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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2019

Governador deve anunciar novos secretários após reunião do Congep nesta terça-feira (12)

Todas as atenções estarão voltadas nesta terça-feira (12) para a reunião do Congep (Conselho de Gestão de Políticas Públicas) quando o governador deverá informar sobre as mudanças que procederá no primeiro escalão do Governo para este segundo mandato, inciado dia primeiro de janeiro de 2019, após ser reeleito logo no primeiro turno das eleições de 2018.

Segundo uma fonte do Governo, Dino deverá informar ao público sobre as mudanças que está procedendo logo após a reunião Conselho, concluindo assim a mini reforma, que começou com os retornos de Marcelo Tavares (PSB) para a Casa Civil,  Simplício Araújo (SD) para secretaria de Indústria e Comércio e que deverá ter prosseguimento com as indicações do atual secretário de Cultura Diego Galdino para a Caema e deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB) para a secretaria de Cidades.

Rubens Junior (PCdoB), conforme informações colhidas pelo titular do deste blog aceitou o convite e deve se licenciar do mandato para abrir vaga para o segundo suplente Gastão Vieira (PROS), já que Simplício está confirmado como secretário. O ex-ministro do Turismo deve retornar ao Congresso Nacional.

A mini reforma administrativa anunciada por Flávio Dino para acontecer até dia 15 de fevereiro, segundo informações que circulam internamente entre secretários e integrantes do Congep, deverá ser comunicada na reunião do Conselho marcada para acontecer às 16h desta terça-feira (12). “Acho que ele vai primeiro nos comunicar para depois tornar pública as mudanças procedidas”, arriscou um secretário ao Blog Jorge Vieira.

Independente de quem serão os novos membros da equipe de governo, o fato é que haverá enxugamento da máquina administrativa com fusão de algumas pastas. Especula-se nos bastidores da política que deverá ocorrer mudanças na Secap, Segov, Segep e Setres. 

 

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2019

Osmar Filho discute parceria com Defensoria Pública do Estado

Reunião contou com as participações dos deputados Pedro Lucas e Neto Evangelista

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), esteve, na sexta-feira, 8, na sede da Defensoria Pública do Estado do Maranhão, em São Luís, para reunião com o defensor público geral, Alberto Pessoa Bastos e com o subdefensor geral, Gabriel Santana Furtado, com o objetivo estreitar relações institucionais e fortalecer atendimento aos munícipes da Grande Ilha.

“A Câmara Municipal está de portas abertas, no que lhe couber, para que a população de baixa renda, impossibilitada de custear os serviços de um advogado, possa ter o seu atendimento ampliado no que diz respeito aos serviços de orientação e defesa jurídica”, disse Osmar.

No encontro, que também teve a participação do deputado federal Pedro Lucas Frnandes (PTB) e do deputado estadual Neto Evangelista (DEM), foram discutidos, entre outros temas, a necessidade de novas unidades da Defensoria Pública – tanto na capital maranhense quanto em outros municípios do Maranhão e, os possíveis caminhos para obter-se recursos necessários para este fim.

“Espero contar com o apoio de todos, sobretudo da bancada federal maranhense, em Brasília, para destinar emendas para estas novas unidades da Defensoria Pública no estado”, disse Alberto Bastos, colocando-se também à disposição da Câmara Municipal e dos demais poderes ali representados.

  • Jorge Vieira
  • 9/fev/2019

Prefeito sanciona lei que garante eleição direta para gestores de escolas públicas municipais

O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) sancionou em 25 de janeiro a lei municipal nº 6.435, de autoria do vereador Pavão Filho (PDT), que garante o processo de eleição direta para gestores das escolas públicas municipais.

A lei sancionada por Edivaldo é oriunda do Projeto de Lei 190/2018, do vereador pedetista, aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de São Luís, que visa a participação de professores, alunos, funcionários e pais de alunos no processo de escolha dos gestores.

O autor do projeto que deu origem a lei comemorou a sanção por parte prefeito Edivaldo. Para o vereador “é mais uma vitória para Educação, que agora, oportuniza a esses bravos profissionais da educação, participarem desse processo democrático educacional”.

Pavão explicou que o processo é uma eleição, com a participação de professores, alunos, funcionários e pais de alunos, na forma do que dispõe a Emenda à Lei Orgânica Nº 001/2013, de 20 de agosto de 2013, publicada no diário oficial do município nº 164, de 23 de agosto de 2013 e de acordo com o Plano Municipal de Educação, Lei Nº 6.001/2015.

Para o vereador “é importante destacar, que o edital publicado pela SEMED, não contemplava os atuais gestores das escolas municipais”. Preocupado com essa injustiça, o vereador Pavão, criou o Projeto de Lei 190/2018, que se transformou na Lei Municipal Nº 6.435, de 25 de Janeiro de 2019.

 

  • Jorge Vieira
  • 8/fev/2019

Governador encaminhará à Assembleia projeto criando Comitê de Recuperação de Ativos

Governador Flávio Dino com representantes da Procuradoria Geral do Estado e do Tribunal de Justiça do Maranhão (Foto: Gilson Teixeira)

O governador Flávio Dino encaminhará à Assembleia Legislativa do Maranhão projeto de lei que propõe a criação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos e Defesa da Ordem Tributária do Maranhão (CIRA-MA), com a função de sugerir e adotar medidas judiciais e administrativas para combater ilícitos fiscais, e manter a ordem tributária.

A minuta foi entregue por representantes do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Justiça do Maranhão ao governador Flávio Dino durante reunião realizada nesta sexta-feira (8). Ao debater a proposta com o judiciário, o governador assegurou que encaminhará o projeto para avaliação dos deputados estaduais, considerando a importância da criação do CIRA na defesa da ordem tributária e também econômica do estado.

O procurador geral de Justiça do Maranhão, Luiz Gonzaga Martins Coelho, esteve na reunião e contou que o Comitê já está em pleno funcionamento em 19 estados brasileiros, com êxito, o que serve de exemplo para o Maranhão.

“Tivemos uma reunião muito proveitosa hoje com o governador, para tratar sobre a criação do CIRA, que pretende combater a sonegação fiscal e outros crimes contra a ordem tributária. Isso é algo que já vem sendo criado em outros estado da federação e, hoje, o governador se comprometeu de enviar o projeto de lei para a Assembleia”, relatou o procurador sobre a reunião.

Luiz Gonzaga afirmou também que espera que o projeto seja aprovado: “Importante ser aprovado para que a gente possa integrar de forma institucional e trabalhar a favor do Maranhão e também combatendo o crime contra a ordem tributária”.

O CIRA terá a missão de sugerir ou adotar medidas técnicas, legais e administrativas visando a recuperação de ativos decorrentes de ilícitos penais, fiscais e administrativos. E deverá ser composto por órgãos e instituições públicas, num colegiado com representantes da Secretaria de Estado da Fazenda, Procuradoria Geral do Estado, Tribunal de Contas do Estado, Tribunal de Justiça do Maranhão e o Ministério Público.

  • Jorge Vieira
  • 8/fev/2019

Eliziane Gama assina Pedido de CPI “Lava Toga” protocolado no Senado

A senadora Eliziane Gama (PPS) assinou o requerimento que pede a formação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito  das Cortes Superiores, protocolado nesta quarta-feira (7) no Senado.

Segundo informa o site Congresso em Foco, o senador Alessandro Vieira já conseguiu as 27 assinaturas necessárias para a formação da já denominada nos bastidores de “CPI Lava Toga”.

A Comissão Parlamentar de Inquérito proposta no Senado quer investigar o funcionamento de órgãos como o Supremo Tribunal Federal e pretende inclusive convidar ministros da Corte para darem depoimento. O requerimento é focado em quatro pontos.

Um deles é o “uso abusivo” de pedidos de vista ou outras manobras que atrasam as decisões das Cortes. Outra frente de investigação pedida pelos parlamentares é o “cotidiano desrespeito ao princípio do colegiado” – segundo Alessandro, os tribunais se transformaram “em um aglomerado de juízes monocráticos”.

Roberto Rocha (PSDB) e Weverton Rocha não constam na relação dos 27 que assinaram a adesão.

Veja a lista dos senadores que assinaram:

1- Alessandro Vieira (PPS-SE)
2- Marcos do Val (PPS-ES)
3- Eliziane Gama (PPS-MA)
4- Reguffe (sem partido-DF)
5- Styvenson Valentim (Podemos-RN)
6- Eduardo Girão (Podemos-CE)
7- Álvaro Dias (Podemos-PR)
8- Selma Arruda (PSL-MT)
9- Fabiano Contarato (Rede-ES)
10-Tasso Jereissati (PSDB-CE)
11-Cid Gomes (PDT-CE)
12-Jorge Kajuru (PSB-GO)
13-Kátia Abreu (PDT-TO)
14-Soraya Thronicke (PSL-MS)
15-Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
16-Leila Barros (PSB-DF)
17-Sergio Petecão (PSD-AC)
18-Lasier Martins (Podemos-RS)
19-Major Olimpo (PSL-SP)
20-Eduardo Braga (MDB-AM)
21-Luiz Carlos do Carmo (MDB-GO)
22-Rodrigo Cunha (PSDB-AL)
23-Plínio Valério (PSDB-AM)
24-Jayme Campos (DEM-MT)
25-Luis Carlos Heinze (PP-RS)
26-Telmário Mota (Pros-RR)
27- Izalci Lucas (PSDB-DF)

 

 

  • Jorge Vieira
  • 8/fev/2019

Adriano, ex-Sarney, um príncipe sem reinado

Políticos experientes e com assento no plenário da Assembleia já não escondem o incômodo com a postura arrogante do deputado Adriano, ex-Adriano Sarney (PV), quando senta para tratar sobre questões políticas. Um deles, que pediu para preservar o nome, em contato com o titular do blog Jorge Vieira chegou a compará-lo a “um príncipe sem reinado”, diante da forma com que quer impor suas vontades a qualquer custo, como se ainda estivesse vivendo no tempo em que família mandou e desmandou no Maranhão.

O Adriano, que renega o sobrenome da família, embora seja o mais legítimo representante do clã, segundo um político aliado da ex-governadora Roseana, o neto de José Sarney, um políticos rejeitado pela população brasileira, mas que sempre dá um jeitinho de se aproximar de quem ocupa a Presidência do país, ainda não se tocou que não possui mais o poder de outrora, quando muitos, ainda que contrariados, eram obrigados se curvar às vontades do oligarca e dos seus descendentes.

Por isso o piti de Adriano com o pessoal do site O Antagonista, por terem apresentado ao país o neto de José Sarney que rejeita o sobrenome da família e sugerido: “Não negue o sangue, Adriano Sarney”, não assustou. O post do Antagonista que irritou o parlamentar do PV diz apenas que “o deputado Adriano Sarney, o único da ex-família-toda-poderosa eleito no ano passado, não quer mais ser Adriano Sarney. No painel da Assembleia Legislativa, Adriano tirou o Sarney”.  O que é verdade.

Um político de vários mandatos já teria lhe orientado a ser mais comedido, até por ser o mais legítimo e único representante da família que ainda resta na política com mandato na política do Maranhão, mas parece que Adriano ainda vive uma época que passou e ele ainda não se tocou, pois basta ser contrariado em alguma coisa para reagir com truculência e tentar se impor no grito, algo que já não intimida.

  • Jorge Vieira
  • 8/fev/2019

Boulos e Flávio Dino pedem unidade e coragem da juventude para frear retrocessos

RBA
Boulos e Dino na Bienal da UNE

Para Dino e Boulos, a atuação política do Judiciário representa adesão a uma visão de país para poucos

Rede Brasil Atual – A juventude será a responsável por criar uma oposição unida e corajosa para frear os futuros retrocessos. A constatação deu o tom ao primeiro dia de atividades da 11ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), nesta quinta-feira (7), em Salvador. Especialmente na mesa temática que reuniu estudantes, políticos e especialistas para discutir os 30 anos da Constituição.

Vistos como importantes etapas da reconstrução democrática depois da ditadura, os avanços sociais conquistados na Carta são alvos de duros ataques, iniciados pelo governo de Michel Temer (MDB), que seguem com Jair Bolsonaro (PSL). A resistência a esses ataques ocupou as intervenções do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos. Compunham também a mesa o ex-deputado constituinte e ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Haroldo Lima, a professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Maria Paula Dallari e o jornalista e escritor Emiliano José.

Boulos e Dino foram enfáticos: é preciso ter unidade, coragem e emoção para enfrentar as propostas dos grupos de Bolsonaro. Um dos principais desafios citados foi o enfrentamento à reforma da Previdência, proposta pelo governo.

O governador do Maranhão afirma que o conteúdo da reforma é político, com o argumento oculto de que os pobres não cabem no orçamento federal. “Atentem-se: é o corte de direitos dos quem menos têm. Vocês vão ter aposentadoria após 40 anos de contribuição, ou seja, é um genocídio de vocês e dos mais pobres, que jamais vão se aposentar”, alertou, dirigindo-se à juventude.

Já o ex-candidato à Presidência pelo Psol pede que seja feita a unidade de movimentos sociais, estudantis e sindicais com os partidos progressistas para que se crie uma “verdadeira oposição à agenda de Bolsonaro”. Entretanto, o recado dele é claro: a combatividade se dá nas ruas.

“Não vamos conseguir enfrentar o projeto de destruição nacional nos limitando aos bons discursos nos carpetes do Congresso Nacional. Vamos às ruas, com enfrentamento, com inspiração nas lutas históricas. A reforma da Previdência será um teste importante para o nosso povo e nossa luta”, disse.

Defesa da Constituição

O debate também lembrou que após duas décadas de uma ditadura civil-militar, com graves consequências ao Estado democrático de direito, a Constituição reergueu uma diretriz de pacto nacional, em 1988. Entretanto, todos lamentam que a atual Carta Magna seja questionada por diferentes setores do mundo político e jurídico.

Como explica Haroldo Lima, a Constituição foi feita de baixo para cima, ouvindo todas as comissões e setores sociais. Maria Paula acrescenta que, apesar das diversas emendas, o texto foi fortalecido em alguns aspectos, como a educação, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma das propostas de emenda à Constituição (PEC) citada por ela foi a criação do Fundo de Educação Básica (Fundeb), que destinou R$ 38,2 bilhões para a educação infantil, ensinos fundamental e médio e educação de jovens e adultos.

“A agenda da educação é decisiva para diminuir a dívida social no Brasil. Não haverá bem-estar social sem essa agenda. Na Constituição de 88, essa visão existia e fala sobre a autonomia da educação superior, por exemplo. A construção da educação está ameaçada. Não podemos comprar o discurso de que é para a elite intelectual, ela é para todos que querem estudar, sim”, afirmou a professora.

Boulos brinca que é uma ironia a esquerda brasileira defender a Constituição. “Ela nem é bolivariana”, diz, provocando risos. “Foram tantos golpes nos último cinco anos, contra os direitos sociais, liberdades democráticas, que a Constituição se tornou uma bandeira nossa”, acrescenta o líder do MTST.

A fragilidade da legislação social – que teve direitos respeitados e ampliados sob os governos de Lula e Dilma, observou Boulos – revela que o país nunca viveu em uma democracia plena.

Para ele, foram conquistas como as alcançadas das áreas de educação, saúde, distribuição de renda e expansão de oportunidades que desencadearam os ataques por parte da elite. “Eles argumentam que os direitos não cabem no orçamento, que os direitos são privilégios. Porém, é esse projeto selvagem neoliberal que não cabe na democracia. Para se viabilizar, esse projeto ataca as vias democráticas e, por isso, irão tirar a participação popular para silenciar a gente”, afirma.

Papel do Judiciário

Flávio Dino considera que a cumplicidade do Poder Judiciário abriu caminhos para a retirada de direitos e retrocessos constitucionais, ao aderir a uma visão de “país para poucos”.

O governador alerta que o Direito Penal tem sido utilizado como arma política. Como exemplo, cita os Estados Unidos, que se apoiam em sua legislação para justificar os “massacres sociais” em nome do combate ao terrorismo. Na visão do governador, o mesmo é feito no Brasil, mas o “inimigo” da vez é um suposto combate à corrupção.

“Em nome de uma causa justa, o único líder político (o ex-presidente Lula) recebe as penas mais graves. Isso é pelo fato de ele carregar a memória de todas as lutas de classe. O discurso do ‘direito penal de inimigo’ deve ser enfrentado já”, afirma Dino.

Boulos ressaltou que o Judiciário não deve sair da pauta de luta, já que o poder se mostrou capaz de interferir no processo eleitoral. “Vamos ter de enfrentar no entorno das pautas que nos unem. O que aconteceu ao ano passado, com Lula, não tem a ver gostar ou não dele, mas, sim, com admitir que o Judiciário atua no processo político”, conclui.

A 11ª Bienal da UNE vai até o próximo domingo (10). A programação anuncia como convidados políticos, artistas e intelectuais, e a organização prevê a participação de cerca de 10 mil estudantes de todo o Brasil. O campus Ondina, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), receberá oficinas, mostras, mesas de debate políticos e culturais, além de shows e blocos de carnaval.

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