmou que a política de Saúde do Maranhão é exemplo para o Brasil. “Tivemos o melhor desempenho no combate à pandemia, diante dos outros estados. Isso é reflexo da política de saúde implementada por Flávio Dino e continuada pelo governador Carlos Brandão”, disse o deputado federal.
Para Rubens Jr, apesar da crise fiscal e econômica, o Governo do Maranhão priorizou a saúde dos maranhenses. “Desde antes do primeiro caso confirmado no estado, adotamos medidas de prevenção por que a saúde da população merece atenção e continuidade”, comentou o deputado.
Ao todo, as emendas destinadas pelo parlamentar beneficiam mais de 122 mil maranhenses.
Em ato público nesta sexta-feira (17), em Maceió (AL), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Brasil não merecia voltar a ter problemas que foram superados nos governos petistas, como desemprego, fome e desnutrição, e que, se pudesse, proporia um casamento coletivo com a população brasileira para mudar a história de retrocessos e fazer o país voltar a ser feliz de novo.
“O Brasil não precisa passar pelo o que está passando, não precisa ter desemprego, não precisa ter fome, não precisa ter desnutrição, não precisa ter a quantidade de analfabeto que tem. Esse país não pode ter o desprezo que tem com o povo pobre. (…) Se eu pudesse, estaria propondo um casamento coletivo com o povo brasileiro para a gente mudar a história desse país e para a gente voltar a ser feliz”.
O ex-presidente afirmou que, em quatro anos, é possível fazer a economia crescer, gerar empregos de qualidade com proteção social e dar condições de vida digna para a população. “Quero voltar porque quero provar que o povo brasileiro não precisa ficar no açougue esperando osso ou comendo carcaça de frango. Quero voltar porque quero provar que o povo pode voltar a comer carne de qualidade, coxa e sobrecoxa, e não só pé e osso. (…) Quero fazer em quatro anos, o que a elite brasileira não fez em quatrocentos anos nesse país”.
Inclusão social
Lula lembrou o legado dos governos petistas, com a criação de programas de inclusão social, como a construção de universidades e escolas técnicas, que passou a receber jovens pobres e negros, o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, a construção de cisternas para resolver problema de água em residências e pequenas produções e da Transposição do São Francisco, que estava planejada desde os tempos de Dom Pedro, mas que só saiu do papel no governo dele.
Ele lembrou também de programas de estimulo à pequena e média agricultura e disse que quem põe comida na mesa do brasileiro é a pequena agricultura. “É muito importante que o Brasil tenha grandes propriedades e seja exportador de commodities, mas não é o exportador que planta o tomate, a beterraba, a cenoura, a galinha caipira que a gente come. Isso é produzido por quase 4,4 milhões de pequenas propriedades”, afirmou, se mostrando muito indignado com as notícias de que o Brasil tem hoje mais de 30 milhões de pessoas passando fome e de que, em São Paulo, oito mil pessoas dormem na rua. “Fazia tempo que eu não via uma mulher pedindo esmola, uma mulher com seus filhos pedindo comida. A gente tinha acabado com isso. As pessoas estavam comendo. As pessoas estavam trabalhando”.
Melhor safra de governadores
A um auditório lotado, no Centro de Convenções de Maceió, Lula lembrou da relação de anos que tem com o Estado de Alagoas e com o senador Renal Calheiros, reconheceu a diferença que a gestão do ex-governador Renan Filho fez no Estado e disse que o Nordeste tem a melhor safra de governadores.
Os Calheiros, pai e filho, por sua vez, reconheceram a importância dos governos Lula e Dilma para o Estado e para reduzir as desigualdades no Brasil. “O Brasil teve muitos avanços nos períodos dos dois governos do presidente Lula. Nossa economia cresceu, gerou emprego, prosperidade, melhorou a vida das pessoas e garantiu direitos. Como presidente do Senado, tive a oportunidade de colaborar e ajudar substancialmente o presidente Lula”, disse Calheiros, acrescentando que o Lula é um estadista e conhece como ninguém o significado da palavra liberdade.
O senador afirmou que, nas eleições deste ano, o Brasil vai decidir não apenas sobre programas de governo, propostas para desenvolvimento ou ideário econômico. “Vamos decidir é entre o desconhecimento e a ciência, é entre o negacionismo e a ciência, entre a verdade e a mentira, entre o bem e o mal, entre a democracia e os pendores autocráticos e tirânicos de Jair Bolsonaro. É isso que nós vamos ter que combater”.
Reconstrução do Brasil
Representantes de partidos que integram o movimento Vamos Juntos pelo Brasil também discursaram alertando para os retrocessos e defendendo a necessidade de reconstrução do país.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, disse que o Brasil não pode ficar nas mãos de alguém como Bolsonaro que não entende das necessidades e do que afeta o povo brasileiro. Não podia estar sentado na cadeira de presidente. “Não podemos deixar o Brasil continuar com esse homem. Um homem que tem as mãos sujas do sangue do Dom e do Bruno. Um homem que não sabe o que falar e que dar o golpe no Brasil. Vamos dizer para eles que quem vai dar o xeque-mate é o povo brasileiro.
O ex-governador Geraldo Alckmin destacou os avanços de Alagoas com a gestão Renan Filho e também lembrou do protagonismo internacional que o Brasil tinha nos tempos de Lula e perdeu no governo Bolsonaro. Bolsonaro tirou o Brasil do mapa do mundo e colocou no mapa da fome. O Brasil tem pressa, presidente. É preciso recuperar a democracia e fazer o Brasil voltar a crescer”, afirmou.
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao governo do estado, vem intensificando sua agenda no interior do Maranhão e diz ter identificado que um dos atuais problemas enfrentados pela população é a falta de oportunidade que garanta emprego e renda.
“Precisamos de soluções e união para garantir dias melhores para quem vive na capital e no interior, diz o ex-prefeito que está em pré-campanha e é considerado um dos principais nomes na corrida ao Palácio dos Leões.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Edivaldo diz que tem percorrido o Maranhão e o que se vê é um estado com muito potencial para crescer, as pessoas querendo trabalhar, mas sem oportunidades, o que tem forçado muitos maranhenses a procurar trabalho em outros estados.
“Precisamos de soluções e união, brigas políticas só atrapalham o desenvolvimento do Maranhão. Trabalhando com todos vamos garantir dias melhores para quem vive na capital e interior”, defende Edivaldo.
A bandeira de geração de emprego e renda tem sido defendida pelo representante do PSD em todas as reuniões que tem realizados com lideranças políticas ou nas comunidades que tem visitado para colher informações para a montagem do seu plano de governo.
Muitos antes do Escutec apresentar o resultado do último levantamento sobre intenção de votos do eleitorado, o secretário de Comunicação do Estado, Ricardo Cappelli, cravou quer o segundo turno da eleição para governador do Maranhão será decidido entre o atual governador Carlos Brandão (PSB) e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (PSC). O que era apenas um palpite começa a ganhar ares de realidade.
Bolsonarista raiz, Lahésio, que segundo a pesquisa do Escutec divulgada nesta quinta-feira (16), ultrapassou o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), começa se aproximar de Weverton Rocha (PDT) e se constituir em verdadeira ameaça ao senador pedetista, que aparece em segundo lugar, mesmo com a campanha ostensiva antecipada e corre o risco de repetir o mesmo fiasco de Roberto Rocha em 2018.
Após ser preterido pelo grupo liderado pelo ex-governador Flávio Dino, que reúne doze partidos e decidiu pela reeleição do governador Carlos Brandão, o senador do PDT deu uma guinada à direita, estreitou os laços com o governo Bolsonaro, passou a obedecer ordem do Palácio do Planalto, inclusive para retirar a assinatura da CPI do MEC, ganhou o apoio dos partidos da base bolsonarista em troca, mas não consegue ultrapassar Brandão e vê o terceiro colocado se aproximar.
A ameaça de perder a condição de segundo colocado e não passar para o segundo turno agora é real. Os números tornados públicos nesta quinta-feira, revelam que a preocupação do senador deve ser com Lahésio ou Edivaldo, pois o governador Brandão parece consolidado para disputar o segundo e decisivo turno da eleição.
O resultado apresentado pelo Escutec foi tão devastador para o senador do PDT que seus aliados partiram para os insultos na tentativa de minar a credibilidade dos números. Sem argumentos para justificar o fato do pré-candidato que está em campanha desde que foi eleito senador puxado pelo governador Flávio Dino, está sendo ameaçado de não ir ao segundo turno, sua turma perdeu o prumo.