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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 22/maio/2017

Operação usada por Temer como motivo para receber dono da JBS só ocorreu 10 dias após encontro

Temer, em churrascaria rodízio, com embaixadores dos maiores importadores de carne do Brasil – Givaldo Barbosa / O Globo

O Globo – O presidente da República, Michel Temer, disse acreditar que o motivo para ter recebido a visita do empresário Joesley Batista, da JBS, na calada da noite no Palácio do Jaburu no dia 7 de março foi a Operação Carne Fraca, mas tal investigação só foi deflagrada dez dias depois, no dia 17 de março. Em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo”, o presidente justificou a operação que abalou o setor de carnes como motivo para o encontro. Segundo a assessoria da Presidência, Temer se enganou na resposta. (TUDO SOBRE A “REPÚBLICA GRAMPEADA”)

— Mas veja bem. Ele é um grande empresário. Quando tentou muitas vezes falar comigo, achei que fosse por questão da Carne Fraca. Eu disse: “Venha quando for possível, eu atendo todo mundo” — disse Temer na entrevista.

O encontro de Temer por Joesley ocorreu no dia 7 de março, como confirmado por ambos, e é possível ouvir no áudio pela programação da rádio CBN, que o empresário ouvia em seu carro quando entrou no Palácio do Jaburu.

A Operação Carne Fraca, porém, só foi deflagrada dez dias depois. O governo disse, na ocasião, ter sido pego de surpresa com a investigação, que mostrou fiscais agropecuários cobrando propina de empresas do setor e levantou dúvidas sobre a qualidade da carne brasileira. Um funcionário da JBS foi citado naquela Operação.

Temer afirmou ainda na entrevista não saber do fato de que Joesley era investigado. Dias antes do encontro, porém, teve amplo destaque no noticiário o fato de o Ministério Público ter pedido o bloqueio de bens do empresário em uma das investigações. Joesley já era alvo das Operações Sépsis, Greenfield e Cui Bono? quando foi recebido por Temer e lhe revelou qual a estratégia que vinha desenvolvendo para se livrar das investigações.

A assessoria da Presidência da República informou ao GLOBO, por telefone, que o presidente se enganou na resposta dada à Folha.

Joesley Batista, dono da JBS, fez acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e ajudou a revelar um esquema de pagamento de propinas que envolveu Michel Temer

  • Jorge Vieira
  • 22/maio/2017

Além de traidor, Roberto Rocha agora deu para mentir

Péssimo empresário, o boa vida Roberto Rocha virou Pinóquio?

O senador Roberto Rocha usou as redes sociais para mentir mais uma vez. Desta vez o parlamentar, também conhecido pela alcunha de “Asa de Avião”, postou no Twitter que ouviu do ministro da Justiça que o governador Flávio Dino teria recusado a construção de um presídio federal. Pura mentira, pois, segundo assessores do Palácio dos Leões, tal oferta nunca existiu.

A declaração do senador é mais um ato de oportunismo diante dos últimos acontecimentos na Penitenciária de  Pedrinhas, onde bandidos explodiram um parte do muro na noite de domingo (21), o que ocasionou fuga de presidiários. Rocha que nunca havia se manifestado sobre o sistema prisional, aparece agora com declarações estapafúrdia.

O senador, que desde que assumiu se preocupou apenas em garantir emprego para parentes e amigos, teve a coragem de postar que “desde quando tomei posse no Senado trabalho para o Governo Federal fazer um presídio no Maranhão para aliviar pedrinhas”.

Diz ainda ser “lamentável ver mais uma fuga em Pedrinhas. Por isso a população não quer presídio no seu município. Mas, em presídios federais não tem isso”.

Lorota, pura mentira. Esse cidadão nunca mexeu uma palha pelo Estado, pelo contrário, tem tentado de todas as formar prejudicar o governo daquele que o elegeu. Mas já que ele diz que se preocupa com o Estado porque não doa um dos terrenos que a família dele grilou para construir um presídio federal?

Traidor – Com a decisão do PSB deixar o governo, surge a perguntinha que não quer calar: Quando o senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, vai entregar os cargos que ocupa no Governo Federal, através de prepostos que só faz o que ele manda?

Rocha, que traiu o PSB para se manter agarrado com Temer e preservar parentes e amigos dele nas “boquinhas” federais, já ensaia trair mais um, mas não larga o osso. Teria orientado seus aliados a se manterem onde estão.

Com a decisão do PSB deixar o governo, surge a perguntinha que não quer calar: Quando o senador Roberto Rocha, o vai entregar os cargos que ocupa no Governo Federal, através de prepostos que só faz o que ele manda?

 

 

  • Jorge Vieira
  • 22/maio/2017

Oportunista, Roberto Rocha já ensaia trair Michel Temer

Roberto Rocha se prepara para trair Michel Temer

Com um histórico de traição em sua vida política, o senador Roberto Rocha (PSB), também conhecido pela alcunha de “Asa de Avião”, após apoiar o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff e abraçar o golpista Michel Temer (PMDB), agora ensaia abandonar a barca que está afundando.

Rocha deve ter se aconselhado com o ex-senador José Sarney (PMDB), guru do seu pai, o ex-governador Luiz Rocha, que para externar sua bajulação ao coronel de Curupu, afirmava ser sua “régua e compasso”. Sarney, após convencer Temer a não renunciar, agora procura se afastar do presidente prestes a ser deposto.

Contumaz traidor, Roberto Rocha não perdeu tempo. Diante do inferno astral do presidente, correu para internet, no sábado (20), para preparar sua despedida do trem descarrilhado peemdebista. Entre as mensagens uma chamou atenção quando afirma que a situação do país “passou do limite 1964”.

Será que o “Asa de Avião” tá com saudades da Ditadura Militar que assaltou o país em 1964, levando o Brasil para a escuridão do famoso AI-5? A mensagem de Rocha, um políticos que sempre precisou se muletas para se eleger, mais parece um convite aos militares.

A posição do senador em se afastar de Temer, após se colocar em posição de confronto com a direção do PSB, por ter optado em se colocar contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária, na verdade, trata-se de apenas de mais um ato de traição de quem, tal qual muriçoca, enche a pança (de cargos públicos) e depois voa.

 

  • Jorge Vieira
  • 21/maio/2017

Temer atacou o delator, mas não esclareceu suspeitas

BERNARDO MELLO FRANCO
COLUNISTA DA FOLHA

A estratégia de Michel Temer é clara. Ao pedir a suspensão do inquérito no Supremo Tribunal Federal, ele tenta ganhar tempo para estancar a sangria política que ameaça sua sobrevivência no cargo.

Os sinais de anemia têm se multiplicado desde o início da crise. No sábado (20), o presidente foi abandonado pelo PSB, que anunciou o rompimento com o governo. Se o movimento se alastrar, ficará claro que ele perdeu as condições de se sustentar no Planalto.

Temer parecia abatido quando começou a ler seu segundo pronunciamento em três dias. Aos poucos, elevou o tom e passou a atacar o empresário Joesley Batista, dono da JBS e autor da delação-bomba à Lava Jato.

Acusado, o presidente buscou desqualificar o acusador. Disse que ele praticou um “crime perfeito”, “prejudicou o Brasil” e agora está “livre e solto em Nova York”.

Sem citar o nome de Rodrigo Janot, Temer também mirou o procurador-geral da República ao se dizer alvo de uma “acusação pífia” de corrupção. O ministro Edson Fachin parece discordar, já que autorizou a abertura do inquérito no STF.

O presidente se agarrou à tese, levantada por peritos, de que o áudio da conversa com Joesley teria sofrido edições. “Essa gravação clandestina foi adulterada e manipulada com objetivos subterrâneos”, acusou.

A polêmica é útil a Temer porque permite que ele direcione o foco para a fita, deixando de esclarecer outras suspeitas graves. Sobre elas, continuam a faltar explicações convincentes. O presidente disse que indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures para “ouvir as lamúrias” do dono da JBS. No entanto, a PF o filmou fazendo outra coisa: recebendo uma mala de dinheiro de um lobista enviado por Joesley.

Temer também disse que “não acreditou” quando o empresário contou ter subornado dois juízes. A lei obriga o servidor que ouve o relato de um crime a comunicá-lo às autoridades competentes. O presidente não poderia silenciar sobre a confissão por considerar que seu autor é um “falastrão”.

Outras acusações de Joesley, como as cobranças de propina e mensalinho para aliados, foram solenemente ignoradas no pronunciamento.

Por fim, Temer entrou em contradição com seu próprio discurso inicial. Na quinta-feira, ele defendeu uma investigação “muito rápida” e disse que o desfecho do caso “não poderia tardar”. Agora, recorre ao STF para tentar paralisar o inquérito em sua fase inicial.

  • Jorge Vieira
  • 20/maio/2017

Temer ataca delator, fala em gravação clandestina e pede suspensão do inquérito no STF

Gustavo Maia e Mirthyani Bezerra

Do UOL – No seu segundo pronunciamento desde a divulgação das primeiras informações sobre a delação premiada de executivos da JBS, o presidente Michel Temer atacou Joesley Batista, um dos donos da JBS, e anunciou neste sábado (20) que vai apresentar pedido ainda hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) para suspender o inquérito aberto contra ele na Corte “até que seja verificada em definitivo a autenticidade” do áudio de conversa entre ele e o empresário Joesley Batista. Ele chamou a gravação de “clandestina”.

“Registro que eu li hoje notícia do jornal ‘Folha de São Paulo’ de que perícia constatou que houve edição no áudio de minha conversa com o senhor Joesley Batista. Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos. Incluído no inquérito sem a devida e adequada averiguação, levou muitas pessoas ao engano induzido e trouxe grave crise ao Brasil”, declarou Temer, no início do discurso.

Temer atacou o delator, a quem chamou de “falastrão”.

“Ele cometeu o crime perfeito. Enganou os brasileiros e agora mora nos Estados Unidos. Quero observar a todos vocês as incoerências entre o áudio e o teor do depoimento. Isso compromete a lisura de todo o processo por ele desencadeado”, disse Temer.

Temer falou ainda sobre a impunidade contra Joesley, que segundo ele “está livre e solto, andando pelas ruas de Nova York”. “Ele não passou nenhum dia na cadeia, não foi preso, nem julgado, nem punido e pelo jeito que está não será”, afirmou.

Marcado para as 14h pela Secretaria de Comunicação da Presidência, o pronunciamento começou com uma hora de atraso.

Na quinta-feira (18), o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para apurar condutas de Temer. A Procuradoria-Geral da República vai investigar se o presidente praticou os crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.

A interpretação dada pela Procuradoria ao diálogo é a de que Temer concordou com a iniciativa do empresário de comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e já condenado, pela Operação Lava Jato.

Em nota, o Palácio do Planalto alegou inocência de Temer. “A acusação não procede e o diálogo do presidente com o empresário Joesley prova isso”.

O deputado federal afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) também são alvo da investigação, aberta a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Em delação premiada, um dos donos da JBS, Joesley Batista, apresentou um áudio de uma conversa entre ele e Temer, no qual ambos falam sobre a compra de silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato, e de tentativas de obstrução das investigações. A conversa aconteceu dentro do Palácio do Jaburu, residência do presidente, fora da agenda oficial.

O empresário relata também que foram pagos, a pedido de Temer, valores milionários, entre 2010 e 2017, para garantir vantagens indevidas. Montantes que teriam incluído, por exemplo, R$ 3 milhões em propina na eleição de 2010, quando Temer foi candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff (PT), foram pagos em parte por meio de doação oficial e em outra parte por meio de caixa dois, segundo o delator.

Também na quinta, negou qualquer conduta ilegal. O Planalto questiona a autenticidade do áudio. O presidente afirmou que não renunciará. A crise política no governo Temer se agravou após a divulgação da delação. Até agora nove pedidos de impeachment já foram protocolados contra Temer na Câmara dos Deputados. Partidos aliados ameaçam deixar o governo.

Neste sábado, o PSB anunciou rompimento oficial com o governo federal e “sugeriu” a renúncia do peemedebista “o mais rápido possível”. O partido tem um ministro do governo, Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB-PE), das Minas e Energia.

Além do PSB, o Podemos (ex-PTN) e o PPS já haviam anunciado o rompimento com o Planalto. O agora ex-ministro da Cultura, Roberto Freire (PPS-SP) se demitiu por conta da repercussão das revelações. O PSDB havia anunciado intenção de desembarcar do governo, mas acabou voltando atrás.

 

  • Jorge Vieira
  • 20/maio/2017

“O país vai sempre sobreviver”, diz Cármen Lúcia

Congresso em Foco – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse que o país está sendo reconstruído e sobreviverá à grave crise política que enfrenta. Em conversa com jornalistas na noite dessa sexta-feira (19), a ministra afirmou que sua esperança está depositada nas novas gerações e que o Brasil demonstra “maturidade democrática” ao enfrentar os “percalços” das “intempéries”. No futuro, segundo ela, o atual momento será visto como uma “passagem”.

 “O país sempre vai sobreviver, porque o país é o povo. E o povo, o ser humano, tem o instinto de vida muito mais forte que o de instinto de morte. As gerações, eu acredito muito que vão vir coisas e pessoas boas, depois que a gente já tiver ido embora, e que vão lembrar isso como uma passagem”, declarou a presidente do Supremo.

Um dos nomes cotados para uma eventual eleição indireta, Cármen afirmou que está feliz por poder cumprir sua missão no Judiciário. “Estou no lugar que eu tenho a obrigação constitucional de estar e estarei com muito gosto. Fui muito honrada de ter tido oportunidade de ser juíza, me sinto muito bem na magistratura e, se Deus quiser, até o último dia que eu estiver aqui.”

A ministra evitou se pronunciar diretamente sobre as revelações da delação da JBS, que atingem o presidente Michel Temer e algumas as principais figuras da política nacional, como os ex-presidentes Dilma e Lula e os senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), entre outras.

“Preocupada com o Brasil nós estamos o tempo todo. O papel do Poder Judiciário, no que a democracia ajudar, nós estamos fazendo, temos que continuar, as instituições estão funcionando, o Brasil está dando uma demonstração acho que de maturidade democrática. Os percalços fazem parte das intempéries”, disse.

Cármen também admitiu a possibilidade de dar mais estrutura ao relator da Lava Jato, Edson Fachin, devido ao volume gigantesco de informações da nova delação: “Na medida da demanda dele, a administração atende. Eu sempre fico no aguardo do relator, deste e de qualquer processo. Nós não temos os dados, que só o relator tem”.

  • Jorge Vieira
  • 19/maio/2017

Presidente da Câmara de Açailândia detona Wellington do Curso e Eduardo Braide

O presidente da Câmara de Açailândia, vereador Ceará (PTdoB), fez críticas duras e severas aos deputados estaduais Wellington do Curso (PP) e Eduardo Braide (PMN).

Os parlamentares foram a Açailândia para participar de uma audiência pública e abandonaram a reunião para fazer política contra o Governo do Estado.

Segundo o vereador Ceará, Wellington e Braide visitaram obra da escola Antônio Carlos Beckman, que está em reconstrução e será entregue em 30 dias, “com o objetivo de se promover às custas da cobrança do Governo do Estado”.

A promoção saiu pela culatra e os deputados se deram mal quando o vereador detonou ambos denunciando o oportunismo em Açailândia.

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