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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

PF se solidariza com delegado que abordou Edinho Lobão em aeroporto de Imperatriz

A
Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal distribuiu nota à imprensa
manifestando solidariedade ao trabalho desenvolvido pelo delegado Paulo de
Tarso Cruz Viana, na revista que fez ao avião do candidato Edinho Lobão, na
noite de quarta-feira, no aeroporto de Imperatriz. No comunicado a ADPF avisa
que não intimida ninguém, mas que também não se deixa intimidar. Veja abaixo a
íntegra da nota.
Nota Pública da ADPF

Associação vem a público manifestar apoio ao
Delegado Federal Paulo de Tarso Cruz Viana Júnior

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia
Federal (ADPF) vem a público manifestar apoio ao Delegado de Polícia Federal, PAULO
DE TARSO CRUZ VIANA JÚNIOR
, diante de sua atuação na abordagem de um avião,
ocorrida no aeroporto de Imperatriz/MA, na noite do dia 24 para a madrugada do
dia 25 de setembro de 2014.

Para a ADPF, a repercussão dada ao episódio é
própria e comum ao período eleitoral e em nada compromete a atuação eficiente e
isenta do Delegado de Polícia Federal.

É natural que alguns partidos façam uso político de
fatos que nada mais são do que o regular trabalho de Polícia Judiciária
Eleitoral atribuído legalmente à Polícia Federal.

A ADPF faz questão de deixar claro que no exercício
de suas atribuições constitucionais a Polícia Federal, enquanto órgão de
Estado, não persegue, não intimida, mas também não se deixa intimidar.

Brasília, 26 de setembro de 2014.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

Revista em avião não foi intimidação; PF investiga Edinho

Claudio Humberto

A Polícia Federal não
tentava “intimidar” o senador Lobão Filho (PMDB), candidato do clã Sarney ao
governo do Maranhão, quando realizou buscas no seu avião, em São Luís.

A PF apenas cumpria seu
papel legal de averiguar grave denúncia. Há informações de que se tratava de
suspeita de transporte de grande quantia de dinheiro.

O Maranhão está no
centro das atenções da PF desde que prendeu em São Luís o megadoleiro Alberto
Youssef, na Operação Lava Jato.

 

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

Diretores de Pedrinhas pediram que preso mantivesse depoimento forjado contra Flávio Dino

Interrogado pela Polícia Federal, o preso André
Escócio de Caldas revelou mais detalhes sobre os motivos que o fizeram gravar
vídeo forjado contra Flávio Dino. Ele relata que, no dia do vazamento do vídeo,
foi procurado pelos ex-diretores de Pedrinhas Carlos Aguiar e Elenilson Araújo
para que mantivesse o teor do depoimento.

Em esclarecimento ao delegado da Polícia Federal
Ronilson Rebelo e ao procurador da República Thiago Ferreira de Oliveira, o
presidiário André relatou que, logo ao prestar o depoimento forjado, foi
colocado em uma cela separada em que recebia tratamento diferenciado – acesso a
“cigarro, comida e até dinheiro”, segundo depoimento prestado à Polícia
Federal.

Após o vazamento, os dois ex-diretores de Pedrinhas
pediram a André que mantivesse a versão sobre o vídeo, sob a garantia de que
“estava blindado e que estavam juntos até o final”. André resolveu voltar atrás
e revelar que o depoimento foi forjado ao tomar conhecimento das proporções da
divulgação em rede de rádio e TV. “Resolveu falar a verdade pois estava lidando
‘com gente grande’ e não queria puxar mais cadeia por uma coisa que era
mentira”, diz o depoimento.

Ao gravar o vídeo, o preso afirma que não sabia que
ele seria usado para fins políticos. Carlos e Elenilson, segundo o presidiário,
foram responsáveis pela indução para que o depoimento envolvesse os nomes de
Flávio Dino, Weverton Rocha e Patrícia Vieira.

André Escócio de Caldas afirmou ainda que os
diretores do presídio o orientavam gestualmente durante a gravação do
depoimento, pedindo que ele falasse mais alto e que tocasse no nome de Flávio
Dino.

Segundo o preso, existem ainda outras duas
gravações feitas por Carlos Aguiar e Elenilson Araújo e, em todas elas, foi
estimulado a tocar no nome de Flávio Dino. Em troca, receberia regalias e seria
solto de Pedrinhas. No início do mês, outro diretor da penitenciária foi preso
por facilitar fuga de presos mediante pagamento.

O preso cita ainda uma terceira pessoa que, dois
dias antes do vídeo, seria levada a Pedrinhas para falar com ele por Carlos e
Elenilson. No entanto, o tumulto do presídio impediu a tal visita. A pessoa não
foi identificada.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

Dutra faz campanha a pé pelo interior do Maranhão

Candidato à reeleição pelo Partido Solidariedade,
Domingos Dutra, está, de fato, correndo atrás de votos para garantir seu
retorno à Brasília. Após percorrer mais de 400 quilômetros, a pé, pelo interior do Maranhão,
o deputado, praticamente pele e osso, mas com língua afiada, diz que a
caminhada é a forma mais eficiente de manter o contato direto com a população.

“Isso equivale a cerca de 200 horas de caminhada e
uma média de 450 discursos em ruas, avenidas, praças, feiras, rodoviárias e
centros comerciais de 80 cidades do Maranhão, abrangendo todas as regiões do
Estado”, comemorou o deputado, que integra a Coligação “Todos Pelo Maranhão”,
liderada por Flávio Dino.

As caminhadas são a marca de todas as campanhas de
Dutra. Acompanhado por um boneco gigante, o deputado sai às ruas com um carro
de som e um microfone nas mãos, divulgando suas propostas e falando dos seus
projetos na Câmara Federal que contemplaram vários municípios maranhenses em
diversas áreas (equipamento de Conselhos Tutelares, implantação de Agências do
INSS, máquinas agrícolas, etc) e das conquistas que estão beneficiando
diferentes categorias profissionais em todo o Brasil, a exemplo dos agentes de
saúde e de endemias, trabalhadores(as) rurais, mototaxistas, profissionais dos
setor de beleza, quebradeiras de coco, além dos garimpeiros maranhenses que
trabalharam ou trabalham na Serra Pelada, e outras.

“A campanha à pé é uma forma de termos um contato
mais direto com a população, e de se combater o poder econômico, para
conquistarmos um mandato livre, sem amarras com  o governo e para que o
mesmo seja utilizado em defesa dos que não tem direito e clamam por justiça
social”, afirmou Domingos Dutra.

Por onde passa, Dutra também tem criticado
severamente o descaso do governo do Maranhão para as populações do interior do
estado, nas mais diversas áreas (como saneamento básico, educação e saúde); os
desmandos praticados pelo Grupo Sarney em mais de cinco décadas de Oligarquia;
e os escândalos, em nível nacional, como o desvio de dinheiro da Petrobras,
envolvendo o ministro (licenciado) de Minas e Energia, Edison Lobão, e a
governador Roseana Sarney.

Dentre as cidades que Dutra promoveu caminhadas à
pé estão: Vitória do Mearim , Arari, Viana, Cajari e Pinheiro – na Baixada
Maranhense; Santa Luzia e Santa Inês – Região do Pindaré; Montes Altos, Porto
Franco e Imperatriz – Região Tocantina; Pastos Bons, Nova Iorque e São João dos
Patos – Região Sul; Buriti Bravo, Passagem Franca, Paraibano, Colinas e São
Domingos do Maranhão – Sertão Maranhense; Caxias, Presidente Dutra, Tuntum,
Barra do Corda e Grajáu – Região dos Cocais; Chapadinha e Mata Roma – Baixo
Parnaíba; Morros, Icatu e Barreirinhas – Munim/Lençóis Maranhenses.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

Diretores de Pedrinhas acusados de gravar vídeo contra Flávio Dino são afastados

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Agência Brasil, com edição do Marrapá

Ligado a Washington, Elenilson foi afastado da direção de Pedrinhas após
participar da farsa para incriminar o candidato do PCdoB, Flávio Dino
Dois diretores de uma das unidades do
Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, foram afastados hoje (25) do
cargo. O afastamento foi motivado pela denúncia de um preso, que afirmou ter
recebido dos diretores proposta para gravar um vídeo acusando o candidato do
PCdoB ao governo do Maranhão, Flávio Dino, de ter participado de um roubo. A
denúncia do detento foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A Secretaria Estadual de Justiça e
Administração Penitenciária (Sejap) determinou o afastamento imediato de Carlos
Eduardo Sousa Aguiar, diretor da Central de Custódia de Presos de Justiça
(CCPJ), e de Elenilson Araújo, diretor administrativo da CCPJ, até que sejam
concluídas as investigações sobre o vídeo, levado ao ar no começo desta semana,
durante um programa de grande audiência da TV Difusora, pertencente à família
do senador Edison Lobão Filho, candidato do PMDB ao governo estadual. Há apenas
11 dias, outro diretor de Pedrinhas, Cláudio Barcelos, foi detido
preventivamente, por suspeita de facilitar a fuga de presos em troca de
dinheiro.
Em depoimento prestado na tarde de
quarta-feira (24), André Escócio de Caldas revelou que tudo não passou de uma
armação. Caldas acusou os dois diretores de lhe prometerem dinheiro e outros
benefícios, como um possível alvará de soltura, caso ele aceitasse aparecer em
um vídeo acusando Flávio Dino de participação em um roubo e de ter ligações com
uma organização criminosa. A denúncia está sendo investigada pela Polícia
Federal (PF), pela Superintendência de Investigações Criminais da Secretaria de
Segurança Pública e pela corregedoria da Sejap.

Segundo o Estado de S. Paulo,
no depoimento, Caldas confirmou que conhece os criminosos que participaram do
roubo, mas negou o envolvimento de Dino. O preso também afirmou que o vídeo
contra o candidato foi feito na própria sala de Aguiar, registrado por uma
câmera e um celular.  Ainda de acordo com o jornal, o diretor da CCPJ
também prestou depoimento, confirmando ter gravado o vídeo, mas com o intuito
de registrar a denúncia do preso, a quem chegou a dizer que, caso pudesse
provar a denúncia, poderia receber benefícios do Poder Judiciário por meio da
delação premiada. Caldas negou ter atuado em nome de partidos políticos.

Flávio Dino disse que o vídeo é parte dos ataques
que vem sofrendo de seus principais adversários na campanha eleitoral. “De
forma irresponsável, a TV de propriedade do meu adversário passou a exibir um
vídeo anônimo, armado, falsificado, com personagens que ninguém sabe quem são,
inventando histórias absurdas e sem nenhuma prova”. O candidato do PCdoB
informou que já pediu à PF para investigar a origem do vídeo a fim de processar
os responsáveis.
 

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2014

Prefeito Edivaldo recebe Plano Municipal de Cultura

O
prefeito Edivaldo recebeu, nesta quinta-feira (25), o Plano Municipal de
Cultura, elaborado pelo poder público municipal e sociedade civil, que
juntamente com outros instrumentos, consolidarão o Sistema Municipal de Cultura
em São Luís. O documento foi entregue ao prefeito pelos presidentes da Fundação
Municipal de Cultura (Func), Francisco Gonçalves, e do Conselho Municipal de
Cultural, Elizandra Rocha, na presença de diversos representantes de segmentos
culturais.

A
elaboração do Plano Municipal de Cultura remonta mais de uma década. Há dois
anos, o trabalho foi intensificado, sendo impulsionado com a adesão da
Prefeitura de São Luís ao Sistema Nacional de Cultura oficializado em janeiro
deste ano em acordo de cooperação técnica. No ano passado, por meio da Func, a
Prefeitura promoveu a 4ª Conferência Municipal de Cultura.

No
conjunto de instrumentos que devem ser encaminhados à Câmara Municipal ainda
este ano, constam duas alterações de leis, como da Lei de Incentivo à Cultura,
desativada há mais de 10 anos, e da Lei do Fundo Municipal de Cultura. Ao todo
foram apresentadas ao prefeito cinco minutas de projetos de lei a serem
encaminhados ao Legislativo após parecer da Secretaria de Governo.

Entre
os documentos entregues ao prefeito Edivaldo, há a sugestão da criação da
Secretaria Municipal de Cultura. “Este é um dos nossos compromissos com a
cidade. Ainda na nossa gestão criaremos a Secretaria de Cultura. Estamos
estudando a superação de limitações orçamentárias para encaminharmos a proposta
à Câmara”, disse o prefeito.

O
presidente da Func, Francisco Gonçalves, destacou que o Plano Municipal de
Cultura estabelece metas para os próximos dez anos. “Estamos entregando ao
prefeito um conjunto de documentos e minutas de projetos que regulamentam todo
o Sistema Municipal de Cultura”, afirmou.

A
presidente do Conselho Municipal de Cultural ressaltou que o plano resultou de
um pacto entre sociedade civil e poder público municipal. “Com a aprovação de
todos estes instrumentos, São Luís estará apta a receber recurso direto do
Ministério da Cultura fundo a fundo”, esclareceu Elizandra Rocha. A partir da
aprovação dos instrumentos, São Luís passa a constar na lista de municípios em
posição de prioridade para receber recursos do governo federal.

  • Jorge Vieira
  • 25/set/2014

A farsa Reis Pacheco teve Sarney como mentor

Li
no blog do Marcos D’eça uma tentativa desesperada de desvirtuar o maior
escândalo da política eleitoral do Maranhão: o famigerado caso Reis Pacheco. D’eça
ainda estava na fralda quando e, certamente por isso, se esqueceu de informar
que quem fez a denúncia, com a ar de indignado, foi o próprio senador José
Sarney, na reta final da campanha, no Jornal da Manhã, da TV Mirante, de sua
propriedade.

Ao
contrário do que o blogueiro afirma, Cafeteira aumentou a diferença para Roseana
Sarney na reta final da campanha e todos davam como certa sua eleição quando José
Sarney o acusou de ter sequestrado, matado e ocultado o cadáver do mecânico da
Companhia Vale do Rio Doce, Raimundo dos Reis Pacheco, que havia se envolvido
num acidente automobilístico em que faleceu o vereador Hilton Rodrigues, sogro de
Cafeteira.

Posso
afirmar, pois fui o assessor de imprensa daquela campanha da oposição, que toda
farsa foi praticada pelo senador José Sarney, com ajuda do advogado Miguel
Cavalcante Neto, o popular “Braço de Judas”, que registrou num cartório de
Fortaleza que um tal Anacleto dos Reis Pacheco (figura fictícia), suposto irmão
da suposta vítima, teria acusado o senador Cafeteira de ter sequestrado, matado
e  ocultado o cadáver de Reis Pacheco.

Foi
com esse registro forjado que Sarney foi para a televisão, ele em pessoa,
denunciar que o Maranhão não poderia ser governado por um “assassino”. A partir
daí, o jornal o Estado do Maranhão, a TV Mirante, a Rádio Mirante e todas as
emissoras do interior do Maranhão ligadas à oligarquia Sarney passaram a
repetir a mentira.

O
estrago foi grande. Como não havia internet, os únicos meios de comunicação
eram rádio, jornal, televisão e a lei era branda, correram para desmontar a
farsa. Raimundo Reis Pacheco foi localizado no interior do Pará e o então
presidente do Sindicato dos Ferroviário, Miguelzinho, levou uma equipe de TV
para gravar seu pronunciamento avisando que tudo era mentira e que estava vivo.

O
depoimento de Reis Pacheco chegou a tempo de ser exibido no último programa do
horário eleitoral, mas para a decepção geral, a TV Mirante cortou o link que
permitiria o interior do Maranhão tomar conhecimento da verdade. Com a atitude
rasteira da Mirante, o programa foi assistido apenas pelos eleitores de São
Luís. Ainda assim Roseana perdeu a eleição, coube ao TRE-MA a tarefa de
transferir 100 mil votos em braço para ela, o que lhe deu uma vantagem sobre
Cafeteira de apenas 18 mil votos.

O
radialista Roberto Fernandes, hoje âncora da Mirante, com certeza, lembra
daquela tarde de 1994 em que comentava a eleição na Rádio Educadora, quando o
deputado Sarney Filho, bêbado, invadiu o estúdio para anunciar que Roseana
havia vencido por 18 mil votos de diferença, antes mesmo do Tribunal Eleitoral
anunciar o resultado da votação. Posteriormente o então senador Alexandre Costa
confessou a Cafeteira que ele havia ganhado o pleito com 79 mil votos de
diferença.

Cafeteira,
talvez a maior vítima das maldades do Sarney, está vivinho e poderia dar uma
grande contribuição para população maranhense, antes de se aposentar da vida
pública, dando seu testemunho sobre este episódio que já se passaram 20 anos,
mas que continua vivo na memória de quem viveu aquele período. Deveria falar
também sobre o “Granville”, em que foi acusado, de forma covarde, de ter transportado
para o Rio de Janeiro US$ 1 milhão através de uma transportadora de
valores.    

Tudo
mentira, mas que acabou enganando os incautos.

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