O deputado federal Duarte (PSB) esteve no Hospital Socorrão I, em São Luís, e se deparou com uma denúncia gravíssima: alimento estragado sendo servido aos pacientes, acompanhantes e funcionários.
“É uma comida podre. O funcionário come maçã e salada, porque a comida está podre. A primeira que eu abri estava estragada, podre. A segunda que eu abri também estava começando a estragar e eu logo disse que não ia comer, porque eu posso passar de acompanhante para paciente”, explicou acompanhante de paciente da unidade de saúde.
O parlamentar alerta sobre a destinação de recurso que existe para um atendimento digno, mas que não tem sido realizado de maneira correta. “Muita gente não sabe, mas a prefeitura de São Luís recebe recursos de outros municípios para fazer esse atendimento, então tem que atender. É inadmissível negligenciar a alimentação de quem já está fragilizado”, disse.
Outros relatos – Duarte já esteve no Socorrão outras vezes para auxiliar em problemas enfrentados pela população, como no começo de fevereiro, em que sua presença possibilitou a transferência de uma senhora em estado grave, que precisava realizar cirurgia na cabeça, para o Hospital Carlos Macieira. Na ocasião, Maxwell Lopes, filho de dona Sarah Lopes, que necessitava da atenção, afirmou que “Duarte deu suporte essencial”.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, divulgou nesta terça-feira que investigações da Polícia Federal levaram à prisões o ou apreensões de 225 pessoas suspeitas de envolvimento em planejamento, apologia ou ataques a escolas, em um intervalo de dez dias. Os números foram apresentados durante reunião no Palácio do Planalto com o presidente Lula, governadores, ministros sobre a onda de violência nas escolas.
A investigações que possibilitaram as prisões e apreensões fechou o cerco sobre os propagadores da violência após o atentado em uma creche na cidade de Blumenau (SC) na manhã de 5 de abril, quando quatro crianças foram assassinadas e outras ficaram feridas. Segundo informou Dino aos participantes da reunião com o presidente Lula, é necessário uma regularização das redes sociais.
“Nenhum de nós vai conseguir sozinho combater o fluxo terrível de discurso de ódio na internet”, observou o ministro.
Além das prisões e apreensões, Dino apresentou outros números das operações contra violência nas escolas, que inclui participação da Polícia Federal, polícias estaduais e municipais.
Veja os números:
Minutos após o início do julgamento dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) presos em 8 de janeiro pelos atos terroristas, na madrugada desta terça-feira (18), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) depositou seu voto no plenário virtual pedindo que 100 denunciados se tornem réus pelos ataques ao edifício-sede da corte, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.
O ministro, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda apontou elo dos terroristas com quatro deputados bolsonaristas: André Fernandes (PL-CE), Clarissa Tércio (PP-PE) e Silvia Waiãpi (PL-AP) e Coronel Fernanda (PL-MT).
Na sua decisão, Moraes ainda revela a conexão com o inquérito das fake news, que também tramita no Supremo e inclui os filhos de Jair Bolsonaro: o senador Flávio (PL-RJ) e o deputado Eduardo (PL-SP).
Em seu voto, Moraes sustenta que o grupo terrotista era dividido entre executores e autores intelectuais dos atos. Outros envolvidos se associaram a esses grupos no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília com claras intenções de dar um golpe de Estado.
“Tanto são inconstitucionais as condutas e manifestações que tenham a nítida finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento crítico, indispensável ao regime democrático, quanto aquelas que pretendam destruí-lo, juntamente com suas instituições republicanas, pregando a violência, o arbítrio, o desrespeito à Separação de Poderes e aos direitos fundamentais, em suma, pleiteando a tirania, o arbítrio, a violência e a quebra dos princípios republicanos, como se verifica pelas manifestações criminosas ora imputadas ao denunciado”, escreveu Moraes na sentença.
Segundo ele, os réus devem reponder pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.
Esta é a primeira leva de julgamentos das 1.390 pessoas denunciadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Destas, apenas 263 permanecem detidos. Há ainda outros terroristas que foram presos durante as operação da Polícia Federal (PF) após o ataque – e que ainda não tiveram manifestação da PGR -, totalizando 294 bolsonaristas detidos. (Revista Fórum)
Como forma de inovação, o deputado federal Duarte (PSB-MA), lançou, por meio de coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (17), o primeiro edital público de emendas do Maranhão, com foco na participação popular, transformando o seu mandato em uma gestão coletiva.
Todo e qualquer cidadão que tenha projetos voltados para a educação, causa animal, inclusão, saúde e combate à corrupção, por exemplo, e queira receber recursos federais com transparência, podem se inscrever entre hoje e o dia 17 de maio, pelo link inscrição de projeto. Após essa etapa, ocorrerá uma análise das propostas pela equipe jurídica do parlamentar, entre 27 de maio e 13 de julho. O resultado final, definido por votação popular, será divulgado em 14 de julho.
“O meu objetivo, ao fazer esse primeiro edital público, para destinação de emendas parlamentares, é ajudar a resolver a maioria dos problemas das comunidades. É o recurso que precisa para, por exemplo, garantir medicamentos ou o asfalto de determinada rua. Ver o resultado é gratificante, então o recurso chega da forma correta, com o edital, contemplando diversos setores. Eu acredito em uma política feita pelas pessoas, com as pessoas e para as pessoas”, afirma Duarte.
O Ministério Público Eleitoral enviou à Procuradoria-Geral da República representação em que pede a apuração do episódio envolvendo a deputada Júlia Zanatta (PL-SC) e o deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA). A procuradora Raquel Branquinho Nascimento solicitou que a PGR apure “possível crime de violência política de gênero”. A deputada catarinense acusa o colega do Maranhão de assédio durante reunião da Comissão de Segurança Pública na última terça-feira (11).
O vídeo que circulou em todas as redes sociais, nos portais de notícias e até na chamada grande imprensa nacional, no entanto, não deixa a menor dúvida que o parlamentar do PCdoB em momento algum assediou a parlamentar, pedindo apenas que ela respeitasse os 40 anos de mandatos de Lídice da Mata (PSB) e por este motivo, Jerry está representando no Conselho de Ética da Câmara por espalhar mentira.
O incidente ocorreu durante uma discussão entre Júlia e a deputada Lídice da Mata (PSB-BA), quando Márcio saiu em defesa da deputada do PSB. Ele se aproximou por trás de Júlia e pediu a ela que respeitasse os 40 anos de mandato de Lídice. A deputada bolsonarista, no entanto acusa o deputado de ter encostado o rosto nos cabelos dela e de ter cheirado seu pescoço. O vídeo se encarrega de mostrar que a parlamentar pariu uma fake news.
E como parte do teatro que visa abalar a moral do parlamentar, o partido de Zanatta entrou com representação contra ele, pedindo a cassação de seu mandato por suposta importunação sexual. Jarry, diante da mentira, anunciou que vai ao Conselho de Ética contra a catarinense por denunciação caluniosa e espalhar fake news contra ele. (Com informações do Congresso em foco)
A Comissão de Educação, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa do Maranhão, presidida pelo deputado Ricardo Arruda (MDB), realizará audiência pública sobre o tema “Enfrentamento da violência nas escolas”, nesta terça-feira (18), às 14h, no Auditório Neiva Moreira.
O evento contará com a presença de representantes da sociedade civil, pais de estudantes e professores, Governo do Estado, Ministério Público, além de outras instituições que possam contribuir para o encaminhamento de soluções ao problema.
O tema será discutido com a participação de especialistas, a exemplo da professora Fabiana Oliveira Canavieira, do Departamento de Educação da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Ela é doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realiza estudos, principalmente, sobre questões relacionadas à infância.
O prefeito Eduardo Braide (PSD), pelo visto, resolveu comprar nova briga com a Câmara Municipal de São Luís, após um curto período de trégua. E faz isso num ano de preparativo para as eleições municipais de 2024, quando estará em jogo sua sucessão, ao vetar emendas ao Plano Diretor da cidade, após prometer sancionar com as alterações feitas pelos vereadores.
O clima, que azedou ainda no início do mandato quando os vereadores passaram a reclamar da falta de diálogo com o chefe do poder Executivo municipal, o que levou o então líder do governo na Câmara, Marcial Lima a entregar a liderança e criticar a postura do prefeito em não receber os representantes da população, inicia agora em novo capítulo ao ser desconsiderado o que foi acordado e tornado público.
Após anunciar que iria sancionar a revisão do Plano Diretor e convidar os vereadores para a cerimônia, os autores das emendas foram surpreendidos com anúncio de dezesseis vetos, o que provocou revolta dos vereadores que sentiram traídos, externaram suas indignações, prometeram derrubar todos os vetos e manter o projeto na forma original como foi aprovado.
Agindo desta forma, o prefeito abre uma frente de batalha desnecessária e atrai para si a revolta dos vereadores que estão se sentidos traídos, devem derrubar todos os vetos e devolver a Braide o Plano Diretor que foi aprovado com as emendas e impor nova derrota ao prefeito, que desde o início do mandato, em janeiro de 2021, não consegue se entender com o legislativo municipal.
E neste jogo só que tem a perder é o prefeito, que vai disputar a reeleição e pode ter contra si um grande número de vereadores adversários e dispostos a queimar sua gestão, que já não é das melhores no campo administrativo e vem se mostrando muito deficiente na articulação política com a Câmara.