29 de junho de 2017

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29/06/2017 -

Jorge Vieira -

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Bira ressalta situação vivida por famílias do Jardim de Toscana e pede firmeza do poder público

“Construtoras vedem sonho e entregam pesadelo”, diz Bira

Os moradores do Condomínio Jardim de Toscana, no Cohafuma, em São Luís, estão enfrentando uma difícil situação depois que o Ministério Público do Maranhão (MP/MA) autorizou o Corpo de Bombeiros a interditar os apartamentos por risco de explosão e colapso da estrutura. A promotora Lítia Cavalcanti informou que a construtora Cyrela foi notificada, mas não resolveu o problema. O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) classificou a situação como um desrespeito grave e uma grande violação aos direitos do consumidor.

O parlamentar pontuou que quando as construtoras chegam ao Maranhão, elas vendem um sonho para a população, mas entregam um pesadelo. Para ele, é isso que a Cyrela, grande empresa da construção civil no Brasil, com as 288 famílias do Jardim Toscana, que vivem uma situação delicada e complexa.

“As pessoas se esforçaram, fizeram financiamento, juntaram as suas economias para adquirir um imóvel deste. Agora, de repente, é preciso até desocupar o prédio porque estão correndo risco, já que colocaram a instalação elétrica junto com a instalação de gás. É um absurdo!”, frisou.

Preocupado com a situação, o deputado conclamou o Ministério Público do Consumidor, a promotora Lítia Cavalcante – com quem já conversou, e o presidente do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Duarte Junior, a reunir esforços para que a situação seja resolvida integralmente.

Bira se dirigiu também à prefeitura de São Luís, defendeu que é necessário abrir imediatamente uma apuração de responsabilidades para que seja identificado quem e porque concedeu a autorização para habitação do Condomínio.

“É necessário que a gente aja com rigor em situações como essa até para que não se repita. Agora tem a MRV que está aqui, é outra grande construtora nacional, está construindo condomínio em tudo que é lugar. Então é preciso que a gente possa reforçar a iniciativa dos órgãos do consumidor para que essas coisas não se repitam, e o povo maranhense seja respeitado nos seus direitos e na sua dignidade”, concluiu.

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