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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

Veja lista de fornecedores que receberam R$ 32 milhões de Castelo “no apagar das luzes”

Relatório
parcial de auditoria realizada pela Controladoria Geral do Município de
São Luís nas movimentações financeiras da Prefeitura e já entregue ao
prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC)  traz à tona a lista completa dos
fornecedores da Prefeitura que abocanharam nada menos que R$ 32 milhões
pagos pelo ex-prefeito João Castelo (PSDB) apenas entre os dias 27 e 31
de dezembro do ano passado.
No
total, são 24 fornecedores beneficiados pelos pagamentos “no apagar das
luzes” com recursos que, de acordo com a CGM, poderiam tranquilamente
ser utilizados para creditar em conta o salário de dezembro dos
servidores municipais.
Na primeira
lista, do dia 27 de dezembro, estão 21 fornecedores. Eles receberam,
juntos, mais de R$ 17 milhões. Veja detalhamento abaixo:
Num
segundo levantamento, do dia 28 de dezembro, está incluída a Pavetec,
que recebeu nada menos que R$ 6.312.178,33 por meio de uma única ordem
bancária. O total de pagamento dos dia ultrapassa os R$ 14 milhões.
Veja:
Ao
concluir o relatório sobre entrada e saída de recursos das contas
municipais no período final da gestão passada, o controlador Delcio
Rodrigues e o auditor Eduardo Costa Mendes, que assinam o documento, são
categóricos: “aproximadamente R$ 50.137.750,73 poderiam ter sido
destinados à conta n° 16950-1 (PAGAMENTO SALÁRIO).
Ainda
de acordo com essas contas, como a folha chega à casa dos R$
55.557.428,91, se Castelo houvesse priorizado o pagamento do
funcionalismo, seriam necessários apenas mais R$ 5.419.678,48 para
saldar o débito, sem parcelamento.
“Esse
saldo poderia ser encontrado em outras fontes de recursos da Prefeitura
[…] ou ingressos de valores nos primeiros dias de janeiro de 2013″,
completa o relatório.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2013

Ex-prefeito João Castelo está no fundo do poço

Castelo administrou São Luís como se fosse uma empresa de família

Não convidem o ex-prefeito João
Castelo (PSDB) para dar um volta na cidade, pois o mesmo corre o risco de ouviu
aquele velho coro “pega ladrão” e outros adjetivos nada abonadores à conduta
deste político fora de tempo e sem escrúpulo que nos deixou a herança maldita de
R$ 1 bilhão em dívidas e as finanças do município completamente esfacelada.

O mal que este homem fez a São
Luís não se resume ao dinheiro que escapuliu pelo ralo da corrupção para
irrigar contas bancárias de apadrinhados, vai além. João Castelo sucateou, de
propósito, a usina de asfalto da prefeitura para impedir que o sucessor pudesse
botar as maquinas nas ruas e melhorar as condições de trafegabilidade da cidade
e destruiu as estruturas dos sistemas de Saúde e Educação.

Acostumado ao tempo em que o
político se elegia e não tinha que dar satisfação dos seus atos a ninguém,
administrava a coisa pública como se fosse uma empresa de família, Castelo
esqueceu que vivemos um novo tempo, onde existem leis a serem cumpridas pelos
gestores públicos e deve pagar pelos seus atos de extrema irresponsabilidade.

Como pode um governante que se
dizia preocupado em resolver os problemas mais urgentes da população usar o
dinheiro do salário do servidor para pagar empreiteiros, entregar a usina de
asfalto do município para uma empresa de amigo tomar conta, usar os equipamento
e ainda levar as peças, destruir os sistemas de Saúde e Educação e transformar
as finanças num caos?

O Ministério Público felizmente
parece ter acordado do sono profundo e pedido a indisponibilidade dos bens do
ex-prefeito irresponsável. Isso ainda é muito pouco comparado ao estrago que
fez na cidade, falta colocar ele na cadeia para servir de exemplo aos demais
políticos que usam o bem público para enriquecimento pessoal.   

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2013

Prefeito Edivaldo paga salários atrasados de agentes de saúde e de endemias

A
Prefeitura de São Luís enviou nesta quarta-feira (23) recursos com a folha de
pagamento dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias
para o Banco do Brasil, referentes ao mês de dezembro do ano passado e o décimo
terceiro salário, atrasados pela gestão anterior.
Os
valores estarão creditados nas respectivas contas dos servidores até a próxima
sexta-feira (25). A medida beneficia 880 agentes comunitários de saúde e 609
agentes de combate a endemias.
Desde que assumiu o
mandato, em 1° de janeiro, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior empenhou-se para
que a remuneração das duas categorias prestadoras de serviços fosse colocada em
dia. No entanto, diante da total ausência de informações cadastrais a
prefeitura não tinha como efetuar o pagamento dos servidores, problema agora sanado
pela nova administração.

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2013

MP ajuiza ação para garantir tratamento a pacientes com HIV e doenças infecciosas

A
Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde de São Luís ajuizou Ação Civil
Pública nesta terça-feira, 22, pedindo à Justiça que determine, no
prazo de 90 dias, a implantação de unidade intermediária para
atendimento de pacientes com DST/Aids e tuberculose no Hospital
Presidente Vargas, sob a responsabilidade do Estado do Maranhão. O MPMA
também requer a condenação do Município de São Luís para que adapte os
hospitais Djalma Marques (Socorrão I) e Clementino Moura (Socorrão II)
para atender pacientes com doenças infecciosas e parasitárias, incluindo
um espaço adequado para isolamento.
De
acordo com o promotor de justiça Herbeth Costa Figueiredo, o objetivo
do Ministério Público é assegurar o mais breve possível as medidas
sanitárias para proporcionar aos pacientes serviços de saúde condizentes
com a dignidade da pessoa humana.
Em
2007, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) firmou convênio com o
Ministério da Saúde para ampliação e reforma do Hospital Presidente
Vargas, no valor de R$ 3 milhões. Ao investigar o fato, o Ministério
Público descobriu que o convênio foi bloqueado porque a SES não atendeu
as exigências para criar UTI – Unidade de Terapia Intensiva – com dez
leitos.
Em
relação aos hospitais municipais Socorrão I e II, por determinação do
MPMA, a Superintendência de Vigilância Sanitária (Suvisa) realizou uma
série de inspeções e constatou irregularidades como falta de isolamento
respiratório, superlotação, atendimento de pacientes nos corredores,
deficiência de profissionais e condições insalubres em várias alas. Caso
não haja o isolamento dos pacientes com doenças infecciosas, os outros
pacientes correm o risco de contaminação.
O
MPMA pediu à Justiça que determine aos entes públicos a apresentação de
alvará de autorização sanitária condicionado ao cumprimento de todos os
requisitos técnicos referentes às instalações, máquinas e equipamentos e
rotinas do Hospital Estadual Presidente Vargas, Hospital Municipal
Djalma Marques e Clementino Moura.

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2013

Gurgel segura inquérito contra Renan há 2 anos

Em 2007, quando renunciou à presidência do Senado para salvar o
mandato de senador, Renan Calheiros tornou-se protagonista de um
inquérito. Envolve a suspeita de uso de papéis frios para simular renda.
Repassado há dois anos ao procurador-geral da República Roberto Gurgel,
o processo estacionou.
O chefe do Ministério Público Federal nem apresentou denúncia nem
arquivou o caso. Por quê? Gurgel mandou a assessoria dizer que o
inquérito é gordo (43 volumes) e seu tempo, tomado pelo julgamento do
mensalão, era magro. Agora, mais liberado, diz que decidirá o que fazer
“nos próximos dias”.
Não é a primeira vez que Gurgel senta em cima de processo rumoroso.
Reteve por três anos a Operação Vegas, na qual a voz de Demóstenes
Torres soara pela primeira vez nos grampos da PF. Só se mexeu depois que
foram penduradas nas manchetes as escutas da Monte Carlo, a segunda
operação aberta contra Carlinhos Cachoeira e os sócios do ‘clube
Nextel’.
Se tiver algo a informar ao STF contra Renan, é bom que Gurgel fale
logo. Do contrário, pode casar-se com uma encrenca. Dentro de nove dias,
o plenário do Senado se reúne para escolher o substituto de José
Sarney. Sem dizer que é candidato, Renan é tido como favorito até pelas
carpas que nadam no espelho d’água cavado defronte do prédio de
Niemeyer.
Há cinco anos, Renan abdicou do trono do Senado depois que se
descobriu que um lobista da empreiteira Mendes Júnior repassava R$ 12
mil por mês à jornalista Mônica Veloso, com que o senador tivera uma
filha. No esforço para provar-se inocente, Renan alegou que dispunha de
renda para bancar a pensão da ex-amante.
Levou à vitrine um papelório que supostamente atestaria a venda de
cabeças de gado. Em relatório da época, a PF apontara indícios de
inidoneidade dos documentos. Sem o título de presidente, Renan reteve o
mandato. Mas a investigação policial seguiu seu curso… Súbito, sobreveio
o dique de Gurgel. O doutor ainda não se deu conta. Mas seu tempo não
passa. Já passou.
Contribuição do blog 
Gurgel também vem mostrando comportamento estranho ao avocar para si o processo de cassação da governadora Roseana Sarney (PMDB) e não despachá-lo para que o plenário do TSE julgue o pedido de anulação de diploma formulado pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), por abuso de poder político e econômico nas eleiçoes de 2010.
Foi o único processo de cassação de governador que Roberto Gurgel avocou para ser o relator e nunca se manifestou no processo, que está em sua gaveta há seis meses.  

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2013

Deputado Simplício Araújo repudia atentado contra Leitoa

O deputado federal Simplício Araújo
(PPS), em nota publicada na internet, repudia o atentado sofrido pelo prefeito
de Timon, Luciano Leitoa (PSB). O parlamentar externa ainda solidariedade ao motorista
atingido por disparos que seriam endereçados ao prefeito.  

Conversei agora a pouco com o deputado e ele me relatou o que ocorreu em Timon na noite de terça-feira (22).  Araújo estava em Timon para uma reunião com Luciano Leitoa, que acabou não acontecendo por conta de uma jantar que o prefeito teria com a esposa. 

“Luciano estava na prefeitura, nós conversamos e resolvemos adiar a reunião porque a esposa dele iria buscá-lo para jantar. Ele foi jantar e mandou o motorista levar o carro para casa. Quando o motorista se dirigia para a estrada – Luciano está morando num sítio porque a casa está em reforma – foi intercepato por um Siena e empreendeu fuga. Foi ai que um homem que estava no banco do passageiro desceu o vido e disparou na direação do carro e atingiu o motorista”, relatou Simplício.

O parlamentar retornou esta manhã a São Luís e disse ao blog que o prefeito está assustado porque não sabe de onde partiu o atentado e resolveu cancelar toda a agenda que estava programada para hoje. Abaixo a nota de repúdio do parlamentar.




NOTA DE REPUDIO

 
O Deputado Federal Simplício Araújo vêm, por meio desta
nota pública, repudiar o atentado contra o Prefeito da cidade de Timon, Luciano
Leitoa.

 

O Parlamentar também manifesta solidariedade à família
do Prefeito, assim como de seu motorista, Marcinho, que fora atingido no
atentado.

 
O Deputado Simplício Araújo cobra rigor na apuração do
caso e anunciam que envidará todos os esforços
no sentido de exigir e auxiliar os órgãos competentes na elucidação dos fatos e
responsabilização dos culpados na maior brevidade possível.

 
O ato é um atentado à Família, uma ameaça contra a
liberdade de expressão e contra o Estado Democrático de Direito e deve ser
repudiado com veemência por todos os Timonenses e Maranhenses, independente de
sua bandeira partidária.

 
SIMPLÍCIO ARAÚJO
DEPUTADO FEDERAL

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2013

Prefeito Luciano Leitoa sofre atentado em Timon

O Blog acaba de receber a informação que o
prefeito de Timon, Luciano Leitoa, sofreu um atentado na noite desta
terça-feira (22). Segundo as primeiras informações, o carro utilizado
por Leitoa foi abordado por um Siena vermelho na MA-040 e dois elementos
atiraram em direção ao veículo.

Para a sorte do prefeito Luciano Leitoa, que geralmente utiliza o
veículo abordado, um Golf preto, ele na noite desta terça-feira estava
vindo mais atrás no veículo da esposa. No Golf estavam o motorista,
identificado por Marcinho, que inclusive foi atingido por um tiro e está
internado no Hospital em Timon, e o segurança de Leitoa, identificado
como Jorge.

A princípio a desconfiança é que o crime, com características de
encomenda, tenha ligações políticas. O Blog entrou em contato com o
ex-prefeito e ex-deputado Chico Leitoa, pai de Luciano, que disse que
não teve conhecimento de nenhuma ameaça que o filho tenha sofrido mais
recentemente.

O Secretário de Segurança do Maranhão, Aluísio Mendes, já foi
informado do caso e já determinou o reforço do policiamento no sentido
de tentar prender os autores dos disparos contra o carro do prefeito
Luciano Leitoa.

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