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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Edinho Trinta vai fazer turismo no interior do MA

Faltando menos de quatro meses para as eleições
de outubro próximo, o pré-candidato da oligarquia Sarney, Edinho Lobão, o “Edinho
30”, anuncia que pretende viajar pelo interior do Maranhão para conversar com
os eleitores e colher sugestões.
Na realidade Edinho vai aproveitar o
período eleitoral para tentar conhecer o Estado, visto que é de Brasília e só
descobriu o Maranhão quando comandou os negócios não republicanos do governo do
pai, o hoje ministro das Minas e Energia, Edison Lobão.  
Segundo a assessoria do pré-candidato,
ainda nesta sexta, Edinho visita o município de Pedreiras e no sábado as
cidades de Presidente Dutra e Tuntum.

Lobinho vai de helicóptero porque tem
piloto para leva-lo. Se fosse por terra, dirigindo, certamente se perderia no
caminho, pois nunca pisou nestes lugares.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Edinho pede Segredo de Justiça em investigação por formação de quadrilha e falsidade ideológica

A participação de
Edinho Lobão em esquemas envolvendo crimes de toda sorte não para de
surpreender o eleitor maranhense. Agora, Edinho pede “Segredo de Justiça” para
abafar um grande escândalo em uma empresa de distribuição de bebidas, do qual
era proprietário.
Acionado por dívida
de mais de R$ 6 milhões junto ao Banco do Nordeste, além de não pagar o que
deve ao Banco, Edinho foi pego em uma grande trama que trazia desde sócios
“laranjas” até uma fazenda-fantasma na Bahia. Tudo em seu nome.
Todo esse caso foi
revelado em inúmeras reportagens quando o brasiliense Edinho Lobão assumiu pela
primeira vez a vaga do Senado no lugar do pai.
Para não prestar
contas à sociedade, Edinho pediu “Segredo de Justiça” para que o público não
soubesse em que pé andava a apuração de seus crimes.
Acusado por crime
contra a Ordem Tributária, Falsidade Ideológica, Uso de Documentos Falsos e
pior: por Formação de Quadrilha ou Bando.
Trata-se de apenas
mais um caso na extensa lista de processos e condenações envolvendo o candidato
da família Sarney.
Com tantas coisas a
explicar à Justiça e ao povo do Maranhão, por que Edinho prefere esconder sua
longa ficha corrida na Justiça?
Haveria algo de
podre no Reino do Lobão?
*Blog Marrapá

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Empresário admite alinhamento de preços dos combustíveis em depoimento na CPI

Empresário confirma na CPI alianhamento de preços
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o aumento abusivo dos
preços dos combustíveis em São Luís ouviu, na tarde desta quinta-feira (05),
mais duas testemunhas. O primeiro a depor foi Jean Fábio Ramos, 
representante legal do posto Makro na capital maranhense. Ele foi o único
interrogado, até agora, a admitir que houve mesmo um alinhamento de preços de
combustíveis nos postos da cidade, mas não afirmou que se trate de cartel.
O
empresário disse ainda que, até novembro de 2013, percebia-se uma guerra de
preços no setor só que puxados para baixo. E que depois disso, observou-se o
alinhamento dos preços para cima.
Para
o deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da CPI, a declaração de Jean Fábio
vai contribuir com as investigações da Comissão sobre a cartelização entre os
postos de combustíveis da cidade. “O depoimento do representante do posto Makro
é muito importante, principalmente por se tratar de uma empresa que não está
atrelada ao mercado local. Os preços são definidos pela matriz em São Paulo. E
essa foi a primeira vez que alguém do empresariado admite a possibilidade de
alinhamento”, analisou.
O
último interrogado desta semana foi o empresário João Moreno Rolim,
proprietário de 15 postos de combustíveis no Maranhão. Ele afirmou que acompanha
os preços dos concorrentes, mas nunca combinou valores com outros empresários.
Assim
como os outros empresários do setor ouvidos pela CPI, João Rolim negou a
existência de formação de cartel na capital maranhense. Usando do mesmo
argumento, o empresário disse que “o mercado é livre e é o mercado  quem
dita as regras”. 
João
Rolim disse ainda que nunca foi procurado para combinar preço e muito menos
recebeu planilha para orientar o valor de seu produto. “Na minha empresa quem
faz a planilha de preços somos nós”, afirmou.
Mercado
centralizado – 
Na
última terça-feira (03), o presidente da CPI disse, após mais uma fase de
oitivas, que, em dois meses de investigação, a impressão é de que o mercado de
São Luís está mesmo cartelizado. Os deputados analisam também depoimentos de
empresários, dando conta que o setor sofreria pressão de distribuidoras para
majoração dos valores cobrados na capital maranhense.
A
CPI iniciou a fase de oitivas desta semana ouvindo os empresários Oswaldo
Salomão, do posto Americano, e Sebastião Murad, do posto São Francisco. Os dois
negaram que esteja havendo combinação de preços entre os donos de postos de
combustíveis. Mas o último depoente levantou a suspeita, já cogitada por outros
proprietários, de que haveria pressão por parte das distribuidoras para a
majoração dos valores.
Segundo
o presidente da CPI, nas próximas oitivas, também poderão ser ouvidos
representantes de distribuidoras de combustíveis sobre a denúncia de que
haveria algum tipo de pressão para aumentar os preços na capital maranhense.

As
oitivas recomeçam na tarde da próxima terça-feira (10). Até agora, mais de 15
empresários foram ouvidos pelos deputados da Comissão. Mesmo as investigações
apontando para a formação de cartel em São Luís, todos os interrogados negaram
combinação nos preços dos combustíveis.

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Assembleia desarquiva projeto que cria taxa sobre minério e Vale pressiona pela rejeição

A Mesa Diretora da Assembleia
Legislativa, de forma surpreendente, mandou desarquivar o projeto de lei nº
106/2014, de autoria do deputado Max Barros (PMDB), que institui a Taxa de
Controle, Monitoramento e Fiscalização das atividades de Transporte, Manuseio,
Armazenagem e Aproveitamento de Recursos Minerários.
Pela proposta, a TFRM passa
a ter poder de polícia conferido ao Estado sobre as atividades de transporte,
manuseio, armazenamento e aproveitamento realizado no Estado dos minérios de
ferro, bauxita, minerais ou minérios tais como chumbo, cobre, zinco, estanho,
lítio, níquel, manganês, tântalo e zircônio.
A proposta, ao ser apreciada
pela Comissão de Constituição e Justiça, estranhamente foi arquivada, segundo
apurou o blog, após pressão da mineradora Vale, que paga taxas aos estados de
Minas Gerais, Pará e Amapá, que ainda recebem royalties do governo federal, mas não recolhe um único centavo ao Maranhão,
que serve apenas de corredor de exportação.
As atenções nos bastidores da
Assembleia estão voltadas para a votação deste projeto que deverá receber a deliberação
do plenário na próxima semana, pois a Vale estaria pressionando pela rejeição
da matéria.
A mineradora alega que já
ajuda os municípios cortados pela Ferrovia Carajás, mas o autor do projeto
observa que faz sem compromisso e deseja que a taxa seja paga de forma oficial
e os recursos divididos 50% para os municípios do corredor da estrada de ferro,
20% para São Luís e ou outros 30% para o governo fazer a administração do
serviço.    
   

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Site da Justiça Federal confirma condenação e processo contra Edinho

Blog  Marrapá 

Print screen extraído do
site da Justiça Federal coloca sob suspeita a validade da Certidão Negativa
apresentada pelo deputado estadual Alexandre Almeida (PRTB), na manhã de ontem (04), no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão.

A intenção do
ex-candidato a prefeito de Timon era a de isentar o suplente de senador Edinho
Lobão (PMDB) da condenação a 16 meses de prisão por fraude contra as
telecomunicações.
No endereço do
Tribunal Regional Federal da Primeira Região, após discriminado o nome e o CPF
do político condenado, o sistema informa que é impossível emitir um “nada consta”
favorável a ele.
De acordo com o
site, “o sistema não pode emitir a certidão, pois foi detectada como positiva
ou ocorreu homonímia (nomes semelhantes)”, confirmando que a ficha do
pré-candidato do grupo Sarney a governador não é tão limpa quanto Alexandre
Almeida atesta, pois existem contra ele condenação e dois processos em
tramitação que correm em segredo de justiça.
Em 2010, Edinho
Lobão foi condenado a detenção, sob a acusação de transmitir clandestinamente o
sinal da TV Difusora no município de São Mateus (MA).

Na sentença, o juiz
federal Maurício Rios Júnior decidiu que ficou “devidamente comprovada a
responsabilidade penal do acusado Edison Lobão Filho pela prática do crime
previsto no art. 183 da Lei 9.472/97”.

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Não tem como esconder a condenação de Edinho

Embora a mídia aliada ao pré-candidato do PMDB ao governo tente passar para a população que o suplente de senador Edinho Lobão é limpo e que não deve nada à Justiça, o fato real é que existe contra ele uma condenação a 1 anos e 4 meses de prisão.

Quem diz isso não é a oposição, mas a sentença que condenou Edinho por fraude e pirataria com a TV Difusora de São Mateus. 

   
Diante da informação bombástica sobre a condenação, blog´s e todo o Sistema Mirante foram acionados para tenta explicar o inexplicável. Nada consta depois da sentença ter sido prescrita não vale.
Edinho tem uma condenação e só não foi para a prisão por conta da morosidade da Justiça. 
Nada consta agora, porque o processo terminou, com a condenação à pena de 1 ano e 4 meses de detenção. 

Se a decisão foi monocrática e não coloca o pré-candidato na ficha limpa é outra história que ainda vai render. 

Outra coisa, a prescrição apenas evita que o condenado vá
para a cadeia, mas não apaga o ato processual regularmente praticado pelo Poder
Judiciário.

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Sindicato de uma pessoa só

Editorial – Jornal Pequeno
A pressão política contra o prefeito Edivaldo começa a ganhar as mesmas
proporções exercidas contra Jackson Lago e João Castelo em vésperas de
eleições. Além das tempestades naturais que complicaram o asfalto da cidade, a
cada dia o governo escala uma eminência parda para demonizar a atual gestão da
Prefeitura. Roberto Costa, Edilazio Júnior, Edinho Lobão, Magno Bacelar e até o
senador José Sarney criticaram e, em alguns casos, até insultaram o prefeito de
São Luís. Sem contar o que faz o maior monopólio dos meios de comunicação da
América do Sul.
O governo faltou com a verdade mais uma vez quando fingiu que aceitaria uma
parceria com a Prefeitura. O Sindicato das Empresas de Transportes ‘engoliu’ 15
dias de prejuízos e retirou todos os ônibus das ruas. A tentativa de forçar um
aumento nos preços das passagens também era política. Tudo que eles queriam
eram os estudantes nas ruas em protesto contra a Prefeitura e o prefeito. Estão
com raiva porque não conseguiram.
O cheiro de mercenários é muito forte. Fizeram isso com Jackson Lago, comprando
lideranças estudantis. Fizeram com João Castelo, mandando rebentar a Avenida
Santos Dumont quando ela acabava de ser construída. Os ataques contra Edivaldo
partem agora do Sindicato dos Professores. Sindicato, vírgula, porque não tem
diretoria, só uma presidente cujas ligações políticas são suspeitas. Ligações
que levaram todo o restante da diretoria a renunciar.
O Sindicato de Uma Pessoa Só e que, portanto, não representa a digna categoria
dos professores, começa a enveredar por caminhos duvidosos, como se também
estivesse, de alguma forma, submetido ao interesse político do grupo Sarney.
Tudo é possível crer neste momento de convulsão política em que o poder de 50
anos dos Sarney se sente ameaçado.
Não seria essa a primeira vez em que mercenários seriam pagos para atacar a
oposição. Não seria essa também a primeira vez em que uma categoria seria
manipulada por sua liderança para atender a interesses políticos inconfessos.
Será sempre justa qualquer reivindicação salarial de trabalhadores no Brasil.
Somos os piores em distribuição de renda e calcula-se que neste país 10% da
população é dona de 90% de tudo o que produzimos. Mas a negociação não pode ser
substituída pela baderna que já cansa o Brasil e, em particular, o Maranhão.
Afirma a Prefeitura que um professor do município recebe salário equivalente ao
dobro do piso nacional. E essa, convenhamos, é uma conquista histórica. E há
outras conquistas que não estavam em São Luís antes da gestão de Edivaldo
Holanda, como a contratação de novos professores, recursos para construção de
creches e escolas, transporte escolar e material didático. A reivindicação se
entende, mas nesse clima o que não se entende é a intransigência em querer
forçar uma greve, manifestações, agressões contra um gestor que sempre manteve
as portas abertas para os movimentos sociais. A insanidade é tamanha que a presidente do sindicato dos professores do
município, Elisabeth Ribeiro Castelo Branco, perde todo o bom senso de civilidade
e leva meia dúzia de sindicalistas para fazer baderna e perturbar o sossego dos
moradores do condomínio onde mora o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, como
aconteceu na manhã de ontem. Onde já se viu tamanha irresponsabilidade!
Os professores, como formadores de opinião e de quem se espera atitudes
equilibradas, deveriam se concentrar em frente à Prefeitura e não invadir a
privacidade dos condôminos que nada têm a ver com as reivindicações da classe,
cuja greve foi considerada ilegal pela Justiça.

Alguém parece muito interessado em acabar indefinidamente com a
tranquilidade de São Luís. É um jogo bruto, um jogo político que a população já
começa a perceber. A capital maranhense está sendo sabotada e o povo precisa
acordar para essa patifaria.

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