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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 13/mar/2014

Deputados da oposição criticam proposta de privatização da Caema

Os deputados Rubens Júnior (PCdoB),
líder do Bloco de Oposição, Marcelo Tavares (PSB), Othelino Neto (PCdoB) e Bira
do Pindaré (PSB) usaram a tribuna da Assembleia, na sessão desta quarta-feira
(12), para criticar a proposta do governo do Estado de privatizar a Companhia
de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema). “É um aluguel às avessas, o
governo do Estado vai dar a Caema em São Luís; ao invés de receber da empresa,
vai pagar por este contrato durante 60 meses”, denunciou Rubens Júnior.

Othelino Neto disse que a contratação
de uma empresa para administrar a Caema é mais um caso escandaloso que está
acontecendo no Maranhão, acrescentando que, se de fato se concretizar a
terceirização da Caema, a oposição vai representar junto ao Ministério Público
de Contas e pedir a sustação do contrato para evitar desperdício de milhões de
reais do erário. “Vamos acompanhar com uma lupa e vamos denunciar todo e
qualquer ato desse tipo, que afronta a sociedade”, alertou.
Em aparte ao pronunciamento de
Othelino, Bira do Pindaré declarou que é uma vergonha a proposta de
privatização da Caema e que tem que ser explicado o porquê de tudo isto. “Qual
é a motivação de um contrato dessa ordem na véspera de uma eleição? O que
justifica um contrato dessa monta? O povo do Maranhão não é bobo. Vamos estar
vigilantes em  mais um caso escandaloso em relação ao dinheiro público no
Estado do Maranhão”, comentou.
Segundo Rubens Júnior, a empresa que
vai assumir a Caema é que está elaborando a proposta de contrato, que está
estimada em R$ 175 milhões e contempla somente a Caema de São Luís, a mais
abrangente, não incluindo as filiais dessa empresa no interior do Estado. “A
Caema não é para ser terceirizada. Ao invés de o governo fazer investimentos na
Caema vai pagar as empresas privadas para fazer o serviço que é do Estado. Qual
vai ser o futuro da empresa? De seus servidores? E o interior do Estado, como
fica?”, questionou o líder da Oposição.
De acordo com Rubens Júnior, a
empresa que vai assumir o comando da Caema vai ficar responsável por todas as
operações hoje realizadas e apresentará metas primárias e secundárias
irrisórias como, por exemplo, a redução de 65% para 45% do desperdício de água
em São Luís. “Hoje, nós perdemos 65% da água que chega do Italuís ou dos poços
perfurados na capital. Produzimos 126 milhões de litros e só são consumidos 40
milhões. 80 milhões vão pelo ralo e o dinheiro público vai junto”, revelou.
Marcelo Tavares afirmou que o governo
do Estado optou pela contratação da empresa com o objetivo de administrar a
Caema para fugir à obrigação de encaminhar a proposta de privatização à
apreciação da Assembleia. “Quando optam por contratar empresa é porque não
querem aprovação legislativa, não querem as discussões”, argumentou.
Marcelo apontou ainda uma série de
supostas ilegalidades na proposta de contratar uma empresa para administrar a
Caema, dentre elas, a de que o governo do Estado não pode sublocar os serviços prestados
pela Caema sem a anuência do município de São Luís, que é o dono da concessão.
“Quem, de fato, e de forma primária é a responsável pelos serviços da Caema é a
Prefeitura de São Luís”, observou.

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

Conselho de Comunicação é aprovado na Câmara

A Câmara Municipal de São Luís aprovou nesta quarta-feira (12) a criação
do Conselho Municipal de Comunicação por unanimidade. Os parlamentares
aprovaram o projeto em primeiro turno. Foram dois meses de debates em
audiências e consultas públicas para a constituição do projeto.
              
O projeto de Lei de autoria do Executivo teve apoio de todos os vereadores
presentes na sessão ordinária desta quarta-feira (12). Para o vereador Osmar
Filho (PSB), esta é a prova do comprometimento dos vereadores com ações
efetivas em prol da sociedade pela Prefeitura de São Luís.

“Os parlamentares apoiaram esta, que é uma iniciativa importante para a
democratização da comunicação da Prefeitura. O Conselho será um órgão de
extrema importância para que todas as iniciativas em termo de comunicação da
Prefeitura passem por um procedimento plural, democrático e transparente”,
pontuou.

O conselho será composto por 16 representantes, metade indicados pelo poder
público e a outra metade eleita pela sociedade civil em conferência municipal realizada
a cada dois anos. O Conselho Municipal de Comunicação Social será um órgão de
caráter consultivo e deliberativo que tem a finalidade principal de propor
políticas públicas de comunicação por meio da ampla participação popular.

Os Sindicatos dos Jornalistas Profissionais de São Luís, dos Radialistas de São
Luís, a Associação Brasileira de Rádios Comunitárias no Maranhão (Abraço-MA),
Associação Maranhense das Emissoras de Rádio e Televisão, Associação dos
Cronistas e Locutores Esportivos do Maranhão (Aclem), Agência Matraca, Curso de
Comunicação da UFMA, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Sindsep/MA, EBC
(Empresa Brasileira de Comunicação) e Câmara de Vereadores de São Luís
participaram da elaboração do plano.

A criação do Conselho Municipal de Comunicação parte da intenção da Prefeitura
de São Luís de aprofundar os canais de diálogo com a sociedade, além de
democratizar os meios de comunicação e fortalecer a inclusão digital.

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

“Metralhadora giratória”: Ministério Público responde a Magno Bacelar

O
Ministério Público Estadual respondeu as insinuações do deputado Magno Bacelar (foto),
ex-prefeito de Chapadinha condenado pelo Tribunal de Contas do Estado a
devolver mais de R$ 600 mil em decorrência da aplicação irregular de recursos na
prestação de contas relativa ao exercício financeiro de 2006, de que estaria sendo vítima
de perseguição por parte do promotor Douglas Assunção Nojosa.O parlamentar ameaçou “abrir a metralhadora” contra a instituição.

Bacelar,
como de costume, embora tenha sido condenado pelo TCE, tentou se fazer de vítima
após o promotor ingressar na justiça com uma Ação Cível Pública de Execução
Forçada para que ele cumpra o acordão que o obriga a devolver aos cofres do
município de Chapadinha os recursos usado irregularmente. Abaixo publico a íntegra da
nota oficial do Ministério Público sobre as declarações de Bacelar feitas na
tribuna da Assembleia Legislativa na manhã de terça-feira (11).  
Nota oficial MPMA – Declaração de Magno Bacelar
O Ministério Público do Estado do Maranhão, em respeito
à sociedade maranhense e diante das declarações do deputado Magno Bacelar, em
pronunciamento na manhã do dia 9 no plenário da Assembleia Legislativa, contra
o promotor de justiça Douglas Assunção Nojosa, da 1ª Promotoria da Comarca de
Chapadinha, e contra a instituição ministerial, vem manifestar o mais
irrestrito apoio às ações do referido membro e esclarecer o que segue:
1 – A atuação dos membros do Ministério Público do
Maranhão, até por imposição legal, não tem qualquer conotação partidária e,
portanto, não objetiva promover perseguição política a grupos da oposição ou da
situação em nenhuma esfera da administração pública;
2 – As ações ajuizadas pela instituição ministerial
visam tão somente resguardar o patrimônio público, conforme estabelece a
Constituição Federal, como no caso em questão, em que o promotor de justiça
apenas buscou a Justiça para executar decisão do Tribunal de Contas do Estado
do Maranhão (TCE-MA) que condenou o deputado, quando exerceu o cargo de
prefeito de Chapadinha, devido à aplicação irregular de recursos no exercício
financeiro de 2006.
3 – Apesar das frequentes agressões sofridas,
oriundas sobretudo de agentes públicos que cometem ilegalidades, a instituição
assegura à sociedade maranhense que permanecerá firme na defesa dos interesses
coletivos, propondo ações cabíveis para assegurar a correta e justa aplicação
dos recursos públicos.
Fabíola Fernandes Faheína Ferreira
Diretora da Secretaria para Assuntos
Institucionais​

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

“Governo Roseana quer alugar a Caema”, denuncia líder da oposição

O governo do estado segue zombando da boa fé do
povo maranhense. Como se não bastasse o processo de privatização da Cemar na
década passada, desta vez achou por bem terceirizar os serviços da Companhia de
Saneamento Ambiental Maranhão – Caema.

A denúncia foi feita pelo deputado estadual Rubens
Jr. (PCdoB), durante sessão plenária na Assembleia Legislativa do Maranhão, na
manhã desta quarta-feira (12),. O parlamentar aproveitou a ocasião para cobrar
responsabilidades do secretário estadual de saúde, Ricardo Murad, e do
presidente da Companhia, João Moreira Lima.
“No ano passado o secretário Ricardo Murad disse
que renunciaria ao cargo, juntamente com ‘Joãozinho’, caso os problemas de água
da cidade de São Luís não fossem resolvidos até abril de 2014.” Destacou o
deputado, completando. “Os dois terão que renunciar, não para disputar as
eleições, mas por que a população de São Luís continua sem água em suas
torneiras.”
O líder da oposição expos um dossiê, recebido por
seu gabinete, com o contrato de concorrência que deverá ser publicado nos
próximos dias. O documento descreve a abertura os itens necessários para
empresas interessadas na “Contratação de Serviços de Eficiência Operacional e Comercial
do Sistema de Abastecimento da grande São Luís”, ou seja, a empresa “vencedora”
será contratada para realizar os serviços de competência da Caema que vem sendo
realizado de maneira precária.
“Agora a saída do governo, sabendo da derrota
eleitoral que se avizinha, é simplesmente tirar a Caema do comando do estado e
passar para uma empresa privada. Diferente do que acontece em uma privatização,
quando o governo recebe o dinheiro para que a empresa assuma determinado órgão,
neste caso o governo do estado irá pagar R$ 175 milhões para que uma empresa
paulista realize todos os serviços de responsabilidade da Caema apenas na
grande São Luís. É um aluguel às avessas” Explicou Rubens Jr.
O parlamentar destacou que muitos
outros pontos poderiam ser priorizados para resolver o problema de
abastecimento e esgotamento sanitário de São Luís. “Hoje nós perdemos 65% da
água que vem do Italuís e dos postos perfurados da capital, nós produzimos 126
milhões de metros cúbicos de água por ano e consumimos apenas 40 milhões, o que
reflete 80 milhões de metros cúbicos caindo no ralo. O governo do estado anda
na contramão, ao invés de buscar investimentos para sanear a empresa e dar
ampla capacidade de produção e fornecimento do serviço, resolve tirar dinheiro
da Caema e dar para uma empresa privada. A terceirização confirma a falência da
Caema e do governo do estado do Maranhão”. Alertou o deputado.
Em aparte, o Deputado Marcelo Tavares (PSB), destacou o problema, no qual ao longo de
tantos anos à frente, o governo resolve fazer uma privatização no final do seu
mandado que evidencia um comprometimento para o futuro do próximo governador.
“Parece mais uma proposta comercial do que privatização, o que torna pior é que
não estão fazendo em um processo de licitação, no qual passaria pela aprovação
da Assembleia Legislativa e Prefeitura. É lamentável que o péssimo governo do
Maranhão queira no apagar das luzes do seu governo entregar a Caema para uma
iniciativa privada deixando vários empregadores a mercê”. Conclui o Marcelo
Tavares.
Ao finalizar seu pronunciamento, o
deputado Rubens Jr. destacou uma trilha sonora que, segundo ele, retrataria a
situação “há uma música de Raul Seixas que ilustra muito bem esta situação. ‘A
solução pro nosso povo eu vou dar, negócio bom assim ninguém nunca viu, tá tudo
pronto aqui é só vir pegar, a solução é alugar o Maranhão’.”.

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

Movimentos sociais se reúnem com PCdoB para colaborar no Programa de Governo

Dezenas de entidades sociais se reuniram na noite
de ontem (11) na sede do PCdoB estadual para organizar a participação dos
movimentos da sociedade na construção do Programa de Governo a ser apresentado
a todos os maranhenses durante a disputa eleitoral de 2014.
Com a pré-candidatura de Flávio Dino, o PCdoB
articula intensa participação social na formulação de políticas públicas
capazes de melhorar os índices apresentados pelo Maranhão nos rankings de
desenvolvimento social aferidos anualmente.
A reunião foi marcada pela apresentação de uma
proposta de discussão sistemática que abranja todas as cidades do Maranhão. Em
São Luís, por exemplo, os movimentos sociais realizarão fóruns com os diversos
segmentos da sociedade para apontar objetivos e soluções para cada eixo de
desenvolvimento do estado.
Segundo o secretário estadual de Comunicação do
PCdoB, Egberto Magno, o Programa de Governo que será apresentado pela
totalidade de partidos que defendem o projeto de mudança na política maranhense
deverá abranger cada vez mais movimentos da sociedade para que tenha sintonia
com as prioridades apontadas pela sociedade.
“Entendemos que o Programa de Governo não é uma
peça construída burocraticamente, em gabinetes. Por isso reunimos
especialistas, movimentos sociais, partidos políticos, entidades, lideranças
religiosas e de vários outros setores para uma construção conjunta e
mobilizadora da sociedade,” afirmou durante o evento.
Para José Diniz, do Movimento Nacional por Moradia,
a atenção à mobilização da sociedade e à atuação dos movimentos sociais
reforçam o caráter inclusivo e participativo da construção do Programa de
Governo composto pelo PCdoB e partidos de oposição ao atual modelo político no
Maranhão. “É importante atingir a todos, ouvindo, incluindo e convidando cada
um a fazer parte deste projeto,” disse.
Movimentos sociais –  Para o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry,
a participação efetiva dos movimentos sociais na formulação do Programa de
Governo é uma constante na atuação do partido em toda a sua história.
A partir da discussão do cenário político do
Maranhão e da participação do PCdoB para apresentar alternativas inovadoras em
Políticas Públicas em todos os setores, Jerry conclamou os participantes para
atuarem ativamente no processo de construção do Programa de Governo. “Os
movimentos sociais e populares são indispensáveis para o êxito do projeto de
mudança que o PCdoB defende para o Maranhão,” afirmou.
Participaram do evento representantes do movimento
de moradia popular, dos trabalhadores rurais, de movimentos ligados à
juventude, à mulher, aos movimentos religiosos e conselhos comunitários da
capital.
Juntos, os participantes definiram um calendário de
mobilização social na Região Metropolitana de São Luís que deve ter início em
28 de março com o primeiro seminário. O passo seguinte será a difusão de outros
pequenos seminários que colherão contribuições e informações que serão
debatidas e incluídas no Programa de Governo.

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

Deu n’O Globo: Mesmo após oferta de Dilma, PT resiste a apoiar PMDB em GO e MA

Acordos nos demais estados já estavam praticamente fechados
FERNANDA KRAKOVICS
BRASÍLIA – A oferta de apoio do PT a candidatos do PMDB em mais seis estados, feita na terça-feira pela presidente Dilma Rousseff para agradar aos senadores peemedebistas e evitar que a crise com o partido na Câmara contaminasse o Senado, não será facilmente cumprida em ao menos dois estados: Maranhão e Goiás.
No Maranhão, se o diretório nacional do PT fizer uma intervenção para garantir o apoio ao candidato da família Sarney, metade do diretório regional, além da militância em peso, fará campanha, na prática, para Flávio Dino (PCdoB), que deixou o cargo de presidente da Embratur para disputar as eleições.Nas quatro demais unidades da Federação em discussão (Rondônia, Paraíba, Tocantins e Alagoas), a oferta não surpreendeu, pois o acordo já estava praticamente fechado.
Com exceção do Maranhão, os seis estados que foram tema da conversa da presidente com os líderes do PMDB no Senado são considerados periféricos. A raiz da crise política do governo com o principal aliado está no Rio de Janeiro e no Ceará, onde não houve qualquer gesto por parte da presidente.
— Ela é presidente da República, evidente que isso tem muito peso, e respeitamos muito, mas o partido tem suas instâncias, que definem sua política de alianças — disse Márcio Jardim, da ala pró-Dino no PT do Maranhão.
Em Goiás, o PT local pretende lançar o prefeito de Anápolis, Antônio Gomide, para governador. Já o PMDB tem dois pré-candidatos: José Batista Júnior, o Júnior da Friboi, e o ex-governador Iris Rezende. Não há ainda sinal de acordo no estado.
No caso do Tocantins, onde a situação já estava pacificada, o PT deve apoiar a candidatura do ex-governador Marcelo Miranda (PMDB).
— Lá tem um pequeno grupo do PT que resiste, mas não há problema — disse a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO).
Outro sentido
Na mão inversa, o PMDB só deve apoiar candidatos petistas em dois estados. Dirigentes do PT dão como certo o apoio do PMDB à reeleição do governador Agnelo Queiroz (DF) e trabalham para que isso aconteça em Minas, onde lançarão a candidatura do ex-ministro Fernando Pimentel. Caciques do PMDB minimizam a escassez de apoio afirmando que o PT já tem a Presidência da República. É o mesmo argumento utilizado pelo PT quando o PMDB reivindica mais um ministério: eles já têm a Vice-Presidência da República.
Um dos estados onde PT e PMDB estão separados é o Paraná. A pré-candidata petista ao governo, senadora Gleisi Hoffmann, quer o apoio do partido, mas não deve obter. Uma parte apoia a pré-candidatura do senador Roberto Requião (PMDB-PR), e a outra quer apoiar a reeleição do governador Beto Richa (PSDB), que ofereceu a vice para o deputado federal Osmar Serraglio.
— Eu quero o PMDB comigo, mas a candidatura do Requião é legítima. Tenho uma relação muito respeitosa com ele — contemporiza Gleisi.

  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

“Não queremos apoiar a reeleição de Sarney para o Senado”, diz presidente do PT do Amapá

O desafio de PT e PMDB
para acertarem alianças regionais é muito mais complexo do que parece. As
divergências se espalharam por todo o Brasil e afetam diretamente a candidatura
de políticos peso pesados.      

No Amapá, o PT local é contra o apoio à reeleição
do senador José Sarney (PMDB-AP) para mais um mandato de oito anos no Senado. O
diretório local quer lançar a vice-governadora Dora Nascimento (PT) para a
vaga, o que diminuiria significativamente as chances do ex-presidente da
República em conseguir um novo mandato.
O tamanho político de
Sarney faz com que a questão do Amapá ganhe impacto nacional; afinal, ele é um
dos principais nomes do PMDB e sempre foi aliado do governo petista. Mas o
diretório do PT do Amapá deseja que a parceria chegue ao fim.
Apesar de ser senador pelo
Amapá há 24 anos, Sarney é constantemente criticado por ser muito mais ligado
ao Maranhão, onde mora, do que ao Estado que lhe dá uma cadeira no Congresso.
“Não é que a gente seja
bairrista, mas preferimos muito mais apoiar um candidato que esteja aqui no
Amapá”, afirma o deputado estadual Joel Banha (PT-AP), presidente estadual do
partido, em entrevista ao blog.
O deputado diz que a
relação de Sarney com o PT local está extremamente desgastada e acha que o partido
precisa aproveitar a oportunidade para eleger um senador petista nessa vaga.
“Hoje, Sarney está tão desgastado no Amapá, que qualquer candidato que se lance
contra ele vai derrotá-lo”, aposta. “O PT tem o direito de pleitear essa vaga
para o Senado até porque é uma estratégia nacional do partido aumentar nosso
número de representantes no Congresso”, acrescenta.
Joel Banha disse que o
partido vai aguardar a reunião do diretório nacional, no próximo dia 20, em
Brasília, para saber o futuro político do PT no Estado. “Não queremos apoiar a
reeleição de Sarney para o Senado”, diz. “Achamos que a vice governadora Dora
Nascimento é o melhor nome para vencer essa eleição e defendo que seja a
candidata”, conta.
Tanto Banha quanto Dora
reconhecem a importância do projeto nacional de reeleger a presidente Dilma
Rousseff. E a vice governadora diz que está preparada para a situação que o
comando nacional do PT decidir. “Sou dirigente do PT nacional e estou preparada
para qualquer missão que meu partido desejar”, afirmou em mensagem trocada com
esse blog.
Se o PT nacional barrar a
proposta de lançamento da candidatura de Dora ao Senado, não vai significar que
o diretório do Amapá apoiará sua campanha à reeleição. “Se isso ocorrer, a Dora
será candidata à reeleição como vice-governadora na chapa do governador Camilo
Capiberibe (PSB). O PT não lançará candidato ao Senado mas também não vai
apoiar o nome de Sarney nem fazer campanha por ele”, afirmou.

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