IbandMA – O candidato Carlos Brandão, da coligação “Para o bem do Maranhão”, lidera a corrida pelo governo do Maranhão com 35,9% dos votos válidos (quando se exclui nulos e indecisos). Em segundo lugar aparece o candidato Weverton Rocha (coligação “Juntos pelo Trabalho”) com 23,7%, tecnicamente empatado com o candidato Lahésio Bonfim (coligação “Coragem pra mudar o Maranhão”), que aparece com 21,4% das intenções de votos.
O candidato Edivaldo Holanda Júnior (coligação “Um Maranhão melhor para todos”) tem 12,8%. É seguido por Simplício Araújo (Solidariedade), com 2,6%; Hertz Dias (PSTU) – 1,2%; Enilton Rodrigues (Federação PSOL) – 0,9%; Frankle Costa (PCB) – 0,8%; e Professor Joas Moraes (DC) – 0,6%.
No cenário estimulado (mantido nulos e indecisos), Carlos Brandão tem 27,4%; Weverton Rocha 18,1%; Lahésio Bonfim 16,3%; Edivaldo 9,7%; Simplício Araújo 2%; Hertz Dias 0,9%; Enilton Rodrigues 0,7%; Frankle Costa 0,6%; e Professor Joas Moraes 0,4%. Nenhum deles somou 12,9% e NS/NR 10,8%.
Espontânea: Lahésio é segundo e Weverton terceiro
A pesquisa também mediu a intenção espontânea dos entrevistados, quando não é apresentado nome de nenhum candidato. O resultado foi o seguinte: Carlos Brandão 10,7%; Lahesio Bonfim 9,7%; Weverton Rocha 5,7%; outros 3,4%; Edivaldo 1,1%; Branco/Nulo 3,6%; e NS/NR 65,8%.
O Instituto Data Ilha realizou 2.031 entrevistas entre os dias 10 e 13 agosto. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,17 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MA-05654/2022.
CENÁRIOS
PESQUISA ESPONTÂNEA
Carlos Brandão 10,7
Lahesio Bonfim 9,7
Weverton 5,7
Outros 3,4
Edivaldo 1,1
Branco/Nulo 3,6
NS/NR 65,8
PESQUISA ESTIMULADA
Carlos Brandão 27,4%
Weverton Rocha 18,1%
Lahésio Bonfim 16,3%
Edivaldo 9,7%
Simplício Araújo 2%
Hertz Dias 0,9%
Enilton Rodrigues 0,7%
Frankle Costa 0,6%
Professor Joas Moraes 0,4%
Nenhum 12,9%
NS/NR 10,8%
VOTOS VÁLIDOS
Carlos Brandão 35,9%
Weverton Rocha 23,7%
Lahésio Bonfim 21,4%
Edivaldo 12,8%
Simplício Araújo 2,6%
Hertz Dias 1,2%
Enilton Rodrigues 0,9%
Frankle Costa 0,8%
Professor Joas Moraes 0,6%
O senador Roberto Rocha (PTB) recebeu, até o momento, R$ 200 mil em doações para torrar em sua campanha de reeleição. Desse montante, Rocha recebeu R$ 10 mil do contador Antonio Durão, o que corresponde a 5% das doações realizadas por Pessoas Físicas para a campanha do parlamentar.As informações sobre as receitas de campanha estão disponíveis no site do TSE, mas o que pouca gente sabe ou lembra é que esse mesmo doador, Antonio Durão, foi uma das pessoas presas em 2007, como integrante de uma quadrilha acusada de sonegar R$ 1,5 bilhão em impostos e contribuições previdenciárias.Na época, a Polícia Federal desbaratou a atuação dos criminosos durante a Operação Abatedouro, que cumpriu mandados de prisão de diversos diretores e presidentes de frigoríficos do Maranhão, Pará, Tocantins e São Paulo.Antonio Durão foi preso em Imperatriz e chegou a responder processos por formação de quadrilha, falsidade ideológica e sonegação.Com a ajuda de Durão, os acusados criavam empresas de fachada em nome de “laranjas”, que firmavam procurações para terceiros com poderes para negociar contratos e movimentar contas bancárias.Quinze anos depois, Durão aposta agora na campanha de Roberto Rocha, um dos políticos maranhenses envolvidos no repasse irregular de verbas do orçamento secreto.Com mais de R$ 21 de milhões em indicações, Roberto Rocha é o quinto político que mais movimentou recursos via orçamento secreto, as chamadas emendas de relator, como revelou o jornalista Ricardo Noblat.Nesta segunda-feira (12), o jornal O Estado de S. Paulo revelou que Roberto Rocha foi um dos senadores que concorrem à reeleição que se negou a apontar se indicou e qual o valor das emendas destinadas via orçamento secreto.Estamos de olho.
Com base no resultado das últimas pesquisas sobre intenção de voto para governador do Maranhão divulgadas recentemente pelos Institutos Econométrica e Exata, o deputado estadual Ariston Ribeiro (PSB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado, acredita que a eleição tende a ser definida logo no primeiro turno.
Em campanha pela reeleição, o parlamentar disse ao blog que tem percorrido o Maranhão e que nos municípios visitados é visível a preferência do eleitorado pela candidatura de Carlos Brandão (PSB) e começa a admitir que essa eleição poderá ser decidida logo no dia dois de outubro.
“Essa eleição está caminhando para ter um desfecho final no primeiro turno. O resultado da sondagem do Econométrica mostra que falta pouco para Brandão alcançar o percentual necessário para ser reeleito no primeiro turno e esses poucos dias que ainda restam de campanha a tendência é continuar crescendo”.
Pelo levantamento da Econométrica, realizado entre os dias 5 e 9 de setembro, ou seja, após a gigantesca manifestação de apoio a Lula/Brandão/Dino/Camarão na Praça Maria Aragão, o governador Brandão tem 48,8% dos votos válidos, o dobro da intenção de votos do candidato ao PDT Weverton Rocha, que aparece estagnado com 24,5% e em situação de empate técnico com Lahesio Bonfim (PSC) com 22%.
Para Ariston, a continuidade do governo que está dando certo e colocando o estado no caminho do desenvolvimento sem esquecer do social é uma necessidade e isso vem sendo assimilado pela população que reconhece o trabalho realizado através das pesquisas. “O governo vai bem e isso é aferido nos levantamentos realizados pelos institutos, como aconteceu agora com o Econométrica.
Ariston observa ainda que Brandão conta com os apoios dos dois maiores cabos eleitorais do Maranhão, Lula e Flávio Dino, e uma estrutura partidária que lhe permite a possibilidade de lutar pela reeleição logo no primeiro turno.
É aguardar para conferir.
O candidato à vice-presidente da República pelo partido Novo, Tiago Mitraud, cumpre agenda em São Luís (MA), nesta terça e quarta-feiras. Mitraud vai aproveitar a agenda para levar ao Maranhão as propostas e valores do NOVO para o Brasil, como o fato de ser a única campanha presidencial a não utilizar dinheiro público do fundão eleitoral, contando somente com doações de seus apoiadores.
Mitraud, que atualmente é deputado Federal por Minas Gerais, caminhará nesta terça-feira (13) pelo calçadão da Rua Grande para encontrar apoiadores e correligionários do NOVO. A concentração começa às 15h30, na Praça João Lisboa. À noite, visita a faculdade ISL Wyden. Depois disso, participa de um jantar com filiados e apoiadores.
Na quarta-feira (14), Tiago Mitraud visita o comitê de campanha da candidata à deputada Federal pelo NOVO, Dra. Ionara, e conhecerá a Escola Comunitária Nossa Senhora da Conceição, na “Caravana pelo Brasil que dá certo”, promovida pela equipe de campanha do NOVO à presidência.
Segundo os dados que constam no registro de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o percentual de candidatos negros (ou seja, a soma de pretos e pardos) nas eleições gerais de 2022 é o maior desde 2014, quando começou a autodeclaração de raça. Para a disputa de 2022, 49,49% dos candidatos se declararam negros. Em 2018, foram 46,5% e, em 2014, foram 44,24%. No entanto, os recursos não são distribuídos na mesma proporção.
De modo geral, os dados de prestação de contas do TSE mostram que os candidatos negros receberam, até o momento, pouco mais de 25% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
Quando se observam os dados segmentados de acordo com o partido, há diferenças significativas, em especial nas candidaturas proporcionais. Em Sergipe, por exemplo, o União Brasil direcionou mais de 90% dos recursos para candidaturas brancas, com mais de R$ 5,7 milhões. Enquanto a candidata Yandra de André, branca e filha do presidente regional do partido, recebeu R$ 1,5 milhão, o candidato Jota Jota do Ronda da Notícia, negro, teve acesso apenas a R$ 150 mil.
Com os partidos de esquerda o cenário não foi diferente. O Partido dos Trabalhadores (PT), do ex-presidente Lula, direcionou pouco mais de 64% dos recursos do Fundo Eleitoral para candidaturas brancas. Em quase todas as Unidades Federativas, o partido privilegiou candidatos brancos com mais recursos. A única exceção foi a Bahia, onde 75% dos recursos foram para os negros.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu os critérios fixados pelas comissões executivas nacionais das agremiações para a distribuição entre os respectivos candidatos.
Segundo o Tribunal, as agremiações são livres para arbitrar os critérios que adotarão para distribuir os recursos entre os candidatos. Contudo, elas não podem deixar de atender às determinações da legislação eleitoral sobre a destinação de, pelo menos, 30% dos recursos para candidaturas femininas e a observância da proporcionalidade de candidatas e candidatos autodeclarados negros.
A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse hoje que o país vive um momento relevante e grave da sua história, diante das ameaças à democracia. “Nosso reencontro político e programático se dá diante de um quadro grave da história política, econômica, social e ambiental no nosso país”, afirmou. A ex-ministra concedeu entrevista coletiva ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (12/09), em São Paulo (SP).
“Temos uma ameaça que eu considero a ameaça das ameaças. A ameaça à nossa democracia. Sempre que a democracia é ameaçada há tentativa de corrosão do tecido social em todas as suas dimensões. E sempre que a gente está diante de propostas, atitudes e processos que constituem a possibilidade da banalização do mal, homens e mulheres se unem”, disse Marina Silva, que declarou apoio à candidatura do ex-presidente.
Ao lado de Lula, do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, da presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, e de Aloizio Mercadante, coordenador do programa de governo, Marina disse que em situações como a que o Brasil vive hoje, é preciso união de todos para salvaguardar a democracia e combater problemas como o sofrimento do povo, a fome e as mudanças climáticas que ameaçam o Brasil e o mundo.
“Sempre que surge diante de nós a possibilidade de banalizar o mal, brasileiros e brasileiras devem se unir em legítima defesa da democracia, em legítima defesa da Amazônia e dos demais biomas, em legítima defesa das mulheres, em legitima defesa dos mais pobres, em legítima defesa de um país que seja próspero, diverso, justo e sustentável”, afirmou.
Bolsonarismo – A ex-ministra lembrou das políticas públicas de inclusão social e proteção ambiental criadas por Lula, defendeu que elas voltem. Também destacou que o ex-presidente é o único candidato capaz de enfrentar as ameaças pelas quais o país passa.
“Nesse momento crucial da história, quem reúne as maiores e melhores condições para derrotar Bolsonaro e a semente maléfica do bolsonarismo que está se instalado no seio da sociedade é a sua candidatura”, disse a Lula.
Marina contou que o distanciamento que houve com o ex-presidente foi apenas político e programático. “Do ponto de vista das nossas relações pessoais, eu e presidente Lula nunca deixamos de estar próximos, inclusive em momentos dolorosos das nossas vidas. Nunca deixamos de conversar.”
Eleito após esforço pessoal do então candidato a governador Flávio Dino (PSB) em 2014, o senador Roberto Rocha (PTB) começa a sentir o gosto amargo da derrota, conforme apontou a pesquisa do Instituto Econométrica contratada pelo jornal O Imparcial e divulgada neste domingo (11).
Roberto, que se elegeu prometendo mostrar para que serve um senador, se aliou com a escória da política e hoje é candidato à reeleição pelo partido comandado pelo condenado por corrupção Roberto Jefferson, convertido à extrema direita e pregador de golpe contra a democracia.
Se o candidato do PTB ainda nutria alguma esperança de se manter vivo na disputa para o Senado, a sondagem do Econométrica jogou um balde de gelo nos devaneios do senador, que foi rejeitado em sua pretensão de governar o estado em 2018 e agora está na reta final do mandato que ganhou do grupo liderado por Dino.
Flávio segue liderando com folga, o fosso que separa os dois principais candidatos é gigante. O ex-governador socialista, conforme a pesquisa, tem mais que o dobro de Roberto Rocha (PTB), segundo colocado.
O ex-governador tem 55% da preferência do eleitorado, contra 27% de Rocha, enquanto os demais concorrentes possuem índices insignificantes, não representando qualquer ameaça de uma mudança do quadro para a eleição de senador.
A pesquisa Econométrica ouviu 1.490 eleitores em 55 municípios do Maranhão, incluindo a capital São Luís, no período de 5 a 9 de setembro de 2022, com uma margem de erro de 2,5% para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MA-06547/2022.
Pelo visto, de nada tem adiantado a campanha virulenta do senador contra o ex-governador, que caminha a passos firmes para conquistar a cadeira em disputa para o Senado e mandar Roberto Rocha de volta para casa.