
O secretário da Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, afirmou nesta quarta-feira (25) que a sindicância aberta para apurar o documento ilegal com suposta determinação para identificar lideranças políticas vai apontar nominalmente os responsáveis pelo ato – sejam eles quantos forem. Ele acrescentou ainda que o documento, emitido sem o conhecimento do comando da Polícia Militar, não produziu nenhum efeito.
“Todo servidor público sabe dos princípios que regem a administração pública, dentre eles a legalidade, a moralidade e a eficiência. Portanto, cada um de nós que pratica um ato deve sempre olhar se ele se adéqua à legalidade e se não ofende a moralidade administrativa”, disse Portela durante entrevista coletiva.
Ele acrescentou que “na vida pública, só podemos fazer o que a lei manda; nosso raio de ação é delimitado pela legalidade. Se alguém erra, responderá como servidor público do ponto de vista penal, cível e administrativo”.
“Não cabe a comando inferior editar comandamento geral sem conhecimento do Comando da PM. Temos os nossos regramentos que nos impõem um modo de agir”, afirmou Portela, enfatizando que as responsabilidades serão apuradas de modo individualizado e nominal, para que o caso não fique sem a devida punição.
Sindicância
Uma sindicância já foi aberta e está apurando as responsabilidades. O prazo é de 30 dias, mas o secretário afirmou que pediu maior brevidade na medida do possível, sem prejuízo das investigações.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Jorge Luongo, afirmou que a sindicância vai identificar os responsáveis pelo documento, de onde ele partiu e por que ele foi emitido.
“Foi um ato ilegal tomado à revelia do Comando da instituição. A investigação chegará com certeza às pessoas que participaram desse ato”, disse.
Sem efeitos
Tanto Portela quanto Luongo esclareceram que o documento ilegal não produziu efeitos. O ato, com a data do dia 6 de abril deste ano, só começou a circular no dia 9, com a determinação para que as informações fossem prestadas até o dia 10. Logo, não houve tempo para que pudesse ter sido produzido qualquer efeito.
Um outro documento, do dia 19 de abril, foi anulado prontamente no mesmo dia, quando o caso chegou ao conhecimento do comando da PM. Ou seja, ambos os papéis ilegais de nada valeram.
“De imediato, o coronel Luongo soltou nota oficial ainda no dia 19 declarando que era um documento ilegal e que, portanto, não era aceito pelo comando da PM, no mesmo dia 19”, contou Portela.
Sem condições de ganhar de Flávio Dino nas urnas, o clã Sarney/Murad prepara um golpe para tentar tomar a eleição na mão grande.
Usando a filha de Ricardo Murad, a deputada estadual Andrea, a oligarquia enviou documento à Procuradoria Geral da República pedindo que interventores comandem a Secretaria de Estado da Segurança Pública e o comando da Polícia Militar até após o resultado das eleições de outubro.
O pedido dos oligarcas é um acinte à democracia no Maranhão e uma maneira do clã Sarney/Murad usar a Polícia do governo Temer durante as eleições com o objetivo de atrapalhar o pleito. É também uma tentativa desesperada daqueles que sabem que vão perder no voto popular.
O que eles querem é parecido com o que acontece no Rio de Janeiro. Sem condições, o estado sofreu intervenção federal para frear a criminalidade crescente. Muito diferente do que ocorre no Maranhão, estado que ostenta a menor diminuição de violência do país e que está sentindo os efeitos dos investimentos em segurança.
O atabalhoado pedido de intervenção federal por parte dos Sarney e Murad escancara a armação ocorrida por aliados deles dentro da Polícia Militar do Maranhão. A armadilha sempre visou a ingerência do governo Temer durante o pleito eleitoral no estado.
O que eles querem é dar um golpe na democracia, da mesma forma que urdiram durante o governo da presidente Dilma Rousseff. Os maranhenses conhecem bem o modus operandi do coronel Sarney, que usou a força bruta do Judiciário para retirar do Palácio dos Leões o ex-governador Jackson Lago legitimamente eleito pelo voto popular.
Sarney subestima a força e indignação da população maranhense, a popularidade e prestígio nacional do governador Flávio Dino. Vai dar com os burros n’água.

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Rogério Cafeteira, usou o grande expediente na sessão plenária desta segunda-feira, 23, para desmentir todas as fake news criadas em torno do ofício da PM sobre monitoramento eleitoral. Para ele, a oposição sarneyzista tenta criar um fato novo todos os dias, pois a eleição caminha para uma vitória tranquila do governador Flávio Dino.
Rogério Cafeteira explicou que no dia 06 de abril o tenente-coronel Emerson Farias Costa, então subchefe do Estado Maior do Policiamento do Interior, enviou um ofício sem o consentimento do comando da Polícia Militar do Maranhão, do Governo e do seu próprio chefe, o coronel Zózimo Paulino da Silva Neto, para que fosse feito um monitoramento de políticos nos municípios maranhenses.
O ofício chegou rapidamente às mãos do deputado Sousa Neto – genro de Ricardo Murad – que denunciou nas suas redes sociais o monitoramento. “Infelizmente, todos os envolvidos nessa armação, que isso não é nada mais e nada menos uma armação muito mal feita, todos são da cozinha do ex-Secretário Ricardo Murad”, denunciou Cafeteira.
Ele propalou ainda que o tenente-coronel Emerson Farias Costa, responsável por enviar o ofício, foi ajudante de ordem do coronel Ivaldo – ex-subcomandante da PM no governo Roseana, muito ligado a Ricardo Murad e pré-candidato a deputado estadual pelo PMN, partido de Eduardo Braide. Cafeteira citou como exemplo da “coincidência” os nomes escolhidos para falar sobre o assunto na matéria do Fantástico.
O ofício, que não teve em momento nenhum a concordância da alta cúpula da Segurança do Estado, foi uma armação arquitetada pelos sarneyzistas que culminou em um atabalhoado pedido de intervenção federal.
“Primeiro se elabora um documento falso, se encaminha para comandos do interior do Estado, a posteriori, por meio de um aliado, se dá publicidade e aí sai no Fantástico. Uma matéria inclusive extremamente tendenciosa, onde não se vê o equilíbrio entre acusação e defesa. Hoje já apareceu de novo no Bom Dia Brasil. E aí, surpreendentemente, o que me vem agora logo depois das matérias, um pedido de intervenção federal no Maranhão no que diz respeito às eleições. Eu queria saber exatamente que fato concreto poderia motivar isso?”, questionou pertinentemente Rogério Cafeteira.
A armação da oposição caiu por terra.

Amigos, defensores e apoiadores do secretário de Saúde (SES), Carlos Lula, realizaram grande ato de solidariedade em prol da sua honra e dignidade na noite desta segunda-feira, 23.
O evento ocorreu no Grand São Luís Hotel e reuniu deputados federais e estaduais, secretários de Estado e do Município, profissionais da saúde, advogados e tantos outros amigos do titular da SES.
Acompanhado do vice-governador Carlos Brandão, o governador Flávio Dino fez um discurso duro de crítica à perseguição que o seu governo e, principalmente, o secretário Carlos Lula tem sido vítima nos últimos tempos.
Veja o vídeo
A reportagem produzida pela TV Mirante e exibida ontem no Fantástico escancarou que o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) é o Plano B da oligarquia Sarney, caso Roseana desista mesmo de disputar o governo. Um dos escolhidos para macular a imagem da PM, o rebento de Anajatuba mostra cada vez mais sintonia com o clã.
Prestes a desistir de disputar o governo devido à rejeição estratosférica, Roseana Sarney não empolgou a oligarquia, principalmente após a fracassada caravana que juntou apenas meia dúzia de gatos pingados por onde passou. Diante deste cenário, os oligarcas já trabalham com Eduardo Braide como Plano B.
Filho de Carlos Braide, acusado de ser um dos chefões da Máfia de Anajatuba e muito amigo de José Sarney, Eduardo Braide tem todas as credenciais para ser o escolhido do grupo na disputa contra o governador Flávio Dino. Por isso ele foi um dos porta-vozes da reportagem do Fantástico contra a Polícia Militar do Maranhão.
A escolha de Braide para atacar o governo em rede nacional demonstra os planos da oligarquia Sarney para ele. O deputado já tinha, inclusive, aceitado o papel de laranja. Na própria Assembleia Legislativa ele trabalha como subserviente aos interesses do clã, atacando, sempre que possível, ações do governo em prol do Maranhão.
É desta forma que Braide está credenciado para ser o candidato da família Sarney na disputa pelo governo do Estado, caso Roseana confirme publicamente sua desistência. Segundo fontes, internamente a renúncia já está decidida.

A agência de classificação de risco Moody´s manteve a nota da economia do Maranhão, com perspectiva estável, o que reflete o bom ambiente para os negócios que o Estado vem construindo desde 2015. A nota ficou em Ba3 (escala global, moeda local e estrangeira) e A3.br (escala nacional, moeda local).
De acordo com relatório da Moody’s emitido neste mês de abril, a nota foi dada diante do desempenho do Estado diante da crise econômica nacional. A agência diz que o Maranhão se mostrou “resiliente” à crise. Isso significa que o Estado soube responder de forma adequada ao cenário nacional adverso.
A Moody’s também cita como explicação para a nota a saúde fiscal do Estado a “dívida relativamente baixa”, além de uma “posição de liquidez adequada” – ou seja, o Estado tem um equilíbrio em suas contas públicas.
O relatório prevê que a saúde fiscal do Maranhão vai permanecer estável e que os gastos vão ficar sob controle. A Moody’s acrescenta que o Estado “tem práticas orçamentárias prudentes”
Crescimento econômico
Um estudo divulgado recentemente pelo Itaú Unibanco mostra que o Maranhão teve o maior crescimento econômico entre todos os Estados brasileiros em 2017. Os fortes investimentos que o Governo do Estado vem fazendo têm impulsionado o PIB, ao mesmo tempo em que as contas continuam em ordem.
O governador Flávio Dino criticou com veemência e chamou de “armação ridícula” da oligarquia Sarney a reportagem sobre suposto monitoramento de políticos veiculada no Fantástico da TV Globo, na noite deste domingo (22).
“Estamos dizendo e provando isso há mais de 3 dias. Que eu jamais ordenei, concordei ou autorizei a assinatura do tal papel. Que isso é mais uma armação ridícula. Mas do que adianta? Os pequenos interesses coronelistas e delírios fascistas insistem nesse “jornalismo””, afirmou Dino, em seu perfil no Twitter.
Ele disse que a Globo no Maranhão é a TV do Sarney, responsável por fazer essas reportagens veiculadas nacionalmente. “Chamam isso de “jornalismo” e “democracia”. No caso, imputar a mim um papel assinado por um tenente-coronel que nem sei quem é. E sobre algo que jamais ordenei ou concordei”, criticou.
O governador disse que a TV do Sarney todas as semanas produz material distorcido sobre o Maranhão e tenta veicular na Globo, desde 2015. E lembrou que a TV do Sarney não faz reportagem sobre um único programa governamental. “Nada. Até eventos como carnaval tentam esconder. Só maldade e perseguição todos os dias, o dia inteiro. E chamam isso de “jornalismo”.
Flávio Dino disse que terá o maior prazer de debater todos os temas na TV do Sarney e desafiou Roseana Sarney a ser candidata ao governo. “Espero que a princesa da oligarquia dispute a eleição para o governo”, afirmou.