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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Militares permancem na AL aguardando negociação

Jacqueline Heluy/Agência Assembleia

Os policiais militares e bombeiros, em greve desde a noite desta quarta-feira (23), continuam acampados no prédio da Assembleia Legislativa, aguardando uma negociação com o governo do Estado sobre a pauta de reajuste salarial. A ocupação se deu de forma pacífica desde às 21h de ontem. A entrada da Assembleia, que durante a noite havia sido bloqueada por veículos dos grevistas, já está liberada.

Por volta das 8h30, os grevistas, que até então mantinham-se apenas na área externa do prédio da Assembléia, em barracas, ocuparam a Praça do Rangedor (hall principal), em clima de tranqüilidade. Os acessos ao plenário, aos gabinetes e às outras áreas funcionais estão fechadas por orientação do chefe da Casa Militar, coronel Pinheiro Filho, que acompanhou a ocupação desde o primeiro instante, garantindo o clima de estabilidade e segurança.
Por volta das 9h de hoje , os policiais hastearam as bandeiras do Brasil, do Maranhão e de São Luís em frente ao prédio, entoando o hino nacional e da Polícia Militar. Durante toda a madrugada, as bandeiras ficaram hasteadas a meio palmo, por decisão dos próprios grevistas.
Deputados da  Oposição e do governo estão reunidos no gabinete da Presidência,  a fim de avaliar como o Legislativo vai atuar nas negociações com os grevistas. O primeiro deputado a chegar ao acampamento foi Bira do Pindaré (PT), que conversou com os policiais. Bira disse que defende o diálogo e que a sua maior preocupação é a segurança da população.
O Comando de Greve informou que os policiais só sairão do prédio após a votação do Orçamento 2012, cujo projeto que já foi dado entrada na Casa para os trâmites legais.
Neste momento, o presidente das Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, comanda uma reunião, em seu gabinete, com o comanda da greve.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Pressão do governo via Justiça não intimida comando de greve da PM

A iniciativa do governo do Estado recorrer à Justiça para declarar a ilegalidade da greve da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, não intimidou o comando do movimento. As duas corporações estão de braços cruzados e ameaçam permancer assim até que o governo sente para negociar as reivindicações.
“Não adianta intimidar que nós não vamos voltar. Nosso movimento não recua, podem nos tirar o que quiser, inclusive todo o salário, mas a greve continua”, disse um dos líderes do movimento agora a pouco, antes de entrar para uma reunião com parlamentares no gabinete do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB).
Um dos pontos da reunião, a porta fechada, que acontece neste instante, é a decisão da Justiça, que declarou ilegal a greve e estabeleceu multa de R$ 200,00 por dia a cada um dos grevistas.
“Nós vamos aguardar a notificação oficial, mas a greve vai continuar”, adiantou o coronel Ivaldo Barbosa”, líder do movimento.  

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Policiais militares interditam BR -010

Policiais militares interditaram esta manhã a BR-010, no trecho que passa por Imperatriz, provocando enorme engarrafamento ao longo da estrada Belém/Brasília.

Em todo Maranhão o clima é de intraquilidade. Em Imperatriz a população está apresensiva, principalmente após a declaração da governadora de que não negocia sob pressão.

Por conta da interdição, ninguém consegue passar, o trânsito está um caos na cidade. Viaturas foram atravessadas na BR, impedido a livre circulação de veículos.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

CPI dos R$ 73 milhões já está composta

O deputado Roberto Costa (PMDB), provável presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, que vai investigar o sumiço dos R$ 73 milhões, informou agora a pouco os nomes dos sete parmentares encarregados de descobrir o paradeiro do dinheiro que sumiu da conta da Prefeitura de São Luís.
Estão responsáveis pela investigação os deputados Roberto Costa (PMDB), Magno Bacelar (PV), Vianey Bringel (PMDB), Rogério Cafeteira (PMN), Leo Cunha ( PSC), Raimundo CUtrim (PSD) e Marcelo Tavares (PSB).
A presença do deputado Marcelo Tavares na CPI ainda não está garantida. O autor da proposta, deputado Roberto Costa, disse que ainda vai conversar com o companheiro de plenário, em função dele não ter assinado o documento que criou a Comissão.
Os trabalhos da CPI, segundo Costa, iniciam semana que vem. Ele não adiantou por onde pretende começar.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Estado amanhece com Sistema de Segurança paralisado



Militares  acamparam na área externa da Assembleia Legislativa e prometem resistir até serem atendidos pelo governo 



O Maranhão amanheceu hoje sem Polícia Militar, sem Corpo de Bombeiros e sem delegados, por conta da intransigência da governadora Roseana Sarney (PMDB) em não negociar com o comando de greve da PM, que paralisou as atividades por tempo indeterminado.
A greve dos policiais militares coincide com a paralisação dos Delegados de Polícia, que já estão em estado de greve a dois dias, o que compromete ainda mais o Sistema de Segurança Pública do Estado.
O movimento grevista ganhou esta manhã destaque em todos os telejornais, inclusive no Bom Dia Brasil, da TV Globo, com direito a comentário do especialista em Segurança, Rodrigo Pimentel.
O comentarista atribuiu a intransigência nas negociações ao radicalismo de algumas lideranças por falta de um sindicato que encaminhe as negociações. Ele explicou que os policiais militares são proibidos de formar sindicato.
Os militares amanheceram acampados na área externa do Palácio Manoel Bequimão e esperam que os parlamentares ajudem encontrar uma solução para o impasse.
O líder do governo, deputado Manoel Ribeiro (PTB), que havia se comprometido em resolver a questão junto ao Palácio dos Leões, se refugiou em Portugal para não ter que pagar o mico de comandar a greve, conforme havia se comprometido.  

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Deputado agora pode ser punido por fato anterior ao mandato

O Conselho de Ética aprovou ontem (23) a possibilidade de julgar deputados por fatos cometidos antes do mandato, desde que o suposto crime ou irregularidade tenha ocorrido até cinco anos antes do início da legislatura e não seja conhecido do Congresso.
O relatório, de autoria do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), respondeu a uma dúvida levantada pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ). O prazo de cinco anos foi escolhido por ser o mesmo adotado para ações por crimes disciplinares dos servidores públicos.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Senadores estendem a lei antifumo para todo o país

Medida, que bane fumódromo, só depende de sanção da presidente Dilma
JOHANNA NUBLAT
MÁRCIO FALCÃO
  
O Senado aprovou uma medida provisória que proíbe o fumo em ambientes fechados de acesso público em todo o país.
Até os fumódromos, áreas criadas especificamente para fumantes em bares, restaurantes, danceterias e empresas, ficam proibidos.
Hoje, leis semelhantes já vigoram em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
A medida passará a valer a partir da sanção do texto pela presidente Dilma Rousseff. A proposta, porém, ainda depende de regulamentação para fixar valor de multa.
O projeto é semelhante ao aprovado pelo então governador José Serra (PSDB) em São Paulo. No Estado, o dono do estabelecimento onde ocorre a infração pode pagar multa de até R$ 1.745.
Mas a medida aprovada pelo Senado é ainda mais restritiva, porque bane até as tabacarias -locais onde é possível fumar desde que não haja comida e bebida.
A proposta, que começou a tramitar no Congresso em agosto deste ano, foi aprovada de maneira simbólica.
Outras alterações foram aprovadas no Senado. Uma delas é a que prevê que, a partir de 2016, os maços de cigarros também tragam mensagens de advertência sobre os riscos do produto à saúde em 30% da parte frontal (hoje existe só na parte de trás).
Pontos de venda de cigarro não poderão mais ter propaganda. Eles deverão apenas expor os produtos e suas advertências à saúde.
Essas restrições foram comemoradas pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde). “Dados de outros países mostram que restringir o uso do cigarro em espaços coletivos e a propaganda no espaço de venda contribuem para reduzir o fumo”, afirmou à Folha.
No Brasil, estima-se uma população fumante de 15% -em 1989 era de quase 35%.
Padilha, porém, criticou outro ponto da medida provisória, que libera a publicidade do cigarro em eventos.
ALTERAÇÕES
O projeto passou por várias alterações na tramitação. Na Câmara, o relator Renato Molling (PP-RS) era a favor do fim dos fumódromos, mas tentou abrir a possibilidade de que alguns locais (como restaurantes e boates) fossem totalmente livres para o fumo. Não teve sucesso.
“Nossa proposta era mais ampla, se protegia um pouco mais a produção e os fumantes”, disse o deputado, que vem do principal Estado produtor de tabaco.
A Souza Cruz e Philips Morris, duas das maiores produtoras de cigarro do país, não quiseram comentar o caso.

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