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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2012

Dilma decide abrir cofre para conter base

Agência Estado
Pressionada pelos partidos da base, a presidente Dilma Rousseff mandou abrir o cofre na tentativa de pacificar os aliados insatisfeitos com o controle sobre os gastos dos ministérios e com o arrocho imposto à liberação das emendas dos parlamentares em ano eleitoral. O movimento veio tarde e não foi capaz de abafar a rebelião da base, sobretudo do PMDB. O maior sinal do forte desgaste na relação com o Planalto foi a rejeição ontem à tarde da recondução de Bernardo Figueiredo para a presidência da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O nome de Figueiredo era avalizado pela presidente por ser um petista que coordena o projeto do trem-bala, uma prioridade do Planalto.
O primeiro gesto de pacificação da base dado pela presidente Dilma foi determinar à ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que se reunisse ontem à tarde com a colega do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar da liberação de recursos para emendas orçamentárias de parlamentares que têm pressa de atender as bases eleitorais.
Mas a presidente também pretende entrar pessoalmente em ação, para se reafirmar como interlocutora da base – papel que até então evitava assumir -, e não apenas do PT. Dilma pretende participar mais regularmente de reuniões com parlamentares.
A decisão de entrar em campo e abrir negociação para pacificar os partidos rebelados veio no embalo do manifesto do PMDB contra o tratamento “privilegiado” do conjunto do governo ao PT, o que, para peemedebistas, põe em risco a eleição de prefeitos da sigla.
Na véspera, em reunião com o vice-presidente da República, Michel Temer, descontentes do PMDB das cinco regiões do País queixaram-se da “falta de instrumentos e autonomia” dos ministérios para atender as bases.
“O pagamento das emendas não é favor: é direito nosso e está na lei orçamentária”, protestou o líder peemedebista na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). “O que o partido vai dizer na sua base? Em outubro houve um acordo com o governo para a liberação das emendas. Mas nada disso aconteceu. Pelo contrário, contingenciaram tudo.” Segundo Henrique Alves, os ministérios não cumpriram de 30% a 40% dos empenhos autorizados pela própria presidente. Agora, Dilma determinou que sejam refeitos os cálculos para que as emendas sejam liberadas.

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2012

PDT nacional pode ir com a oposição em 2014

 PAULO DE TARSO LYRA

O PDT é o primeiro partido da base a emitir sinais de que poderá estar com a oposição em 2014. Segundo apurou o Correio Brasiliense, depois de sua demissão do Ministério do Trabalho, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ligou pelo menos três vezes para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ensaiando uma parceria política. O partido reclama que está sendo maltratado pelo governo da presidente Dilma Rousseff e que o Conselho de Ética da Presidência só puniu o pedetista. “Eles não agiram contra o Palocci (Antonio Palocci, ex-chefe da Casa Civil) e quando recomendaram uma investigação contra o Pimentel (Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Dilma resolveu trocar os conselheiros”, declarou o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP).

Aécio afirmou que o PDT está ao lado do PSDB em Minas tanto em Belo Horizonte quanto no governo de Antonio Anastasia. Mas disse que ainda é cedo para falar de alianças para 2014. “Esse cenário só ficará mais claro a partir de 2013, após as eleições municipais”, disse o senador mineiro. A oposição trabalha com a hipótese de atrair PR, PP e PTB para uma candidatura presidencial em 2014.

De olho no Trabalho

O xadrez para acomodar aliados na Esplanada tende a ficar mais complexo com a entrada do PMDB nas reivindicações por mais espaço no governo. Peemedebistas avisam que o partido poderá entrar na disputa pelo Ministério do Trabalho e, agora, três legendas passam a disputar o cargo. A pasta é visada pelo PDT, praticamente vetado devido ao afastamento do partido em relação ao PT em São Paulo, e pelo bloco PTB/PSC, que na semana passada chegou perto de colocar Hugo Leal (PSC-RJ) no comando do ministério. Hoje, deputados do bloco irão se reunir com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para tratar o assunto, já que a operação para nomear Hugo Leal foi abortada repentinamente na semana passada. (Júnia Gama)

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2012

Notas sobre o cotidiano político

Passeio caro
O líder da oposição, deputado Marcelo Tavares, voltou a criticar o comportamento da bancada do governo por não permitir que a população tome conhecimento dos gastos feitos pelo Estado no Carnaval do Rio de Janeiro.
Segundo Tavares, o governo tem a obrigação de esclarecer quanto gastou com o desfile da Escola de Samba Beija-Flor. “A governadora faz questão de esconder a verdade. Tenho a informação de que somente o jatinho que levou Roseana para assistir o desfile custou R$ 200 mil”, denunciou.
Prazo salvador
Os advogados de defesa no processo em que Roseana Sarney é acusada de abuso de poder econômico, nas eleições de 2010, acreditam que o pleito municipal de outubro próximo vão dar fôlego à governadora, pois entendem que dificilmente será julgado este ano.
Já a banca que defende a cassação está confiante num desfecho favorável, pois entende que os argumentos arrolados no processo e os depoimentos das testemunhas de defesa complicam a governadora.
Bira na telinha   
No pacote de inserções que o PT levará ao ar em cadeia de rádio e televisão, a partir da próxima semana, cinco foram cedidas ao pré-candidato Bira do Pindaré.
A assessoria do pré-candidato informou que Bira dará ênfase aos problemas existentes na cidade e falará sobre o que pensa da atual administração municipal.
Pegando carona   
A governadora Roseana Sarney vetou integralmente o projeto de lei do líder do Bloquinho, Eduardo Braide, que dar direito a prioridade aos portadores de deficiência na matrícula em estabelecimentos de ensino próximos às suas residências.
O veto foi confirmado pela bancada. Braide se absteve de votar alegando ser autor da matéria, mas avaliou o veto após ter a garantia de que o Executivo encaminhará projeto semelhante para ser deliberado pelo Legislativo.  
Não tem jeito
Sabem quem propôs o corte do 17º e 18º salários dos deputados? Ele mesmo, o suplente mais forte que deputado eleito, Tatá Milhomem. 
E ainda teve a coragem de aparacer no Jornal Nacional afirmando não ver nada de imoral e que deputado funciona como instituição de caridade. Menos Tatá, menos. 

  • Jorge Vieira
  • 7/mar/2012

Líder do governo “enquadra” Manoel Ribeiro e joga o lixo da Beija-Flor para debaixo do tapete

César Pires fez Manoel Ribeiro engolir a língua 
Acostumado a dar aulas de regimento aos parlamentares que dirigem as sessões e a orientar o ex-líder da bancada do governo, Stênio Resende (PMDB), nas votações em plenário, o deputado Manoel Ribeiro (PTB) foi “enquadrado” nesta manhã de quarta-feira (07) pelo novo líder do governo, deputado César Pires (DEM), e teve que se manter na condição de liderado.
O plenário da Assembleia Legislativa se preparava para votar um requerimento do deputado Rubéns Júnior (PCdoB) solicitando informações ao governo sobre o montante de recursos públicos aplicados no Carnaval da Escola de Samba Beija-Flor (RJ), quando Ribeiro se levantou e pediu que o líder César Pires ficasse atento à votação.
Pires não gostou de ter sido chamado atenção e partiu com gosto de gás para cima de Ribeiro. “Sou consciente de minhas obrigações, tanto é assim que fui conversar com os líderes Eduardo Braide e com Tatá Milhomem para que se evitasse discutir o assunto, não aceito ser manietado por ninguém e como líder do governo recomendo que a bancada vote contra o requerimento”, disparou Pires.
Surpreso com a reação do líder, Manoel Ribeiro engoliu a língua, manteve-se sentado em sua cadeira e apenas votou pela rejeição do requerimento que pretendia dar a chance ao governo mostrar que é transparente.
Com a rejeição da solicitação do deputado do PCdoB, a bancada do governo mais uma vez joga o lixo do Carnaval da Escola de Samba Beija-Flor para debaixo do tapete. Há suspeita de que a governadora tenha investido R$ 22 milhões do Estado no Carnaval do Rio e Janeiro.
Segundo o líder da oposição, deputado Marcelo Tavares, o governo tem a obrigação de esclarecer quanto gastou para incentivar os festejos de Momo na “cidade maravilhosa”. “A governadora faz questão de esconder. Tenho a informação de que somente o jatinho que levou Roseana para assistir o desfile custou R$ 200 mil”, denunciou.
   

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2012

Cleide Coutinho contesta dados do Ministério sobre saúde do Maranhão

A deputada Cleide Coutinho (PSB) contestou na manhã desta terça-feira (6) os dados sobre  o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS) sobre o sistema de saúde publica do Maranhão, lançado recentemente pelo governo federal, através do Ministério da Saúde.
Os dados revelados pelo IDSUS têm o objetivo de permitir uma analise criteriosa, no que se refere à saúde da situação dos municípios e Estados do Brasil, visando corrigir ou mesmo aprimorar as falhas apontadas.
A parlamentar observa que as aferições do IDSUS levaram em conta dados da saúde básica, ambulatorial, hospitalar e de emergência, no período de 2008 a 2010.
”Os dados nada têm há ver com a programação que a governadora Roseana colocou que seria do programa ‘Saúde é Vida’. Quando os dados foram coletados, os tão propagados 72 hospitais ainda iam ser inaugurados. Apenas quatro hospitais estavam funcionando. Em 2010, apenas um funcionava”, disse.
O próprio ministro Alexandre Padilha disse que a nota 10 que qualquer cidade possa ter alcançado, é a única satisfatória. Mas, infelizmente, mais de 20% dos municípios que reúnem 27% da população não alcançaram nem a nota 5.
 “Quem tirava nota 5 sentia até vergonha, porque nós sabemos que com essa nota o aluno não se logra a aprovação. E pensar que o Maranhão está comemorando apenas porque São Luis tirou 5.4 e o Estado tirou 5.2. A que ponto nós chegamos, para comemorar apenas porque tiramos uma nota 5”, comentou Cleide.
 DISPARIDADES
Por outro lado, a deputada Cleide disse que podia muito bem está comemorando, porque Caxias, de acordo com o perfil socioeconômico e de estrutura de saúde, pertence ao grupo 4 e que ficou entre os 10 municípios com melhores notas divulgadas pelo IDSUS.
Em contrapartida, Cleide constatou que Timon ficou em terceiro lugar, acima de Caxias, Santa Inês e até de Porto Franco. “Como acreditar em um índice desses, que colocou em terceiro lugar um município como Timon que não tem saúde? Quando o próprio secretário Ricardo Murad esteve lá na semana passada e se reuniu com o promotor Antônio Borges, definindo que vai mudar e melhorar o sistema de saúde daquela cidade”, disse Cleide.
 Ela comentou ainda que causou espanto ver que colocaram uma cidade de 18 mil habitantes, chamada Turmalina, em Minas Gerais, na frente de Ribeirão Preto, em São Paulo. “Ribeirão Preto, que sempre foi considerada um centro de referência em saúde no Brasil. O Ministério da Saúde tem que fazer outra avaliação, para que todos acreditem que o trabalho é sério e não apenas político”, afirmou.
Cleide Coutinho encerrou seu pronunciamento, citando a opinião de renomados especialistas em saúde, como Antonio Ivo de Carvalho (diretor da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca), Célia Almeida (pesquisadora do Departamento da Administração e Planejamento em Saúde da ENSP), Maria Alicia Ugá (pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde) e José Noronha (diretor do Centro Brasileiro de Estudo da Saúde e  médico do Instituto de Comunicação e Formação Cientifica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz), que contestaram a avaliação acerca dos dados divulgados pelo IDSUS.
 José Noronha disse que “parte da tecnocracia do Ministério da Saúde acaba de brindar a sociedade brasileira com um disparate metodológico a título de atender a fome do chamado ‘ranqueamento’ que frequenta com avidez uma parte da grande mídia brasileira. E pior: pretende se constituir no processo de pontuação isento de contaminação política ideológica”.
 E finalizou que realmente o Ministério da Saúde tem que fazer outra avaliação para que nós acreditemos que seu trabalho é sério e não político.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2012

Lula continua internado e não há previsão de alta

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não apresentou alteração de seu quadro clínico e continuará a ser medicado com antibióticos (para tratar de um pneumonia leve), pelos próximos dias. Segundo o Hospital Sírio-Libanês, não há previsão de alta e hoje não está programada a divulgação de um novo boletim médico.
No domingo, Lula foi internado na instituição, em São Paulo, por causa da pneumonia. Segundo o médico, a doença é efeito da baixa imunidade causada pelo tratamento contra o câncer na laringe.
Ontem foram feitos exames que identificaram a pneumonia, mas não se sabe qual foi o agente causador, que pode ser um vírus, uma bactéria ou um fungo.
Lula foi impedido de receber visitas pela equipe do médico Artur Katz, que afirmou que a medida serve para dar um “descanso na corda vocal”. “O tratamento ao qual o presidente fez é extraordinariamente pesado”, afirmou. O tumor foi diagnosticado em outubro.
Katz disse que novos exames foram feitos para detectar a presença de tumores e nada foi encontrado. Segundo ele, porém, os exames não são conclusivos porque a radioterapia, terminada em 17 de fevereiro, ainda tem efeitos sobre o organismo do ex-presidente.
“O inchaço não permite uma avaliação adequada.” O médico explicou que o ex-presidente sente incômodo para se alimentar.
Durante o tratamento, o ex-presidente manteve uma intensa agenda política. Só no hospital foram 34 encontros.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2012

Bira diz que Washington tem vergonha dos aliados

Pré-candidato às prévias que o Partido dos Trabalhadores realizará dia 15 de abril, segundo cronograma estabelecido pelo Diretório Municipal, o deputado Bira do Pindaré acusou na manhã desta terça-feira (06) o vice-governador e também pré-candidato, de esconder seus apoiadores ligados à oligarquia Sarney.   
Num contundente pronunciamento, Bira informou ao plenário da Assembleia Legislativa que o material de campanha do vice-governador não apresenta as lideranças que estão dando sustentação à sua pretensão de de ser o candidato do PT à sucessão municipal de outubro. 
Para o parlamentar, na realidade, Washington tem vergonha de apresentar seus aliados do PMDB, como a governadora Roseana, os senador José Sarney, João Alberto, Edison Lobão e o coordenador da campanha, Ricardo Murad. 
Bira anunciou que já colocou seu material de propaganda junto a militância e, ao contrário do que tentam plantar os blogueiros pagos pelo Palácio dos Leões, sua candidatura está cada dia mais enraizada nas bases do partido. 
“Se depender da opinião livre dos militantes, acredito que sairemos vitoriosos do pleito, mas em  caso abuso de poder econômico do adversário, ficará mais complicados, no entanto, nos filiados estão firmes e vão à luta pela dignidade partidária votando contra a oligarquia”.     
O encontro municipal que elegerá os delegados responsáveis pela indicação do candidato está marcado para o dia 25 de março e a eleição acontecerá dia 15 de abril.      

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