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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Agiotagem: deputado pede prisão para o prefeito de Pedro do Rosário

O crime de agiotagem voltou a
agitar o plenário da Assembleia Legislativa nesta manhã de quinta-feira (28).
Na tribuna, o deputado Fernando Furtado (PCdoB) solicitou atenção especial do
Gaeco para o município de Pedro do Rosário, onde, segundo ele, o irmão do
prefeito Irlan Serra, suplente de deputado estadual Domingos Erinaldo Sousa
Serra, mais conhecido como Toca Serra (PTC), possui dois cheques nas mãos do
agiota Pacovan no valor de R$ 2,5 milhões.    
O parlamentar explicou que quando
saiu o nome do prefeito da cidade de Pedro do Rosário na relação dos chefes de
executivos que pediram dinheiro emprestado para financiamento de campanhas ao
mundo da agiotagem, para pagar com recursos públicos, Irlan Serra foi para a
rádio comunitária local acusar o empresário e irmão do ex-prefeito falecido de
que ele é quem teria dado os cheques, mas que agora foram encontrados dois cheques
em nome de Toca Serra com Pacovan.
Segundo Fernando Furtado, recentemente
a Polícia encontrou nos cofres do Paconvan dois cheques emitidos em nome de
Domingos Erinaldo Sousa Serra. Cheques esses no valor de R$ 1milhão e outro no
valor de R$ 1,5 milhão. “O que me surpreende mais é que prenderam o ex-prefeito
de Bacabal, Raimundo Lisboa, prenderam ex-prefeitos de outras cidades e esse
moço não foi preso”, reclama o parlamentar.
Conforme Furtado, além de não
ser preso, Toca Serra, está solto e ainda querendo assumir a vaga do deputado
Edivaldo Holanda. “Como é que um cidadão desses, que comete esse tipo de
atrocidade, porque é atrocidade, um cidadão que não tem posses, não tem
fazenda, não é empresário para ter esse volume de dinheiro, ainda querer vir
para esta Casa?”, questiona.

Para o deputado, o pagamento
desses cheques seria feito com recursos desviados do município, que deveriam
servir para a merenda escolar e comprar medicamento para o hospital sucateado. “Queria
pedir ao GAECO que prenda esse pessoal. Tem que prender! Se desviou dinheiro do
povo, tem que prender! Bandido tem que estar é na cadeia e os caras ficam
brincando com a população. O Município não tem estrada vicinal, o município
está totalmente com as obras paralisadas. Nós precisamos colocar aquela corja
de ladrão que tem ali em Pedro do Rosário na cadeia. Isso é que tem que ser
feito”, enfatizou. 

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Prefeitura paga salário de maio nesta sexta-feira (29)

A Prefeitura de São Luís informa que
o pagamento dos salários referentes ao mês de maio estará disponível a partir
das primeiras horas desta sexta-feira (29). Os servidores municipais podem ter
acesso às informações dos seus vencimentos em todos os terminais de
auto-atendimento do Banco do Brasil, por meio do contracheque eletrônico.

Basta acessar a opção
Outros Serviços, escolher a opção Contracheque BB e depois informar o número da
matrícula e o mês desejado do documento. Além dos terminais do Banco do Brasil,
a informação dos vencimentos também pode ser acessada através do site da
Prefeitura de São Luís (www.saoluis.ma.gov.br), no Portal do Servidor, no
menu esquerdo da home, informando a matrícula e a senha.

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

“Quando o oportunismo vai além dos limites do aceitável”, denuncia líder comunitário

Herberth denuncia apropriação indébita
O vereador Roberto Rocha Júnior
(PSB), após ser manchete nacional por suspeita de envolvimento com o crime de
agiotagem, distribui release pago para imprensa local no qual ele se apresenta
como o autor da solicitação de recuperação asfáltica para o Bairro Vicente
Fialho. Uma espécie tardia de tentar passa para população uma atuação
parlamentar da qual ele está longe de na prática realizar.

Diz Roberto Júnior em um trecho do
release pago: “Além das solicitações feitas na Câmara Municipal, nas
reuniões que tive com o secretário da Semosp Antonio Araújo, relatei as
dificuldades enfrentadas pelos moradores da Rua do Aririzal, e do bairro
Vicente Fialho, devido aos problemas de falta de infraestrutura das ruas. Ele
prontamente atendeu o nosso pedido e hoje a comunidade já está sendo
beneficiada com o asfalto que começou nessa região, mas que se estenderá para
os outros bairros de nossa cidade”
,
Esta afirmação do vereador Roberto
Rocha Júnior, não passa de puro sofisma. Veja:

Faz parte de o exercício parlamentar solicitar
melhorias em nome de determinadas comunidades, sem que, no entanto, elas tenham
a garantia de serem viabilizadas pelo executivo, que  de fato, de acordo
com suas possibilidades financeiras, realiza essas obras nas comunidades.

Alias, nem é uma prerrogativa
exclusiva dos parlamentares, como tenta sugerir o vereador em sua fala acima,
todo e qualquer cidadão no livre exercício de sua cidadania pode reivindicar
junto ao poder executivo  melhorias para suas respectivas comunidades.

Agora, tanto eu como você leitor,
sabemos que o simples reivindicar não  determina a execução de obras nas
comunidades, entra ai vários fatores,além das disponibilidades financeiras,
dentre eles, o efetivo engajamento do parlamentar solicitante ou da liderança
local, no projeto de construção da administração municipal, estadual ou
federal.

Especificamente na Vicente Fialho,
posso garantir que a liderança comprometida com o projeto de governo do atual
prefeito Edivaldo Holanda Junior (PTC), sou eu: Herbertt Morais.

Até porque, como toda a população de
São Luís já sabe, o vereador Roberto Rocha Junior, há muito traiu a confiança
do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, se debandando para outro projeto político
que ainda está em construção.

Ora, qual o administrador que iria
investir num parlamentar ou numa liderança que nos primeiros sinais de
dificuldades da sua gestão, pulam fora do “barco” tal como os ratos de convés?!

Reafirmo: as obras de recuperação
asfáltica do bairro Vicente Fialho, é um compromisso de campanha do atual prefeito
com a comunidade, através da solicitação do líder comunitário da Fialho:
Herbertt Morais.

O resto não passa de tentativa do
vereador Roberto Rocha Júnior fazer show pirotécnico com a pólvora dos outros.

Cabe, portanto, caso eu esteja
mentindo, vir a público o prefeito Edivaldo Holanda Junior ou o secretário da
SEMOSP, Antônio Araújo, fazer o devido desmentido, caso não o façam, é porque
de fato, o vereador Roberto Rocha Júnior não passa de um simples oportunista.

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Cemar receberia R$ 25 milhões para pagar 1/3 das contas do Viva Luz



Blog Marrapá -O lucro da Cemar (Companhia Energética do Maranhão) com o Viva Luz era
maior do que se imaginava. De acordo com o programa criado pela então
governadora Roseana Sarney, a empresa era responsável pelo pagamento de apenas
35% do valor das contas do beneficiados. Os 65% restantes eram pagos pelo governo
federal, por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).
Em 2015 a Cemar receberia R$ 25 milhões para pagar um 1/3 das contas de
energia de 30 mil famílias que consumissem até 50 kwr. O acordo foi fechado em
2014, pouco antes de Roseana renunciar. O programa seria dirigido pelo irmão
bastardo da governadora, José Jorge Leite Soares, que entre outras funções na
família ocupou a presidência do Instituo Mirante, suspeito de desviar recursos
da Eletronorte.
Mas governo Flávio Dino acabou com a farra. Extinguiu o programa,
garantiu que todos os beneficiários fossem contemplados com o pagamento da
conta de energia elétrica por meio da TSEE, redirecionou os recursos para a
manutenção do Mais Bolsa Família, que atenderá 1,2 milhão de estudantes, e
revelou um esquema das arábias.
A Cemar cobra do consumidor R$ 13 por 50 kwr (R$ 0,52 por kwh). Pelo
Viva Luz, a empresa pagaria, por cada família beneficiada no programa, R$ 4,55
(35%) e o governo federal (R$ 8,45). Se multiplicarmos R$ 4,55 (valor pago por
família beneficiada) por 30.000 (número de famílias beneficiadas) chegaremos ao
valor mensal de R$ 136.500 e anual de R$ 1.638.000.

Em suma: o contribuinte maranhense pagaria R$ 25 milhões para a Cemar
pagar a si própria R$ 1,6 milhão. Nem o gênio da lâmpada poderia conceder um
negócio melhor.

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Acordo de Roseana com empreiteira teve propina e dano ao MA, diz auditoria

UOL – O governo
do Maranhão concluiu a auditoria sobre o precatório assinado pela
ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) com a construtora Constran e afirma que
houve pagamento de propina e prejuízo ao Estado no acordo que resultou no
acerto de pagamento de R$ 114 milhões à empreiteira envolvida na operação Lava
Jato.
Agora, o governador
Flávio Dino (PCdoB) vai remeter o caso para investigação da Polícia Civil, do
Ministério Público do Maranhão e da PGE (Procuradoria Geral do Estado).
O advogado de
Roseana, Antônio Carlos de Almeida Castro, afirmou ao UOL que
ela não vai se manifestar sobre a auditoria. “Os órgãos competentes que
participaram é que têm de manifestar. Ela não participou da negociação e apenas
assinou um ato final depois de um complexo processo, que tinha, inclusive,
participação do Poder Judiciário. Foi essa instância que teve poder de
decisão”, explicou.
Sobre o envio do
caso à polícia e ao MP pelo governador Flávio Dino, Castro disse que também não
iria manifestar. “Não falo sobre manifestações políticas. Sou advogado e me
atenho apenas a questões jurídicas. Não houve nenhuma irregularidade de
Roseana”, disse. “Acho a politização nesse caso lamentável.”
O acordo entre a
governadora e a Constran foi fechado no dia 23 de novembro de 2013, com a autorização
da juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública, Luiza Neponucena. O pagamento
autorizado era referente à dívida gerada por obras rodoviárias executadas nos
anos 1980, e o acordo foi pago em valor integral, sem deságio –apenas com
desconto de juros.
Em apenas 33 dias
após a assinatura, a Constran recebeu a primeira parcela do acordo: R$ 4,7
milhões. Ao todo, foram pagas sete parcelas. Em junho, quando o caso veio à
tona, a Justiça suspendeu o acordo. Até agora foram pagos R$ 34 milhões do
acordo.
Segundo a auditoria,
o acordo foi fechado com o valor proposto pela empresa, com juros corrigidos
conforme o desejo da empreiteira, sem nenhum questionamento do Estado ao
montante.
“A formalização do
acordo para o pagamento do precatório foi extremamente danosa ao interesse
público, pois, além de não exprimir nenhuma vantagem concreta, impôs aos
combalidos cofres públicos do Maranhão o desembolso de vultosa quantia”, diz um
trecho do relatório.
A auditoria
concluiu que o acordo assinado entre o governo e a empreiteira foi fruto de ato
de corrupção e trouxe prejuízos aos cofres públicos.  Em depoimento à
Polícia Federal, a contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza, disse que
a negociata rendeu pagamento de R$ 6 milhões de propina, que teriam sido pagas
ao então chefe da Casa Civil do governo maranhense, João Abreu.
“Esse acordo foi
feito com base num cálculo equivocado, não teve qualquer vantagem ao Estado e
foi chefiado mediante ato de corrupção”, disse ao UOL o
secretário de Transparência do Maranhão e responsável pela auditoria, Rodrigo
Lago.
Segundo Lago, o
valor foi fechado sem qualquer estudo que o embasasse. Para ele, embora ainda
não seja algo preciso, o débito do Estado com a Constran seria de menos de R$
50 milhões.
“A PGE será
encarregada de chamar a empresa e rediscutir o débito. Não há um reconhecimento
desse valor. Tem petição, inclusive, dizendo que a causa nem existia, que houve
um erro de cálculo”, informou.
Para justificar a
acusação de que houve corrupção, o secretário disse que documentos enviados
pelo juiz Sergio Moro ao governo trouxeram certeza do pagamento de propina.
“Essa informação
tem novos elementos [descobertos na auditoria]. Se fosse apenas o depoimento,
seria algo perigoso, porque é um sujeito que está preso. O juiz Sergio Moro
compartilhou conosco o auto de busca e apreensão. Com Youssef, foi encontrado
petição do acordo e planilhas. Tem inclusive um e-mail dele comemorando porque
passou meses negociando esse acordo”, disse.
Youssef foi preso
em março do ano passado, em São Luís, onde estava para entregar, supostamente,
propina a João Abreu.
Obra fantasma?
Com a conclusão da
auditoria, o governo fará um novo levantamento para saber se a obra foi
realmente executada nos anos 80. Segundo ele, há depoimentos que apontam que
ela não foi realizada.
“Precisamos saber
também se essa a obra realmente existe. Para saber, foi criada uma comissão e
ela vai convocar pessoas para prestar depoimento. Não é tão simples”, afirmou.
“Tem que ir lá e fazer perícia, pois essa obra foi feita –se é que existe–, há
mais de 30 anos. Não é só ir lá e ver se a obra existe, precisa uma análise.”
Em nota enviada ao UOL,
a Constran informou que, “por determinação do Poder Judiciário, em todas as
instâncias possíveis, a Constran é credora líquida e certa do Estado do Maranhão”.

“Por decisão do
ministro Luiz Salomão, do Superior Tribunal de Justiça, os aspectos que
envolvem o referido acordo já foram remetidos no ano passado à Justiça do
Maranhão. A Constran permanece à disposição das autoridades para prestar todos
os esclarecimentos necessários”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Prefeitura de Santa Inês finaliza Plano Municipal de Educação

Integrantes da Secretaria de Educação da Prefeitura
de Santa Inês e representantes de municípios da Unidade Regional de Educação
(URE) estiveram reunidos na escola José Sarney, em Santa Inês, nos dias 26 e
27, para finalizarem a elaboração do Plano Municipal de Educação (PME), um
instrumento que delineará sobre o futuro da Educação de cada município nos
próximos 10 anos. Estes municípios estão concluindo o texto-base de seus
planos, considerando a realidade de cada um, orientados por técnicos da Seduc e
Mec, alinhando-os ao Plano Nacional de Educação (PNE).
O alinhamento dos planos de educação nos estados,
no Distrito Federal e nos municípios constitui-se em um passo importante para a
construção do Sistema Nacional de Educação (SNE), pois esse esforço pode ajudar
a firmar acordos nacionais que diminuirão as lacunas de articulação federativa
no campo da política pública educacional.
O Plano Municipal de Educação, bem como o nacional,
busca aproximar, ainda mais, agentes públicos e sociedade em geral dos debates
e desafios relativos à melhoria da educação, tendo por eixo os processos de
organização e gestão da educação, seu financiamento, avaliação e políticas de
estado, com centralidade no PNE e na efetiva instituição do SNE.
PME SANTA INÊS
Santa Inês finaliza a etapa de análise do texto e
orientação de estratégias propostas. Uma coisa mais técnica. O prefeito Ribamar
Alves reforça a informação sobre o próximo passo que será a realização de
conferência e aí, sim, entra a participação popular dos mais diversos setores
da sociedade para discutirem sobre as propostas e finalizarem o Projeto de Lei
que será encaminhado à Câmara de Vereadores.

A expectativa do prefeito é de que até 24 de junho
deste ano o projeto já tenha sido aprovado e sancionado. “É crucial que todos
estejam sensibilizados sobre as responsabilidades a serem assumidas para os
próximos 10 anos. Este não é um projeto político partidário. É um plano para a
Educação seja ela pública, privada ou oferecida por entidades filantrópicas”,
enfatizou Ribamar Alves.

  • Jorge Vieira
  • 28/maio/2015

Bancada do Maranhão votou pelo fim da reeleição

O ex-governador José Reinaldo Tavares votou pelo fim da reeleição
A Proposta de
Emenda Constitucional que acaba com a reeleição para cargos do executivo
Federal, Estaduais e Municipais (Presidente, governadores e prefeitos), aprovada pela
Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (27)
, segundo
levantamento feito portal de notícias Uol, contou com apenas duas ausências da
bancada do Maranhão: Sarney Filho (PV) e Júnior Marreca (PEN).
Embora o fim da
reeleição tenha sido aprovado, a medida ainda permite a reeleição do prefeito
de São Luís Edivaldo Holanda Júnior e do governador Flávio Dino. O fim da
reeleição valerá para os prefeitos eleitos em 2016 e para o presidente e
governadores eleitos em 2018. Ou seja, quem se elegeu em 2012 e 2014 e não está
cumprindo o segundo mandato consecutivo ainda pode tentar a reeleição em 2016
ou 2018. Logicamente, a presidente Dilma, que já está no segundo mandato, não
tem mais direito a outra eleição seguida.
Veja abaixo como votou cada parlamentar do Maranhão:
PCdoB
Rubens Pereira Júnior (MA) – Sim

PDT
Weverton Rocha (MA) – Sim

PEN
André Fufuca (MA) – Sim
PMDB
Alberto Filho (MA) – Sim
Hildo Rocha (MA) – Sim
João Marcelo (MA) – sim
PP
Waldir Maranhão (MA) – Sim
PPS                                    
Eliziane Gama (MA) – Sim

PRB
Cleber Verde (MA) – Sim

PRP
Juscelino Filho (MA) – Sim

PSB
José Reinaldo (MA) – Sim

PSDB

João Castelo (MA) – Sim

PSDC
Aluisio Mendes (MA) – Sim

PT

Zé Carlos (MA) – Sim

PTB
Pedro Fernandes (MA) – Sim

PV
Victor Mendes (MA) – Sim

1 1.810 1.811 1.812 1.813 1.814 2.791

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