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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

O amor bandido dos Sarney pelo Maranhão

Chega a
ser patológico e cínico o jogo de propaganda da Oligarquia para inverter a
realidade dura do miserável estado do Maranhão. Mas eles são autênticos quando
afirmam na campanha publicitária do governo Roseana Sarney, paga com nosso
dinheiro, que sentem orgulho e amor pelo Maranhão.
E devem
sentir mesmo, pois é por causa dessa miséria extrema, da corrupção elevada a
verdadeira instituição, da fraude eleitoral, da subserviência do judiciário,
que os Sarneys tem-se mantido no poder por meio século. 
José Sarney e sua trupe
amam esse Maranhão, que lhes enriqueceu à custa da pobreza de seu povo. É da
miséria e fome que nasce o amor da Oligarquia pelo Maranhão, porque, sem isso,
eles não podem continuar no poder. Por isso a Oligarquia sente orgulho e ama
esse Maranhão que eles construíram, e lutam a ferro e fogo para manter sob seu jugo.

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2014

Roseana é sinônimo de fraude

Na
tresloucada entrevista que Roseana Sarney (PMDB) justificou o aumento da violência ao
enriquecimento do Maranhão, ela afirmou que aqui não havia oligarquia, que ela
tinha uma “história”, e outras sandices do genero. Pois muito bem, vamos ver
que história é essa de Roseana.

Roseana
se diz “socióloga formada”, mas jamais alguém viu ou ouviu falar qualquer
trabalho da erudita senhora nesse ramo das ciências.  Ela foi nomeada, em
1974, servidora do Senado Federal, num trem da alegria sem jamais estudar um
minuto para passar num concurso público. A nomeação de Roseana atendeu apenas
ao seu QI (Quem Indica), e quem a indicou para ser nomeada foi seu pai, José
Sarney.
Recentemente, Roseana se aposentou nesse cargo, sem jamais bater um dia
de ponto sequer, com uma bagatela mensal de R$ 20.900,00 (vinte mil e
novecentos reais).
Na
carreira política, Roseana foi eleita deputada federal em 1990, após o pai
Sarney deixar a cadeira de presidente da República em maio daquele ano, com a
eleição mais cara e opulenta da história até então. O derrame de dinheiro para
garantir uma “votação expressiva” para a filha de José Sarney, foi questão de
honra, apesar de a distinta candidata jamais ter se aventurado anteriormente
pelo interior do pobre Maranhão. Se hoje em dia,  para se eleger, Roseana
faz as barbaridades  de fraudes que chocaram até o procurador geral da
República, Roberto Gurgel, no processo de cassação movido pelo ex-governador
José Reinaldo, imagine-se o que não fizeram em 1990, quando nem lei contra de
abuso de poder e compra de votos existia ainda.
A partir
de então, a carreira politica de Roseana Sarney foi movimentada por puro
dinheiro público, seja em 1994, 1998 ou 2002. Na única vez em que disputou uma
eleição sem ter as chaves do cofre, ela foi derrotada nas urnas por Jackson
Lago em 2006.
Roseana
jamais teve carreira profissional, pois seu cargo conseguido no Senado foi
graças ao patrimonialismo que os Sarney entendem tão bem. Jamais passou num
concurso público; jamais fez alguma coisa na vida que não fosse usufruir do
poder, inclusive para conseguir emprego no Senado; Na vida politica, na
histórica entrevista que concedeu há poucos dias ( essa entrevista, sim, ficará
para a História), mostrou todo seu despreparo para o mínimo poder de gestão. E
ela já governa o Maranhão pela 4ª vez.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Governo do Estado entrega lista de transferência de 35 presos para presídios federais

Agência Brasil

O governo do Maranhão encaminhou ao Ministério da Justiça lista com o
nome de 35 presos que podem ser transferidos para presídios federais, segundo
informou o ministério.

A maior parte do grupo está no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em
São Luís (MA), e são acusados de liderar facções criminosas que disputam o
controle do tráfico de drogas no estado e de comandar atos violentos.

Inicialmente, o governo estadual havia solicitado a transferência de 50
detentos. O ministério informou à Agência Brasil que a primeira análise dos
perfil dos presos é feita pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

O departamento inclusive já identificou que, dos 35 presos listados,
apenas nove atendem às exigências do Decreto 6.877/2009 e estão aptos a serem
transferidos para o Sistema Penitenciário Federal.

Dos nove detidos, a Justiça maranhense já autorizou a transferência de
dois. Falta agora apenas o aval da Justiça Federal para que eles sejam
remanejados. Os demais sete detentos ainda aguardam o pronunciamento do juiz
estadual.

Oferecida pelo Ministério da Justiça, a transferência é uma das 11
medidas do plano de combate à violência no sistema carcerário maranhense,
anunciado após os ataques a ônibus e delegacias registrados em São Luís, no
último dia 6. Um dos ataques resultou na morte da menina Ana Clara Santos
Souza, de 6 anos, que estava no interior de um dos veículos.

De acordo com o ministério, já há, atualmente, 22 presos maranhenses em
estabelecimentos federais.

 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Prefeito Edivaldo Holanda Júnior intensifica ações de requalificação asfáltica em 14 bairros

A determinação do prefeito Edivaldo é que as ações beneficiem toda a cidade
A Prefeitura de São Luís está intensificando as ações de requalificação asfáltica nas principais vias da capital. Nesta última semana, os serviços foram concentrados nos bairros Rio Anil, Cohama, Turu, Janaína, Santa Bárbara, Tibiri, Centro, João de Deus, Anjo da Guarda, Alto da Esperança, Andiroba, Jardim América, João Paulo, Cohab, além das avenidas dos Africanos e Franceses. Nesta fase dos serviços, serão priorizadas as grandes avenidas e corredores para garantir a mobilidade. 
“A determinação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior é que as ações beneficiem toda a cidade. Iniciamos o trabalho de recuperação asfáltica de maneira emergencial, atendendo principalmente o corredor de ônibus da cidade a fim de garantir a mobilidade dos cidadãos, com segurança. Após o término deste trabalho, estaremos preparados para trabalhar nas vias secundárias”, frisou o secretário da Semosp, Antônio Araújo Costa.
Nesta sexta-feira (17), equipes da Semosp estiveram presentes nos bairros da Cohab, Tibiri, Aririzal, Rio Anil, Santa Bárbara e Janaína. Na Cohab, as ações de recuperação asfáltica seguem em ritmo acelerado. Para o aposentado José de Ribamar Freitas, que mora no bairro há 45 anos, as ações são importantes para garantir o conforto dos pedestres e dos motoristas. “Se a rua está trafegável, as pessoas podem andar com comodidade, os motoristas também, então isso resulta em qualidade de vida para todos”, afirmou.
O sentimento é compartilhado pela enfermeira Natália Coelho, que acompanhou o trabalho das equipes da Semosp durante toda a manhã. “Além de trazer conforto para a comunidade, a retirada dos buracos traz facilidade para funcionários da maternidade aqui do bairro, dos pacientes, da vizinhança. Isso tudo é um grande beneficio pra nossa cidade e pra nossa unidade”, salientou.
 O asfalto empregado nas ruas e avenidas contempladas pela operação é de CBUQ [Concreto Betuminoso Usinado a Quente], apropriado para os serviços de execução de recapeamento asfáltico. A massa empregada é utilizada nas grandes avenidas e corredores do país e garante a durabilidade também no período chuvoso.
 A ação de recuperação do pavimento percorreu as avenidas Contorno (Rio Anil), 04 (Janaína), São Jerônimo (Santa Bárbara), dos Africanos e dos Franceses, além das ruas do Rio do Meio (Tibiri), Sarney Filho (João de Deus) e o Residencial Araras (Aririzal). Os serviços foram realizados atendendo prioritariamente as vias que recebem grande número de veículos todos os dias. Os serviços percorreram também nesta semana as Avenidas Contorno (Rio Anil), Airton Sena (Tibiri), Avenida Guaxenduba, Cajazeiras e Mercado Central (Centro), vias da Chácara Brasil (Turu), Cohab-Anil , Janaína,  João Paulo, Anjo da Guarda, João de Deus.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2014

Flávio Dino abre debate sobre as diretrizes para o desenvolvimento do Maranhão

O
desenvolvimento econômico e social do Maranhão foi discutido por Flávio Dino na
manhã desta quinta (16). Como pré-candidato ao governo do Maranhão, Dino
afirmou que, para que o estado se desenvolva com igualdade, é necessária uma
nova Política de Desenvolvimento para o Maranhão.
O
pré-candidato apresentou três tarefas fundamentais que tratam do
desenvolvimento do Maranhão através de uma nova forma de administrar. Para ele,
é necessário abandonar a concentração de riqueza na mão de poucos e é preciso
promover a distribuição das riquezas entre todos os maranhenses.
A
primeira das diretrizes apresentadas por Dino trata da economia interna do
Maranhão. Para ele, é necessário expandir o mercado interno com a consolidação
das atividades econômicas já existentes (a exemplo da agricultura familiar e
empresarial) associadas às políticas sociais.
A segunda
diretriz seria investir em ciência e tecnologia para expandir conhecimento e
técnica de desenvolvimento da agricultura. A terceira seria concatenar todas as
ações em torno do fortalecimento da indústria local com modelo inclusivo e
democrático, “que liberte o Maranhão da monotonia dos discursos baseados nos
“grandes projetos” redentores,” disse Flávio Dino.
Cadeias
produtivas
A defesa
das riquezas do Maranhão e sua distribuição entre todos os maranhenses é um dos
pontos mais defendidos por Flávio Dino durante o movimento Diálogos pelo
Maranhão que, durante o ano de 2013, percorreu todas as regiões do estado
discutindo um novo modelo de desenvolvimento.
O
mapeamento e o investimento nas cadeias produtivas reais do Maranhão seriam o
principal vetor para o desenvolvimento industrial do Maranhão. Relacionando
primeiro, segundo e terceiro setor, Dino apresenta uma visão global do
desenvolvimento econômico do estado.
No mesmo
sentido, fala do investimento em políticas sociais que tenham em vista a
distribuição de renda no Maranhão. “Para superar essa quadro, como os fatos
recentes estão demonstrando, não basta fazer o “bolo” da riqueza
crescer se ele não é distribuído com justiça e eficiência,” comentou Flávio
Dino.
De acordo
com o pré-candidato do PCdoB, é preciso implantar em conjunto com todas essas
iniciativas os Arranjos Produtivos Locais (APLs), que garantam mais
oportunidade de emprego e geração de renda.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2014

Prefeito de Teresina detona governo Roseana Sarney

O
prefeito de Teresina, Firmino Filho (foto), segundo revela o portal 180 graus,
fez duras críticas a gestão da saúde pública no governo de Roseana Sarney. Os
dois estados vivem uma verdadeira queda de braço, depois que a Prefeitura de
Teresina deixou de atender pacientes do Maranhão.
Firmino,
conforme o post publicado por Lídia Brito, afirma que a decisão foi tomada
depois que o governo do Maranhão descumpriu o acordo de ressarcir Teresina
pelos custos com o atendimento de pacientes maranhenses.

O prefeito da capital do Piauí afirma que as autoridades da saúde do Maranhão
demonstram descaso com a dificuldade enfrentada por esses pacientes.
“Precisamos recorrer ao Ministério da Saúde porque as autoridades do Maranhão
marcam reuniões e desmarcam na véspera. Eles não estão preocupados. Mostram
descaso e desinteresse”, declarou.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2014

Deu na Veja: Horror nas cadeias pode destronar o clã Sarney no MA

Felipe
Frazão

LAGOSTA,
DÓLARES E CAVIAR – Em meio à crise, o governo Roseana Sarney encomendou
lagosta. Criticado, substituiu o pedido por caviar. A governadora (ao lado do
ministro José Eduardo Cardozo) entregou a administração dos presídios do estado
ao amigo e sócio da família que, em 2002, a socorreu quando a PF encontrou 1,3
milhão de reais na sede da empresa de seu marido (Marlene Bergamo/Folhapress)

Uma crise
na área de segurança pública pode comprometer os planos de qualquer governante
em ano eleitoral. Em 1992, o massacre no presídio paulista do Carandiru, uma
rebelião que terminou com 111 detentos mortos, tornou-se marca indelével na
trajetória do então governador Luiz Antonio Fleury Filho, que hoje amarga o
ostracismo político. Neste ano, a grande questão no cenário eleitoral do
Maranhão é se as mortes bárbaras ocorridas dentro do Complexo Penitenciário de
Pedrinhas – com decapitações e esquartejamentos – e fora dele, com
ônibus incendiados e uma menina de 6 anos queimada viva, terão impacto para
destronar um grupo político que governa o Estado há quase meio século.

Os três
candidatos de oposição à governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do senador e
ex-presidente da República José Sarney (PMDB), são ligados ao Judiciário e a
bandeiras dos direitos humanos. O mais conhecido deles é o ex-juiz e
ex-deputado Flávio Dino (PCdoB), atual presidente da Embratur, que
tentou unificar os partidos de oposição à gestão Roseana numa votação
plebiscitária “anti-Sarney”. Também deverão concorrer a deputada estadual
Eliziane Gama (PPS) e o advogado Luis Antonio Pedrosa (PSOL). Os dois presidem
comissões de Direitos Humanos no Maranhão – ela na Assembleia Legislativa,
ele na seção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A família
Sarney pretende lançar na disputa Luis Fernando Silva (PMDB), atual secretário
de Infraestrutura de Roseana. A governadora conta com o apoio do PT, que
indicou o vice-governador e tem secretarias no primeiro escalão. Porém, no
próprio PT a questão é controversa. Desde 2010, parte do diretório estadual
não aceita o acordo com a família Sarney, mas a ordem vem de cima: a
presidente Dilma Rousseff exige a manutenção da aliança – com apoio dos Sarney,
ela obteve 79% dos votos no Maranhão na eleição passada. Quando a crise no
sistema prisional se amplificou, Dilma se apressou em socorrer os
Sarney: enviou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao Maranhão. A
incursão de Cardozo, que apareceu nas imagens de TV ao lado de Roseana
anunciando uma parceria vaga entre os governos federal e estadual, ajudou a
aplacar a crise e tirar o Maranhão do noticiário nacional.

“O PT
hoje é nosso parceiro, tanto nacionalmente como no Estado”, afirma o líder do
PMDB na Assembleia Legislativa, deputado estadual Roberto Costa. “A
possibilidade de reeditar a aliança é muito forte.” Costa diz que a candidatura
de Luis Fernando Silva terá ainda os apoios de DEM, PTB, PSD, PV e
uma série de legendas nanicas.

Trio – Por causa da intervenção da direção nacional do
PT na disputa em 2010, o comunista Flávio Dino afirma que não mobilizará a
estrutura do PCdoB pelo apoio dos petistas. “Tem que deixar o PT decidir no
tempo dele, já que a decisão é nacional mesmo. Se o PT vier, vai ser muito
bem-vindo”, diz ele. “É uma contradição absoluta um partido que se autodenomina
dos trabalhadores apoiar o último dos coronéis brasileiros.”

Em sua
conta, Dino soma o apoio dos partidos Solidariedade, PDT, PP, Pros e o PTC, do
prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, cuja candidatura foi apadrinhada
por ele. Em uma jogada que interfere na disputa presidencial no Maranhão, Dino
prometeu ao vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), a vaga na
chapa para disputar o Senado.

Riqueza – Roseana afirmou em entrevista coletiva que o
Maranhão “vai muito bem” e que uma das explicações para a crise violenta é que
“o Estado está mais rico”. O governo maranhense comemorou no ano passado ter
ultrapassado, por 17 reais, o pior PIB per capita do país, ostentado agora pelo
Piauí (7.835 reais). O Maranhão tem o segundo pior (7.852 reais). Roseana
desgastou mais sua imagem ao vir à tona a informação de que ela iniciou a
compra de lagostas, uísque e caviar para o bufê do Palácio dos Leões. Das
janelas do prédio histórico, a governadora assistiu a uma passeata que pedia “a
devolução do Maranhão” – seguida de um pedido de impeachment protocolado por
advogados que militam em ONGs de Direitos Humanos.

“A
violência é lamentável, mas há uma ligação direta entre o que acontece dentro e
fora da penitenciária com o sistema político implantado, que está totalmente
comprometido com o patrimonialismo”, critica Dino.

De 2010 a
2013, os homicídios em São Luís e na Região Metropolitana aumentaram 62% – de
499 para 807 casos, no ano passado. O crack invadiu o interior do Estado (39
cidades declaram ter nível alto de problemas pelo consumo da droga, segundo a
Confederação Nacional dos Municípios). A violência tira a tranquilidade do
hábito nordestino de sentar na frente de casa para prosear com os vizinhos à
tarde.

O
funcionalismo público, principalmente no setor da Segurança, reclama da falta
de estrutura e principalmente de pessoal. O governo tenta concluir um concurso
aberto em 2012 para 2.400 vagas de policiais militares e civis. Em meio à onda
de violência, a gestão Roseana passou a exibir na TV uma propaganda em que
apresenta como inovação uma central de videomonitoramento instalada no segundo
semestre de 2013, em São Luís.

O
sindicato dos agentes penitenciários (Sindspem) aponta a terceirização como o
fator que fragilizou a segurança e permitiu a barbárie no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. O
governo maranhense contratou duas empresas para controlar os presídios, a VTI
Tecnologia da Informação e a Atlântica Segurança Técnica – que tem como
representante Luiz Carlos Cantanhede Fernandes, sócio do marido da governadora,
Jorge Murad, em outra empresa.

O clã
Sarney também enfrenta dificuldades em negociações com parlamentares aliados.
No ano passado, Roseana perdeu o ex-delegado e deputado estadual Raimundo
Cutrim, que se rebelou da base e migrou direto para a oposição – no caso,
o PCdoB. A insatisfação com o valor de emendas parlamentares no
“bloquinho”, um grupo minoritário de deputados que não aderiram oficialmente à
situação nem à situação, atrasou a votação do Orçamento de 2014 na Assembleia
Legislativa.

Até a
crise chegar ao Palácio dos Leões, em janeiro,
o plano de Roseana era disputar uma cadeira no Senado,
o que a obrigaria a deixar o governo até o começo de abril, prazo exigido pela
Lei Eleitoral. Mas os planos estão parados. “Existe uma indefinição por parte
dela”, diz Roberto Costa, líder do seu partido na Assembleia. Ainda é cedo para
dimensionar o tamanho do desgaste provocado pela selvageria de Pedrinhas no
capital eleitoral dos Sarney. Mas já é possível afirmar, segundo políticos
maranhenses e assessores do Palácio do Planalto, que o grupo enfrentará sua
mais complicada eleição em décadas de hegemonia.

Pré-candidatos à sucessão de Roseana Sarney (MA)
Flávio Dino (PCdoB)
Um dos
favoritos à disputa é o líder da oposição, Flávio Dino (PCdoB). Ele deixará a
presidência da Embratur no fim de janeiro para se dedicar à campanha. Dino
conta com apoio de cerca de trinta prefeitos em todo o Estado, em cidades
como Caxias, Timon, Balsas, Santa Inês – todas administradas pelo PSB – e
a capital, São Luís, cuja administração é integradas pelos comunistas. Dino diz
que agora terá o apoio do “mundo institucional da política” para
promover um “casamento com o sentimento de mudança da sociedade”. Em
2010, ele perdeu para Roseana no primeiro turno: “Éramos só quatro carros
fazendo campanha no meio da estrada”.

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