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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 26/out/2019

Braide não assina acordo para construção de canais em São Luís

Pré-candidato a prefeito de São Luís, o deputado federal Eduardo Braide (PMN) não parece muito preocupado nas questões relacionadas a cidade. Ele não assinou o acordo das emendas da Bancada Federal que previa, entre outros pontos, recursos para a construção de canais na capital maranhense.

Cientes do problema histórico de alagamentos em São Luís, a maior parte dos parlamentares do estado alocaram R$ R$ 6.156.021,00 para que a Codevasf realizasse projetos para a construção de canais na capital, como o do bairro Coroadinho, que sofre em todo período chuvoso.

Entre os deputados que não concordaram com a destinação das emendas está Eduardo Braide, justamente aquele que irá concorrer à Prefeitura de São Luís. Outros nomes como Bira do Pindaré (PSB), também pré-candidato, assinaram o acordo que garantirá o fim da agonia de milhares de ludovicenses.

Ao não concordar em destinar verbas que levarão melhorias para os ludovicenses, Braide demonstra que, por motivos políticos, não quer que a população seja beneficiada com essas importantes ações.

  • Jorge Vieira
  • 25/out/2019

Othelino participa da entrega de viaturas da PM em Timon como primeira ação prática da lei de sua autoria

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), deputado Othelino Neto (PCdoB), participou, nesta sexta-feira (25), em Timon, da entrega de dez viaturas para o incremento das ações de segurança pública no município. Os veículos foram adquiridos por meio de convênio entre a Prefeitura Municipal e a Polícia Militar do Maranhão, viabilizado pelo projeto de lei de autoria do deputado Othelino e sancionado pelo governador Flávio Dino, que acrescenta dispositivo à Lei nº 9.663/2012, que permite o Poder Executivo e os municípios firmarem cooperação na área da segurança pública. O presidente da Alema participa também em Timon da realização da segunda edição do programa Assembleia em Ação, juntamente com outros parlamentares do Legislativo maranhense.

“Eu tive a satisfação de ter sido o autor desse projeto de lei, que permite o convênio entre as prefeituras e o comando da Polícia Militar e, por uma boa coincidência, o primeiro evento após a sanção da lei é aqui em Timon. A ideia do projeto partiu do próprio prefeito Luciano e é uma forma objetiva de colaborar com a segurança pública”, destacou Othelino.

O presidente da Alema ressaltou ainda que, a partir desse convênio, as prefeituras também poderão utilizar policiais militares, durante o período de folga, remunerando-os pela prestação do serviço nesses horários.

Bieman Prado

Ato de entrega das chaves das viaturas da PM para o destacamento de Timon

Segundo o prefeito de Timon, Luciano Leitoa, as novas viaturas farão parte da Patrulha no Bairro. Ele também destacou a importância da lei de autoria do deputado Othelino com vistas à melhoria das ações de segurança pública nos municípios.

“Timon fica feliz por a Assembleia Legislativa ter aprovado um projeto tão importante quanto esse. E Timon sendo a cidade pioneira deste projeto, nos deixa muito feliz e, com certeza absoluta, a população mais tranquila ao saber que a segurança está sendo reforçada”, afirmou Leitoa.

Bieman Prado

Othelino falou da satisfação de contribuir com a segurança dos municípios como autor da lei que permite o convênio entre prefeituras e a PM

Othelino falou da satisfação de contribuir com a segurança dos municípios como autor da lei que permite o convênio entre prefeituras e a PM

Também participaram da cerimônia de entrega das viaturas da PM os deputados Rafael Leitoa (PDT), Wellington do Curso (PSDB), Ricardo Rios (PDT), Ciro Neto (PP), Hélio Soares (PL) e Ariston Ribeiro (Avante), além do diretor Institucional da Alema, Rubens Pereira; do Chefe do Gabinete Militar, coronel Marcelo Jinkings, e outras autoridades políticas, como o senador Weverton Rocha.

  • Jorge Vieira
  • 25/out/2019

Hildo Rocha confirma boicote da oposição e Maranhão pode perder R$ 247 milhões

Marrapá – O deputado federal Hildo Rocha (MDB) confirmou, em entrevista a uma rádio de São Luís na manhã de hoje, que deputados de oposição não assinarão acordo para que parte da emenda de bancada seja destinada para a saúde do governo do Estado.

No tom raivoso de sempre, o parlamentar desferiu uma montanha de impropérios e palavras de baixo calão, típico de quem já o acompanha na política desde quando era capacho de Roseana Sarney.

Como reclamado pela maioria da bancada, a oposição na Câmara que é ligada ao sarneyzismo tem batido o pé para a não assinatura do acordo, mesmo nele prevendo que o Estado do Maranhão não ficará nem com 20% do total da emenda da Bancada Federal.

O que os sarneyzistas querem é prejudicar o governo Flávio Dino e, consequentemente, o povo do Maranhão. A baixa luta política pode fazer o estado perder R$ 247 milhões que seriam destinadas a várias obras estruturantes, como estradas, canais e internet em escolas.

Mas parece que a oposição não está pensando no povo, mas sim apenas no jogo político.

  • Jorge Vieira
  • 25/out/2019

Gil Cutrim pode assumir o comando do Solidariedade e Yglésio já estuda plano B

É voz corrente na classe política do estado que o Solidariedade vai mudar de mãos, em breve, no Maranhão. O comando do partido deverá ser entregue pela direção nacional ao deputado federal Gil Cutrim, caso o mesmo consiga na justiça sua saída do PDT sem o risco da perda do mandato.

Como tudo indica que o parlamentar federal vai conseguir a permissão para mudar de legenda e o atual presidente, secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo, está sem mandato, fontes bem situadas dão como certa que já está em curso as conversações para que o fato se concretize. Recentemente, Gil Cutrim reuniu com dirigentes do Solidariedade e tornou público sua aproximação da sigla liderada por Paulinho da Força.

Em recente jantar em um restaurante da Lagoa, Simplício comentou com o pré-candidato a prefeito de São Luís Dr. Yglésio Moisés, que tenta sua saída do PDT para ser candidato pelo Solidariedade, que outros políticos já tentaram tomar o comando da legenda, mas que a direção nacional sempre o manteve na presidência e disse está tranquilo. Mas é fato que, desta vez, a força de um deputado federal deve pesar contra Simplício.

E o que tem Yglésio com isso? O parlamentar está tentando mudar a filiação para o Solidariedade a convite de Simplício e com a garantia de que será candidato, garantia essa que provavelmente não terá com o comando do partido nas mãos de Cutrim, um aliado do senador Weverton Rocha, presidente do PDT, que tem como candidato o presidente da Câmara Municipal, vereador Osmar Filho.

Ciente dos problemas que vem pela frente, Yglésio já acionou o plano B e estudada convite para ser candidato pelo partido Cidadania (ex-PPS), caso o Solidariedade mude de posição em relação a sua candidatura.

Ao participar da solenidade dos 30 anos da promulgação da Constituição estadual, Weverton, ao ser questionado sobre como avaliava a perda de Gil Cutrim, disse que estava era ganhando um dirigente partidário aliado.

Weverton se posicionou contra a expulsão do deputado do PDT e tem nele um aliado, mas é fato, que o senador tem comentado nos bastidores que a candidatura de Yglésio é necessária, ou seja, o Solidariedade, mesmo sob o comando de Cutrim pode receber Yglésio de braços abertos ou fechar as portas e força-lo disputar a eleição pelo Cidadania.

É aguardar para conferir o que vai sair dessas articulações

  • Jorge Vieira
  • 25/out/2019

“Não existe na Constituição e no CPP prisão obrigatória antes do trânsito em julgado”, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino (PCdoB) usou sua página no Twitter para se manifestar sobre prisão após segunda instância, ora em julgamento no Supremo Tribunal Federal e que já conta com o placar de 4 X 3 a favor da execução da pena antes do fim dos recursos.

Segundo Dino “interpretar a Constituição é um dever dos juízes. Mas isso não permite que seu texto seja ignorado e substituído por outro. Todo poder democrático é limitado. Só há um sentido possível para “trânsito em julgado”. É isso que, acima de tudo, está em julgamento no Supremo”.

O governador diz ainda que “todas as pessoas Podem ser presas, a qualquer momento, no curso de um processo judicial, se presentes os requisitos legais para prisão preventiva. O que não existe na Constituição e no CPP é prisão OBRIGATÓRIA antes do trânsito em julgado. É isso que está em julgamento no Supremo”

Dino inclusive retuitou o escritor Marcelo Semer, membro e ex-presidente da Associação Juízes para a Democracia que o que está em jogo no Supremo Tribunal Federal é o julgamento da constitucionalidade do artigo nº 283 que diz: “Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada  da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transita em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva.

  • Jorge Vieira
  • 24/out/2019

STF caminha para derrubar prisão em segunda instância, afirma advogado

Congresso em Foco – O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quinta-feira (24) o julgamento das três ações que podem mudar o entendimento da Justiça sobre prisão em segunda instância. Com o voto do ministro Ricardo Lewandowski, o placar fica 4 a 3 contra os recursos que pedem o cumprimento da pena somente após o trânsito em julgado dos processos. Mas esse cenário deve mudar, segundo o advogado e analista político Rafael Favetti.

Ele defende que o julgamento deve caminhar para uma vitória da tese contrária à prisão em segunda instância. Segundo Favetti, esse é um debate antigo dentro da Corte e os ministros já se posicionaram sobre o tema. “Já se previa, de certa forma, há muito tempo, um placar no julgamento do mérito destas ações declaratórias, um placar de mais ou menos 6 a 5, em prol do constitucionalidade do artigo 283 do Código de Processo Penal (CPP)”, afirma.

Favetti acredita que já havia uma tendência a um resultado contrário à prisão em segunda instância desde março de 2018, quando o Supremo analisou medidas cautelares sobre duas das ações declaratórias julgadas hoje.

“Já havia ai uma predisposição desde a medida cautelar até hoje de que, na atual composição do tribunal, no mínimo seis ministros seguiriam para dizer, no mérito dessas ações declaratórias, que é compatível com a Constituição o artigo 283 do Código de Processo Penal”, fala.

Segundo Favetti, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso de Mello devem votar a favor do relatório. Já Cármen Lúcia, contrária ao texto, o que deixaria o placar final de 6 a 5, contra a prisão em segunda instância.

Ele defende que o setor político brasileiro criou um falso problema em relação à Lava Jato e ao ex-presidente Lula. “O mercado da política transformou esse julgamento num problema que, na minha visão, é falso”, conta.

Segundo Favetti, caso haja uma mudança de entendimento, a maior parte dos afetados não tem relação com a Operação Lava Jato. “Essas ADCs devem impactar duas dezenas, no máximo, de presos da Lava Jato, dentro de um universo de quase 5 mil presos na mesma posição. Então, o argumento pró ou contra a Lava Jato, na minha visão, é falso”, explica.

O advogado afirma também que o temor em relação à prisão de Lula “não mais se justifica”. “Lula já tem condições de ir pro semiaberto, isto é, sair às 6 da manhã e voltar as 18 horas. E, mesmo que, procedente a ADC, Lula continua sendo inelegível”, disse.

O processo – No julgamento desta quinta-feira, o voto que gerava mais dúvida era o de Rosa Weber. Ela já havia se pronunciado contrária à prisão em segunda instância em 2016, mas votou a favor da tese no julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula, por seguir a jurisprudência do tribunal. Nesta tarde, ela votou a favor dos recursos.

Favetti defende que o voto da ministra, na verdade, era previsível. Ele diz que ela se pronunciou de forma clara sobre o que pensava no julgamento do recurso de Lula. “Quem tinha dúvida é pq não prestou atenção no HC do processo do Lula. Nesse HC ela disse exatamente como ia votar hoje”, afirma.

Antes dela, o relator do caso, Marco Aurélio Mello, também votou contrário à prisão em segunda instância. Outros quatro magistrados – Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes –, no entanto, divergiram do relator.

Na tarde de hoje, Luiz Fux votou a favor da prisão em segunda instância, enquanto Ricardo Lewandowski e Rosa Weber foram contrários. Ainda faltam quatro votos para o fim do julgamento.

 

  • Jorge Vieira
  • 24/out/2019

Fórum Maranhense de Mulheres convoca para julgamento do advogado Rafael Silva

O Fórum Maranhense de Mulheres lançou nota convocando o maior número de defensores e defensora da causa a comparecer ao julgamento do advogado Rafael Silva, denunciado por agressão contra sua ex-companheira em 2015.

“Na manhã do dia 24/10 haverá o julgamento do recurso apresentado pela assistência da acusação contra a absolvição de Rafael Silva do crime de lesão corporal – em circunstância de violência doméstica e familiar contra a mulher”, diz a nota do Fórum.

O movimento afirma que a atitude se dá dado o histórico do processo, da campanha difamatória contra a vítima, da mobilização de recursos institucionais, da perseguição processual contra testemunhas, advogada e advogado da vítima, e da utilização de argumentos pela defesa do réu contrários a toda luta do movimento de mulheres e LGBT por justiça de gênero (não consideram a palavra da vítima, desqualificam a busca da justiça pela vítima como vingança afetiva, não decretação do sigilo processual e exposição da vida íntima da vítima a desconhecidos).

“Solicitamos a presença do maior número de mulheres à sessão de julgamento para acompanhar os debates que ali se estabelecerão, observar a atuação dos órgãos de justiça na proteção aos direitos fundamentais de mulheres no Maranhão e demarcar que as mulheres estão – apesar de fragilizadas e desrespeitadas em nossos direitos – vigilantes e em luta”, afirma o Fórum.

Ele lembra ainda que que o recurso a ser julgado foi interposto pelas advogadas e advogado que assistiram a vítima, omitindo-se a 22a. Promotoria da Defesa dos Direitos da Mulher no decorrer de quase toda a ação criminal.

“A sessão de julgamento da Apelação Criminal n° 29573/2018 ocorrerá a partir das 09 horas na Sala de Audiências da 2°Câmara Criminal, na praça Pedro II, TJMA”, finaliza o Fórum Maranhense de Mulheres.

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