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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

Edivaldo apresenta projetos para São Luís à ministra da Casa Civil Gleisi Hoffman

Acompanhado de Flávio Dino, prefeito eleito Edivaldo Holanda entrega projetos à ministra da Casa Civil Gleisi Hoffman
Em reunião com a ministra-chefe da
Casa Civil , Gleisi Hoffman, o prefeito eleito de São Luís, Edivaldo Holanda
Júnior (PTC), deu mais um passo em busca de parcerias federais para trazer
avanços para São Luís. Acompanhado pelo presidente da Embratur, Flávio Dino
(PCdoB), o prefeito eleito apresentou um quadro geral da capital maranhense e
mostrou interesse em estabelecer parcerias com o governo federal.
Recebido pela ministra no Palácio
do Planalto na tarde desta quinta (22), Edivaldo Holanda Júnior pediu ao
governo federal a celebração de uma forte parceria que consiga solucionar, em
curto, médio e longo prazos, os principais problemas da cidade. Saúde, Educação
e Mobilidade Urbana foram alguns dos assuntos discutidos durante a audiência.
Edivaldo discutiu com a ministra
Gleisi Hoffmann os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
em São Luís, com principal atenção para o PAC Mobilidade Urbana, que o prefeito
eleito considera uma questão de urgência para a cidade.
Edivaldo reafirmou a necessidade
que a prefeitura tem de investir em transporte público de massa. A implantação
de um sistema público de transporte de qualidade, ágil e seguro, que ajude a
desafogar o trânsito da cidade, é a meta de Edivaldo Holanda Júnior.
O prefeito eleito explanou também
a gravidade da situação da saúde pública em São Luís, assunto anteriormente
conversado com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Ao fim da conversa, a ministra
Gleisi Hoffmann cumprimentou Edivaldo pela vitória em São Luís e disse que o
Palácio do Planalto está aberto para que o município possa reverter o quadro de
dificuldades em diversas áreas. Gleisi salientou que o governo federal acompanhará
de perto a capital maranhense para que a cidade possa acompanhar o ciclo
virtuoso por que vem passando o Brasil.
 

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

CPI pede investigação para relator do processo de cassação de Roseana por prevaricação

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel,
relator do processo de cassação da governadora Roseana Sarney (PMDB) no
Ministério Público Federal, por abuso de poder político e econômicos nas
eleições de 2010, a pedido do relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair
Cunha (PT-MG), será investigado pelo Conselho Nacional do Ministério Público
por prevaricação.
O processo de cassação da governadora está
paralisado desde que o relator original do processo no Tribunal Superior
Eleitoral, ex-ministro Arnaldo Vessiani, o encaminhou para receber o parecer
do Ministério Público Federal.
Mesmo atarefado com o julgamento do Mensalão do
PT, Roberto Gurguel, num gesto que causou surpresa, avocou para ele a
relatoria do processo e engavetou, sentou em cima e nunca mais devolveu para
ser julgado pelo pleno do TSE.
O procurador
é acusado no relatório da CPI do Cachoeira de ter paralisado a Operação Vegas, da Polícia
Federal, que descobriu a relação de parlamentares com Carlos Augusto Ramos, o
Carlinhos Cachoeira, entre eles o ex-senador Demóstenes Torres (GO). Gurgel
recebeu a denúncia em 2009, mas só mandou investigar em 2012, quando a CPI já
estava em funcionamento.
Segundo
ele disse à Folha de São Paulo, “isso ocorreu porque em 2009 porque o quadro que veio ao Ministério
Público Federal era limitado essencialmente à questão do jogo”. Ele
afirmou que o sobrestamento da operação Vegas permitiu que as investigações
avançassem e desvendassem o esquema Cachoeira.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

Bira do Pindaré visitará comunidade ameaçada de despejo em Bacabeira

O deputado Bira do Pindaré (PT), presidente da Comissão de Direitos
Humanos, anunciou a realização de uma audiência pública no dia 27 de
novembro, às 14 horas, na Avenida Brasil, no povoado Santa Quitéria.
A audiência abordará a situação de conflito agrário no povoado que
fica em frente às futuras instalações da Refinaria Premium, da
Petrobrás. Estão sendo aguardados membros dos Direitos Humanos da OAB,
do ITERMA, secretário de governo, a Comissão de Direitos Humanos da
Assembleia Legislativa, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais e
vereadores.
Na área, vivem 500 famílias há mais de 15 anos. O maior problema do
local é a falta de uma política de regularização fundiária, o que
proporciona uma enorme insegurança jurídica. As tensões na região
começaram imediatamente após o começo das obras da Refinaria.      
Por conta dessa problemática, a comunidade bloqueou a BR-402 e ontem
disseram: ‘mas não é o nosso desejo, não somos baderneiros, não queremos
isso, mas não havia mais nenhum recurso, não tinha mais para quem
apelar, estão tentando nos expulsar dessa área’.
O deputado Bira alertou para a tentativa de expulsar as pessoas de
suas casas colocando-as à sua própria sorte. “É por essa razão que as
periferias da cidade estão inchadas e crescem a cada dia é porque o
nosso povo do interior do Maranhão não tem a oportunidade de continuar
vivendo com dignidade no local que escolheram, no local que vivem, no
local que nasceram”, destacou.
CIPÓ CORTADO
Outra situação que merece atenção das autoridades é o conflito por
terras no povoado Cipó Cortado, no município de Senador La Roque. Houve
uma tentativa de assassinato de um lavrador por ação da pistolagem. O
lavrador só não morreu porque conseguiu ser atendido em Imperatriz. Até
hoje não há sequer um inquérito aberto para apurar a responsabilidade
pela conduta de quem tentou matar o lavrador.    
A comunidade está inquieta pela falta de segurança, por falta da
funcionalidade das instituições como o INCRA e o ITERMA. O deputado Bira
anunciou uma reunião com o superintendente do INCRA e com o responsável
pelo programa Terra Legal que está lá analisando os pedidos do
proprietário que tenta se regularizar pelo programa. As terras da região
são da União, portanto tem que ser destinadas a Reforma Agrária,
atendendo o interesse da população que quer continuar trabalhando ali.
    

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

Prefeitos se mobilizam pela sanção da lei dos royalteis

Foto Materia
Chico Gomes, prefeito eleito de Viana
Mais de cinco mil prefeitos estão sendo mobilizados pela Confederação
Nacional dos Municípios (CNM) na missão de pressionarem a presidente
Dilma a sancionar  a Lei dos Royalties de petróleo sem vetos, ou seja,
na forma como foi aprovada pela Câmara Federal. A notícia foi dada nesta
quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa, pelo deputado Chico Gomes
(DEM), prefeito eleito de Viana.  Ele afirmou que a sanção dessa lei vai beneficiar todos os
municípios brasileiros, com reflexo maior nos municípios mais pobres.
Segundo Chico Gomes, os recursos dos royalties são baseados nos
mesmos cálculos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o
critério populacional. “Os municípios do Nordeste têm sua maior receita
no FPM, o oxigênio que faz as administrações municipais respirarem. Não
têm nenhum significado para os municípios do centro-sul, mas aqui é
fundamental”, afirmou Chico Gomes acrescentando que o FPM vem caindo de
forma assustadora com as medidas que o governo federal está tomando para
enfrentar a crise econômica que aflige todo o mundo, em especial os
países do velho continente europeu.
Conforme Chico Gomes, o Brasil vem resistindo á crise e resistindo à
recessão, mas as medidas de controle estão abalando as finanças dos
estados, principalmente os do Norte e Nordeste. O parlamentar
acrescentou que a receita municipal chegou ao fundo do poço deixando os
prefeitos sem condições de cumprirem seus compromissos.
A receita dos royaltes, conforme o deputado, não é tão vultosa, mas
será fundamental para corrigir os efeitos na queda do FPM. Chico Gomes
citou os exemplos de alguns municípios. Bacurituba, que em 2011 recebeu
R$ 65 mil de royaltes de petróleo, caso seja sancionada a lei aprovada
no Congresso receberá R$ 402 mil; Timon, um dos maiores do Estado, que
recebeu R$ 854 mil tem previsão de receber mais de R$ 5 milhões; São
Luís, que tem uma receita de R$ 4,5 milhões, vai receber mais de 27
milhões; Viana, cidade do deputado passará de R$ 218 mil para 1,3
milhão.
Informa Chico Gomes que a campanha da Confederação Nacional dos
Municípios se estenderá até o último dia do prazo previsto para a
presidente da República sancionar ou vetar a lei dos royaltes. No final,
Chico Gomes ressaltou a iniciativa do deputado Eduardo Braide que
aprovou na Assembléia requerimento de apoio à sanção da lei pela
presidente Dilma Roussef.
“E nós estamos incorporados a esta luta. Eu parabenizo a Assembléia
por estar participando desta luta com a aprovação do requerimento do
deputado Eduardo Braide”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

OAB/MA elege seus dirigentes nesta sexta (23)

Os
Dirigentes  da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e das 11
Subseções da entidade no Estado, para o triênio 2013/2015, serão
escolhidos sexta-feira, dia 23/11.  O horário da votação é das 9h às 17h.
Serão eleitos, em única votação, os Conselheiros Seccionais, Conselheiros
Federais, as Diretorias da OAB/MA e da Caixa de Assistência dos Advogados
(CAA/MA) e das Subseções maranhenses. Mais de cinco mil profissionais estão
aptos a votar.
De
acordo com a Comissão Eleitoral da OAB/MA, a votação ocorre em São Luís, no
prédio sede da Seccional e nas sedes das Subseções de Açailândia, Bacabal,
Balsas, Caxias, Chapadinha, Codó, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro, Presidente
Dutra e Santa Inês, e mesas receptoras de Barra do Corda, Estreito e
Grajaú, não sendo permitida a votação em trânsito. Para facilitar a
localização dos locais de votação, foi disponibilizado no site www.oabma.org.br, da
Seccional, um banner: Eleições 2012 que aponta os locais de votação. Para
ter acesso, o advogado só precisa clicar sobre o link e digitar o número de sua
Inscrição na OAB/MA, CPF e a data de nascimento.
Além
de poder consultar o site  www.oabma.org.br, os votantes também contarão com um mural
instalado na sede da OAB-MA para consultar o domicilio eleitoral em que se
encontra cadastrado. Somente estarão aptos a votar todos aqueles advogados que
constem na lista de votantes devidamente atualizada pela Seccional.
Mais
que uma obrigatoriedade, o voto é um ato de compromisso com o futuro da OAB/MA,
devendo ser justificada eventual ausência por  escrito, no prazo de
30 (trinta) dias contados da data do pleito, a ser apreciada pela Diretoria do
Conselho Seccional. O formulário de justificativa poderá ser obtido no próprio
site da entidade.
Para
exercer o seu voto o advogado eleitor deverá apresentar Cartão ou
Carteira de Identidade de Advogado, ou ainda Cédula de Identidade –
RG, Carteira Nacional de Habilitação – CNH, Carteira de Trabalho e
Previdência Social – CTPS ou o Passaporte.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

TJ e MP promovem caminhada pelo fim da violência contra as mulheres

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) e o Ministério Público
estadual promovem caminhada na Avenida Litorânea no domingo (25), às 8h
(com saída próximo ao posto do Corpo de Bombeiros), em comemoração ao
Dia Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra
as mulheres. Ainda nesse dia e horário haverá atividade semelhante na
Avenida Beira-Rio, em Imperatriz. 
Os dois eventos são abertos à comunidade e marcam o início de ações
conjuntas para denúncia e conscientização sobre tema preocupante neste
Estado: a violência contra mulheres. A Coordenadoria Estadual da Mulher
em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJMA e a Vara Especial
de Combate à Violência Contra a Mulher de São Luís estão à frente da
organização da caminhada na Litorânea. O desembargador Raimundo Barros
representará o Judiciário.
Autor da indicação, o presidente Antonio Guerreiro Júnior fez
comunicado sobre a data na sessão plenária do TJMA nessa quarta-feira
(21), e convidou magistrados e servidores a participarem ativamente da
campanha. “Queremos difundir uma cultura de paz, respeito e igualdade
entre os gêneros”, anunciou.
Criada pelo Tribunal de Justiça para direcionar a luta estadual contra a
violência à mulher, a Coordenadoria tem como presidente a
desembargadora Nelma Sarney. O órgão realiza ações regulares – sempre
com caráter educativo – no sentido de discutir com a sociedade o
fenômeno da violência doméstica e das questões de gênero.  A proposta é
que juntos possam enfrentar as situações de conflito.

 

Estado tem alta incidência
Levantamento divulgado em agosto, com base em dados da Delegacia
Especial da Mulher em São Luís, mostrou aumento acentuado nas denúncias
de violência contra o gênero feminino. Na capital, foram mais de 3 mil
ocorrências registradas até aquele mês. Na maioria dos casos, as vítimas
tinham entre 18 e 29 anos de idade.
A delegacia acredita em números ainda mais assustadores. A maioria dos
casos não chega ao conhecimento das autoridades policiais em razão do
medo da mulher em denunciar o companheiro. Grande parte das agredidas
aponta a dependência econômica como justificativa.
A Lei Maria da Penha, que completou seis anos em 2012, é a forma mais eficaz de punição aos agressores.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

Desafios da Saúde em São Luís

Simplício Araújo*

O Sistema Único de Saúde é a maior política pública com garantia de direitos
para a população que conseguimos traduzir na Constituição Brasileira, o acesso
à saúde é uma obrigação do Estado e
desde a criação do SUS (Sistema Único de Saúde) o poder publico tenta
concretiza-lo na plenitude, no entanto o máximo que conseguiu foi que alguns
governos o coloquem como política prioritária que tenta cumprir as garantias
constitucionais dos cidadãos.

A população fica a mercê de cada governante, quando este entende o processo, o
sistema de saúde avança e melhora, porém quando não entendem, as consequências
são danosas para a população e o sistema retrocede, de tal forma que pode
exibir requintes de crueldades para quem precisa dele.

As capitais brasileiras, no que se refere à implantação e desenvolvimento do
SUS, têm um papel de suma importância na composição desse Sistema em cada
estado. De forma regionalizada, hierarquizada, e descentralizada com a
participação popular, devem buscar oferecer à população um sistema de saúde
eficiente na atenção primária de saúde, ações de saúde de Média e Alta
Complexidade, Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Saúde do
Trabalhador e Vigilância Ambiental, dando respostas aos grandes problemas de
saúde da população. Por ser capaz de oferecer um grande número de serviços nos
mais diversos graus de complexidade à sua população, a capital é também na
maioria das vezes referência de atendimentos para outros municípios que não
dispõem desses serviços mais especializados.

As capitais devem caminhar para ser um exemplo de modelo de gestão em saúde no
estado. É imprescindível o entendimento de todos que o SUS é de
responsabilidade tripartite (governos estadual, municipal e federal) em todo o
país e que os fóruns de pactuação (COMISSÕES INTERGESTORAS BIPARTITE e
TRIPARTITE) sejam respeitados, pois as mesmas definem o que cada ente federado
fará no sistema em se tratando de ações e serviços de saúde assim como o
financiamento. Importante também lembrar o papel de controle dos Conselhos de
Saúde e do Ministério Público da execução da Política de Saúde, numa lógica de
cobrança da responsabilidade tripartite pactuada pelos gestores do SUS em cada
Estado.

Nesse contexto, é lamentável no que se transformou o modelo de saúde de São
Luís, a política de atenção às Urgências é deplorável, o sistema de resgate
Pré-hospitalar, o SAMU está sucateado, sem ambulâncias, força de trabalho em
greve, sem política salarial igualitária. As duas UPAS municipais (Os
Socorrinhos), praticamente estão desativadas, os Pronto Socorros (Socorrões I e
II e Hospital da Criança) estão sempre superlotados, faltam medicamentos,
material hospitalar, manutenção de equipamento, chegando ao cúmulo de faltar
alimentação para os pacientes e trabalhadores, e o mais grave, as gratificações
dos funcionários e os salários de médicos atrasados.

A dificuldade para o usuário do SUS conseguir realizar exames laboratoriais,
consultas especializadas e internações eletivas é uma triste realidade. Aqueles
que precisam e não conseguem, pedem às pessoas que imaginam que poderão
influenciar para conseguir o direito constitucional que lhes está sendo negado.
As filas já começam a se formar nas marcações de consultas, pois com o desmonte
dos laboratórios municipais, a contratação de serviços laboratoriais privados
não consegue dar resposta às demandas de exames que são solicitados. Contribui
também para esse aumento, a escassez de consultas especializadas que ocorre em
parte pela precariedade de funcionamento do Centro de Especialidades do
Filipinho e do fechamento para reforma do Pam Diamante.

O Sistema de Regulação ainda é incipiente, não se firmou como instrumento de
controle e organização do gestor de saúde da capital, e é ignorado pelo gestor
estadual, o município não faz o seu papel com competência e eficiência, a SEMUS
é obrigada a conviver com um pequeno sistema de saúde paralelo estadual que não
informa dados do atendimento realizado e nem aceita ser regulado pelo
município. O prédio onde funciona a Central de Regulação Municipal (CEMARC)
está em péssimo estado de conservação e o pátio de computadores para realizar o
atendimento é insuficiente, obsoleto e sucateado. O problema se agravou após
algumas unidades descentralizadas de marcação de consultas serem desativadas
quando deveriam ter sido ampliadas.

A Vigilância em Saúde, composta pela Vigilância Sanitária, Epidemiológica,
Ambiental e Saúde do trabalhador, foi colocada em segundo plano, isso é
demonstrado pelo abandono da área onde funciona, necessitando de reformas e
equipamentos, chegando ao absurdo da Vigilância Sanitária Municipal ter sido
interditada pela Vigilância Sanitária Estadual. Os Veículos utilizados para
executar as ações de saúde dessas áreas, mais de 60% estão parados precisando
de reparos, e para suprir essa deficiência foi contratada uma empresa de
locação de carros, que não conseguem atender às demandas específicas das
vigilâncias. O Centro de Controle de Zoonose está quase desativado, o controle
da população de cães e gatos está abandonado, e a vacinação é precária. O
resultado foi o aparecimento de dois casos de RAIVA HUMANA em São Luís levando
ao óbito duas pessoas por ineficiência do poder público no que se refere ao
controle de endemias na nossa capital.

O SUS tem estratégias pontuais que contribuem para a melhoria e eficiência do
Sistema de Saúde, mas o governo municipal praticamente não as utiliza. Como
exemplo, podemos citar: Saúde na Escola, estratégias de humanização do
atendimento, Academia da Saúde, Internação domiciliar, Núcleos de Apoio à Saúde
da Família entre outras.

A realidade é que o Sistema de saúde de São Luís está com muitos problemas, o
governo que entra tem que ter a competência de construir estratégias para
superar grandiosos desafios, para que possa voltar a ser um Gestor Pleno de
Saúde, pautado no Pacto Pela Saúde e protagonista de um comando único na Gestão
da Saúde Municipal.

Entre os inúmeros desafios a serem enfrentados podemos citar: o
subfinanciamento da saúde municipal, onde dos recursos Federais destinados ao
estado só 45% em média desse montante fica na gestão do município de São Luís
que é uma Macro região, responsável por 03 hospitais de Urgência sem nenhum tipo
de ajuda do tesouro estadual para executar essa missão; a necessidade de
reforma e equipamentos de todas as unidades de saúde da SEMUS, assim como a
construção de novas unidades hospitalares; a desvalorização dos servidores
públicos municipais, massacrados pela injustiça salarial e a falta de uma
política de capacitação das diversas categorias de servidores públicos para
exercer suas funções com maior competência.

Não se pode deixar de ter estratégias para acabar com o sofrimento que
demonstra requintes de crueldades do sistema saúde municipal com pacientes
depositados nos corredores dos Socorrões, direito à alimentação e direito à
privacidade sendo negado, deve se buscar atendimento e internação digna dentro
do respeito às regras de Vigilância Sanitária e da garantia do tratamento
médico adequado. É imprescindível a obrigação de pagar os prestadores do SUS no
mês subsequente à prestação de serviço à população seja cumprido, o pagamento
está atrasado há três meses, só com a assiduidade se pode garantir que a
regulação dos serviços oferecidos seja respeitada.

Reorganizar o sistema de saúde articulando a Atenção primária e aumentando sua
cobertura no PSF, com as ações de Média e Alta Complexidade é mais uma
estratégia que deve ser focada de forma contundente para mudar a realidade
desse sistema que hora se encontra em total ineficiência. É preciso que os
gestores responsáveis de forma solidária pelo Sistema de Saúde de São Luís, se
articulem mais para diminuir a superposição de ações de saúde que cada um executa,
pois só dessa maneira o bem maior que é o ser humano de nossa cidade, terá seu
direito constitucional, o direito a saúde, garantido.

*Simplício Araújo é Deputado Federal

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