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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 21/ago/2014

Prefeitura e sindicato fazem gesto pelo entendimento e greve de fome é encerrada

Após nova rodada de
negociação entre a Prefeitura de São Luís e o comando de greve, intermediada
pelo Ministério Público, o Sindicato dos Professores da rede municipal
(SindEducação) decidiu em assembleia geral encerrar a greve de fome, na noite
desta quarta-feira, 20.
A decisão ocorreu depois
de mais um gesto feito pelo governo municipal visando o entendimento com
representantes da categoria. Pela proposta apresentada, a Prefeitura suspendeu o
lançamento das faltas, que ensejariam descontos nos vencimentos dos professores
participantes do movimento.
O Sindeducação, por sua
vez, trabalhou junto aos grevistas o fim da greve de fome, aprovada em assembleia.
As negociações avançam com a Prefeitura trabalhando para
viabilizar a reforma de 54
unidades de ensino, para dar melhores condições de trabalho para os docentes e
de aprendizado para os estudantes. O processo está em fase de licitação para
escolha da empresa que fará o serviço. O objetivo é iniciar as obras tão logo a
empresa vencedora seja definida.
Também foram
apresentadas entre as propostas a celeridade no processo de aposentadoria de
professores, cujos critérios foram obedecidos; elaboração de edital de concurso
público para a contratação de novos professores; eleição direta para diretores
de escolas e implantação de direitos a partir de 2015.
Em 2013, a
categoria de professores recebeu reajuste de 9,5%, um dos maiores entre as
capitais brasileiras. Também foram garantidas progressões horizontais e
verticais que estavam paradas, há vários anos.

  • Jorge Vieira
  • 20/ago/2014

Governo discrimina São Luís e adota critério político para liberar convênios, diz Othelino

O deputado disse que São Luís tem mais de um milhão de habitantes
e não recebe convênios do governo por perseguição política
O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) chamou a atenção, na sessão desta quarta-feira (20), para a forma como o governo do Maranhão discrimina a cidade de São Luís e lamentou que as diferenças político-partidárias sejam o único critério utilizado pelo Estado para mandar convênios e recursos aos municípios maranhenses. “Sabe quantos reais e quantos convênios o Executivo fez com a Prefeitura de São Luís, de janeiro de 2013 para cá? Nenhum, zero”, comentou.
Othelino disse que São Luís tem mais de um milhão de habitantes e não é beneficiado com convênios do governo por perseguição política. Segundo ele, a governadora trata o recurso público como se fosse dela. “Só recebem os recursos do Estado aqueles que são submissos ao grupo político que comanda e que destroi o Maranhão há mais de 50 anos”, frisou.
Segundo Othelino, de janeiro de 2013 até hoje, os municípios de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa tiveram, juntos, R$ 25 milhões, e até deveriam ter recebido bem mais que isso, assim como São Luís poderia ter sido beneficiada da mesma forma e não foi.
De acordo com o deputado, ao contrário de receber recursos para obras, São Luís ainda tem que repassar para os cofres do Estado R$ 2 milhões por mês, referentes a convênios firmados com a Prefeitura, durante o governo Jackson Lago, para construção de viadutos e que o governo Roseana Sarney ingressou na Justiça para ter os recursos de volta.
No pronunciamento, Othelino criticou o candidato a governador do grupo Sarney, Lobão Filho, por ter falado, durante debate na TV Guará,  de “desastre administrativo em São Luís”. “Desastre é o que eles fizeram e estão fazendo com o Maranhão. A capital maranhense sofre discriminação pura, mesquinharia, práticas não republicanas. É assim que o governado do Maranhão age e ainda querem falar de desastre”, afirmou.
Crises do grupo Sarney
Para o deputado, antes de ficar olhando para a Prefeitura de São Luís, seria bom que o grupo Sarney se voltasse para as suas próprias crises, administrativa e ética, que estão expostas nacionalmente e para o fato de só ter Edinho Lobão como opção para apresentar como candidato a governador. “Então é bom olhar para o próprio umbigo. Não adianta tentar desqualificar a mudança, porque o que a qualifica e o que a estimula é o estado de pobreza em que está o Maranhão”, disse.
Othelino disse que a perseguição à cidade de São Luís está acabando no dia 31 de dezembro deste ano. Segundo ele, assim o eleitor da capital maranhense vai saber o que é ter um governador republicano, que trabalhará pela cidade e que não vai discriminar prefeito, simplesmente, porque não é de seu partido ou do seu grupo político.
O deputado acrescentou que o candidato da coligação “Todos pelo Maranhão”, Flávio Dino, tem dito que receberá todos os prefeitos caso seja eleito governador, independente de serem aliados ou adversários.

  • Jorge Vieira
  • 20/ago/2014

Flávio Dino diz que excessos de privilégios no governo tem que acabar

O candidato da Coligação Todos Pelo
Maranhão, Flávio Dino, afirmou que é preciso acabar com os privilégios e
excessos no uso da máquina pública do Estado. Em entrevista ao Programa Avesso,
da TV Guará, ele ressaltou que é preciso resgatar o caráter público do governo.

“Vamos reorganizar a máquina, há
muitos excessos e privilégios. Há pessoas que recebem sem trabalhar, há um
numero indefinido de secretarias porque a maquina administrativa foi apropriada
para atender interesses de pequenos grupos”, afirmou.

Flávio disse que vai redistribuir
cargos públicos para atender as necessidades da população. “Vamos garantir que
o princípio da moralidade seja atendido”, disse.

Ele ressaltou que os servidores com
capacidade e competência serão mantidos – como fez durante sua gestão na
Embratur. Flávio lembrou que, quando chegou ao instituto, fez questão de manter
no cargo todos os que de fato trabalhavam. “Se tem capacidade e competência,
não importa quem nomeou.”

Honestidade e menos burocracia

Flávio também ressaltou que os gastos
do governo precisam passar por um pente fino. “A questão é como essa máquina
administrativa é utilizada. Precisamos recuperar a noção de servir ao público.”

O candidato listou alguns problemas
decorrentes da burocracia da máquina pública atual e citou o exemplo do
licenciamento ambiental. “Muitos empresários sofrem anos para conseguir uma
licença ambiental, abrir seus negócios e gerar empregos e oportunidades. É
preciso fazer que esse setor da administração pública funcione bem”, afirmou.

Sustentabilidade e empregos

Flávio também destacou a necessidade
de desenvolver o Maranhão com sustentabilidade. “É preciso ter leis claras, ter
honestidade, dar sentido a unidades de conservação”, afirmou, sempre reforçando
a parceria entre economia e meio ambiente para proteger a natureza e criar
empregos.

Flávio ainda deixou claro que seu
governo vai dar grande importância à agricultura familiar, para gerar emprego e
renda. “Vamos fazer o Maranhão voltar a ser um grande exportador de alimentos
para o mundo. É possível fazer, desde que se queira fazer.”

Flávio abordou ainda a questão da
violência no campo. Ele se comprometeu com a “firmeza contra a violência,
contra a pistolagem” ao lembrar seu papel atuante na área quando era juiz e
deputado federal.

O candidato também afirmou que os
movimentos sociais serão tratados com dignidade e respeito. E que o direito de
protestar por melhores condições de vida é uma garantia indiscutível

  • Jorge Vieira
  • 20/ago/2014

Deputado Carlos Brandão contesta declaração de candidato do PSTU sobre latifúndio

O deputado Carlos Brandão,
candidato a vice-governador na chapa de Flávio Dino, encaminhou, nesta tarde de
quarta-feira (20), nota oficial à imprensa contestando declarações do candidato a deputado
federal pelo PSTU, Antônio Molquibom, no horário eleitoral, que o associou a latifundiários. Lei abaixo
a íntegra da nota.   

Nota à imprensa e à
Sociedade

Em razão da declaração feita pelo candidato a
deputado federal, Antônio Moquibom, do PSTU, durante horário eleitoral, nesta
terça-feira (19); o deputado federal Carlos Brandão, candidato a
vice-governador na chapa de Flávio Dino, através de sua assessoria, esclarece
que:
 
– Não promoveu qualquer atividade favorável à
PEC 215/2000, como pode ser observado no relatório de tramitação da Câmara
Federal dos Deputados (em anexo), tampouco foi membro da Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC, o que inviabiliza a possibilidade
de ter sido relator da referida PEC;

 – O deputado Carlos Brandão informa, ainda,
que não é membro da Comissão Especial que atualmente analisa o Projeto de
Emenda Constitucional em questão, tendo como seu presidente o deputado Afonso
Florence (PT/BA), seu relator o deputado Osmar Serraglio (PMDB/PR) e seu
relator substituto o deputado Nelson Padovani (PSC/PR);

 – Por fim, em respeito à imprensa e à
sociedade maranhense, declara que se irmana à luta por garantias de direitos
relacionados às questões fundiárias de nosso estado e de nosso país, reflexo da
resistência histórica de quilombolas, de indígenas, de homens e de mulheres do
campo em prol do sustento e das tradições de suas comunidades.

Esperamos
que as informações aqui apresentadas tenham sido satisfatórias e nos colocamos
à inteira disposição para os demais esclarecimentos que se fizerem necessários.

São Luís, 20 de agosto de 2014
Assessoria de Imprensa do Deputado Carlos Brandão

 

  • Jorge Vieira
  • 20/ago/2014

Começa “morno” o horário da propaganda eleitoral

Começou sem maiores emoções o horário da propaganda eleitoral para os candidatos majoritários,
nesta tarde de quarta-feira (20). Flávio Dino, Edinho Lobão e Zé Luís Lago e Antônio Pedrosas apresentaram suas histórias de vida, já adiantando o que pretendem fazer, caso consigam
vencer as eleições de outubro próximo.

No programa de estreia, Flávio Dino
mostrou sua brilhante trajetória, depoimentos de amigos que acompanham
sua história desde os tempos de criança e falou de sua sede por justiça.
Disse que como juiz poderia ajudar alguns, mas que só através da política
poderá promover justiça social a milhões de maranhenses.

O candidato da
oligarquia Sarney tentou sensibilizar falando sobre a história do acidente
que quase lhe ceifou a vida. Num segundo momento apresentou o PAM (Programa de
Aceleração do Maranhão) com o qual pretende, entre outras coisas, desenvolver ações
com os municípios. E finalizou com seu oba-oba de imagens de carretas e comícios
onde o candidato, de forma alucinada, promete tudo que seu grupo prometeu e não
fez na eleição de 2010, inclusive a refinaria.

Saulo Arcangeli, representante da esquerda radical, no entanto, procurou mostrar as contradições entre os dois
candidatos que estão na frente nas pesquisas.

A surpresa ficou por conta da
ausência do candidato do PCB na telinha. Com dificuldades para se expressar,
coube ao secretário geral do partido, Joberval Bertoldo, falar em nome do
partido e apresentar os nomes dos candidatos.

Pelo menos no primeiro programa, os
candidatos se mantiveram dentro do razoável e espera-se que os programas sirvam para ajudar a esclarecer o eleitor e não de ringue onde vale tudo.     

  • Jorge Vieira
  • 20/ago/2014

Medo de perder as tetas do governo leva Ricardo Murad à loucura

O medo de perder as tetas do estado
está levando o secretário de Saúde, Ricardo Murad, perder a compostura. Durante
comício esvaziado da filha, Andréa Murad, em Coroatá, o gerentão foi à loucura e
confessou aos berros: “não posso nem imaginar o que será da minha vida sem o
governo”.
E num gesto de desespero apelou: “Gente, eu não
posso deixar de ser governo. A prefeitura não pode deixar de ter Lobão Filho
para suceder Roseana. Porque nós vamos pro buraco, pro escuro…
E para a felicidade daqueles que
defendem transparência na vida pública, Ricardo prometeu deixar a política
diante da eminente derrota do candidato apoiado por ele e pela oligarquia
Sarney.
A medida que se aproxima o pleito e o
candidato Edinho Lobão não decola nas pesquisas, Ricardão fica mais nervoso e
destila ódio contra aquele que está prestes a derrubar o império construído às
custas do sacrifício do povo do Maranhão.
Para Murad, a vitória de Flávio Dino “será
a desgraça, a treva, o fim do mundo”, sinal que já admite a derrota, visto que
as pesquisas apontam uma diferença de 30 pontos percentuais para o segundo
colocado, Edinho Lobão.
 

 

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