O governador Carlos Brandão (PSB) completa nesta 2 de junho 65 anos com uma carreira política consolida e com status de uma das principais lideranças políticas do Maranhão. Com perfil conciliador e visão municipalista, o chefe do Executivo estadual vem construindo um legado de trabalho que tem como objetivo colocar o estado no caminho do desenvolvimento, tendo como foco a geração de emprego e renda para a população.
Deputado federal por dois mandatos, a grande virada na carreira política aconteceu em 2014 quando na condição de presidente do PSDB no Maranhão conduziu o partido para uma aliança com o PCdoB de Flávio Dino e se elegeu vice-governador, cargos que ocupou nos dois mandatos de Dino até assumir o comando do estado no início de 2022 e se reeleger governador logo no primeiro turno.
Em sua carreira de deputado federal, Carlos Brandão conquistou a aprovação de projetos ricos em significado cultural, a exemplo do Dia Nacional do Vaqueiro Nordestino e do Dia Nacional do Bumba Meu Boi, marcados no calendário brasileiro.
Brandão foi protagonista no acompanhamento de projetos especiais do governo do Estado, bem como é referência e presença de destaque nas missões internacionais que visam à atração de maiores investimentos para o Maranhão; a exemplo da Missão Chinesa, que abrirá novas portas para o avanço no ramo siderúrgico no Maranhão; Missão Índia e Irã, que retomaram as discussões sobre investimentos no setor petroquímico e no ramo da refinaria; Missão Ásia, que vislumbrou maior troca de expertise e parceria entre a China, Coreia do Sul e Vietnã, em diversas áreas de conhecimento voltadas para os ramos da tecnologia e agroindústria, turismo, esporte e educação; e a Missão Singapura, que evoluiu para o compartilhamento de projetos no ramo portuário, já concluídos.
Como governador, Brandão já imprime a marca municipalista em sua gestão e tem a missão de dar continuidade às conquistas dos últimos anos, melhorar o que precisa ser melhorado e iniciar novos projetos para o Maranhão avançar cada vez mais, gerando mais oportunidades, emprego e renda para os maranhenses.
O deputado Rodrigo Lago, primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, esteve em Brasília, na quarta-feira (31), onde se reuniu com deputados federais, secretários de Estado, secretários executivos e ministros de Estado.
Com o deputado federal Márcio Jerry, coordenador da bancada do Maranhão, e Othelino Neto, secretário da Representação Institucional do Maranhão em Brasília (Rebras), Rodrigo Lago tratou de temas relacionados ao desenvolvimento do estado.
Lago também se reuniu com o secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI), Inácio Arruda. Em pauta, o acesso à internet no Maranhão e apoio às universidades estaduais (Uema e Uemasul) e aos institutos IFMA e Iema.
Já no Ministério da Justiça e Segurança Pública, ele participou de audiência com o secretário executivo do Ministério, Ricardo Cappelli, e com o ministro da Justiça, Flávio Dino, com quem tratou de investimentos do MJSP na segurança pública no Maranhão.
“Em Brasília, debatemos temas essenciais para o Maranhão. Na educação, falamos sobre acesso à internet e apoio às universidades. Na segurança pública, discutimos investimentos e a proteção da população. Comprometidos com o desenvolvimento, buscamos parcerias e soluções que beneficiem o povo do nosso estado”, avaliou Rodrigo Lago.
Por unanimidade o plenário da Assembleia Legislativa aprovou nesta manhã de quinta-feira (1), em primeiro turno, o projeto de resolução de autoria do deputado estadual Antônio Pereira (PSB) que autoriza a antecipação da eleição da Mesa Diretora da Casa para o segundo biênio da legislatura, a partir da segunda quinzena deste mês de junho.
A proposta recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi aprovada sem maiores discussões, o que vai garantir a permanência da presidente Iracema Vale pelo por mais dois anos após o final da atual gestão.
A decisão do plenário autorizar a antecipação do pleito já vinda sendo articulada desde a primeira eleição em primeiro de fevereiro deste ano e foi concretizada na sessão desta manhã. A sucessão que deveria ocorrer somente em fevereiro de 2025, poderá ser realizada a partir do dia 16 de junho
A confirmação da antecipação deverá ocorrer na próxima semana quando o projeto de resolução será votado em segundo turno.
Segundo informações de bastidores, a presidente Iracema será reconduzida antecipadamente ao cargo, restando apenas a discussão com blocos partidos sobre os demais cargos da Mesa Diretora.
Professor Márcio Jardim, militante histórico do Partido dos Trabalhadores, que contrariou a decisão da direção estadual e manifestou apoio à candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao govenro do estado na eleição de 2022, se posicionando contra a reeleição do governador Carlos Brandão (PSB), aliado de Flávio Dino (PSB) e apoiado por um aglomerado de legendas, recorreu as redes sociais nesta quarta-feira (31) para fazer um alerta sobre a possibilidade do anti-sarneysismo, que era tido como coisa do passado, retornar ao cenário político.
“Anotem ai: os mesmos que redimiram o ex-presidente Sarney para a história do Maranhão, agora recorrerão (mais uma vez) o caminho da retórica anti-Sarney”, adverte Márcio Jardim, já prevendo que os mesmo que pregaram contra o grupo Sarney, diante da nova realidade política do estado, voltarão ao surrado anti-sarneysismo, mantra da oposição interrompido com a vitória da aliança que elegeu Flávio Dino em 2014, provocando o desmantelamento do grupo político liderado pela ex-presidente da República, José Sarney e sua filha Roseana.
Curiosamente, o alerta do militante petista, que integrou o primeiro governo de Flávio Dino como secretário de Esporte, mas que se voltou contra o ex-governador no processo de escolha do candidato Carlos Brandão para representar o grupo na eleição de 2022 e embarcou na candidatura dissidente do senador Weverton Rocha, ocorre logo após Marcus Brandão, irmão do governador, se filiar ao MDB, com a missão de liderar o partido na sucessão estadual de 2026 e do flerte dos dirigentes emedebistas com o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD).
Como é do conhecimento de quem acompanha a política no estado, Flávio Dino, hoje senador licenciado e ministro da Justiça e Segurança Pública, chegou ao poder no Maranhão com o discurso anti-sarney, mas acabou se reconciliando com o ex-presidente e afirmando em vária entrevistas que o anti-sarneysismo é coisa do passado. Daí o recado de Márcio Jardim ter como alvo o ministro da Justiça e seus aliados diante da expectativa de Brandão retornar para liderar o grupo onde nasceu para a vida pública, ou seja, o grupo Sarney.
O recado de Márcio Jardim chama a atenção pelo fato do MDB, legenda considerada morta sob o comando da ex-governadora Roseana Sarney está sendo entregue ao irmão de Carlos Brandão, provavelmente com o aval do mandatário do Palácio dos Leões, que ressuscitou Sarney ao convidá-lo para sua posse e entregar algumas pastas para pessoas ligada ao ex-presidente e sua filha Roseana.
Se o alerta de Jardim pode ser considerado como o prenúncio de que a aliança de setores da esquerda com a direita no Maranhão pode estar dando seus últimos suspiros, só o tempo dirá.

O prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) encaminhou nesta quarta-feira (31) oficio à Câmara Municipal solicitando que seja maraca uma reunião para que o técnicos da prefeitura apresentem os impactos que representam as emendas apresentadas pelos vereadores que modificaram o projeto do Executivo municipal que reajusta os salários dos servidores.
Diante da solicitação do prefeito, o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Victor (PCdoB), agendou a reunião para a próxima segunda-feira, dia 5 de junho, às 15h, para ouvir e discutir com os técnicos da prefeitura as razões que levaram o prefeito vetar o projeto após ser modificado pelos vereadores, que incluíram diversas categorias que não haviam sido contempladas.
O encontro deverá acontecer na sala de Atos da Casa ou no próprio Plenário, a depender da programação de eventos que já foram previamente agendados nos espaços.
Ao solicitar a reunião para esclarecer os motivos que o levaram a vetar o projeto modificado, o prefeito quer mostrar juridicamente os impactos financeiros que envolvem as emendas aprovadas e que assegura reajuste da ordem de 8,2% nos vencimentos de servidores da administração pública.
Será a segunda tentativa de discutir o assunto que interessa muitos ao funcionalismo. O primeiro encontro foi marcado pelo presidente Paulo Victor para a terça-feira (30), no plenário da Casa, após o prefeito solicitar uma reunião com os vereadores, mas o chefe do Executivo municipal não compareceu e nem mandou equipe técnica para conversar com os parlamentares.
Relatora da CPMI do 8 de janeiro, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) afirmou à Folha de de S. Paulo que não descarta ouvir Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal Anderson Torres, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), e militares sobre os atos terroristas daquele dia.
Sobre Bolsonaro, a parlamentar afirmou que “há possibilidade de ele vir. Isso é um fato”. “De novo, pode ser também que não venha. Nós temos 180 dias. Então eu acho que, nesses dois primeiros meses, é importante tomar pé da situação. O que você tem. E depois partir. Se tiver que fazer uma ação mais ostensiva, sim. Se tiver que chamá-lo, nós vamos chamar. Até porque é absolutamente possível disso acontecer, né?”.
Em relação a Torres, a relatora espera tomar seu depoimento “logo”. “É um nome que também será ouvido. Até pela função dele. Naturalmente será ouvido. Até acredito que será logo. É um nome que será ouvido com toda certeza”.
Quanto a Ibaneis Rocha, Eliziane lembrou que ele é investigado e tratou sua convocação como uma “possibilidade”, já que, como governador, poderá recorrer à Justiça para não depor à CPMI. “Há algumas definições em nível de Supremo, mas ele é investigado, o governador de Brasília. Tem uma diferença”.
Questionada sobre os militares, a relatora confirmou a ida de representantes da caserna à CPMI, mas deixou claro que a convocação de membros das Forças Armadas não significa dizer que toda a instituição conspirou para a tentativa de golpe do dia 8 de janeiro. “A gente vai convocar militares. Isso aí com certeza a gente vai. Quais são também eu ainda não sei te dizer, mas teremos o chamamento”.
Perguntada acerca do governo Lula (PT), ela afirmou que eventuais omissões serão investigadas mas que, com base nas evidências que existem hoje, a administração federal não pode ser considerada o foco das apurações.
“Omissão, eventualmente, a gente tem que saber de quem foi. Se omite quem tem responsabilidade de fazer e não fez. Mais uma vez eu te digo: se tiver alguém que deveria ter agido dentro da estrutura do governo atual e não agiu, ele tem que ser responsabilizado. Agora, dizer hoje que isso é real, eu não posso dizer. Até porque eu não tenho elementos que me subsidiem [nesse sentido]”.
“Dia 8 é um fato. Você teve sete dias de governo só, estava no oitavo dia. Outra coisa. A segurança ostensiva é da Polícia Militar. A Polícia Federal, por exemplo, é uma polícia judiciária, ela não faz o trabalho ostensivo. Quem faz o trabalho de proteção daqui é a PM do DF. Tanto que ela é financiada pelo governo federal. Quer dizer, se não fosse, se fosse uma polícia comum, tudo bem. Mas não é o caso. Ela é paga para isso”, completou. (247 com informações da Folha)
O deputado estadual Neto Evangelista usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para denunciar, nesta terça-feira (30), uma grande quantidade de material escolar da Prefeitura de São Luís abandonado em um galpão.
De acordo com o vídeo mostrado pelo parlamentar, várias unidades de mochilas, fardamento escolar, tênis e meias, com o brasão da Prefeitura Municipal de São Luís estavam em situação de abandono em um galpão que era alugado pelo órgão.
“Quantas crianças ainda estão sem fardamento? Eu vi alguns pais da região do Itaqui Bacanga reivindicarem que seus filhos não tinham fardamento escolar. Vi crianças de escolas públicas municipais jogando vôlei nos JELS, descalços. É desumano. O pior é a prefeitura ter as mochilas, as fardas, as meias, os tênis, e não entregar aos alunos. O material que aparenta ser novo, abandonado em um galpão que já foi devolvido pela prefeitura, parecendo lixo. Isso é jogar o dinheiro da população de São Luís no lixo”, disse Neto Evangelista.
Em seu discurso, o parlamentar destacou ainda outras denúncias sobre a educação pública municipal que fez contra a gestão do prefeito Eduardo Braide.
“O prefeito de São Luís tem mostrado que só funciona sob pressão. Vai deixando que as coisas aconteçam e só trabalha quando a gente denuncia. Já trouxemos a pauta dos pais que ficaram acorrentados na porta da Prefeitura de São Luís porque não foram recebidos pelo prefeito para que eles pudessem falar sobre as demandas dos seus filhos autistas. Denunciamos o problema da Escola Felipe Conduru, que passou mais de mês sem ter aula porque a escola estava quase caindo sobre eles. Fizemos uma denúncia grave onde os pais receberam comunicado para que não enviassem os filhos para a escola, porque lá não tinha água para beber. Se o prefeito Eduardo Braide só funciona sobre pressão e com denúncias, traremos sempre”, concluiu o deputado.