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A Prefeitura de São Luís apresentou
Durante a exposição do projeto, o
engenheiro Carlos Rogério Araújo, detalhou os aspectos técnicos do projeto. Segundo o assessor especial da Prefeitura, até a realização das audiências públicas, etapas prévias para obtenção dos licenciamentos, serão atendidas todas as entidades que solicitarem esclarecimentos técnicos. Após o carnaval, o projeto será apresentado ao Conselho Regional de Engenharia, CREA-MA.
“Estamos seguindo todas as
regras determinadas por legislação. Tenham certeza de que não vamos cometer nenhum tipo de ilegalidade, principalmente na questão ambiental. Sabemos dos benefícios de uma obra deste porte para a melhoria da qualidade de vida da população e estamos disponíveis para discutir o projeto com a sociedade de maneira direta”, afirmou o engenheiro.
Nas audiências serão detalhados,
entre outras questões, os aspectos do impacto ambiental da obra com previsão de ser iniciada ainda este ano. O custo total do BRT Calhau-Cohab é de R$ 480 milhões. A equação financeira foi dividida da seguinte forma: metade dos recursos estão garantidos no Orçamento Geral da União, OGU. A outra metade seria oriunda de financiamento.
Segundo o titular da Secretaria
Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), Cursino Moreira, o objetivo de as primeiras reuniões de apresentação do projeto terem sido realizadas nos Conselhos citados é devido à pluralidade representativa desses órgãos. Ele informa que o Conselho Municipal da Cidade congrega representantes desde classes empresarias e do poder público até integrantes de movimentos sociais, como os de pró-moradia, por exemplo. Já a apresentação do projeto no Conselho do Meio Ambiente, além dos aspectos técnicos, teve uma abordagem mais voltada ao viés ambientalista, questão crucial para a viabilização do projeto.
“O nosso objetivo é dar o
máximo de transparência a todos os processos e procedimentos pelos quais deverá passar o projeto, dando ciência do feito tanto às instituições constituídas quanto à sociedade de modo geral”, frisou Cursino Moreira.
A confirmação dos recursos foi
publicada em portaria do Ministério das Cidades em 8 de setembro do ano passado. O novo projeto foi elaboradora pela MC Engenharia, empresa contratada pela Prefeitura de São Luís por meio de processo licitatório. A prefeitura está finalizando os termos do contrato com a Caixa para financiamento da outra metade dos recursos. |
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| Residência oficial do governo maranhense |
Veja
Flávio Dino ainda não decidiu se vai morar no
Palácio dos Leões, considerada a casa grande da política maranhense. A
guarda pessoal do governador, antes com 150 homens, foi reduzida a 75.
A cantilena diária da filha de
Ricardo Murad, na tribuna da Assembleia, contra o governador Flávio Dino, está sendo
repreendido até mesmo pelos poucos parlamentares dispostos a fazer oposição ao
governo que está iniciando com ações firmes e desfrutando da aprovação de 77
por cento da população, conforme aferiu a última pesquisa da TV Guará.
Na tarde
desta quinta-feira (12), o deputado estadual Bira do Pindaré tomou posse, no
salão de Atos do Palácio dos Leões, como secretário de Ciência, Tecnologia e
Ensino Superior do Maranhão. Na oportunidade, o governador Flávio Dino destacou
que a prioridade do seu governo é transformar a vida da população, e ressaltou
as importantes atribuições da pasta que será conduzida por Bira do Pindaré.
Ótima notícia para o
funcionalismo. O prefeito Leonardo Coutinho autorizou a antecipação do
pagamento do salário do mês de fevereiro para esta quinta-feira, dia 12.
Caxias é uma das poucas
cidades – talvez a única – do estado que paga os servidores com mais de quinze
dias de antecedência.
Os deputados Othelino Neto (PCdoB) e Levi Pontes
(SD) contestaram, na sessão desta quinta-feira (12), declarações da filha de Ricardo Murad (PMDB) de que o atual governo teria atrasado os pagamentos dos
funcionários terceirizados da rede estadual de Saúde. Segundo a defesa dos
governistas, a gestão anterior deixou R$ 59 milhões de débitos referentes à
folha de pagamento, inclusive os relativos a serviços prestados por
Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips), e não
disponibilizou dinheiro em caixa para tal.