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Bancada federal deverá atuar para aliviar tensões entre Dino e Bolsonaro

A bancada federal do Maranhão deverá ter papel decisivo para tentar aliviar as tensões entre o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e o governador de esquerda reeleito Flávio Dino (PCdoB), que se apresenta como principal opositor do capitão reformado e principal expoente da direita no Brasil.

Durante a campanha, Bolsonaro prometeu “varrer o comunismo do Maranhão”, numa clara referência ao governador, que desde o primeiro momento da corrida eleitoral mostrou-se avesso às propostas do então candidato do PSL, abraçou a candidatura de Haddad e o movimento em defesa da democracia e tem feito pronunciamentos duro contra o presidente eleito.

O mote de como deve se comportar a representação do Estado para aliviar as tensões entre presidente e governador, foi dado ontem pelo deputado Aluísio Mendes (PODE), aliado de Bolsonaro, ao advertir que a falta de sintonia entre os dois dirigentes poderá representar problemas para o Maranhão.

“Pelas manifestações já vistas do Flávio Dino e do próprio presidente Bolsonaro, a relação entre o Governo do Estado e o Governo Federal não será das melhores. Por isso, caberá aos deputados uma interlocução junto ao novo presidente para fazer com que o povo maranhense não sofra por essa falta de diálogo, e que viabilize de forma direta entre o Governo Federal e os parlamentares, os programas federais para que o Maranhão não que penalizado pela postura do governador Flávio Dino e intransigência dele com relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro”, observou.

Em postagens nas redes sociais nesta terça-feira (30) o governador previu um cenário de crise para 2019 e alertou: “Tudo indica que 2019 será mais um ano de recessão e conflitos sociais no Brasil. Finanças públicas de muitos estados e municípios entrarão ou continuarão em colapso. Prosseguirei atento para evitar que isso aconteça no Maranhão. Mais um deserto a atravessar, Tenhamos fé”, advertiu Dino, já sinalizando que não espera muita coisa do governo Bolsonaro.

A tarefa não será das mais fáceis, embora 12 dos 18 deputados federais eleitos no pleito de 7 de outubro pertençam a partidos que formaram a aliança que apoiou a reeleição de Flávio Dino e tendam fazer incursões junto ao presidente no sentido de não prejudicar o Estado, que começa se recuperar do atraso a que foi imposto pela oligarquia Sarney ao longo de quase cinco décadas.

 

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