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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2020

Covid-19: Rede de Ribamar dispõe de leitos, ambulância e equipes para testar pacientes em casa

Desde que os primeiros casos da COVID-19 foram notificados no Maranhão, a Prefeitura de São José de Ribamar vem adotando medidas de enfrentamento à pandemia e habilitando seus equipamentos públicos para os cuidados e recebimentos de pacientes infectados.

O Hospital Municipal de São José de Ribamar foi preparado para prestar os atendimentos necessários. Com sua sala de medicação ampliada e abastecida, a unidade hospitalar tem ainda 12 leitos específicos para isolamento de pacientes infectados, além de contar com profissionais treinados para lidar com o Novo Coronavírus.

“A nossa rede municipal de saúde está estruturada para receber pacientes com síndromes gripais e para o tratamento de eventuais pacientes infectados com o COVID-19. Os casos leves e moderados serão tratados e acompanhados dentro do município, aqueles casos graves que apresentem falta de ar e necessidade de tratamento intensivo serão encaminhados para rede estadual de referência, de acordo com a legislação do SUS”, explica o prefeito Eudes Sampaio.

Uma ambulância do SAMU, totalmente equipada, com equipe especializada no atendimento aos casos com suspeita da COVID-19, além de atuar na transferência de pacientes ou na busca residencial para conduzir aos hospitais de referência.

Atendimento primário – Com o trabalho de saúde preventiva reconhecido no Estado inteiro como um dos mais eficientes, as 47 equipe de saúde da família receberam capacitação e treinamento. São nas unidades básicas de saúde que normalmente aparecem as informações dos suspeitos.

Quando há o temor de o paciente de ir nas UBSs, as equipes da Vigilância Epidemiológica, com equipamentos de proteção individual, vão até às casas dos pacientes e fazem o teste de imediato.

“A rede de atenção primária do município está preparada para o acolhimento dos pacientes com suspeitas de Coronavírus. O município ampliou o número de equipes de saúde da família nos últimos anos e com o treinamento e capacitação de toda atenção básica tenho certeza que daremos resolutividade para as demandas”, avaliou o secretário de Saúde do Município, Tiago Fernandes.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2020

Prefeito Edivaldo prorroga suspensão do funcionamento dos órgãos municipais*

O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) anunciou em suas redes sociais, neste domingo (12), a prorrogação, até o dia 20 deste mês, da suspensão do funcionamento dos órgãos municipais que não atuam na prestação de serviços essenciais à população.

A medida segue as orientações das autoridades de saúde para manter o distanciamento social como forma de controle do avanço do novo coronavírus (Covid-19) entre a população.

Em sua postagem, Edivaldo reiterou que está constantemente reavaliando as medidas de prevenção e combate à doença, podendo alterá-las a qualquer momento, se houver necessidade.

Para o atendimento pelos serviços não essenciais foram disponibilizadas plataformas como call center, e-mails, além do portal da Prefeitura. Todos os serviços essenciais seguirão sendo executados sem prejuízos à população, como o atendimento em saúde, limpeza urbana, disciplinamento do trânsito, assistência social, Defesa Civil entre outros.

A medida reforça outras ações já em execução em São Luís como a reestruturação do Hospital da Mulher, que é a unidade de referência na rede municipal para atendimento aos pacientes com Covid-19.

Além disso, Edivaldo tem tomado também medidas de apoio à população menos favorecida economicamente que, neste momento de pandemia, perde ainda mais renda. Os estudantes da rede de ensino receberão cestas alimentares a partir desta semana.

  • Jorge Vieira
  • 12/abr/2020

Decreto mantém suspensão de atividades na Ilha de São Luís e intensifica fiscalização

Novo decreto editado neste sábado (11) pelo governador Flávio Dino mantém a suspensão do comércio e dos serviços não essenciais na Ilha de São Luís até o dia 20 de abril. A medida foi tomada porque nessa região estão 94% dos casos confirmados de coronavírus e 100% das mortes causadas pela doença no Estado.

Além disso, a fiscalização será intensificada, com a possibilidade do chamado lockdown, ou seja, o bloqueio total de atividades, na hipótese de crescimento acelerado de casos.

Nas cidades onde não há registro de casos ou existe uma quantidade muita reduzida, os prefeitos poderão permitir atividades econômicas, desde que observadas restrições e orientações sanitárias.

Ou seja, cada prefeito deverá avaliar a situação, diante da realidade local, e adotar as regras pertinentes – sempre seguindo as orientações e normas sanitárias.

Se o prefeito de determinado município não editar nenhum ato acerca das atividades que podem continuar, estarão valendo as restrições previstas no decreto do Governo do Maranhão. Ou seja, o comércio e os serviços não essenciais continuarão suspensos na cidade

Se houver aumento de casos em alguma região, o Governo do Estado poderá, a qualquer momento, editar novas normas restritivas.

Bancos e lotéricas

De acordo com o decreto, os bancos e lotéricas terão 72 horas para implantar medidas a fim de evitar aglomerações, tanto dentro como na porta das agências.

Também será necessário o uso de equipamentos de proteção individual pelos funcionários, podendo ser máscaras laváveis ou descartáveis. Os bancos deverão organizar filas e manter distância de pelo menos dois metros entre clientes.

Essas medidas foram tomadas após o Supremo Tribunal Federal dar aval, nesta semana, para que os Estados adotem esse tipo de regra. O Governo do Maranhão já havia enviado ofício ao Banco Central pedindo providências nesse sentido – uma vez que a regulação bancária é de responsabilidade do Governo Federal –, mas não havia obtido resposta.

“Os bancos não estão tomando providências para organizar o fluxo de pessoas para ter acesso às suas agências. Estou determinando que o façam, sob pena de fiscalização e sanções previstas na legislação sanitária”, afirma o governador Flávio Dino.

Aulas e viagens

O decreto também mantém até o dia 26 de abril a suspensão das aulas em todo o Maranhão e das viagens interestaduais de ônibus. Ou seja, os ônibus que saem e entram no Maranhão, com exceção de áreas como Timon-Teresina, na qual muitas pessoas residem numa cidade e trabalham em outra.

Veja o que pode e o que não pode funcionar na Ilha de São Luís e nas cidades onde não houver novos atos editados pelos prefeitos:

NÃO PODEM FUNCIONAR
– Atividades que impliquem aglomeração de pessoas em espaços públicos
– Academias, shopping centers, cinemas, teatros, bares, casas noturnas, restaurantes, lanchonetes, centros comerciais, lojas, salões de beleza e estabelecimentos similares
– Visitas a pacientes com suspeita de infecção ou infectados por coronavírus, tanto na rede pública como na particular
– Atracação de navio de cruzeiro vindos de estados ou países com circulação confirmada do coronavírus

PODEM FUNCIONAR
– Hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, óticas e demais estabelecimentos de saúde
– Mercado, supermercados e venda de alimentos
– Delivery, drive thru e retirada no local de bares, restaurantes, lanchonetes, depósito de bebidas e similares
– Clínicas, consultórios e hospitais veterinários, pet shops e lojas de produtos agropecuários
– Lojas de material de construção
– Borracharias, oficinas e serviços de manutenção e reparação de veículos
– Restaurantes e pontos de parada e descanso, às margens de rodovias, para caminhoneiros
– Dedetizadoras
– Postos de combustíveis, venda de gás e serviços de transmissão e distribuição de energia
– Coleta de lixo e serviços funerários
– Serviços de telecomunicações
– Segurança privada e imprensa
– Distribuição e a comercialização de álcool em gel e produtos de limpeza, bem como os serviços de lavanderia
– Serviços relativos ao tratamento e abastecimento de água
– Atividades internas das instituições de ensino visando à preparação de aulas para transmissão via internet

Em todos os estabelecimentos autorizados a continuar funcionando, é necessário adotar:
– Distância de segurança entre as pessoas
– Uso de equipamentos de proteção individual, podendo ser máscaras laváveis ou descartáveis
– Higienização frequente das superfícies
– Álcool em gel e/ou água e sabão para clientes e funcionários

Veja aqui o novo decretohttps://www.ma.gov.br/agenciadenoticias/wp-content

  • Jorge Vieira
  • 11/abr/2020

Flávio Dino denuncia articulação para retaliar governadores que seguem orientações da OMS no combate ao Covid-19

Sem citar nomes ou grupos que estariam por trás da trama, o governador Flávio Dino (PCdoB), denunciou através de sua página no Twitter, denuncia nesta manhã de sábado (11) a articulação de um plano diabólico de retaliação aos governadores que seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde no combate a pandemia do coronavírus.

“Nós bastidores estão tramando retaliações contra os governos estaduais, em face das medidas sanitárias adotadas pelos Estados e também por conta de antipatias pessoais”.  São irresponsáveis. Não pensam na saúde, na segurança, nas penitenciárias”, postou Flávio Dino ao condenar a trama que visa prejudicar os estados”.

O governador, em um segundo post, adverte:  “Nenhum estado  quer farra fiscal. Há um problema econômico objetivo. E os instrumentos de combate estão concentrados na esfera Federal: bancos, fundos, emissão de moeda e de títulos, condições de crédito para estados  etc. Isso explica o que estamos defendendo na Câmara”.

Dino é considerado hoje pelo clã Bolsonaro como “o maior opositor socialista do governo” e conta com a antipatia dos filhos e do presidente Jair Bolsonaro. Em algumas ocasiões o mandatário da Nação deixou transparecer sua fúria contra o chefe do Executivo maranhense, numa dela foi bem explicito ao afirmar e orientar seus ministros a não darem  nada para o Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2020

MPMA recomenda à Polícia Militar reforçar fiscalização para cumprimento de quarentena em Imperatriz

O Ministério Público do Maranhão expediu Recomendação aos 3º e 14º Batalhões de Polícia Militar orientando reforçar a fiscalização para o cumprimento do isolamento social no Município de Imperatriz.

O documento foi assinado nesta quinta-feira, 9, pelos titulares da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz e da 5ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Saúde Pública de Imperatriz, Raquel Chaves Duarte Sales e Newton de Barros Bello Neto, respectivamente.

A Recomendação orienta que os comandantes Paulo Alfredo Donjie e Oliveira e Renato Abrantes Campos, do 3º e 14º Batalhão, respectivamente, adotem todas as providências necessárias ao efetivo e integral cumprimento dos decretos (municipais, estaduais e federais) que regulamentam a matéria.

O documento salienta que os comandos devem atentar para as determinações da Organização Mundial de Saúde e demais normativos legais expedidos para regular a situação presente de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Para tanto, os promotores de justiça orientam que os batalhões intensifiquem as fiscalizações aos estabelecimentos que estejam funcionando de forma irregular, desrespeitando as restrições impostas ao setor em que estão incluídos.

De acordo com o documento, a corporação deve adotar todas as medidas necessárias para coibir o funcionamento irregular dos estabelecimentos. Quando constatado, a polícia deve elaborar relatório circunstanciado dos fatos, com a qualificação dos responsáveis e demais envolvidos para a tomada de providências cabíveis.

Os casos irregulares deverão ser relatados imediatamente ao Ministério Público do Maranhão. Os comandos têm o prazo de cinco dias para informar ao MPMA sobre as providências adotadas quanto à Recomendação.

“O MPMA leva em consideração os impactos econômicos da crise, mas deve seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde quanto às medidas de combate à doença. Por isso, o intuito da fiscalização é evitar a aglomeração de pessoas e dar cumprimento ao recomendado isolamento social”, ressaltam Raquel Chaves Duarte Sales e Newton Bello Neto, promotores de justiça.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2020

Proposta de Bira garante que problema no CPF não impeça trabalhadores de receber o auxílio emergencial

Com objetivo de corrigir o problema que brasileiros têm enfrentado para ter acesso à Renda Mínima Emergencial em razão de problemas cadastrais no CPF,  o deputado federal Bira do Pindaré (PSB/MA) apresentou uma emenda aditiva ao Projeto de Lei 87, que garante ampliação da Renda Mínima Emergencial para trabalhadores como rurais e pescadores. A iniciativa, além de simplificar o acesso, garante que trabalhadores não sejam impedidos de acessar o benefício por situação cadastral.
A emenda diz que na própria operacionalização cadastral no auxílio emergencial, deverá conter mecanismos de regularização do CPF do trabalhador que esteja qualquer problema no documento. A proposição garante ainda que a situação cadastral não impeça o pagamento do auxílio. “O cadastro abrangerá também os trabalhadores que estejam com CPF pendente de irregularidade, que serão considerados aptos a receber o benefício emergencial e deverão regularizar sua situação perante o Cadastro de Pessoas Físicas em seis meses”, diz o documento.
Em pronunciamento na sessão virtual da Câmara dos deputados desta quinta-feira (09), Bira falou sobre o pronunciamento do presidente da república na última quarta-feira (08) e demonstrou preocupação com a postura de Jair Bolsonaro diante da grande crise provocada pela pandemia do coronavírus. O parlamentar afirmou que está estarrecido com a incapacidade do presidente de compreender o papel que tem no momento difícil que o Brasil e o resto do mundo enfrentam.
“No lugar de gastar sua energia enfrentando aquilo que é necessário para combater a pandemia e socorrer o povo nesse momento, Bolsonaro resolveu agora dá um de médico e receitar remédio. Desde quando ele é médico? Não é papel de um presidente da República. O que nós esperamos é que ele lidere o processo de união nacional para enfrentar esse inimigo invisível, que é o coronavírus. Mas, infelizmente, ele não consegue compreender a sua função precípua nesse momento. É lamentável!”, acrescentou.
Em apelo, ele lembrou que a população pede socorro e que os hospitais precisam de leitos, respiradores e equipamentos de proteção para os profissionais da saúde, as medidas econômicas com o pagamento da Renda Mínima Emergencial precisa de soluções urgente e que o povo tem enfrentado dificuldades no cadasto para acessar o benefício.
O maranhense ressaltou o esforço do Congresso Nacional, da sociedade civil e de líderes estaduais e municipais, como governadores e prefeito, no sentido de encontrar soluções para minimizar os efeitos e combater a pandemia. “Eu espero que a gente possa colaborar de alguma forma com essa construção coletiva. Porque o Bolsonaro mesmo parece que não está nem aí para o que há nesse país”, frisou.
O parlamentar falou ainda da Medida Provisória 905, que trata do Contrato de Trabalho Verde e Amarelo. Ele disse que não é hora de tirar direitos dos trabalhadores, nem de dissensos. “É hora de consensos. Garantir a união do Congresso Nacional ao lado do povo brasileiro e garantir a retomada do crescimento lá na frente, tomando todas as medidas necessárias, mas cuidando das pessoas em primeiro lugar”, sublinhou.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2020

Emenda de Weverton garante prazo maior para pequenas e médias empresas que financiarem folha salarial

O senador Weverton (PDT-MA) apresentou uma emenda à Medida Provisória 944/2020, ampliando para 12 meses a carência para o início do pagamento do empréstimo que as pequenas e médias empresas poderão fazer para o pagamento de salário dos seus funcionários. A MP cria o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, que abre uma linha de crédito especial de R$ 34 bilhões para garantir o pagamento dos salários em empresas com receita anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões durante a pandemia do coronavírus. A linha de crédito é destinada a empresários, sociedades e cooperativas e deve ser usada para cobrir toda a folha de pagamento por um período de dois meses. Pela medida, o prazo para pagamento das parcelas do financiamento é de 36 meses, sendo seis meses de carência.
“Seis meses é pouco tempo. Essas pequenas e médias empresas não terão condições de arcar com pagamento de prestação enquanto durar a pandemia e por um tempo depois”, afirmou o parlamentar.
Para Weverton, a fase de incertezas vivida no país pede a adoção de providências mais efetivas e por um tempo maior, de um ano.
“Não adianta dizer que um microempresário terá condições de pagar um financiamento pelos próximos meses. Isso é irracional. Ainda não sabemos a dimensão real da propagação do vírus no Brasil, nem as consequências econômicas. Eles precisam de mais tempo de ajuda”, explicou.
Para ter acesso ao dinheiro, a empresa deve ter a folha gerida por uma instituição financeira inscrita no Banco Central.
De acordo com a MP, o empregador fica proibido de demitir funcionários sem justa causa no período entre a contratação do empréstimo e até 60 dias após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Se descumprir a determinação, ele é obrigado a antecipar o pagamento da dívida.
O texto determina que 85% do valor de cada financiamento é custeado com recursos da União. Os 15% restantes ficam a cargo das instituições financeiras. Os bancos podem formalizar as operações de crédito até o dia 30 de junho e cobrar taxas de juros de até 3,65% ao ano. O prazo para o pagamento é de 36 meses, com carência de seis meses.
Antes de conceder um empréstimo, o banco pode considerar restrições em sistemas de proteção ao crédito ou registros de inadimplência no Banco Central realizados nos seis meses anteriores à contratação. A MP 944/2020 dispensa a apresentação de algumas exigências, como quitação eleitoral; certificado de regularidade do FGTS; e certidão negativa de débito. Mas impede a concessão do empréstimo a empresas em débito com a seguridade social.

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