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| O deputado disse que São Luís tem mais de um milhão de habitantes e não recebe convênios do governo por perseguição política |
O candidato da Coligação Todos Pelo
Maranhão, Flávio Dino, afirmou que é preciso acabar com os privilégios e
excessos no uso da máquina pública do Estado. Em entrevista ao Programa Avesso,
da TV Guará, ele ressaltou que é preciso resgatar o caráter público do governo.
Flávio disse que vai redistribuir
cargos públicos para atender as necessidades da população. “Vamos garantir que
o princípio da moralidade seja atendido”, disse.
Ele ressaltou que os servidores com
capacidade e competência serão mantidos – como fez durante sua gestão na
Embratur. Flávio lembrou que, quando chegou ao instituto, fez questão de manter
no cargo todos os que de fato trabalhavam. “Se tem capacidade e competência,
não importa quem nomeou.”
Honestidade e menos burocracia
Flávio também ressaltou que os gastos
do governo precisam passar por um pente fino. “A questão é como essa máquina
administrativa é utilizada. Precisamos recuperar a noção de servir ao público.”
Flávio também destacou a necessidade
de desenvolver o Maranhão com sustentabilidade. “É preciso ter leis claras, ter
honestidade, dar sentido a unidades de conservação”, afirmou, sempre reforçando
a parceria entre economia e meio ambiente para proteger a natureza e criar
empregos.
Flávio abordou ainda a questão da
violência no campo. Ele se comprometeu com a “firmeza contra a violência,
contra a pistolagem” ao lembrar seu papel atuante na área quando era juiz e
deputado federal.
O deputado Carlos Brandão,
candidato a vice-governador na chapa de Flávio Dino, encaminhou, nesta tarde de
quarta-feira (20), nota oficial à imprensa contestando declarações do candidato a deputado
federal pelo PSTU, Antônio Molquibom, no horário eleitoral, que o associou a latifundiários. Lei abaixo
a íntegra da nota.
Em razão da declaração feita pelo candidato a
deputado federal, Antônio Moquibom, do PSTU, durante horário eleitoral, nesta
terça-feira (19); o deputado federal Carlos Brandão, candidato a
vice-governador na chapa de Flávio Dino, através de sua assessoria, esclarece
que:
– Não promoveu qualquer atividade favorável à
PEC 215/2000, como pode ser observado no relatório de tramitação da Câmara
Federal dos Deputados (em anexo), tampouco foi membro da Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC, o que inviabiliza a possibilidade
de ter sido relator da referida PEC;
– Por fim, em respeito à imprensa e à
sociedade maranhense, declara que se irmana à luta por garantias de direitos
relacionados às questões fundiárias de nosso estado e de nosso país, reflexo da
resistência histórica de quilombolas, de indígenas, de homens e de mulheres do
campo em prol do sustento e das tradições de suas comunidades.
Esperamos
que as informações aqui apresentadas tenham sido satisfatórias e nos colocamos
à inteira disposição para os demais esclarecimentos que se fizerem necessários.
Começou sem maiores emoções o horário da propaganda eleitoral para os candidatos majoritários,
nesta tarde de quarta-feira (20). Flávio Dino, Edinho Lobão e Zé Luís Lago e Antônio Pedrosas apresentaram suas histórias de vida, já adiantando o que pretendem fazer, caso consigam
vencer as eleições de outubro próximo.
O candidato da
oligarquia Sarney tentou sensibilizar falando sobre a história do acidente
que quase lhe ceifou a vida. Num segundo momento apresentou o PAM (Programa de
Aceleração do Maranhão) com o qual pretende, entre outras coisas, desenvolver ações
com os municípios. E finalizou com seu oba-oba de imagens de carretas e comícios
onde o candidato, de forma alucinada, promete tudo que seu grupo prometeu e não
fez na eleição de 2010, inclusive a refinaria.
Saulo Arcangeli, representante da esquerda radical, no entanto, procurou mostrar as contradições entre os dois
candidatos que estão na frente nas pesquisas.
A surpresa ficou por conta da
ausência do candidato do PCB na telinha. Com dificuldades para se expressar,
coube ao secretário geral do partido, Joberval Bertoldo, falar em nome do
partido e apresentar os nomes dos candidatos.