Confira abaixo a lista completa dos municípios do Maranhão
Boa Vista do Gurupi
Peri Mirim
Buriti
O candidato a prefeito de São Luís, Franklin Douglas, recebeu hoje, o apoio do mais novo partido político brasileiro, o Unidade Popular (UP), que foi legalizado em dezembro de 2019, depois de ter recolhido 1 milhão e duzentas mil assinaturas em todo o país.
O ato de declaração de apoio ocorreu no Solar da Terra, Centro, e contou com a presença de candidatos do PSOL a vereador e de integrantes do PCB, partido de esquerda que também apoia o PSOL.
O candidato Franklin Douglas avaliou a união entre o UP e o PSOL como “muito positiva, e deve ficar, inclusive, para depois das eleições, a gente continuar a luta pelos direitos da classe trabalhadora, da juventude, das mulheres de todos os setores da sociedade que precisam de políticas públicas para enfrentar as desigualdades e opressões”.
A representante do Unidade Popular, Eunice Brasil, destacou que o apoio ao PSOL é uma decisão coletiva, que veio depois de muito debate. ”Temos um entendimento de que há pontos entre o PSOL e o da Unidade Populista que se identificam, como por exemplo, a luta pelos direitos da classe trabalhadora e o combate a opressão. O PSOL tem demonstrado ser uma esquerda que não concilia com a esquerda governista e combate o bolsonarismo”, frisou a militante.
Atendendo solicitação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na sessão desta terça-feira (27), por unanimidade, o pedido de envio das Forças Armadas para a garantia da segurança no primeiro turno das eleições em 98 municípios do interior do Maranhão, marcada para o dia 15 de novembro.
Os ministros da Corte deferiram requerimentos já aprovados pelos Tribunais Regionais Eleitorais e pelos governos estaduais para atuação da Força Federal no Acre (20 municípios), no Amazonas (31 municípios), no Maranhão (98 municípios), em Mato Grosso (6 municípios), no Pará (72 municípios), no Rio Grande do Norte (114 municípios) e em Tocantins (7 municípios).
Segundo ressaltou o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, durante o julgamento, o objetivo desse auxílio é garantir que o processo eleitoral transcorra de forma ordeira e tranquila, além de assegurar o cumprimento de determinações legais do pleito eleitoral, conforme previsto no inciso 14 do artigo 23 do Código Eleitoral.
“Os pedidos são para garantir o livre exercício do voto, bem como a normalidade da votação e apuração dos resultados do primeiro turno das eleições em diversos estados. Ficou justificado o uso das tropas federais nas localidades indicadas pelos TREs, em razão dos históricos de conflito em pleitos anteriores, reduzido efetivo da Polícia Militar, necessidade de assegurar a integridade física e dos cartórios eleitorais, além da distância e acesso dificultoso entre as localidades”, afirmou o presidente.
Confira abaixo a lista completa dos municípios do Maranhão
Boa Vista do Gurupi
Peri Mirim
Buriti
A TV Band Maranhão divulgou, nesta quarta-feira (28), pesquisa do Instituto DataIlha para mostrar a intenção de voto para prefeito de São Luís. O levantamento confirma a tendência dos outros institutos: vai haver segundo turno e a vaga para disputar o segundo turno com Eduardo Braide permanece totalmente embolada entre três concorrentes.
No cenário espontâneo, o deputado federal pelo Podemos, Eduardo Braide, aparece com 33,3%, seguido pelos deputados estaduais Duarte Júnior (PRB) com 14,1% e Neto Evangelista (DEM) 11,9%. Rubens Jr (PCdoB) vem logo em seguida com 9,1%, seguido de Bira do Pindaré (PSB) com 2,1%, Jeisael Marx (Rede) tem 1,9%, Yglésio Moisés (PROS) tem 1,6%, Franklin Douglas (PSOL) tem 0,5%, Silvio Antonio (PRTB) tem 0,3%. Hertz Dias (PSTU) e Edivaldo Holanda, que não será candidato, empatam com 0,2%. Wellington do Curso (PSDB), também fora da disputa aparece com 0,1%. Brancos e nulos são 0,3% e não sabem/não responderam são 24,4%.
Na pesquisa estimulada, Eduardo Braide tem 38,1%, com Duarte Junior (PRB) aparecendo com 16%, Neto Evangelista (DEM) com 13,1% e Rubens Júnior (PCdoB) com 10,1%. Mais atrás estão Bira do Pindaré (PSB) com 3,1%, Jeisael Marx (Rede) com 3%, Yglésio Moisés (PROS) com 1,7%, Silvio Antonio tem 0,6%, Franklin Douglas (PSOL) tem 0,6% e Hertz Dias (PSTU) com 0,2%. Brancos e nulos somam 5,2% e não sabem/não responderam são 8,4%.
Neste cenário, as eleições de São Luís serão definidas no segundo turno, numa disputa ainda bastante indefinida com Duarte Júnior, Neto Evangelista e Rubens Júnior empatados tecnicamente. O levantamento foi feito com 1080 entrevistados, entre os dias 20 e 22 de outubro, em 44 bairros da capital. O registro na Justiça Eleitoral está sob o número MA-05705/2020. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.
Em entrevista ao Jornal da Mirante Primeira Edição, nesta tarde de terça-feira (27), o candidato a prefeito de São Luís pela Rede Sustentabilidade, Jeisael Marx, disse que vai priorizar o retorno às aulas dos alunos da rede municipal que estão até agora com o ano letivo 2020 prejudicado e sem previsão de volta às salas de aulas.
O candidato propõe adotar um modelo híbrido, onde as crianças cumpram o currículo escolar parte presencial e também através de EAD, método já adotado pelo Governo Estadual, que distribuiu chips de internet para que os alunos possam assistir as aulas online.
“Nós temos o exemplo do Governo Estadual que podemos seguir, mas aperfeiçoando. Que seria a distribuição de chips para que as crianças possam ter acesso a internet e ter o ensino remoto”, comentou Jeisael.
O candidato ainda propôs dialogar com os profissionais da educação para discutir e organizar o melhor método para a volta às aulas.
“Fazer tudo com muito diálogo, conversando com professores, chamando todos. Caso esse modelo não seja ainda o ideal, mas que possamos partir desse primeiro passo para encontrar o modelo ideal”, pontuou Jeisael.
O candidato a prefeito Rubens Jr rebateu nesta terça-feira (27), uma fala do presidente Jair Bolsonaro repercutida no jornal O Estadão no Twitter. O presidente afirmou: ´Tem que tirar o PCdoB de lá, cara, pelo amor de Deus. Só aqui no Brasil mesmo, comunista falando que é democrático´. A fala do presidente ocorreu em uma conversa com apoiadores na manhã de hoje (27), no Palácio da Alvorada.
Em resposta, o candidato a prefeito pelo PCdoB disse que o objetivo é levar o governador à presidência em 2022, com ele no comando da prefeitura. “Primeiro, vamos colocar o PCdoB na Prefeitura de São Luís. Depois, vamos tirar @FlavioDino do governo para levá-lo a Brasília: 2022 é logo ali”, disse. Em seguida, Rubens complementou o tuite com uma clara alfinetada ao candidato Eduardo Braide. ´Antes vamos derrotar o candidato do partido que mais vota com Bolsonaro mas esconde o apoio dele em São Luís´.
O candidato Eduardo Braide é deputado federal pelo Podemos, partido que tem mais de 90% de adesão aos projetos de Bolsonaro no Congresso Nacional.
A matéria também causou reações no governador Flávio Dino. “Em vez de vir cuidar de trabalho sério, que o Governo Federal deve fazer imediatamente, Bolsonaro diz que vem ao Maranhão para esse tipo de agenda: agressões e campanha eleitoral. Tudo com dinheiro público”, afirmou Dino.
Durante a conferência Pour Le Brésil, nesta terça-feira (27) o governador Flávio Dino afirmou que um dos papéis importantes da democracia é combater atitudes agressivas e impulsos despóticos presentes na política brasileiras nos últimos anos.
“Nós precisamos, portanto, afirmar as virtudes e a potência da democracia. O ano de 2020 está sendo um dos anos mais complicados na vida institucional do nosso país. Porém, de toda forma, conseguimos evitar um golpe militar no país”, assegurou o governador ao afirmar que não foi por falta de vontade do presidente da República.
Ao lado do governador Flávio Dino, participaram a jornalista Patrícia Campos Mello da Folha de São Paulo e Gaspard Estrada, diretor executivo do Observatório Político da América Latina e Caribe da Sciences (OPALC). O encontro foi promovido pela comunidade brasileira da universidade francesa Sciences Po.
Flávio Dino afirmou que não houve condições políticas para ruptura da ordem democrática, mesmo em relação à pandemia do coronavírus, em razão da força da democracia com a ação do Supremo que protegeu e defendeu a federação, com um jogo institucional que permitiu que houvesse um mínimo de condições para combater a pandemia nos estados e municípios brasileiros.
O governador dialogou sobre a força da democracia, mas também elencou alguns principais desafios, como o combate: às fake news; à desigualdade na proteção institucional; à desigualdade no acesso à justiça; às desigualdades sociais e a temática da tripartição funcional do estado.
“Se fosse necessário fazer uma agenda sobre o que nós teríamos que percorrer nos debates e ações para proteger a democracia eu colocaria esses itens: fake news, violência, corrupção, desigualdades, tripartição, desigualdades sociais. Acho que são esses fatores que solapam a vitória desse conceito de democracia entre nós”, disse.
“Se fizéssemos um balanço do terrível ano de 2020, creio que, apesar das inúmeras dificuldades, a democracia teve vitória, sofrida, é verdade. Mas uma vitória sobre o despotismo pouco esclarecido que é perpetrado no atual momento político do Brasil”, finalizou o governador.
Logo após dizer que o PCdoB tem que ser tirado do poder do Maranhão, o presidente Bolsonaro recebeu o troco do governador Flávio Dino. “Se Bolsonaro quer me tirar do governo do Maranhão, um bom caminho é lançar um bolsonarista assumido na eleição de 2022. Em 2018, não chegaram a 10% no Maranhão”, disse Flávio.
A declaração de Bolsonaro foi feita a apoiadores nesta terça-feira (27). Foi uma tentativa de criar ainda mais tumulto às vésperas de sua vinda para o estado, na quinta-feira (29).
Primeiro, ele tinha dito que o governo estadual havia negado segurança a ele, o que não ficou provado. Agora, vem o ataque direto ao governador.
“Desde a semana passada, Bolsonaro cria confusão com uma suposta visita ao Maranhão. No que depender de mim, ele pode ir onde quiser, não enfrentará protestos e terá a proteção da polícia do Maranhão. Não precisa ter medo. Aqui somos sérios e temos muito trabalho que nos ocupa”, reagiu Dino nas redes sociais.
E acrescentou: “Em vez de vir cuidar de trabalho sério, que o governo federal deve fazer imediatamente, Bolsonaro diz que vem ao Maranhão para esse tipo de agenda: agressões e campanha eleitoral. Tudo com dinheiro público”.