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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Lula lidera todos os cenários de 1º turno, diz Quaest

A nova rodada da pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança em todos os cenários simulados para o primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece de forma consistente na segunda colocação, com variações que o mantêm próximo ao atual presidente.

O levantamento é o primeiro a não incluir o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), entre os possíveis candidatos, e também marca a estreia de Ronaldo Caiado (PSD) após sua filiação ao novo partido.

Ao todo, foram testados sete cenários com até oito nomes. Lula registra intenções de voto entre 35% e 39%, enquanto Flávio Bolsonaro oscila de 29% a 33%. A diferença entre os dois varia de quatro a oito pontos percentuais, dependendo da composição da disputa.

Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, os números indicam fortalecimento da candidatura do senador. “A consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro nas pesquisas aconteceu pela sua capacidade de atrair o eleitor bolsonarista e o eleitor de direita não-bolsonarista. Seu desafio ainda é atrair o eleitor independente, que define a eleição. Lula continua muito forte entre lulistas e na esquerda e numericamente à frente entre os independentes”, afirma.

Nunes também destacou a evolução recente do senador nas simulações. “Desde que foi indicado pelo pai, em dezembro, Flávio cresceu oito pontos no cenário que conta com Ratinho Jr., Aldo Rebelo e Renan Santos. Nesse mesmo período, Lula oscilou dois pontos pra baixo e Ratinho saiu de 13% para 7%”, diz.

No primeiro cenário testado, Lula aparece com 35%, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Ratinho Júnior (PSD) soma 8%, Romeu Zema (Novo) 4%, Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) têm 1% cada. Indecisos são 7%, enquanto 15% declaram voto branco, nulo ou afirmam que não votarão.

Em outro cenário, Lula alcança 38% contra 30% de Flávio. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem com 4% cada. Em simulações com Eduardo Leite (PSD), o governador chega a até 4%, enquanto Caiado atinge 4% nos cenários em que é incluído.

Nos três cenários comparáveis com levantamentos anteriores — aqueles com a mesma combinação de candidatos — Flávio Bolsonaro apresenta crescimento desde dezembro, enquanto Lula mantém estabilidade dentro da margem de oscilação. Ratinho Júnior, por sua vez, registra queda nas simulações em que aparece.

Rejeição – Além das intenções de voto, a pesquisa mediu o índice de rejeição dos principais nomes. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 55% dos entrevistados, enquanto 54% afirmam que não votariam em Lula. Segundo Felipe Nunes, “A análise da rejeição dos candidatos também sugere uma eleição bastante competitiva”.

O senador apresentava 60% de rejeição em dezembro, quando anunciou sua pré-candidatura. Já Lula mantinha 54% naquele momento, índice que permanece estável.

Entre os demais nomes, Ratinho Júnior registra 40% de rejeição; Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, 35% cada; Romeu Zema, 34%; Aldo Rebelo, 26%; e Renan Santos, 19%.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Foram ouvidas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Assembleia Legislativa elege nova composição da CCJ

A Assembleia Legislativa elegeu, nesta terça-feira (10), os novos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. Ocupará o cargo de presidente o deputado Neto Evangelista (União Brasil) que terá como vice, o deputado Florêncio Neto (MDB).

Além destes, comporão a CCJ os parlamentares Arnaldo Melo (PP), Ricardo Arruda (MDB), Adelmo Soares (MDB), Carlos Lula (PSB) e João Batista Segundo (PL), como membros titulares.

Como membros suplentes foram eleitos os deputados Eric Costa (PSD), Helena Duailibe (PP), Dr. Yglésio (PRTB), Daniella (MDB), Ariston (Mobiliza), Fernando Braide (PSB) e Aluízio Santos (PL).

“Para nós, estarmos mais uma vez à frente de uma das comissões mais importantes da Assembleia é uma grande honra. É na CCJ que deliberamos e damos andamento aos projetos de lei que, ao final, vão impactar diretamente na vida da população do Maranhão, levando mais qualidade de vida, garantindo direitos e proporcionando que políticas públicas relevantes alcancem quem mais necessita”, disse o deputado Neto Evangelista, que já ocupou o cargo anteriormente.

CCJ – Comissão Permanente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, cabe à CCJ analisar as proposições produzidas e apresentadas ao Parlamento Estadual quanto aos aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa, emitindo parecer.

O vice-presidente da CCJ, deputado Florêncio Neto, ressaltou a importância da comissão para o bom andamento dos trabalhos na Casa.

“A CCJ é a comissão que recepciona os projetos que daí partem para as comissões temáticas e depois, para o plenário da Casa. As vagas foram distribuídas contemplando todos os blocos, com indicações de membros. A eleição ocorreu por aclamação e, por unanimidade, o deputado Neto Evangelista foi escolhido o presidente”, destacou Florêncio Neto.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Sucessão apresenta quadro confuso na aliança governista; presidente do PT fala em construir um nome de consenso

O suposto veto da direção nacional do Partido dos Trabalhadores à candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), ao governo do estado foi apenas mais um ingrediente complicada engenharia para a manutenção da aliança governista visando as eleições de outubro próximo.

O caminho natural para a pacificação da base aliada ao presidente Luís Inácio Lula da Silva seria o governador Carlos Brandão (sem partido) entregar o comando do governo para vice-governador Felipe Camarão (PT) e disputar o Senado, mas a sucessão tomou rumo diferente do que supostamente teria sido acordado em 2022 na composição da chapa que elegeu Brandão governador.

Nesta terça-feira (10), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido seguirá trabalhando pela unidade do campo que apoia o presidente Lula no Maranhão e pela construção de uma candidatura capaz de unificar a base aliada nas eleições de 2026. A declaração do líder petista pôs fim às especulações sobre a posição nacional do partido, porém deixou subentendido que Orleans não unifica o grupo.

“O PT vai continuar trabalhando pela unidade do nosso campo. Nós queremos construir um nome que unifique o nosso campo no Maranhão, para eleger governador ou governadora, senadores, ampliar a bancada federal e voltar a eleger deputados estaduais”, afirmou o presidente nacional do partido. Edinho Silva disse ainda que o objetivo central da legenda é fortalecer o projeto político liderado pelo presidente Lula, ampliando a presença do campo progressista nos cargos majoritários e proporcionais

Segundo o professor Nonato Chocolate, militante histórico do PT e que esteve o evento em Salvador (BA) que comemorou os 46 anos de fundação do PT, em entrevista ao Pod Cast Café Quente, comandado pelo ex-deputado estadual Rogério Cafeteira, na noite de segunda-feira (9), o presidente Luís Inácio Lula da Silva delegou à executiva nacional do PT a responsabilidade de conduzir as eleições nos estados e que os dirigentes decidiram pelo veto a Orleans. Agora Edinho Silva fala em construir um nome de consenso quando o governador já disse que vai ficar até o final do mandato e que a candidatura de Orleans é irreversível.

Carlos Brandão já deixou claro que preparou Orleans para sucedê-lo e vai fazer o sacrifício de ficar sem mandato para garantir, segundo ele tem afirmado por onde passa, a continuidade dos programas que estão sendo executados pelo seu governo. Pelo que tem dito e reafirmado, a candidatura de Orleans é irreversível e a possibilidade de passar a faixa para o vice-governador Felipe Camarão zero. Diante do que está exposto, parece difícil, mas não impossível construir um nome de consenso, mas para isso os dois lados precisam se desarmar.

Como o grupo considerado dinista não aceita Orleans e  Brandão não aceita Camarão, a alternativa seria encontrar de fato um nome capaz de unificar a base de Lula, só saber se o governador estaria disposto a rever seu projeto político aopos percorrer o Maranhão defendendo a candidatura do sobrinho.

É fato que muita água ainda vai correr por debaixo dessa ponte, pois com já dizia uma velha raposa da política brasileira, política é como nuvem, basta piscar e ela muda.

  • Jorge Vieira
  • 10/fev/2026

Assembleia Legislativa do Maranhão instala a Frente Parlamentar Católica

A Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, na manhã desta terça-feira (10), a solenidade de instalação da Frente Parlamentar Católica Apostólica Romana, no Auditório Gervásio Santos (Plenarinho).

A cerimônia contou com a presença da presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale (MDB); do arcebispo de São Luís, Dom Gilberto Pastana; do desembargador Cleones Cunha; do procurador de justiça Eduardo Jorge Nicolau; de diversas lideranças religiosas, representantes da sociedade civil e parlamentares, entre os quais a deputada estadual Dra. Helena Duailibe (PP), autora da proposta de criação, eleita presidente da Frente Parlamentar.

A solenidade contou, também, com a presença dos deputados Carlos Lula (PSB), Adelmo Soares (MDB) e Catulé Júnior (PP); do vereador Raimundo Júnior, presidente da Frente Católica da Câmara Municipal de São Luís; do secretário de Estado de Políticas Públicas para as Comunidades, Fabiano Furtado, e de representantes de Pastorais e da Comissão de Justiça e Paz.

Ao proferir palavras de saudação na solenidade, a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale, louvou a iniciativa da deputada Dra. Helena Duailibe e fez questão de registrar todo o seu apoio à recém-criada Frente Parlamentar.

Importância

“Não poderia deixar de vir aqui para dizer da minha alegria em razão da importância que esta Frente Parlamentar terá aqui nesta nossa Assembleia Legislativa e assegurar que estamos à disposição para a realização dos objetivos desta Frente aqui nesta Casa”, ressaltou a deputada Iracema Vale.

Em seu discurso, a deputada Dra. Helena Duailibe destacou a importância da criação da Frente Parlamentar Católica: “Esta nossa Frente nasce com o objetivo de defender os princípios éticos, morais e doutrinários da Igreja Católica no âmbito do Poder Legislativo, promovendo a liberdade religiosa, a valorização da família e a dignidade da vida”, salientou.

Dra. Helena Duailibe acrescentou que a Frente Parlamentar Católica atuará também no combate a qualquer forma de perseguição religiosa, no apoio a ações sociais e na orientação de políticas públicas fundamentadas na doutrina social da Igreja.

“Defender os princípios da Igreja significa é defender os valores de milhões de brasileiros. Vivemos em um país laico, mas não é um país sem fé. O Brasil é uma nação cristã, sendo a sua maioria católica. São milhões de brasileiros que, guiados por sua fé, contribuem diariamente para a formação cultural e moral da nossa sociedade”, frisou a deputada.

Visão elevada da política

Em seu pronunciamento, o arcebispo de São Luís, Dom Gilberto Pastana, salientou que a Igreja possui “uma visão elevada sobre a política, que deve atuar pelo bem comum”, e que seu exercício deve conduzir a comunidade humana à sua realização. Ele destacou o diálogo como um caminho para a paz, recordando algumas falas do Papa Bento 16 e do Papa Francisco, e orientou que a Frente Parlamentar deve ter o olhar de Cristo para o outro e deve estar unida, mesmo nas diferenças.

“Uma Frente Parlamentar Católica implica ter esse olhar, o olhar de Jesus Cristo. Ter o olhar de Cristo implica em ter a vida, a realidade, em ver as pessoas como Deus as vê, implica em ter um olhar alargado, em ver possibilidade onde a Lei apontava condenação”, disse, lembrando de passagens do Evangelho nas quais Cristo mostra seu olhar de misericórdia, perdão e esperança.

Também participaram da sessão de instalação da Frente Parlamentar Católica, o bispo da Diocese de Grajaú, Dom Giusepe; o padre Everaldo Santos Araújo, vigário geral da Arquidiocese de São Luís; além de diversos bispos, padres, diáconos e integrantes de movimentos católicos.

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2026

Sessão da CPMI do INSS que ouviria Edson Araújo hoje sobre fraude é adiada

A sessão desta segunda-feira (9/2) da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi cancelada, após os depoentes Paulo Camisotti e deputado estadual maranhense Edson Araújo (PSB) apresentarem atestados médicos.

A informação foi confirmada pelo presidente da Comissão, Carlos Viana (Podemos-MG). “O cancelamento ocorreu após o senhor Paulo Camisotti apresentar atestado médico de última hora, informando a impossibilidade de comparecimento à oitiva para a qual estava regularmente convocado”, explicou Viana.

Antes disso, o senador havia informado que o outro depoente, também não prestaria esclarecimentos nesta segunda-feira

“A Junta Médica do Senado decidiu que o senhor Edson Queiroz está em condições de prestar depoimento, mas não deve se deslocar até Brasília neste momento, em razão de cirurgia recente. Diante disso, a oitiva será remarcada para data oportuna, em estrito respeito à recomendação médica”, diz um trecho de um comunicado feito pelo senador.

Investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, Edson Araújo (PSB) chegou a pedir adiamento de sua oitiva alegando problemas de saúde, mas o habeas corpus foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.

A noba datya de sua oitiva ainda não foi marcada, mas é fato que Edson Araújo terá que dar explicações sobre a origens dos R$ 56 milhões que recebeu em sua conta bancária em um mês.

Araújo também é alvo de denúncia do vice-presidente da CPMI, deputado Duarte Junior (PSB) por suposta ameaça após ter seu pedido de convocação para depor solicitado por Duarte após a queda do seu sigilo bancário que constatou a movimentação milionária em apenas um mês.

A quebra de sigilo bancário de Araújo revelou que ele recebeu R$ 54,9 milhões em apenas um mês — junho de 2024 — em sua conta pessoal. Nos primeiros seis meses de 2025, ainda teria movimentado outros R$ 18,5 milhões.

Conforme levantamento da CPMI, Edson Araújo movimentou mais de R$ 73 milhões em um ano, valores que podem estar ligados ao maior esquema de corrupção no sistema previdenciário, ora investigado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2026

Lula tem 39% no 1º turno contra 30% de Flávio Bolsonaro, aponta Real Time Big Data

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 em diferentes cenários simulados pela nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9). O estudo também indica o senador Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário do petista nas projeções estimuladas, com ampla vantagem sobre os demais nomes testados.

No primeiro cenário apresentado pelo levantamento, Lula soma 39% das intenções de voto, mantendo uma liderança confortável. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 30%. Em seguida, o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), registra 10%, ficando bem atrás dos dois primeiros colocados.

Em uma segunda simulação, o instituto substituiu Ratinho Jr. pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Nesse recorte, Lula amplia ligeiramente sua vantagem e alcança 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro sobe para 32%. Caiado aparece com 6%. Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o governador goiano fica tecnicamente empatado com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que registra 4%.

A Real Time Big Data também testou um terceiro cenário, incluindo o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Nessa projeção, Lula mantém 40% das intenções de voto, seguido novamente por Flávio Bolsonaro, com 32%. Eduardo Leite aparece com 5%, em empate técnico com Romeu Zema (4%) e com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Aldo Rebelo, que marca 3%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do país, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06428/2026.

  • Jorge Vieira
  • 7/fev/2026

Flávio Dino nega habeas corpus e Edson Araújo terá que depor na CPMI do INSS

Investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, o deputado estadual Edson Araújo (PSB) terá que depor na CPMI que apura fraude no INSS, na próxima segunda-feira (9). O parlamentar chegou a pedir adiamento de sua oitiva alegando problemas de saúde, mas o habeas corpus foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.

Edson Araújo, no entanto, poderá usar o direto de ficar em silêncio e não assumir, não responder perguntas que lhe incrimine e não compromisso de dizer a verdade sobre participação na fraude e muito menos a origens dos R$ 56 milhões que recebeu em sua conta bancária.

Araújo também foi alvo de denúncia do vice-presidente da CPMI, deputado Duarte Junior (PSB) por suposta ameaça após ter seu pedido de convocação para depor solicitado pelo deputado maranhense diante da queda do seu sigilo bancário que constatou a movimentação milionária em apenas um mês.

A quebra de sigilo bancário de Araújo foi aprovada pela CPMI mostrou que o deputado estadual recebeu R$ 54,9 milhões em apenas um mês — junho de 2024 — em sua conta pessoal. Nos primeiros seis meses de 2025, ainda teria movimentado outros R$ 18,5 milhões.

A movimentação milionária sob suspeita foi exposta pelo deputado Duarte Junior em várias entrevistas a veículos ede comunicação local e partiu dele a iniciativa de convocar Araújo para prestar esclar3cimentos. Em menos de um ano, Edson Araújo movimentou mais de R$ 73 milhões, valores que podem estar ligados ao maior esquema de corrupção no sistema previdenciário, ora investigado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.

A defesa do deputado investigado impetrou habeas corpus preventivo no STF com o objetivo de suspender a convocação marcada para o dia 9 de fevereiro e evitar o comparecimento obrigatório. Alegou que o deputado enfrenta questões médicas, incluindo afastamentos por motivos psicológicos e recuperação de procedimento cirúrgico recente.

O ministro Flávio Dino, no entanto, entendeu que não havia elementos suficientes para suspender a convocação da CPMI, manteve o depoimento, mas assegurou o direito do deputado permanecer calado.

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