Foi preciso uma força tarefa do Governo do Maranhão para mudar a perspectiva de atendimento ao adolescente que cometeu ato infracional no Maranhão. O caos em que foram recebidas as unidades de internação e de internação provisória revelaram a negligência do poder público com quem, na verdade, necessita de atenção. Para mudar o quadro, a atual gestão está investindo fortemente num pacote de obras para reestruturar as unidades, através da construção de novos prédios que garantam a ressocialização e a dignidade dos adolescentes. Os resultados serão sentidos em pouco tempo, até 2018 serão criadas pelo menos 224 vagas de internação e internação provisória, ampliando a capacidade de atendimento da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) e, enfim, sanando uma dívida histórica.
“Desde o início da gestão do governador Flávio Dino, várias intervenções nos espaços físicos das unidades têm sido realizadas. O objetivo é atender as necessidades de ressocialização dos jovens”, explica o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, gestor da pasta responsável pelo processo reestruturação das unidades, que inclui, entre outras, a obra do Centro de Juventude Esperança na Maiobinha (em São José de Ribamar), a construção do Centro de Juventude Nova Jerusalém, em São Luís, e a construção da Unidade Regionalizada de Imperatriz.
Assim que concluídas as obras de construção e reforma, a capacidade de atendimento da Funac deve saltar, em 2018, das atuais 252 vagas para atendimento das medidas socioeducativas, para 516 vagas, mais que dobrando o número. “Essas unidades vão garantir o número de vagas necessárias ao atendimento de adolescentes sentenciados pela prática de ato infracional na Região Metropolitana de São Luís e na Região Tocantina, bem como atender a descentralização da medida socioeducativa no Maranhão”, afirma a presidenta da Funac, Elisângela Cardoso.
Outro impacto importante é que, com a construção das novas unidades de internação e internação provisória pela Sinfra e a consequente ampliação da capacidade de atendimento dos adolescentes que cometeram atos infracionais, será possível finalizar a locação das unidades que hoje precisam funcionar para atender estes adolescentes, como o caso do Centro da Juventude Eldorado, Aurora e Internação Imperatriz. Elisângela explica que as novas unidades absorverão os adolescentes hoje atendidos nas unidades locadas e poderão receber ainda mais adolescentes, totalizando 224 vagas.
Reestruturação física
O Governo já vem atuando desde o começo da gestão a fim de solucionar a situação em que recebeu o sistema de ressocialização dos adolescentes que cometeram atos infracionais. Por isso, já foram realizadas intervenções nas unidades Alto da Esperança, no bairro Anjo da Guarda, em São Luís; Sítio Nova Vida, em Paço do Lumiar; e no Centro Integrado Cajazeiras.
Agora, o Governo do Estado se volta para obras maiores – que, naturalmente, demandam mais tempo, como é o caso dos Centros de Ressocialização da Maiobinha e de Paço do Lumiar. “Os projetos destas unidades foram iniciados em 2016. Durante esse período, foram feitas as discussões para atender as demandas do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), Ministério Público e todas as regulamentações oficiais. Com previsão para conclusão dos projetos em fevereiro, as obras já entrarão em licitação, e, em seguida, serão executadas. Como são obras de grande envergadura, as unidades deverão ficar prontas em 18 meses, ou seja, no final de 2018”, explicou Clayton.
Também já está sendo dado início o processo para construção do Centro de Juventude Nova Jerusalém, que deverá gerar 42 vagas. “As obras para o Conjunto Nova Jerusalém, no bairro São Cristóvão, em São Luís, serão licitadas já no próximo dia 6 de fevereiro”, anunciou o secretário.
Problemas estruturais nos projetos recebidos pela atua gestão tem sido um desafio a ser cumprido. Em Imperatriz, por exemplo, a obra do Centro de Ressocialização de Imperatriz foi recebida com muitos problemas, tanto no projeto quanto na execução. “Tivemos de promover revisões e adequações necessárias. O projeto também já se encontra em fase de conclusão (fevereiro), e logo após será realizada a licitação do remanescente necessário para a finalização da obra. Esta terá um tempo menor de execução e deverá ser concluída até o final do primeiro semestre de 2018”, complementou o gestor estadual de infraestrutura.
As obras de construção, reforma e adequação estão sendo realizadas de acordo com as diretrizes da Lei Federal nº 12.594, que institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), as quais devem cumprir as exigências de conforto ambiental, ergonomia, volumetria, humanização e segurança. A legislação determina que os adolescentes sejam distribuídos e separados respeitando a compleição física, faixa etária, gravidade do ato infracional e fase do atendimento.
Regionalização das medidas socioeducativas
Para que os adolescentes que cometeram atos infracionais no interior do estado possam cumprir as medidas socioeducativas perto da família e cidade onde nasceu – e, por conseguinte, evitar a superlotação das unidades da capital – o Governo tem optado pela regionalização das medidas socioeducativas. Por isso, somente em 2016, mais de 60 vagas foram criadas com a casa de semiliberdade em Pinheiro, atendendo as regionais da Baixada, Gurupi e Litoral Ocidental totalizando, assim, 58 municípios; e mais uma Unidade em Imperatriz para atender a região Tocantina e Sul do Maranhão. Em breve, novas vagas serão abertas também em Timon, para atender a região dos Cocais. E até 2018 serão criadas mais 205 vagas de internação e internação provisória.
“As unidades regionais cumprem os preceitos do direito à convivência familiar e comunitária dos adolescentes, conforme preconizam o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) e a Resolução n. 05/98 do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Maranhão (Cedca). Essa é uma das ações que nos orgulha, pois entendemos a importância de família no processo de medida socioeducativa e conseguiremos, assim, cumprir a resolução do Cedca”, explica a presidente da Fundação.
O prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB),não tem medido esforços para dotar o município das condições essenciais para a população luminense. Neste terça-feira (10), em companhia da secretária de Administração e Finanças, Núbia Dutra, esteve com o superintendente do Banco do Brasil, discutindo a entrega de 880 residências até abril deste ano.
No encontro com o dirigente do banco, Dutra solicitou, entre outras coisas, a melhoria do atendimento bancário e a implantação de caixas eletrônicos em outros pontos do município, o que só vem a confirmar que, desta vez, a população fez a escolha certa ao eleger o ex-deputado federal para comandar Paço do Lumiar.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), e a operadora Vivo, assinaram, na manhã desta terça-feira (10), um Termo de Cooperação que impulsionará o Programa Nota Legal, beneficiando milhares de contribuintes. A parceria pretende ampliar os instrumentos de combate à sonegação fiscal do ICMS na venda de mercadorias no estado, incentivando a população a exigir a nota fiscal nas compras nos estabelecimentos comerciais varejistas. Com a parceria o programa também será divulgado para clientes da Vivo.
Para oficializar a iniciativa, Ricardo Vieira, diretor da Vivo na Regional Norte, e o secretário de Estado da Fazenda, Marcellus Ribeiro Alves, firmaram o acordo para comunicar a campanha. O anúncio foi feito no auditório sede da Sefaz, em São Luís. O consumidor paga o ICMS no preço das mercadorias e somente com a emissão da nota fiscal o dinheiro segue para os cofres públicos para ser convertido em serviços públicos. Com o Programa Nota Legal, o consumidor recebe de volta parte dos valores pagos em impostos em crédito.
O secretário Marcellus Ribeiro Alves afirmou que o acordo técnico impulsiona o Programa Nota Legal. “Para nós, essa ação é muito importante, pois, será mais um estímulo para que os cidadãos possam conhecer melhor o programa, seus benefícios e seus direitos de cidadão ao exigir o CPF na nota fiscal”, destacou.
Para ter o benefício, o contribuinte deve informar o CPF ou CNPJ no ato da compra em estabelecimentos e recebe até 3% do ICMS de volta. O valor fica depositado em uma conta corrente virtual e a partir de R$ 5 já pode ser usado para resgate em Recargas Vivo e também da empresa Oi.
Há também a possibilidade de utilizar os créditos para eventos esportivos e culturais; recarga no bilhete eletrônico do transporte urbano e descontos no IPVA. Com isso, o Estado oferece aos cadastrados no Programa Nota Legal todos os benefícios anunciados e ao mesmo tempo estimula a exigência da nota fiscal das compras.
As regras para conversão de créditos recebidos pelo Programa Nota Legal valem para recarga de crédito em telefones celulares pré-pago ou controle com adicional de bônus oferecido pela própria operadora, ou seja, além do valor resgatado em recarga Vivo e Oi, o contribuinte receberá um bônus que vai dobrar o valor do crédito, aumentando o benefício.
Atualmente, a Vivo possui mais de 1,1 milhão de clientes no Maranhão. Ao todo, 600 mil clientes da Vivo em todo o Maranhão receberão, gratuitamente, SMS’s informando sobre o programa Nota Legal e da possibilidade de efetuar resgate dos créditos em Recargas Vivo.
A parceria permite que a capilaridade e o caráter democrático das telecomunicações sejam pontos favoráveis à iniciativa do poder público no esforço de desenvolver programas de educação fiscal e de combate à sonegação de imposto. O titular do crédito poderá cadastrar até cinco linhas de telefones celulares a serem beneficiadas e autorizar as conversões. Para isso, o usuário só precisará acessar o site do programa: notalegal.sefaz.ma.gov.br.
A direção da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) respondeu, por meio de nota, à curiosidade da deputada estadual Andrea Murad (PMDB).
A parlamentar propagou a todos que teve sua visita barrada, quando na verdade não foi bem assim. Afinal, visita a qualquer instituição deveria ser pré-agendada. Não foi a postura da deputada.
Confira a baixo a nota na íntegra:
“Ofício nº 008/2016 – GP/FUNAC São Luís, 10 de janeiro de 2017.
Sua Excelência a Senhora Andrea Murad
Deputada Estadual do Maranhão
Assembléia Legislativa do estado do Maranhão, Palácio Manoel Beckman Av. Jerônimo de Albuquerque, Sítio do Rangedor – Calhau, s/nº
Assunto: Visita à Unidade da FUNAC no bairro da Aurora – São Luís – MA
Prezada Deputada,
Cumprimentando-a cordialmente, esclarecemos a V. Exa. que a gestão da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) em nenhum momento se opõe à visita às dependências das unidades de atendimento a adolescentes infratores. Contudo, por questões de segurança, conforme previsto no Plano de Segurança, é necessário atender protocolos, in litteris: “No caso de visita inesperada, ela deve ocorrer após ser traçado um roteiro básico de segurança, prevendo-se as alterações na rotina que se demonstrem necessárias, os remanejamentos de pessoal já anteriormente designados para outras funções ou a espera da chegada daqueles convocados em regime de urgência para realizar o devido acompanhamento, bem como a comunicação à Presidência da FUNAC” (disponível no sítio www.funac.ma.gov.br e instituído pela Portaria nº 962/2016 – GP/FUNAC Publicado no Diário Oficial do Estado no dia 04 de agosto de 2016)
Outrossim, cabe esclarecer que a Fundação tem conhecimento e respeita as prerrogativas parlamentares. No entanto, em face da missão institucional da Funac em zelar pelos direitos dos adolescentes em cumprimento de medida, não autorizaremos a entrada de terceiros, que não gozem de tais prerrogativas, assim como não é permitida a entrada de câmeras, celulares e eletrônicos em geral.
Colocamo-nos assim à sua disposição para as visitas que se fizerem necessárias, atentando sempre para as regras de segurança dos servidores, adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, comunidade e visitantes.
Respeitosamente,
Elisângela Correia Cardoso
Presidente da FUNAC
Em uma coisa o socialista Marcos Silva está certíssimo: o grupo Sarney enfraqueceu demasiadamente, sobretudo porque só sabe sobreviver se tiver o controle da máquina pública.
Além disto, uma nova fusão se aproxima entre a oligarquia, o ex secretário Ricardo Murad e o senador Roberto Rocha. Todos conspirando contra o atual governo e prontos para dar o bote.
Mas Silva peca ao afirmar que o PSDB e a aproximação do governador Flávio Dino ao prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando (PMDB), serão a derrota do governo em 2018.
Ao contrário. Primeiro porque, o PSDB na figura de Carlos Brandão tem contribuído também com as políticas públicas pregadas por Dino. Na prática, um exemplo é o comando muito elogiado da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes) pelo deputado estadual Neto Evangelista.
Além disto, a falha na análise também se configura ao não perceber o verdadeiro e positivo significado da união entre o governador e o prefeito de Ribamar. Não somente Luís Fernando, mas também aos demais prefeitos da região metropolitana, todos estão unidos ao governador em busca de um único resultado: o desenvolvimento metropolitano da Grande Ilha. E nada mais além disto.

As razões pelas quais a ex vereadora Rose Sales se empenha em uma falida tentativa de desgastar o governo Flávio Dino vêm desde à época em que era filiada ao PCdoB. O que parece ser uma postura política e de defesa da população, não passa de engodo e ódio nutrido pelo partido desde então.
À época, Sales foi enquadrada pelo partido quando não conseguiu explicar para onde foram os R$ 330 mil de emendas parlamentares da Prefeitura de São Luís. Ela disse apenas ter aplicado R$ 80 mil do montante na compra de um imóvel onde funcionaria a sede do Instituto Hugo Reis (homenagem ao seu pai), na Avenida São Sebastião, nº 79, no bairro Anil, presidido pelo marido dela.
Os R$ 250 mil restantes seriam aplicados em obras em seis bairros que, segundo ela, compõem o Grande Anil, obras estas que ninguém até hoje viu. A casa alugada pela Funac funcionou, em 2014, como comitê auxiliar da campanha, mas era utilizado por ela, à época, candidata à Câmara Federal, e fez dobradinha com Júlio Guterres, então candidato a deputado estadual.
Em virtude de uma situação tão escabrosa, Rose Sales foi enquadrada pela direção do partido. O ódio pelo PCdoB desde então só cresceu, fazendo com que ela e juntasse até mesmo ao grupo Sarney. O episódio da Funac nada mais é do que uma infrutífera missão de, não somente difamar o atual governo, mas também de mascarar os seus erros como parlamentar e nada mais do que isto.
O governo Flávio Dino vai disponibilizar, a partir desta terça (10), o recurso para os beneficiários do Programa Bolsa Escola, referente à segunda etapa da ação. Cerca de 1 milhão de alunos contempladas pelo programa na primeira etapa, realizada no ano passado, terão depositado em suas contas o auxílio no valor de R$ 51,00, para uso exclusivo na compra de materiais escolares.
Recursos da ordem de aproximadamente R$ 59,2 milhões estão sendo investidos pelo Governo Flávio Dino para execução da segunda etapa do programa, ou seja, uma média de R$ 14 milhões a mais que o valor aplicado no ano passado, quando foram alocados R$ 45 milhões para o desenvolvimento da ação.
De acordo com o secretário Neto Evangelista (Desenvolvimento Social), somente os beneficiários que continuam atendendo aos critérios estabelecidos Bolsa Escola receberão o auxílio nessa segunda etapa do programa. Entre os critérios estão a exigência de ser beneficiário do Programa Bolsa Família, ter entre 4 e 17 anos e ser aluno regularmente matriculado em escola pública. Caso um desses itens não atenderem mais ao que termina os termos do projeto, o participante deixará de receber o benefício. Os cartões magnéticos enviados aos beneficiários no ano passado continuam valendo para a compra dos produtos na etapa atual.
Mais 110 mil novos beneficiários passam a receber o auxílio nesta segunda etapa do programa Bolsa Escola (Mais Bolsa Família). Entretanto, os cartões magnéticos que dão acesso ao benefício aos novos usuários passarão a ser entregues somente após a assinatura do Termo de Pactuação, que será firmado entre o Governo do Estado e as Prefeituras Municipais, em solenidade a ser realizada ainda este mês. O termo repassa aos municípios, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), a responsabilidade pela entrega dos cartões.
Entre as ferramentas que serão utilizadas pelo Governo do Estado para agilizar e facilitar o processo de recebimento do auxilio pelos beneficiários estão a reinstalação da Ouvidoria, que estará apta a repassar todas as informações pertinentes ao ‘Bolsa Escola’, por meio do telefone 0800 098 1656; e a participação do Procon na execução do programa. O órgão de Defesa do Consumidor passará a acompanhar todo o processo de execução do programa, para coibir práticas de preços abusivos de materiais escolares, nos estabelecimentos comerciais credenciados à venda dos produtos, e, também, impedir possíveis ocorrências de retenção dos cartões magnéticos pelos comerciantes.
Estabelecimentos
Este ano, o Estado credenciou 1.413 estabelecimentos comerciais para realizarem a venda dos materiais escolares contemplados pelo programa, em todo o Maranhão. O número é aproximadamente 69% a mais que no ano passado, quando foram habilitados 843 comércios para efetuar a venda dos produtos.
O Programa Bolsa Escola, criado pelo governador Flávio Dino, consiste na transferência direta de recursos para aquisição de material escolar às famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, que tenham em sua composição crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos, regularmente matriculados em escolas públicas.
A ação, além proporcionar mais dignidade aos alunos da rede pública, que passam a obter produtos escolares que não teriam condições de obter, contribui ainda para redução da evasão escolar e a melhoraria das condições de aprendizagem dos alunos de escolas públicas que estejam em situação de extrema pobreza.
A transferência do recurso é feita pelo Governo do Estado, em parcela única anual, paga no início de cada ano. A compra do material escolar é realizada pelos beneficiários por meio de cartão magnético fornecido ao responsável familiar de cada criança e adolescente. Entre os materiais que podem ser adquiridos estão mochila, lápis, caneta, borracha, régua, cadernos e similares, livros paradidáticos indicados pela escola, uniforme, tênis, meias, calças, bermudas, camisas e camisetas, entre outros produtos compreendidos pelo conceito de material escolar.
O valor do repasse também foi acrescido de R$ 46,00 para R$ 51,00 por filho matriculado regularmente em escola pública. Podem ser adquiridos todos os produtos com finalidade escolar.