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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Dilma demonstra preocupação com onda de violência no Maranhão

Em
conversas reservadas nesta segunda (6), a presidente Dilma Rousseff manifestou
preocupação com a onda de violência que tomou conta do Maranhão nos
últimos dias. Ela determinou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,
acompanhasse de perto os desdobramentos no estado e oferecesse toda a ajuda
necessária para o Maranhão conter a grave crise na segurança pública.
Depois
que a governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) aceitou o auxilio do governo
federal– que ofereceu vagas em presídios federais para os líderes das facções
criminosas que estão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas – a ordem no
Palácio do Planalto é monitorar as ações no Maranhão.
“A
primeira determinação é monitorar a situação. O governo do Maranhão informou
que os líderes que promoveram a onda de violência nas ruas de São Luís já foram
presos. Vamos ver se isso resolve, antes de tomar novas providências”, explicou
um interlocutor da presidente Dilma.
No núcleo
do governo Dilma, a avaliação é que o Supremo Tribunal Federal não vai
autorizar  uma intervenção federal no Maranhão, por causa da situação dos
presídios. Desde 2013, 62 detentos foram mortos no Complexo
Penitenciário de Pedrinhas em confrontos entre facções criminosas estabelecidas
na unidade.
Mas
apesar de Roseana Sarney ser um aliada do Planalto, há o reconhecimento de
que esse não é o momento para que haja troca de farpas entre o governo
maranhense o Conselho Nacional de Justiça. O governo do Maranhão encaminhou relatório
ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com informações sobre a
situação do sistema penitenciário do estado. O relatório servirá de base para
Janot decidir se pedirá ao STF intervenção no estado.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Polícia Militar apresenta suspeitos do ataque a onibus na Vila Sarney Filho

Equipes
do Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) apresentaram,
nesta segunda-feira (6), na Superintendência Estadual de Investigações
Criminais (Seic), seis suspeitos de participarem do incêndio ao ônibus na Vila
Sarney Filho, em São Luís, fato ocorrido na noite de sexta-feira (3). Quatro
pessoas foram feridas durante o episódio, sendo que uma das vítimas, uma
criança de seis anos, veio a óbito nesta segunda-feira (6).
A Polícia
Militar chegou aos suspeitos depois de informações repassadas pelo Disque
Denúncia (3233 5800). Segundo a polícia, Sanção dos Santos Sales, 19 anos;
Julian Jeferson Sousa da Silva, 21 anos, e Laravardiere Silva Rodrigues Sousa
Júnior, 31 anos, conhecido como “Júnior Black” (foto)são apontados como integrantes
do grupo que ateou fogo no ônibus, enquanto que os menores tiravam os
passageiros da condução.
De acordo
com o delegado André Gossain, da Seic, imagens registradas pelas câmeras de
monitoramento do ônibus mostram que os três menores entraram no veículo
armados, ordenando aos passageiros que desocupassem o veículo. Já os outros,
que estavam fora da condução, atearam fogo, ferindo inclusive um dos menores.
Todos
foram autuados em flagrante e responderão pelos crimes de formação de facção
criminosa e homicídio agravado por uso de fogo. Os maiores de idade responderão
ainda por corrupção de menores. Os três menores foram encaminhados para a
Delegacia do Adolescente Infrator (DAI) e os demais para o Centro de Triagem em
Pedrinhas.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Prefeito Edivaldo condena onda de violência

O
prefeito Edivaldo Holanda Júnior divulgou no início desta tarde de segunda-feira (06) uma nota de pesar
pela morte da menina Ana Clara, condenou a onda de violência na cidade e se
colocou à disposição do Estado e União para ações comuns. Veja a íntegra
abaixo:

“Manifesto
meu profundo pesar pela morte da criança Ana Clara, vítima de brutal, hedionda
e repulsiva violência. Nada ameniza a dor dilacerante da família, a quem me uno
em solidariedade e orações.
A
sociedade e seus representantes em todas as esferas não podem silenciar diante
da gravíssima onda de violência que vem afrontando a cidade de São Luís,
agredindo cidadãos e cidadãs,  e que agora vitimou até uma indefesa
criança.
Estou, na
condição de cidadão e prefeito, à disposição dos órgãos de segurança do Estado
e da União para colaborar no que for possível em quaisquer ações que se façam
necessárias para coibir a violência na cidade”.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Presidente da Fiema recebe homenagem do IFMA

O presidente da Fiema, Edilson Baldez das Neves (foto), foi dos 14 homenageados pelo
Instituto Federal do Maranhão (IFMA) na festa de aniversário de 5 anos da
instituição de ensino federal. O industrial recebeu a homenagem das mãos do
reitor Roberto Brandão, que afirmou que Baldez, foi agraciado com o tributo
pela parceria que promoveu entre o Sistema Fiema e o IFMA.

O
presidente da Fiema é ex-aluno e ex-professor da instituição de ensino federal
e garantiu que suas conquistas como engenheiro e como industrial, começaram quando
foi aluno do IFMA. “Foi nesta escola que aprendi sobre o universo
profissional”, comentou.
Emocionado
por ter sido escolhido entre os homenageados, o presidente da Fiema disse que a
parceria entre instituições privadas e o poder público tem o potencial de
ajudar a transformar o Maranhão e para proporcionar qualidade de vida à
população.
“É
preciso fazer muita coisa pelo desenvolvimento do Maranhão e juntas as
instituições privadas e o poder público podem fazer mais e com mais rapidez. A
parceria que o IFMA tem como Sistema Fiema, por meio do Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (Senai), é um exemplo”, disse Baldez.
Em
outubro, o Sistema Fiema e o IFMA firmaram um convênio de cooperação técnica e
Pedagógica, cujo objetivo principal é possibilitar
a capacitação dos instrutores do Senai nas áreas da educação, cultura, ciência,
tecnologia e pesquisa. Na ocasião, o documento foi assinado por Edilson
Baldez das Neves, pelo reitor do IFMA, Roberto Brandão, e pelo diretor regional
do Senai e superintendente do IEL, Marco Antonio Moura.
Além
disso, o IFMA mantém parceria com o Sistema Fiema em outras ações como o
Indústria de Talentos, que já chegou ao sua segunda edição, e na Ação Global,
organizada pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e pela rede Globo, além de
participar de diversas ações promovidas pela Federação das Indústrias do Estado
do Maranhão (Fiema).

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Proposta de Flávio Dino é defendida por ministra-chefe do governo Dilma

O
jornal Folha de S. Paulo trouxe sua capa do último domingo com
a manchete “Governo cogita abrir mercado a aéreas do exterior na Copa”. O
título fazia referência a declaração da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi
Hoffmann, de que, se continuar havendo abusos de preços das passagens aéreas, o
governo federal pode abrir o mercado interno para empresas estrangeiras, ao
menos durante a Copa do Mundo 2014. A declaração da ministra que é a “Dilma de
Dilma” encampa proposta do presidente da Embratur, Flávio Dino.
No ano
passado, Dino propôs a abertura do mercado aéreo como forma de aumentar a
concorrência e baratear preços. À época, a ideia do presidente da Embratur
também foi manchete nos grandes jornais do Brasil. O Globo destacou
em sua capa de 15 de outubro a proposta de Dino.
Em
novembro, Dino voltou a defender a proposta em audiência na Comissão de
Assuntos Econômicos do Senado Federal. Ele foi convidado pelos senadores
Lindbergh Farias (PT-RJ) e Ana Amélia (PP-RS), presidente e vice-presidente da
Comissão, para fazer uma apresentação sobre sua proposta de abertura do mercado
de aviação do Brasil.
Na
ocasião, Dino apresentou números que mostram como as passagens no Brasil estão
acima da média de outros mercados importantes, como Estados Unidos e Europa. E
defendeu que seja implantado um regime de Céus Abertos no Brasil, a exemplo da
Europa, permitindo que empresas de outros países atuem em solo nacional,
operando voos domésticos. O presidente da Embratur lembrou que, na Europa, foi
implantada a “liberdade tarifária”, permitindo que a empresa possa cobrar o que
queira, mas em um ambiente de altíssima concorrência.
“No
Brasil, constituímos o pior dos mundos: a liberdade tarifária em um mercado de
baixa concorrência”, afirmou Dino. “Fazendo uma comparação com a vida privada
as empresas gozam do conforto da vida de casado com a liberdade da vida de
solteiro”, afirmou.
Para
exemplificar os efeitos dessa distorção no mercado, Dino apresentou alguns
números levantados pelas Embratur. Uma passagem ida e volta Vitória
(ES)-Salvador(BA) – com distância de 840 km – custa, em média, US$ 257;
enquanto Barcelona (ES) x Porto (PT) – com 902 km de distância – custa, em
média, US$ 53.
Uma
passagem ida e volta Brasília (DF) Curitiba (PR) – com 1.120 km de distância –
custa, em média, US$ 247; enquanto um deslocamento ida e volta Nova
York-Chicago (EUA) – 1147 km de distância – sai por US$ 158. A ida e volta
Paris (FR) x Roma (IT) custa US$ 107 – com 1.106 km. “Aqui, as empresas gozam
de virtual monopólio, mas são livres para praticar preços”, afirmou Dino.
Demanda futura
O
presidente da Embratur afirmou ainda que a ascensão social de cerca de 40
milhões de pessoas à classe C na última década foi um fator determinante para
aumentar de 30 para 100 milhões o número de passageiros por ano nas empresas
aéreas. E que esse novo quadro social vem mantendo uma forte pressão pela
demanda de serviços aéreos, que tem permitido às empresas cobrarem tarifas mais
elevadas.
“Nossa
avaliação na Embratur é que essa pressão de demanda deve crescer, graças à nova
melhoria de renda que está ocorrendo”, afirmou Dino. Segundo estudo da FGV,
outros 13 milhões de brasileiros estão ingressando na classe C no período
212-14; além de outros 7,7 milhões que estão ingressando nas classes A-B.
“Portanto, se não houver aumento da oferta, a tendência é a alta de preços
continuar sua curva ascendente”, afirmou aos senadores.
O líder
do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), apoiou a proposta de Dino.
“Temos de ter coragem política para debater a entrada de empresas estrangeiras
no nosso mercado, quebrando alguns dogmas que tínhamos”, defendeu o líder do
governo.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

Roseana reconhece incapacidade do governo e aceita transferir líderes de facções

A
governadora Roseana Sarney finalmente reconheceu a incapacidade de sua administração
solucionar os problemas do Sistema Penitenciário do Estado e aceitou, nesta
segunda-feira (06), a oferta do Ministério da Justiça para transferir líderes de
facções criminosas que cumprem pena na Penitenciária de Pedrinhas para
presídios federais.
Segundo informou
a Secretaria de Segurança Pública, os líderes de facções que comandaram as
rebeliões serão transferidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde 62
presos morreram em 2013 e início deste ano. 
A SSP deve
anunciar nas próximas horas pelo menos 20 presos que serão retirados de
Pedrinhas e levados para presídios que estão sendo oferecidos pelo governo
federal. Os nomes estão sendo estudados, de acordo com a influência e
periculosidade nas facções criminosas.

  • Jorge Vieira
  • 6/jan/2014

MPMA pede a presença de Força Federal no Maranhão

A
procuradora-geral de justiça em exercício, Terezinha de Jesus Anchieta
Guerreiro, entregou, na manhã desta segunda-feira, 6, no Palácio dos Leões, ao
secretário de Estado da Casa Civil do Maranhão, João Abreu, ofício solicitando
a adoção de medidas pela governadora Roseana Sarney para combater a onda de
violência e garantir a segurança da população. O primeiro pedido do Ministério
Público é que seja requisitado o apoio imediato da Força Nacional para atender
as necessidades emergenciais de combate à violência.
No
documento, o MPMA destaca que a medida é necessária tendo em vista as ações
recorrentes praticadas por líderes de facções e organizações criminosas,
instaurando o medo na população. Também foi pedido o funcionamento do Gabinete
de Gestão Integrada, regulamentado pelo Decreto nº 19.499/2013, a fim de permitir
o acompanhamento da situação da segurança pública por todos os órgãos e
entidades com missão institucional na garantia da ordem pública.
O
terceiro ponto do documento é o deslocamento de detentos para presídios
federais. O MPMA solicita a imediata transferência dos principais integrantes
das facções criminosas para as unidades penitenciárias sob a responsabilidade
do Governo Federal.
O MPMA
requer, ainda, que o Estado do Maranhão promova, administrativamente, todas as
medidas necessárias para garantir o amparo legal às vítimas e famílias
afetadas, inclusive em relação às indenizações.
“O
Ministério Público reafirma o compromisso com a sociedade e busca, em parceria
com outras instituições, respostas e ações para combater a violência”, afirmou
Terezinha Guerreiro.
Participaram
da reunião o corregedor-geral do MPMA, Suvamy Vivekananda Meireles; o promotor
de justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Controle Externo da
Atividade Policial, José Cláudio Cabral; o coordenador do Grupo de Atuação
Especial no Combate a Organizações Criminosas (Gaeco), Marco Aurélio
Cordeiro Rodrigues; e a diretora da Secretaria para Assuntos Institucionais
(Secinst), Fabíola Faheína Ferreira.

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